Desde quando ganharam popularidade entre 2000 e 2010, as APIs são vistas como um termômetro da web. Graças a elas, o ato de desenvolver uma aplicação ficou mais eficiente, principalmente para pessoas que não têm um conhecimento avançado a respeito de programação.
Além disso, as APIs facilitaram a proliferação dos mashups (mesclagem de dados e propriedades de dois ou mais serviços/sites diferentes).
O Programmable Web, que monitora o uso de APIs e a criação de mashups, divulgou um balanço.
Atualmente, existem mais de 3.700 APIs e 6 mil mashups listados no Programmable.
A API mais popular é a da Google Maps, seguida da do Twitter e do Flickr. A API do serviço de mapas da Google é utilizada em 41% dos mashups.
Uma tendência, meio que esperada, no último ano, é o crescimento significativo do uso das APIs do Facebook e do Twitter. As duas APIs foram utilizadas em mais de 900 mashups.
O mashup mais popular criado no último ano é o Office2, aplicativo que, ao explorar a API do Box.net, permite editar, no iPad, arquivos do Word e do Excel em uma interface parecida com a do Office.
Um estudo anterior do Programmable Web indicou que as APIs públicas estão crescendo a uma taxa comparável ao crescimento dos sites há 15 anos.
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Crédito das fotos: Mooi
A API do Google Maps está completando 5 anos, quase junto com o serviço de mapas em si que surgiu em fevereiro de 2005.
Segundo o Programmable Web, que monitora a criação de mashups na web, a API do Google Maps é a mais popular entre os desenvolvedores.
Hoje existem registrados quase 2 mil mashups feitos com base no serviço de mapas da Google. Ou seja, o Google Maps é o serviço da empresa de busca mais utilizado para fazer mashups.
A API do Google Maps deu espaço para o surgimento de diversos serviços, como o premiado Chicago Crime, que mesclava o Google Maps com dados sobre crimes da região de Chicago e que depois transformou-se no projeto Everyblock, de Adrian Holovaty.
Em comemoração aos 5 anos, segundo o blog ReadWriteWeb, foi lançado um mapa que reúne todos os mashups que atualmente estão no ar.
O meu preferido continua sendo o History Pin, que, com a ajuda do Google Street View, plota fotos históricas em um mapa, no exato local onde elas foram tiradas – detalhes no vídeo abaixo.
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O site oficial da Rainha Elizabeth II entrou no ar. O projeto chama a atenção, pois teve consultoria de Tim Berners-Lee, criador da web, que, em 2004, recebeu da rainha o título de “Sir”, Cavaleiro da Ordem do Império Britânico.
Entre as novidades, o destaque está na integração da agenda da rainha ao Google Maps. Com isso, as pessoas poderão conferir em um mapa por onde a rainha passará durante uma visita oficial.
Fora isso, digitalização e publicação de documentos inéditos, como um que descreve uma visita de Alexander Graham Bell à Rainha Vitória, que aproveitou para testar o novo invento de Bell, o telefone.
Apesar de Elizabeth II ter sido uma das primeiras rainhas a enviar um email, isso em 1976, por enquanto, o seu site tem um caráter tradicional, mais de diretório de conteúdos históricos (vídeos, fotos, textos) do que um canal de comunicação mais direta com a população.
O lançamento acontece poucas semanas após a Presidência de Portugal inaugurar o seu perfil oficial em sites como Twitter, Flickr e YouTube.
Veja também:
A responsável pelo Papa no YouTube

Uma das integrações mais bacanas e que agora ficou mais fácil de ser visualizada (ela já existia, mas os vídeos eram exibidos em uma aba chamada fotos e vídeos).
Alguns dos vídeos do YouTube estão sendo plotados no Google Maps. É só entrar no Google Maps, clicar em “mais” e escolher “vídeos”.
Fica fácil para encontrar vídeos sobre uma região.