Nesta semana, o governo da Líbia entrou no “noticiário de internet” de forma diferente. Confiscou e tirou do ar o encurtador de url “vb.ly”, utilizado para compartilhar “conteúdo adulto”.
Além do conteúdo ser ofensivo para as leis locais, o que motivou o confisco foi o fato do encurtador usar a terminação “.ly”, adotada oficialmente no país (igual ao “.br” aqui, no Brasil).
Em seu blog, Ben Metcalfe, cofundador do “vb.ly”, comenta que a tendência é a Líbia reivindicar para si outros domínios com a terminação “.ly”.
Engraçado que, ao ser divulgada na web, a notícia tomou outro rumo. A questão não é se a Líbia vai utilizar ou não ainda mais a terminação “.ly”, mas sim o quanto os encurtadores podem ter um tempo de vida curto. De uma hora para outra, você pode perder as referências de url.
Nesta quinta-feira, ao comentar a notícia no Twitter, uma vez mais, Tim Berners-Lee, criador da web, se posicionou contra o uso dos encurtadores de url.
No começo do ano, Demi Getschko, pioneiro da internet no Brasil e diretor do Núcleo de Informação e Coordenação (NIC.br), havia feito um alerta sobre os “intermediários” de url.
Numa época em que surge um encurtador de url em cada esquina, sem você saber quem criou e com qual objetivo, o alerta dos dois faz sentido.
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Crédito da imagem: VioletBlue

O site oficial da Rainha Elizabeth II entrou no ar. O projeto chama a atenção, pois teve consultoria de Tim Berners-Lee, criador da web, que, em 2004, recebeu da rainha o título de “Sir”, Cavaleiro da Ordem do Império Britânico.
Entre as novidades, o destaque está na integração da agenda da rainha ao Google Maps. Com isso, as pessoas poderão conferir em um mapa por onde a rainha passará durante uma visita oficial.
Fora isso, digitalização e publicação de documentos inéditos, como um que descreve uma visita de Alexander Graham Bell à Rainha Vitória, que aproveitou para testar o novo invento de Bell, o telefone.
Apesar de Elizabeth II ter sido uma das primeiras rainhas a enviar um email, isso em 1976, por enquanto, o seu site tem um caráter tradicional, mais de diretório de conteúdos históricos (vídeos, fotos, textos) do que um canal de comunicação mais direta com a população.
O lançamento acontece poucas semanas após a Presidência de Portugal inaugurar o seu perfil oficial em sites como Twitter, Flickr e YouTube.
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A responsável pelo Papa no YouTube