Há a ideia de que a partir do momento em que livros se tornassem softwares (aka aplicativos), inevitavelmente acabariam se remixando com outros tipos de mídia.
Uma startup que ganhou as páginas do NYTimes nesta semana tenta realizar um pouco disso.
A Booktrack pretende oferecer uma tecnologia que permita adicionar trilhas sonoras a livros-aplicativos para tablets. Semelhante a um filme com trilha sonora.
Conheço pessoas que gostam de ler um livro com uma música de fundo. No entanto, a ideia da Booktrack é que cada livro eletrônico venha com uma trilha sonora pré-selecionada. É possível sincronizar a leitura com o som. Se você leu sobre uma porta, você escuta o som dela se abrindo.
Na App Store, há uma versão de The Adventures of Sherlock Holmes desenvolvida pela Booktrack.
A tecnologia pode ser interessante especificamente para livros infantis.
Confesso que não me atraiu. Acredito que a graça de ler um livro é justamente o silêncio, o fato de ser uma atividade concentrada e solitária.
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Interessante o livro Hacking The BBC (gratuito/em formato pdf).
Registra os 5 anos do projeto Backstage, voltado para a criação de uma comunidade de desenvolvedores em torno da BBC.
Bem atual para empresas de mídia que querem trazer inovação de fora.
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Push Pop Press é o nome da plataforma de publicação de livros digitais criada pelo desenvolvedor Mike Matas (ex-Apple) e apresentada como parte da “próxima geração de livros eletrônicos”.
A plataforma trabalha com a ideia de transformar livros em software, no caso, aplicativo para iPad.
O livro Our Choice: A Plan to Solve the Climate Crisis, de Al Gore, é um dos primeiros a ser publicado com a plataforma.
O aspecto visual e tátil é bem explorado. Você pode ler os 19 capítulos do livro/aplicativo de forma não linear, arrastar ou maximizar as imagens. Em um mapa, o livro mostra a localização geográfica de diversas informações (localização de um país citado em um texto).
O mais interessante são as animações e os infográficos, que intercalam os textos. Além de firulas na navegação, alguns são acompanhados de áudio para ajudar na compreensão (se você assoprar no microfone do iPad, alguns elementos na tela se mexem).
A experiência ainda não é das melhores. Mesmo depois de baixar o aplicativo, você tem que esperar que cada capítulo carregue, o que demora um pouco.
Num primeiro momento, as firulas na navegação podem parecer meio exageradas e superficiais, mas num livro educacional, como o Our Choice, prometem acrescentar um caráter mais lúdico à leitura.
Na última edição do TED, Matas fez uma demonstração do livro/aplicativo.
(em 0:35 no vídeo abaixo)
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Em uma entrevista publicada no ano passado, Jeff Bezos, criador da Amazon, disse que não há mais espaço para a tradicional estratégia de uma empresa gastar 70% de energia, tempo e dinheiro com propaganda e apenas 30% com o desenvolvimento em si de um produto.
Hoje em dia, a conta contrária faz bem mais sentido – investir 70% na criação e aprimoramento de um produto e 30% em marketing. Afinal, um bom produto é a melhor propaganda.
Pelo visto, a Amazon está na fase de gastar esses 30%. A empresa publicou na web um novo comercial do Kindle.
Com trilha sonora da banda New Pornographers, o comercial destaca uma das principais caraterísticas do leitor de ebooks – permitir a leitura mesmo sob a luz do sol.
O comercial chega um mês após o lançamento da série Kindle Singles, publicações curtas, de leitura rápida, que são vendidas com valores de até US$ 5 (mais ou menos 8 reais). Palestras do TED em formato de texto e “livros reportagens” estão entre os mais vendidos da Kindle Singles.
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As palestras do TED Talks ganharam uma versão em livro eletrônico.
Por ora, somente para o Kindle e os seus respectivos aplicativos. US$ $2,99 (4,99 reais) cada um.
Os livros são curtos. A ideia é que cada um explique um conceito apresentado no TED Talks.
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Se a Apple e parte da imprensa de tecnologia gostam de rumores, nesta quarta-feira aumentaram as especulações de que a empresa vai lançar um Tablet (imagem ao lado).
Segundo o blog Gizmodo, a Apple teria entrado em contato com diversas empresas de mídia – entre elas, New York Times e editoras Oberlin Press e McGraw Hill – para licenciar conteúdo para o gadget, que poderá permitir ler jornais e revistas em formato digital, em uma tela de 10 polegadas.
Para variar, criou-se um sensacionalismo em torno do leitor, que não teve nenhum detalhe oficial anunciado. Por enquanto, é somente especulação. Mesmo assim, o gadget já começa a ser visto como a próxima salvação (mais uma) da mídia impressa – jornais, revistas, livros.
Por outro lado, o Kindle, leitor de ebooks da Amazon, não está sendo bem recebido em algumas das universidades piloto para testes do gadget. Apesar da possibilidade de economia (o uso do Kindle pode proporcionar até 50% de economia com livros), estudantes estranham utilizar o aparelho.
Segundo a revista FastCompany, em vez de usar o Kindle, pode existir uma certa preferência pelo aplicativo do Kindle no iPhone, que permite pesquisar e ler livros no celular da Apple.
Crédito da foto: Gizmodo
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Empresas, usuários e os próprios fundadores do Twitter ainda estão aprendendo como e o que fazer com a ferramenta de microblogging, e existe gente que não perde tempo.
Foi lançado o Twitter eBook – “um guia para você se autopromover e promover a sua própria empresa em 140 caracteres ou menos”. São 48 páginas. Download gratuito e em formato pdf.
O livro não poderia ter vindo de outro lugar. Foi criado pelo pessoal do blog Geekpreneur, que “ensina como ganhar dinheiro sendo geek”.