Enquanto algumas publicações acreditam que o Twitter “rouba audiência”, o Financial Times (FT) incentiva os seus leitores a utilizarem o serviço de microblogging.
Aliás, o anúncio, que faz parte da campanha We live in Financial Times, deixa subentendido que as coisas acontecem primeiro lá.
Porém, é a ideia de ver o Twitter apenas como um serviço de “news alert”, o que vai um pouco contra a posição da Newsweek, no post abaixo.
Veja também: Uma nova sintaxe para o Twitter
Na edição impressa desta sexta-feira, o jornal Financial Times (FT) fez um experimento com a chamada tecnologia de “realidade aumentada“.
Ao colocar determinada página do jornal na frente de uma webcam, uma imagem tridimensional aparece na tela, semelhante a uma espécie de holograma.
Por enquanto, a integração da tecnologia com a mídia impressa não passa disso. Contudo, a tecnologia começa a ser usada de forma mais atraente em aplicativos para celular.
O metro de Paris a utiliza em seu aplicativo para facilitar a visualização de pontos comerciais e turísticos na cidade (confira o vídeo)
Vale lembrar que, no mês passado, a Revista Trip fez um experimento parecido com o do FT.
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Crédito da imagem: divulgação

O jornal Financial Times relança nesta terça-feira o seu site com uma nova home. Em relação ao seu site anterior, é um grande diferencial.
Mas em relação aos concorrentes, é mais do mesmo. Mais espaços em branco, títulos maiores, no entanto, cada mídia no seu canto e não integradas, como manda a “nova tradição”.
No modelo de negócios, o site continua na mesma. Cobrar pelo acesso à parte de seu conteúdo. Modelo que o jornal não pretende mudar tão cedo.
No final dos anos 90, o acesso ao FT.com era gratuito, mas devido a ter um setor comercial muito fraco, tinha pouca receita com publicidade. Para virar o jogo, começou a cobrar pelo acesso em 2007.
Porém, o mais importante da mudança do site do FT, que já começou há umas 3 semanas, é outra coisa.
É o lançamento do The Long Room, um “ambiente virtual” onde as pessoas podem discutir diversos tópicos da semana junto a jornalistas, analistas de mercado e comentaristas do jornal.
Os leitores podem fazer o upload de vídeos, textos e áudios para incrementar mais ainda as discussões.
O nome da nova seção é uma alusão a um restaurante/bar inglês de mesmo nome, onde os investidores tinham o costume de se encontrar para bater um papo, trocar umas idéias.
O The Long Room é o avanço mais significativo do tradicional jornal para a participação dos seus leitores e revela mudanças bem mais profundas que estão a caminho.
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