Meu filho de 3 anos tem um iPad. Provavelmente ele sabe usá-lo melhor do que eu
Comentário sobre pesquisa da Nielsen que ratifica que os tablets viraram “brinquedo de criança“.
A Corning, responsável pelo vidro utilizado em telas de smartphones e tablets, publicou um vídeo conceitual sobre como a empresa vê o futuro das telas.
O vídeo é continuação ao A Day Made of Glass, que ficou muito conhecido em 2011.
/via Co.Create
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No começo de 2010, John Makinson, diretor geral da Penguin Books, disse que, num futuro muito próximo, livros não se tornariam ebooks, mas sim softwares (aplicativos).
De lá para cá, o conceito vem mais ou menos sendo absorvido pelo mercado. O livro Our Choice, do Al Gore, por exemplo, conta com uma versão “livro-aplicativo”.
William Joyce, ilustrador da Pixar e de diversos outros estúdios de animação, criou uma versão “livro-aplicativo” para a animação infantil The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore.
Segundo a revista FastCompany, a intenção é quebrar a barreira entre livro e animação.
O lançamento mostra não somente as possibilidades que se abrem quando você transforma software em mídia, mas também o potencial educacional dos tablets.
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O pesquisador americano Clayton Christensen, professor da Harvard Business School, é conhecido pelo conceito das “tecnologias disruptivas“, tecnologias capazes de mudar não somente a forma como as coisas são feitas, mas também o mercado.
Toda “tecnologia disruptiva” tem um ciclo – surgimento e consolidação. Às vezes, esse ciclo é mais longo devido às próprias pessoas não entenderem ou saberem direito o que fazer com a tecnologia.
Quando o Twitter surgiu em meados de 2006, a principal preocupação dos fundadores da ferramenta era explicar para que ela servia. Até o termo “microblog” foi criado como uma forma de tentar esclarecer melhor a utilidade e o funcionamento do Twitter.
Com a internet em si também não foi diferente, na área de jornalismo, o principal enfoque das primeiras reportagens sobre a rede era explicar para que servia a internet.
Portanto, “educar/treinar” as pessoas pode se tornar parte essencial da dinâmica de consolidação de uma nova tecnologia ou conceito.
Isso tem ficado evidente no novo foco dos comerciais do iPad. No último, a ideia é a mesma. Talvez devido a pesquisas ou à própria noção dessa dinâmica histórica de algumas tecnologias, calmamente, a Apple continua educando as pessoas a respeito do que é possível fazer com o iPad.
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Engraçado, fala-se tanto do iPad para ler revistas e jornais, enquanto que o iPad 2, lançado nesta quarta-feira, é focado justamente em vídeo.
A nova versão do tablet vem com duas câmeras, possibilidade de videochat, editor de vídeos, processador de vídeo mais potente, cabo HDMI e sincronia com a Apple TV.
Sempre achei que o potencial do iPad estava bem mais na parte multimídia. Eu mesmo uso pouquíssimo os aplicativos de jornais e revistas. Prefiro assistir a vídeos (iTunes), jogar games e usar os “utilitários de conteúdo”, como Flipboard e Instapaper.
O mais curioso no iPad 2 é a sincronia que ele proporciona entre TV e tablet (video mirroring).
Com o cabo HDMI, você pode conectar o iPad a uma TV HD e, desse modo, assistir aos vídeos na tela grande. Ou ainda via tecnologia Airplay sincronizar o conteúdo da Apple TV e do iPad, o que pode abrir caminho para fazer experiências de duas telas (a TV como tela principal e o tablet como 2ª tela). Com o iPad 2, a Apple abriu um espaço maior de comunicação entre TV e tablet.
Outra coisa que chamou a atenção no lançamento do iPad 2 foi que Steve Jobs, cofundador da Apple, alimentou mais ainda a ideia de “Era Pós-PC“. Segundo ele, o iPad é um dispositivo dessa “nova era”, em que os “computadores são mais intuitivos e fáceis de usar”.
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Há 3 semanas o The Daily, jornal/aplicativo da NewsCorp, foi lançado.
O produto em si não trouxe novidades, a não ser o sistema de assinaturas da App Store.
Nesta semana, foram publicadas algumas notícias sobre o The Daily .
Elas ajudam a indicar como anda o aplicativo.
1) O The Daily permanece no primeiro lugar da lista Top Grossing da App Store. Ou seja, é o aplicativo com melhor faturamento.
2) Rumores indicam que o The Daily deixará de ser exclusivo para iPad e estará disponível para outros tablets e sistemas, como o Android, da Google. O que faz sentido, o The Daily é um projeto da NewsCorp e não exclusivo da Apple.
3) O período em que as edições do The Daily são gratuitas será expandido. O motivo? Foram tantos bugs na versão inicial do aplicativo que a NewsCorp acredita que as pessoas não tiveram a chance de experimentar direito a publicação.
A operadora Verizon continuará bancando as edições gratuitas.
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Agora é oficial o sistema de assinaturas da App Store para jornais e revistas.
Com o anúncio feito nesta terça-feira pela Apple, a App Store deixa de ser apenas uma “banca de revistas”, onde as edições de uma publicação eram vendidas avulsas, para passar a fornecer também planos de assinaturas.
Não muda muito em relação ao que era comentado sobre o assunto. A Apple fica com uma porcentagem de 30% no valor das assinaturas feitas pela App Store.
Porém, a Apple vai compartilhar parte da base de dados sobre os assinantes com as empresas de mídia (desde que tenha o consentimento do usuário). Informações como nome, email e CEP serão compartilhadas com as empresas.
Outro detalhe é que será possível vender assinaturas fora dos aplicativos (no caso, a editora fica com 100%). No entanto, a assinatura deverá ter o mesmo valor da feita pela App Store e a empresa terá que arcar com a manutenção de um sistema próprio de segurança das assinaturas e pagamentos.
Na semana passada, a Associação Europeia de Jornais (ENPA) publicou um comunicado oficial em que demonstrava preocupações como o sistema de assinaturas da App Store.
O temor era que os jornais perdessem o contato com os assinantes, na medida em que a Apple ficaria com toda a base de dados das assinaturas.
Para os usuários, a principal vantagem do sistema de assinaturas será a facilidade. Com apenas um clique, será possível assinar uma revista ou jornal no iPad, sendo que o usuário poderá gerenciar (cancelar ou renovar) as assinaturas em uma única página, na App Store.
Vale registrar que quem serviu de carro-chefe para o lançamento do sistema de assinaturas foi o jornal/aplicativo The Daily, lançado há duas semanas.
A propósito, Rupert Murdoch, diretor da News Corp, responsável pelo The Daily, já andou comentando sobre a taxa de 30% da Apple nas assinaturas.
Até o final do ano, o executivo espera que a Apple baixe essa porcentagem.
Atualização - O aplicativo da revista Popular Science já está trabalhando com o plano de assinatura via App Store.
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