PHD é uma tirinha que ficou popular na web.
Criada em 1997 por Jorge Cham (na época estudante de pós-graduação), aborda, de forma cômica e sempre com enfoque na cultura nerd, a vida em uma pós-graduação.
A novidade é que a tirinha virou filme, gravado no Instituto de Tecnologia da Califórnia
O trailer segue logo abaixo. A estreia está prevista para a partir de setembro nos EUA.
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A estreia de Page One está prevista para o dia 24 de junho, nos EUA.
O documentário mostra a rotina da equipe do NYTimes que cobre a área de mídia. Como pano de fundo, revela as transformações do mercado de jornais.
Dois trailers já foram divulgados – um em janeiro e outro no começo de maio.
Um trecho do documentário segue logo abaixo.
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Um jovem que vive numa cidade, tem um emprego decente, é tímido e apaixonado por uma garota do escritório em que trabalha. Enfim, um jovem que leva uma vida normal até o dia em que se depara com um enigma. Esse é o enredo de Him, Her and Them, curta de 10 minutos em formato de aplicativo para o Facebook.
O filme foi feito exclusivamente para ser visto na plataforma de rede social. É integrado ao Facebook, o que, segundo os produtores, acrescenta uma “camada de interatividade” ao curta.
Não é possível escolher o andamento da história, no melhor estilo da série de gamesbooks “E agora você decide“. Porém, a experiência de assistir é mais personalizada, você pode colocar comentários em fotos que aparecem na tela, tem a possiblidade de seguir a história de forma não linear, imagens de seu perfil aparecem misturadas a algumas cenas do curta.
O projeto foi desenvolvido pela Murmur, startup de Nova York dedicada a projetos de transmidia.
Segundo a FastCompany, Him, Her and Them é um protótipo. Contudo, já é uma pequena amostra das possibilidades de transformar um filme em software, no caso, um aplicativo para o Facebook.
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Neste final de semana, Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook, utilizou o respeitado programa 60 minutes, da emissora de TV CBS, para apresentar uma nova funcionalidade da plataforma de rede social. Por aí, a gente vê a influência atual do Facebook.
Também neste final de semana estreou no Brasil o filme The Social Network (A Rede Social), dirigido por David Fincher. Outro exemplo da importância atual da plataforma de rede social.
O filme conta a história de Zuckerberg nos primeiros dias como estudante em Harvard e sua motivação em deixar uma marca na Universidade, ser respeitado e aceito por seus colegas por meio do lançamento de um site, o Facebook.
Toda essa narrativa é intercalada com disputas judiciais e uma boa lavagem de roupa suja sobre quem realmente criou a plataforma de rede social.
“A Rede Social” é o típico filme que você vai assistir com um pé atrás, principalmente sabendo que é uma adaptação do livro “Bilionários por Acaso”, de Ben Mezrich.
Além de mal escrito, o livro se propõe a contar a história do Facebook a partir de uma única fonte direta de informação – Eduardo Saverin, o brasileiro cofundador do Facebook que entrou em uma longa batalha judicial com Zuckerberg.
O próprio Mezrich já afirmou que o livro é cheio de especulação, repleto de “talvez” e “pode ser”.
Não é à toa que David Fincher, diretor do filme, mostra um Mark Zuckerberg com dificuldades de ter um relacionamento duradouro com garotas. Enquanto que o Zuckerberg da vida real, apesar da fama e de todo o assédio repentino, mantém até hoje o relacionamento com Priscilla Chan, que ele conheceu em uma festa logo no primeiro ano em Harvard.
Em outras palavras, “A Rede Social” não é um filme feito com base em um trabalho jornalístico preciso, de pesquisa apurada. É um filme semi-factual.
Dada a importância atual, acredito que o Facebook merecia mais.
Não acredito que será o melhor filme que retrata a geração nascida com o boom da internet. Para retratar a geração dos nativos digitais seria mais plausível um filme sobre a história da web.
“A Rede Social” não é um filme sobre a história da internet ou da web, mas sim a respeito do Facebook. A “geração internet” vai muito além de uma plataforma de rede social, que, por enquanto, está sob os holofotes da mídia.
Contudo, é certo que várias características da web e da “geração internet” estão presentes no filme. A não diferenciação de online e offline é uma delas. Se, no Facebook, você indica que está solteiro, é por que está solteiro mesmo. Saverin que o diga.
O conceito de efeito de rede (economia de escala) também está presente. Quanto mais pessoas usam o Facebook, mais valor, mais sentido há em utilizá-lo. Os cofundadores do site trabalham o tempo todo com isso.
A questão da perenidade do conteúdo também fica clara. Em um diálogo na metade do filme, Erica, fictícia namorada de Zuckerberg, diz que as coisas na internet não são escritas a lápis. Elas são eternas. Você não consegue apagá-las depois.
Aliás, o filme de Fincher é repleto de bons diálogos. Dava para escrever um post somente com as melhores frases do filme.
“A Rede Social” consegue cumprir o papel de mostrar para um público mais amplo o que é o Facebook. Duas características históricas da plataforma de rede social são retratadas.
A primeira delas – a preocupação de Zuckerberg para que o Facebook tivesse, desde o seu início, uma infraestrutura tecnológica superior às das plataformas concorrentes. Essa característica é apontada até hoje como um dos principais motivos do sucesso do Facebook.
Em um bate-boca com Saverin, Zuckerberg conta que o diferencial do site em relação ao Friendster e ao MySpace é justamente não cair, não ficar fora do ar, estar sempre acessível.
A segunda inquietação é em relação à velocidade. Zuckerberg sabe que, no mercado de internet, o fato de ser sempre o primeiro pode se transformar em uma vantagem competitiva. O cofundador mostra uma preocupação em colocar o mais rápido possível novas funcionalidades no ar.
Porém, ficam de fora outros aspectos históricos relevantes e que influenciaram o caminho trilhado pelo Facebook, como, por exemplo, o acordo fechado com a Microsoft, que garantiu 1,6% de participação para a empresa cofundada por Bill Gates.
E ainda – o fato da plataforma de rede social ter aberto o acesso público à API, permitindo que desenvolvedores construam novas redes e aplicativos em cima dela. Algo histórico e tão importante quanto criar o recurso de status de relacionamento – você pode indicar para os seus contatos se está solteiro, casado ou namorando.
Em “A Rede Social“, talvez por conhecer a história do Facebook, o que mais chamou a minha atenção foi a mensagem secundária do filme, sobre a importância da existência da mobilidade social em nossas vidas. É o que nos faz tocar a vida em frente e enfrentar desafios – o desejo de ser aceito, de ser respeitado entre os colegas, de mudar de vida (para melhor), de exclusividade.
Enfim, saber que é possível subir na vida.
Aliás, o próprio Facebook tinha como atrativo inicial justamente esse desejo humano de exclusividade. O Facebook era uma plataforma de rede social exclusiva dos alunos de Harvard. Somente estudantes com o email harvard.edu tinham acesso ao site.
É essa possibilidade de mudar de vida, de ser aceito, que motiva Zuckerberg e guia todo o filme. O que fica registrado numa determinada cena, quando ele grita com Saverin, ao telefone, questionando-o se ele quer voltar a ser o cara de antes, aquele cara rejeitado.
É também essa mobilidade social que mantém o mito em torno de Bill Gates, Sergey Brin e Larry Page, Steve Jobs, entre outros. Acima de tudo, essas pessoas são referências. Pessoas que mostram que o sonho americano ainda existe. De que com ousadia e persistência tudo é possível.
Para mim, a melhor cena do filme, a mais simbólica, é justamente a final, quando Zuckerberg deixa de ser criador para se tornar apenas usuário do Facebook. Talvez seja a cena que melhor resume o mito criado em torno dele. Zuckerberg é um cara que criou um “negócio genial”, mas ao apagar as luzes é um cara frágil, um cara normal como você e eu.
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The Social Network promete ter polêmica e público garantidos. Oficialmente, o filme estreia somente em outubro nos EUA, mas alguns críticos que tiverem acesso à obra começaram a publicar as suas primeiras impressões.
Pelo visto, poucos deram ouvidos às declarações oficiais do Facebook de que o filme tem informações incorretas, não passa de uma ficção.
Quem assistiu ao filme considerou-o bom, e ponto final.
Peter Travers, crítico da revista Rolling Stone, é o mais efusivo. No Twitter, diz que The Social Network é o filme do ano e que brilhantemente define a década.
Scott Foundas, da Film Comment, revista ligada ao Festival de Cinema de NY, onde acontecerá a premiere de The Social Network, foi o primeiro a escrever sobre o filme. Intitulada “Vingança do Nerd”, a crítica de Foundas dá destaque ao fato de que não existem mocinhos ou bandidos muito bem definidos no filme, mas uma série de forças sociais canalizadas. O filme tem tudo para ser o que melhor representa a “geração digital”. Uma espécie de Zeitgeist.
E compara The Social Network ao clássico The Great Gatsby, filme que registra a “Era do jazz” nos EUA.
Por sua vez, Caroline McCarthy, do site de notícias CNET, comenta que, graças aos atores, The Social Network tem caminho aberto para ser um grande sucesso de bilheteria. Andrew Garfield, que faz o papel de Eduardo Saverin, será o próximo Homem Aranha. E com parte do elenco, Justin Timberlake, que atua como Sean Parker, cofundador do Napster, participará do VMA deste ano, da MTV americana, o que ajudará a dar mais visibilidade ao filme.
The Social Network tem previsão de estreia somente para dezembro no Brasil.
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Desta vez, a história não é sobre a criação do Facebook.
Mas um documentário (meio reality show) sobre relacionamento online – um fotógrafo que conhece uma garota e a família dela por meio da rede social.
Pelas críticas que já saíram por aí, parece que o grande mérito do documentário está em captar o momento atual – uso de diversas ferramentas digitais no dia a dia e o fato de muitos relacionamentos serem construídos e alimentados em torno de plataformas online de rede social.
Catfish estreia em setembro nos EUA. Trailer logo abaixo.
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Parece que histórias e personagens do Vale do Silício estão voltando a interessar Hollywood.
Faz sentido, algumas empresas da região estão se tornando importantes marcas.
Uma vez mais, voltaram os rumores de que a Google será tema de um filme. Eles chegam na mesma época em que um filme sobre o Facebook caminha para a sua estreia.
Segundo o influente blog Deadline, Ken Auletta, colunista da New Yorker, vendeu os direitos de adaptação de seu livro “Googled – The End of the World as We Know It” para Michael London e John Morris, da produtora Groundswell, responsável por filmes como Milk e Desinformante.
O filme seria focado nos dois fundadores da Google, Sergey Brin e Larry Page, e mostraria uma visão positiva da empresa de busca – sobre como os dois fundadores tentaram manter durante todos esses anos o princípio original da Google – “não seja evil”.
Não sei não, mas acho que Zach Braff daria um bom Sergey Brin.
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Terceiro trailer do filme sobre a história da criação do Facebook.
Bem mais completo, mais de 2 minutos.
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Há alguns anos, quando falaram que seria feito um filme sobre a criação do Facebook, poucos deram atenção. Em compensação, hoje em dia… saiu o 2º teaser trailer de The Social Network, que tem estreia prevista para dezembro no Brasil.
A trilha sonora será assinada por Trent Reznor, vocalista do grupo Nine Inch Nails.
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