Grande banco de memórias desde 1.900 até os dias atuais

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Memoryshare pretende ser o grande arquivo de memórias da BBC e de seu público. Reúne parte do conteúdo da emissora desde 1.900 e ainda material enviado pela própria audiência.

A intenção é captar, agregar e publicar memórias e experiências da própria BBC e, principalmente, de pessoas que estão envolvidas em torno dela.

O destaque é a interface 3D de navegação, feita com base na ferramenta Boomzoom. Permite buscar assuntos por uma linha do tempo, tópicos ou ainda por cores (cada cor representa um dia da semana).

O MemoryShare já existe em sites locais da emissora, mas recentemente foi destacado, com nova interface, em seu portal internacional.  Foi codesenvolvido pela magneticNorth,  produtora que vem se especializando em aplicações interativas envolvendo conteúdo informativo.

Veja também:
Princípios de um projeto web, segundo a BBC

Publicado por Tiago Dória, em 1 de outubro de 2009 (Quinta-feira).
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Político no YouTube é coisa para inglês ver

Gordon Brown

Um exemplo de algo que já comentei por aqui – como um governante ter blog ou montar perfil no Twitter ou no YouTube pode servir mais para impressionar leigo do que qualquer outra coisa. Principalmente quando não vem acompanhado de mudanças na forma de fazer política ou de se relacionar com cidadãos.

Gordon Brown, primeiro ministro britânico, resolveu desabilitar os comentários de seu perfil no YouTube. A desculpa oficial é a impossibilidade de poder moderar os comentários.

O motivo não-oficial é que ele vem recebendo muitas críticas via YouTube.  A popularidade do governo britânico é a menor desde 1943. Ou seja, ele quer ser ouvido por intermédio das novas mídias, mas não ouvir por meio das mesmas.

Semelhante a alguns políticos e celebridades que entram no Twitter, querem falar, serem as mais seguidas, ver a sua “popularidade” subir, mas não ouvir.

A queda da “popularidade online” de Brown se reflete no E-petitions, site criado pelo próprio gabinete do político para que os cidadãos possam fazer petições ao governo. Tudo online e de graça.

Uma das mais populares petições pede a renúncia de Brown. Paul Staines, do blog político Guido Fawkes, resumiu bem a situação em entrevista ao Times. “Toda essa interação é mais uma forma das pessoas falarem que detestam você”.

Veja também:
O que mais aproxima cidadãos de governantes na web?

Publicado por Tiago Dória, em 11 de maio de 2009 (Segunda-feira).
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Rainha na internet

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O site oficial da Rainha Elizabeth II entrou no ar. O projeto chama a atenção, pois teve consultoria de Tim Berners-Lee, criador da web, que, em 2004, recebeu da rainha o título de “Sir”, Cavaleiro da Ordem do Império Britânico.

Entre as novidades, o destaque está na integração da agenda da rainha ao Google Maps. Com isso, as pessoas poderão conferir  em um mapa por onde a rainha passará durante uma visita oficial.

Fora isso, digitalização e publicação de documentos inéditos, como um que descreve uma visita de Alexander Graham Bell à Rainha Vitória, que aproveitou para testar o novo invento de Bell, o telefone.

Apesar de Elizabeth II ter sido uma das primeiras rainhas a enviar um email, isso em 1976, por enquanto, o seu site tem um caráter tradicional, mais de diretório de conteúdos históricos (vídeos, fotos, textos) do que um canal de comunicação mais direta com a população.

O lançamento acontece poucas semanas após a Presidência de Portugal inaugurar o seu perfil oficial em sites como Twitter, Flickr e YouTube.

Veja também:
A responsável pelo Papa no YouTube

Publicado por Tiago Dória, em 12 de fevereiro de 2009 (Quinta-feira).
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Como hackear um portal de notícias


Encontro aconteceu na redação do jornal

O The Guardian, outro “jornal que não se vê mais como um jornal, mas uma plataforma de conteúdo”, promoveu recentemente o seu primeiro Hack Day.

É um evento de 24 horas com palestras e uma competição para incentivar estudantes e desenvolvedores a criar aplicativos em torno do conteúdo e dos serviços do site do jornal. É semelhante ao Open Hack Day, que o Yahoo! promoveu há duas semanas por aqui, no Brasil.

A competição foi comandada por Matt McAlister, ex-Yahoo! e atualmente diretor da rede de desenvolvedores do site do jornal britânico. McAlister foi contratado neste ano para acelerar a transformação do The Guardian em uma plataforma online (aberta) de conteúdo.

Diversos aplicativos foram criados, todos para serem utilizados dentro do contexto do jornal. Entre eles, os que chamaram mais a minha atenção:

=> um “hack” que permite bloquear certos comentaristas de matérias do jornal. Por exemplo, você pode bloquear aquele cara que sempre faz comentários nos artigos, mas que você não gosta muito.

=> jornalistas adoram citar números – 1 bilhão de reais, 100 mil carros – mas normalmente sem contexto. Um dos participantes criou um menu que aparece toda vez que esses números grandiosos são citados em uma matéria. O menu indica uma proporção e ajuda a dar uma noção melhor dos valores. Por exemplo, “50 mil reais, o que equivale ao salário de não sei quantos meses de um professor”.

=> um outro aplicativo que completa frases, do tipo “Chinese Democracy é…” e ele completa a frase com diversas citações já feitas no jornal em relação ao Chinese Democracy, disco do Guns and Roses.

Por fim, o vencedor foi um “aplicativo de tags” que permite brincar com palavras-chaves de matérias diferentes do jornal. Por exemplo, você pode arrastar a palavra-chave “economia” em cima de “Brasil”, e o aplicativo retorna a você todas as matérias relacionadas.

As fotos do post são de Matt McAlister

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Como são os melhores jornais do mundo

Publicado por Tiago Dória, em 18 de novembro de 2008 (Terça-feira).
Categoria: guardian, jornalismo, mashups. Tags: , , , , , ,

Culpa da internet: venda de livros está aumentando

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Na Inglaterra, onde foi criada a série de livros Harry Potter, uma das mais pop dos últimos tempos, o crescimento nas vendas já é constante, acontece há 5 anos. Em 2007, por exemplo, foi de 6%.

Talvez não seja nenhuma surpresa para os leitores mais assíduos do blog, mas, segundo matéria do Guardian, de vilã, a internet passou a ser vista como aliada pela indústria de livros.

Graças a rede, muitas obras estão alcançando uma distribuição nunca antes pensada, via lojas online, como a Amazon, que fazem entregas para quase o mundo inteiro.

Sem contar o crescimento das comunidades online de leitores, onde as pessoas compartilham as suas leituras e ajudam a tornar um livro mais conhecido.

O Brasil parece não ficar atrás disso tudo. Segundo o último levantamento da Associação Nacional dos Livreiros, no ano passado, o país teve um crescimento de 15% nas vendas.

Mas, segundo a Associação, entre outros motivos, o aumento foi devido à “diminuição dos impostos sobre os livros”…

A foto é de Javier Sánchez

Post relacionado:
Site quer mudar a forma como nos relacionamos com os livros

Publicado por Tiago Dória, em 2 de junho de 2008 (Segunda-feira).
Categoria: livros, midia. Tags: , , , ,

Primeiro-ministro usa o Twitter e o Flickr

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“Tô de olho nessa moçada da internet”

Políticos que utilizam a ferramenta de microblogging existem. Obama, por exemplo, é a pessoa mais seguida no Twitter. Mas Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, é o pioneiro “político no poder” a utilizá-la.

Por enquanto, um uso para lá de chato – enviar links de matérias do site oficial do primeiro-ministro. Quase certeza que o seu twitter é atualizado pela sua assessoria. Desse jeito, é mais negócio assinar o RSS de seu site do que segui-lo na ferramenta. Mas é o começo.

No entanto, seria mais interessante se ele usasse o Twitter como uma pessoa normal – para fazer comentários, enviar links de coisas que chamem a sua atenção e conversar com outras pessoas. Enfim, um uso mais pessoal.

Outra novidade é que ele passou a utilizar o site de compartilhamento de fotos Flickr.

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Presidente francês é viciado em sms

Publicado por Tiago Dória, em 31 de março de 2008 (Segunda-feira).
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