Frase da semana

Nós gostamos de hackear hardware e software, por que não hackear nossos corpos?

Tim Chang, tradicional investidor no Vale do Silício, em uma reportagem da Financial Times Magazine sobre a mistura da “cultura hacker” com a biotecnologia.

Recentemente, em entrevista ao NYTimes, a tecnóloga Ayesha Khanna afirmou que a próxima “grande revolução tecnológica” terá como base a biotecnologia.

Publicado por Tiago Dória, em 11 de junho de 2011 (sábado).
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FTTwitter

Enquanto algumas publicações acreditam que o Twitter “rouba audiência”, o Financial Times (FT) incentiva os seus leitores a utilizarem o serviço de microblogging.

Aliás, o anúncio, que faz parte da campanha We live in Financial Times, deixa subentendido que as coisas acontecem primeiro lá.

Porém, é a ideia de ver o Twitter apenas como um serviço de “news alert”, o que vai um pouco contra a posição da Newsweek, no post abaixo.

Veja também: Uma nova sintaxe para o Twitter

Publicado por Tiago Dória, em 30 de março de 2010 (Terça-feira).
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Quem vê capa não vê coração

O jornal Financial Times relança nesta terça-feira o seu site com uma nova home. Em relação ao seu site anterior, é um grande diferencial.

Mas em relação aos concorrentes, é mais do mesmo. Mais espaços em branco, títulos maiores, no entanto, cada mídia no seu canto e não integradas, como manda a “nova tradição”.

No modelo de negócios, o site continua na mesma. Cobrar pelo acesso à parte de seu conteúdo. Modelo que o jornal não pretende mudar tão cedo.

No final dos anos 90, o acesso ao FT.com era gratuito, mas devido a ter um setor comercial muito fraco, tinha pouca receita com publicidade. Para virar o jogo, começou a cobrar pelo acesso em 2007.

Porém, o mais importante da mudança do site do FT, que já começou há umas 3 semanas, é outra coisa.

É o lançamento do The Long Room, um “ambiente virtual” onde as pessoas podem discutir diversos tópicos da semana junto a jornalistas, analistas de mercado e comentaristas do jornal.

Os leitores podem fazer o upload de vídeos, textos e áudios para incrementar mais ainda as discussões.

O nome da nova seção é uma alusão a um restaurante/bar inglês de mesmo nome, onde os investidores tinham o costume de se encontrar para bater um papo, trocar umas idéias.

O The Long Room é o avanço mais significativo do tradicional jornal para a participação dos seus leitores e revela mudanças bem mais profundas que estão a caminho.

Post relacionado:
Giro de 180º na BBC

Publicado por Tiago Dória, em 11 de novembro de 2008 (Terça-feira).
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