Durante a divulgação do balanço do segundo trimestre, a Google revelou números oficiais sobre o Google+:
- Mais de 10 milhões de pessoas cadastradas
- 1 bilhão de itens são compartilhados por dia (No Facebook, são 4 bilhões)
- Circles é o recurso mais utilizado no Google+
Enquanto Larry Page, cofundador da Google, comemorava os números, circulava na web um post do ex-Google Paul Adams. Adams é considerado um dos principais teóricos por trás do Google+. Atualmente, é gerente de produtos no Facebook. O pesquisador foi para a empresa de Zuckerberg um pouco antes do lançamento do Google+.
No post, Adams lava um pouco de roupa suja em público. Comenta que até hoje a Google não lhe deu autorização para publicar “Social Circles“, livro no qual explica a ideia que serviu de base para o recurso Circles. O livro chegou a entrar no catálogo da Amazon, mas foi retirado.
Ao explicar sua mudança para o Facebook, Adams comenta que a Google é uma “empresa de engenheiros”, que valoriza mais a tecnologia do que a sociologia, por isso suas pesquisas nunca tiveram a devida atenção.
Segundo ele, a Google teria transformado-se em uma instituição burocrática e política.
O pesquisador tem uma apresentação interessante feita no ano passado, na qual ele explica todo o conceito que serviu de base para a arquitetura do Google+.
Algumas pessoas podem ter torcido o nariz para o Google+, mas não os investidores.
Após o lançamento da plataforma de rede social, há duas semanas, o valor de mercado da Google aumentou em US$ 20 bilhões. Segundo a NBC, entre 27 de junho e 7 de julho, as ações da empresa passaram de US$ 482,80 para US$ 546,60.
Nesta terça-feira, circulou na web a informação não oficial de que, em 10 dias, o Google+ já teria mais de 10 milhões de usuários. Seria um dos serviços web que mais cresceu em menos tempo.
Números confiáveis ou não, eles podem dizer pouco. Número de “usuários registrados” sem o parâmetro de “usuários ativos” não diz muito. De repente, as pessoas estão apenas fazendo o cadastro no Google+. Dão uma olhada apenas por curiosidade e não voltam mais.
E uma coisa que ainda está faltando no Google+ são mais motivos para voltar lá. Situação que deve mudar quando a API pública for lançada, o que abrirá espaço para a criação de aplicativos (games e utilitários).
Tem gerado certa polêmica o fato de a Google ter proibido o uso da ferramenta por parte das empresas. Há, porém, a especulação de que, num futuro muito próximo, a Google permita que elas montem perfis na rede social mediante pagamento. Crie uma versão paga do Google+.
O pensamento é que, se as empresas realmente querem fazer parte da “conversação”, elas acabarão pagando, assim como pagam para estar em outras plataformas – TV, rádio, impresso.
Além disso, ao investir dinheiro, espera-se que as empresas tenham uma presença mais produtiva na plataforma de rede social. Por enquanto, nada confirmado.
Interessante observar que, desde o lançamento do Google+, o Facebook vem mudando o discurso e acredita que o sucesso de uma plataforma de rede social não deve mais ser mensurado pelo número de pessoas conectadas, mas sim pela quantidade de informações compartilhada.
Atualmente, 4 bilhões de itens são compartilhados por dia no Facebook.
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Em 2007, Microsoft e Facebook entraram em acordo. A empresa cofundada por Bill Gates comprou 1,6% da plataforma de rede social. De lá para cá, pouca coisa mudou. Porém, nesta quarta-feira, foi anunciada uma integração maior entre as duas empresas.
O Bing, sistema de busca da Microsoft, anunciou que utilizará informações do Facebook para melhorar os resultados das buscas.
Caso você faça uma busca no Bing, sites e vídeos que os seus contatos mais compartilharam e “curtiram” no Facebook ficarão em destaque nos resultados da pesquisa.
A ideia é que os seus contatos no Facebook atuem como um critério de relevância, um “filtro social”, ajudem a definir o que é relevante ou não para você em uma pesquisa. O conceito é interessante, mas isso não quer dizer que ao ser aplicado vai dar certo.
O que essa parceria deixa mais evidente é uma pequena diferença entre Google e Microsoft.
Nos últimos meses, enquanto a Google se preocupa em anunciar que é capaz de exibir de forma mais rápida resultados nas buscas (Google Instant, por exemplo), a Microsoft por meio da parceria Bing + Facebook mostra que quer fornecer melhores resultados (o que faz sentido. O principal problema dos sistemas de buscas não é a velocidade, mas a relevância dos resultados).
Além disso, a integração é mais uma que mostra que ainda existe muito a ser explorado no mercado de busca em termos de “experiência do usuário”.
Neste sentido, o Bing vem adotando a tática de crescer nas brechas do Google.
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Na prática, o LinkedIn está se tornando uma importante plataforma de currículos e contatos profissionais. Nesta semana, aderiu à ideia de labs.
No LinkedIn Labs é possível encontrar todos os projetos experimentais da plataforma de rede social, como o NewIn, que mostra em um mapa novos integrantes do site e o ChromeIn, plugin que permite integrar o Linkedin ao navegador Chrome, da Google.
Alguns projetos são resultado do InDay, uma espécie de “hack day” interno que acontece todo mês. É um dia em que os funcionários do LinkedIn são convidados a “pensar fora da caixa” – pesquisar, aprender e desenvolver novos conceitos para a plataforma de rede social.
Vale lembrar que essa ideia de ter um lab não resume a empresas de tecnologia. Algumas publicações e emissoras também estão adotando o conceito, como NYTimes, BBC e CBS.
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Os rumores deste final de semana são de que o Facebook estaria desenvolvendo um celular próprio. O site CNET correu atrás e descobriu que a história não era bem essa. Na realidade, não seria um celular próprio (hardware e software), mas com a marca do Facebook.
Na prática, seria um aparelho da Nokia ou da Samsung, por exemplo, com diversas funções do Facebook integradas. De repente, a sua lista de contatos no celular seria a do Facebook.
Em suma, como padrão, o Facebook seria embutido no celular. Por enquanto, rumores.
Se a gente levar em conta que o Facebook se vê bem mais como uma empresa de comunicação do que de conteúdo, a ideia do celular faz um certo sentido. A plataforma de rede social está no mesmo negócio da tecnologia de telefonia – conectar pessoas.
Não é à toa que uma vem substituindo a outra.
Mark Zuckerberg, cocriador do Facebook, sempre deixou bem claro – nosso objetivo central é conectar pessoas, fornecer uma eficiente base tecnológica para que as pessoas possam se comunicar, conversar (o que a tecnologia de telefonia tem feito há tanto tempo).
Com sua base de 500 milhões de usuários ativos, o Facebook, portanto, está se tornando uma grande e importante plataforma de comunicação com diversos formatos (menos voz).
A ideia do Facebook Phone não seria tão absurda, mas isso não quer dizer que ela daria certo.
Em 2006, foi lançado um celular da empresa Helio, que era totalmente integrado à rede social de música MySpace (o Facebook daquela época). A ideia não obteve sucesso (apesar de que a MySpace se posicionava bem mais como uma empresa de conteúdo do que de comunicação).
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The Social Network promete ter polêmica e público garantidos. Oficialmente, o filme estreia somente em outubro nos EUA, mas alguns críticos que tiverem acesso à obra começaram a publicar as suas primeiras impressões.
Pelo visto, poucos deram ouvidos às declarações oficiais do Facebook de que o filme tem informações incorretas, não passa de uma ficção.
Quem assistiu ao filme considerou-o bom, e ponto final.
Peter Travers, crítico da revista Rolling Stone, é o mais efusivo. No Twitter, diz que The Social Network é o filme do ano e que brilhantemente define a década.
Scott Foundas, da Film Comment, revista ligada ao Festival de Cinema de NY, onde acontecerá a premiere de The Social Network, foi o primeiro a escrever sobre o filme. Intitulada “Vingança do Nerd”, a crítica de Foundas dá destaque ao fato de que não existem mocinhos ou bandidos muito bem definidos no filme, mas uma série de forças sociais canalizadas. O filme tem tudo para ser o que melhor representa a “geração digital”. Uma espécie de Zeitgeist.
E compara The Social Network ao clássico The Great Gatsby, filme que registra a “Era do jazz” nos EUA.
Por sua vez, Caroline McCarthy, do site de notícias CNET, comenta que, graças aos atores, The Social Network tem caminho aberto para ser um grande sucesso de bilheteria. Andrew Garfield, que faz o papel de Eduardo Saverin, será o próximo Homem Aranha. E com parte do elenco, Justin Timberlake, que atua como Sean Parker, cofundador do Napster, participará do VMA deste ano, da MTV americana, o que ajudará a dar mais visibilidade ao filme.
The Social Network tem previsão de estreia somente para dezembro no Brasil.
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Desta vez, a história não é sobre a criação do Facebook.
Mas um documentário (meio reality show) sobre relacionamento online – um fotógrafo que conhece uma garota e a família dela por meio da rede social.
Pelas críticas que já saíram por aí, parece que o grande mérito do documentário está em captar o momento atual – uso de diversas ferramentas digitais no dia a dia e o fato de muitos relacionamentos serem construídos e alimentados em torno de plataformas online de rede social.
Catfish estreia em setembro nos EUA. Trailer logo abaixo.
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Depois dos fracassos consecutivos do “Community Center”, do USAToday, e do WSJ Community, parte do site do Wall Street Journal, fazia tempo que não via uma publicação querer criar sua própria plataforma de rede social.
O Eskup pode ser definida como uma, onde os leitores podem discutir assuntos do noticiário e ter um contato mais direto com os jornalistas do ELPaís.
Diferente do Twitter, é possível enviar mensagens com até 280 caracteres acompanhadas de fotos e vídeos. Além disso, você pode seguir não somente pessoas, mas temas do noticiário atual. Todo conteúdo está sob licença da Creative Commons.
O Eskup tem uma função que permite integrar as mensagens com as do Twitter e do Facebook. O serviço já nasce com uma API pública.
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Jovem, mas com uma maturidade acima da média e uma surpreendente perspicácia empresarial. Desse modo, David Kirkpatrick, veterano jornalista da revista Fortune, promete retratar Mark Zuckerberg, cocriador do Facebook, em seu livro The Facebook Effect.
Diferente de Ben Mezrich, autor de The Accidental Billionaires, polêmica “biografia” sobre o Facebook lançada no ano passado, Kirkpatrick teve a cooperação de diversos executivos da rede social, o que promete dar um tom mais oficial ao livro.
Dessa forma, The Facebook Effect entra para a lista de diversos produtos que estão registrando a história do Facebook e de Zuckerberg (um filme sobre a rede social está em fase de produção).
Não é à toa que o jornalista Steven Levy dá a entender que Zuckerberg é o novo Bill Gates. Da mesma forma que Gates e a Microsoft nos anos 80, há um tipo de expectativa sendo criada em torno de Zuckerberg e o Facebook.
Das curiosidades de bastidores no livro, há a promessa de detalhes das festas regadas a muita bebida, o cartão de Zuckerberg com os dizeres “Eu sou CEO… bitch!”, além do registro da ocasião em que Zuckerberg caiu em prantos no banheiro após uma complicada reunião.
A previsão de lançamento é para o dia 15 de junho. A Fortune publicou um trecho do livro.
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