Seguindo os exemplos da New York Magazine, da MTV dos EUA, do Financial Times e do Wall Street Journal, o portal de notícias Huffington Post aderiu ao Foursquare (foursquare.com/huffingtonpost).
Se a pessoa segue o perfil do portal e fizer um check-in em dos dos locais indicados pelo mesmo, receberá alertas de notícias e dicas. Na prática, o Huffington Post fornecerá notícias de acordo com a localização do leitor/usuário do Foursquare (o local onde fez check-in).
Enquanto o Twitter ainda rouba as atenções por aqui, o Foursquare é o serviço em voga lá fora. Por isso, vale mencionar que, desde 2007, a Outside.in, startup cocriada pelo escritor Steven Johnson, realiza um serviço parecido, de visualização de notícias de acordo com a localização.
Em dezembro do ano passado, a startup recebeu investimentos da CNN, emissora que promete integrar o conteúdo local da Outside.in às suas operações.
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A API do Google Maps está completando 5 anos, quase junto com o serviço de mapas em si que surgiu em fevereiro de 2005.
Segundo o Programmable Web, que monitora a criação de mashups na web, a API do Google Maps é a mais popular entre os desenvolvedores.
Hoje existem registrados quase 2 mil mashups feitos com base no serviço de mapas da Google. Ou seja, o Google Maps é o serviço da empresa de busca mais utilizado para fazer mashups.
A API do Google Maps deu espaço para o surgimento de diversos serviços, como o premiado Chicago Crime, que mesclava o Google Maps com dados sobre crimes da região de Chicago e que depois transformou-se no projeto Everyblock, de Adrian Holovaty.
Em comemoração aos 5 anos, segundo o blog ReadWriteWeb, foi lançado um mapa que reúne todos os mashups que atualmente estão no ar.
O meu preferido continua sendo o History Pin, que, com a ajuda do Google Street View, plota fotos históricas em um mapa, no exato local onde elas foram tiradas – detalhes no vídeo abaixo.
Veja também: Primeiro mashup de mapas completa 4 anos
O novo burburinho nos principais blogs de mídia e tecnologia é o lançamento do Scoop, um guia para celular da cidade de Nova York feito pelo NYTimes, jornal que possui um dos times mais premiados de produtos mobile. O Scoop é um aplicativo exclusivo para iPhone.
Lista os 50 melhores restaurantes da cidade segundo o crítico do jornal, além dos melhores bares e espetáculos que estão cartaz. Tudo com telefone, localização em um mapa e uma descrição. Além disso, trabalha com geolocalização, mostra o que de melhor de NY está acontecendo ao seu redor. A seção “Only in NY” reúne o que existe de exclusivo na cidade, como ver NY em miniatura no Museu de Arte do Queens.
Você pode enviar uma dica de evento para um amigo via SMS, email, Twitter, Facebook.
Porém, o aplicativo possui algumas ausências imperdoáveis, como a falta de um mecanismo de busca. Não é possível fazer buscas por um determinado tipo de restaurante em NY, por exemplo. Neste sentido, o aplicativo do Yelp se sai bem melhor.
Semelhante ao Foursquare, no Scoop você pode fazer check-ins, indicar para os seus contatos em qual lugar está. Basta clicar em “Mark as done” que saberão que você está ou esteve, por exemplo, em um determinado restaurante.
Desse modo, o aplicativo do NYTimes compete e, ao mesmo tempo, não compete com o Foursquare. Você pode fazer o check-in integrado ao Foursquare, porém há possibilidade de enviar para o Twitter e o Facebook as notificações que está em tal lugar sem precisar passar pelo mencionado aplicativo. Ou seja, o Scoop dispensa o uso do Foursquare.
Enquanto publicações tentam utilizar conteúdo como diferencial na guerra por leitores, anunciantes e atenção, o NYTimes vai por um caminho paralelo – utiliza tecnologia como diferencial. O lançamento do Scoop é mais um reflexo dessa estratégia.
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Pelo visto, nesta quarta-feira, o Google passou a incluir mais usuários para testar o seu novo design. Não são todos os que têm acesso à nova versão.
Para mim, de vez em quando, o novo design aparecia, mas, desde quarta-feira, aparece como “padrão”.
Uma das mudanças acontece no logo, que perdeu as sombras e ficou com cores mais brilhantes. A caixa de busca aumentou de tamanho e a maioria dos links perdeu o “underline”, o sublinhado.
Logo abaixo da caixa de busca, há um link onde você pode indicar a sua localização (como padrão, o Google identifica automaticamente por meio do IP). A localização influencia nos resultados das buscas. Por exemplo, se você indicar que está em Brasília e digitar “comida japonesa”, restaurantes da cidade aparecerão primeiro nos resultados.
A principal mudança, mais visível, está na barra da esquerda que passa a ser acompanhada de ícones e fixa, o que consome uma boa parte de espaço na tela.
O rodapé também sofreu algumas mudanças. Ficou mais clean. Gostou?
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A Google lançou uma nova funcionalidade para a versão móvel do Google Maps, o Google Latitude, que permite, “em tempo real”, localizar no mapa onde estão seus contatos do Gmail, email da Google.
Você entra no Google Maps no celular ou no site do Latitude e ele informa onde você e os seus contatos estão localizados (somente os que autorizaram saber a sua localização).
Essa localização pode ser feita de forma automática, por meio do GPS integrado ao celular, ele informa onde você está, ou de modo manual, você indica no mapa onde está localizado, o que dá margem para você fornecer uma “falsa localização”. O bom é que o Latitude tem várias opções de privacidade, o que não permite que qualquer um saiba onde você está.
Porém, o conceito não é novo. A operadora Vivo, por meio do Vivo Encontra, já fornece algo parecido. Assim como o Loopt e o Brightkite fornecem aplicativos idênticos. Mas em se tratando de Google, o serviço logo começa a gerar burburinho no primeiro dia em que é lançado.
Tirando a curiosidade de saber onde meus contatos estão, a ferramenta ainda não teve uma utilidade muito prática para mim. Talvez seja interessante na hora de ligar para um contato e ir ao encontro dele (o Google Latitude mostra no mapa o caminho exato que você tem que fazer até chegar a ele).
Vai ser interessante se a Google integrar a tecnologia de geolocalização do Latitude ao Orkut ou ao Google News. Aí teremos serviços mais próximos ao Aka aki (site que mistura rede social com geolocalização) e ao Radar (site que monta um “lifestream” do que ocorre ao seu lado).