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	<title>Tiago Dória Weblog &#187; youtube</title>
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	<description>Doses diárias de cultura web, tecnologia e mídia</description>
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		<title>O que senti falta no YouTube Direct</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/19/o-que-senti-falta-no-youtube-direct/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Google anunciou nesta semana o lançamento oficial do YouTube Direct, interface que faz uma ponte entre grupos de mídia e os chamados &#8220;cidadãos jornalistas&#8221;. O YouTube, naturalmente, já faz essa ligação. Mas o Direct busca fazer isso de forma mais estruturada.
A ideia não é nova. O site francês Citizenside já desenvolve isso há algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ytd_admin.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20280" title="YouTube Direct" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ytd_admin.jpg" alt="YouTube Direct" width="640" height="326" /></a></p>
<p>A Google anunciou nesta semana o lançamento oficial do <a href="http://www.youtube.com/direct" target="_blank">YouTube Direct</a>, interface que faz uma ponte entre grupos de mídia e os chamados &#8220;cidadãos jornalistas&#8221;. O YouTube, naturalmente, já faz essa ligação. Mas o Direct busca fazer isso de forma mais estruturada.</p>
<p>A ideia não é nova. O site francês <a href="http://www.citizenside.com/" target="_blank">Citizenside</a> já desenvolve isso há algum tempo. E o site de vídeos <a href="http://videolog.uol.com.br/" target="_blank">Videolog</a> aqui, no Brasil, já fez algo parecido em campanhas publicitárias em que o usuário podia enviar vídeos. Mas em se tratando de Google, é novidade.</p>
<p>O <a href="http://www.youtube.com/direct" target="_blank">YouTube Direct</a>, na realidade, funciona como uma API, faz uma intermediação entre esses usuários que querem enviar material e os sites de mídia (opa, quem falou que os intermediários morreram?).</p>
<p>Permite que as empresas tenham uma interface (imagem acima) onde possam moderar os vídeos enviados. Além disso, não existe a necessidade do usuário fazer mais um cadastro, ele pode enviar o vídeo utilizando a conta do YouTube no site que estiver utilizando o <a href="http://www.youtube.com/direct" target="_blank">YouTube Direct</a>.</p>
<p>Sei que o chamado &#8220;jornalismo cidadão&#8221; está ligado mais a uma <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/28/mais-um-site-de-jornalismo-cidadao-chega-ao-fim-2/" target="_blank">economia não monetária</a>, mas não deixei de sentir falta de um sistema de pagamentos. A Google poderia ter aproveitado para experimentar alguma funcionalidade que facilitasse o pagamento de &#8220;cidadãos jornalistas&#8221;.</p>
<p>Alguns players de mídia, como a <a href="http://abcnews.go.com/GMA/good-morning-america-thanksgiving-youtube-video-message-thankful/story?id=9096856" target="_blank">ABCNews</a> e o <a href="http://voices.washingtonpost.com/prepspost-virginia/2009/11/send_us_your_best_rushing_tds.html" target="_blank">Washington Post</a>, estão experimentando o <a href="http://www.youtube.com/direct" target="_blank">YouTube Direct</a>. No entanto, parece ser uma solução voltada mais para pequenas empresas de mídia e/ou que não têm condições de ter uma infra-estrutura para receber e publicar material enviado pela audiência.</p>
<p>O Direct, por exemplo, permite apenas o envio de vídeo. Ou seja, a empresa terá que ter uma outra plataforma para receber áudio e fotos. Não há possibilidade de backup, algo importante para grandes empresas que, por questões jurídicas, precisam ter uma cópia de segurança do que colocam no ar.</p>
<p>Enfim, a priori, parece que a Google fez o <a href="http://www.youtube.com/direct" target="_blank">YouTube Direct</a> se focando mais nas pequenas empresas, setor no qual as soluções da Google têm tradicionalmente uma grande aceitação.</p>
<p>O que não tira a sua validade, claro.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/29/youtube-da-aulas-de-jornalismo/" target="_blank"> YouTube dá aulas de jornalismo</a></p>
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		<item>
		<title>Autora de &#8220;YouTube e a Revolução Digital&#8221; vem ao Brasil</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/09/autora-de-youtube-e-a-revolucao-digital-vem-ao-brasil/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/09/autora-de-youtube-e-a-revolucao-digital-vem-ao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[youtube]]></category>
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		<category><![CDATA[forumcultura digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia, em &#8220;O que o YouTube está matando&#8220;, comentei sobre o livro &#8220;YouTube e a Revolução Digital&#8220;, recém-lançado no Brasil.
A novidade é que Jean Burgess (@jeanburgess), pesquisadora da Universidade de Queensland e coautora do livro, estará no Brasil para participar do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, que acontecerá entres os dias 18 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jeanburgess01.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-19734" title="Jean Burgess" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jeanburgess01.jpg" alt="Jean Burgess" width="280" height="210" /></a>Outro dia, em &#8220;<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/02/o-que-o-youtube-esta-matando/" target="_blank">O que o YouTube está matando</a>&#8220;, comentei sobre o livro &#8220;<a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/youtube-e-a-revoluc-o-digital.html?SID=3985b6af4495f6cbc57bb5343c5fd454" target="_blank">YouTube e a Revolução Digital</a>&#8220;, recém-lançado no Brasil.</p>
<p>A novidade é que Jean Burgess (@<a href="http://twitter.com/JeanBurgess" target="_blank">jeanburgess</a>), pesquisadora da Universidade de Queensland e coautora do livro, estará no Brasil para participar do <a href="http://culturadigital.br/blog/2009/11/09/programacao-do-seminario-internacional-do-forum-da-cultura-digital/" target="_blank">Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital</a>, que acontecerá entres os dias 18 e 21 de novembro, na cidade de São Paulo.</p>
<p>Entre outros convidados, participarão do evento &#8211; David Sasaki, da organização <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/" target="_blank">Global Voices Online</a>, e Jaime King, diretor de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=z8PVOPhY7AQ" target="_blank">Steal This Film</a> (Roube este filme), documentário sobre o impacto da tecnologia p2p no compartilhamento de arquivos na Suécia.</p>
<p>Detalhes e inscrições para o seminário estão <a href="http://culturadigital.br/blog/2009/11/09/programacao-do-seminario-internacional-do-forum-da-cultura-digital/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>O que o YouTube está matando</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 21:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Lembro que duas coisas chamaram a minha atenção quando acessei pela primeira vez o YouTube, lá em meados de 2005. O fato dos vídeos &#8220;rodarem&#8221; no Firefox (&#8221;Finalmente um site de vídeos que abre no Firefox&#8221;, pensei na época) e a questão de poder embutir o vídeo em um post do blog.
Na época, quando noticiei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/garota_youtube.jpg"><img title="Broadcast Yourself!" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/garota_youtube.jpg" alt="garota_youtube" width="640" height="424" /></a></p>
<p>Lembro que duas coisas chamaram a minha atenção quando acessei pela primeira vez o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a>, lá em meados de 2005. O fato dos vídeos &#8220;rodarem&#8221; no <a href="http://br.mozdev.org/" target="_blank">Firefox</a> (&#8221;Finalmente um site de vídeos que abre no Firefox&#8221;, pensei na época) e a questão de poder embutir o vídeo em um post do blog.</p>
<p>Na época, quando noticiei no <a href="http://tiagodoria.blogspot.com/" target="_blank">blog</a>, defini o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a> como &#8220;uma espécie de <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a> dos vídeos&#8221;.</p>
<p>A primeira característica nem tanto, mas a segunda, poder embutir os vídeos, ainda é vista como um dos principais motivos do sucesso do YouTube. A capacidade de você poder incorporar em um post um vídeo do YouTube apenas copiando e colando um código HTML (código embed).</p>
<p>Na época, o artifício foi visto como uma simples &#8220;firula&#8221; ou &#8220;diferencial&#8221; de um novo site de vídeos feito por nerds, mas já revelava a futura estratégia de negócios do YouTube, de criar valor em torno da circulação e não do controle de informações, o que ia contra o modelo tradicionalmente adotado pelas plataformas de mídia. O &#8220;<a href="http://www.google.com/support/youtube/bin/answer.py?hl=br&amp;answer=69781" target="_blank">código embed</a>&#8221; também abriu caminho para que os vídeos do YouTube fossem inseridos em diferentes mercados culturais.</p>
<p>De 2005 até hoje, o YouTube cresceu e mudou. Deixou de ser ferramenta de nicho. Foi <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QCVxQ_3Ejkg" target="_blank">comprado pela Google em 2006</a> por US$ 1,65 bilhão. Ficou no meio termo entre ser amigo ou inimigo dos grandes estúdios. Virou palco da guerra dos direitos autorais, plataforma para lançamento de campanhas publicitárias virais, além de arquivo acidental cultural de uma época.</p>
<p>E agora faz parte da cultura popular. Não há quase como negar.</p>
<p><img class="alignnone" title="Vídeos do YouTube em qualquer lugar" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/youtubecaminhao.jpg" alt="" width="640" height="434" /></p>
<p>Nesses 4 anos, dois rótulos não escapam.</p>
<p>O primeiro deles. É um &#8220;metanegócio&#8221; (termo criado pelo tecnólogo <a href="http://www.hyperorg.com/blogger/" target="_blank">David Weinberger</a>), negócio que aumenta o valor da informação produzida em outro lugar. O segundo, é um exemplo de convergência entre as chamadas novas e velhas mídias. Ao mesmo tempo que abriga novos atores, dá visibilidade ao material e às referências vindas da televisão.</p>
<p>E é nessa convergência de mídias que surgem os conflitos em relação a direitos autorais e usos do YouTube. Um dos desafios atuais mais evidentes da <a href="http://www.youtube.com/t/about" target="_blank">YouTube Inc</a>, empresa que gerencia o YouTube, é lidar com as demandas simultâneas dos vários públicos que utilizam o site.</p>
<p>Neste cenário, surgem questões. O YouTube está no mercado de plataformas de mídia ou de redes sociais? Seu papel é criar relacionamentos ou meramente ser uma plataforma de distribuição?</p>
<p>Em geral, ainda influenciadas pela cultura da radiodifusão, empresas tradicionais de mídia veem o YouTube mais como uma tradicional plataforma de mídia. Mais como um canal para escoarem o seu conteúdo e servir de isca para atrair público para outros lugares.</p>
<p>Neste sentido, se preocupam mais com o número de visualizações do que com as conversas que surgem nos comentários do YouTube.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/youtube_livro01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19234" title="Fundadores comentam compra do YouTube pela Google" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/youtube_livro01.jpg" alt="youtube_livro01" width="640" height="384" /></a></p>
<p>O mesmo acontece com o <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a>. Muitas vezes, empresas de mídia com uma abordagem mais tradicional somente se interessam pelo Twitter quando percebem que ele pode ser uma fonte de tráfego e de visibilidade para o seu conteúdo.</p>
<p>Preocupam-se mais em ser &#8220;retuitados&#8221; do que criar relacionamentos. O que também é válido. Mas apenas enxergar esse &#8220;caráter promocional&#8221; do YouTube e do Twitter, de dar mais visibilidade a um conteúdo, é aproveitar apenas 30% do potencial dessas ferramentas.</p>
<p>O livro <a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/youtube-e-a-revoluc-o-digital.html?SID=3985b6af4495f6cbc57bb5343c5fd454" target="_blank">YouTube e a Revolução Digital </a>(240 páginas/Aleph Editora), de<a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/autores/jean-burgess" target="_blank"> Jean Burgess</a> (Universidade de Queensland) e <a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/autores/joshua-green" target="_blank">Joshua Green</a> (MIT), recém-lançado no Brasil, mostra que grande parte do potencial do YouTube está na capacidade de criar relacionamentos e incentivar a criatividade popular.</p>
<p>É o segundo livro a respeito do site de vídeos que surge de um trabalho acadêmico. O primeiro foi &#8220;<a href="http://www.amazon.com/Television-Will-be-Revolutionized/dp/0814752209/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1257191607&amp;sr=8-1" target="_blank">A televisão será revolucionada</a>&#8220;, de Amanda Lotz, lançado em 2007.</p>
<p>Além disso, <a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/youtube-e-a-revoluc-o-digital.html?SID=3985b6af4495f6cbc57bb5343c5fd454" target="_blank">YouTube e a Revolução Digital</a> é um dos primeiros trabalhos dedicados a analisar o YouTube não como uma plataforma de distribuição, mas sim de relacionamentos. Ou seja, vê mais o seu caráter de rede social. Revela, por exemplo, que os usuários do YouTube expandem a sua interação para outros sites, como o <a href="http://www.stickam.com/" target="_blank">Stickam</a>, que permite fazer transmissões ao vivo de vídeo.</p>
<p>Ademais, não ficam presos a restrições tecnológicas e à arquitetura do site. Se o YouTube não tem determinado recurso, eles tratam de utilizar aplicativos e sites que complementam os recursos padrões do YouTube. Qualquer semelhança com o usuário do Twitter, que geralmente utiliza diversos <a href="http://twitter.com/downloads" target="_blank">aplicativos satélites</a> criados em torno do serviço de microblogging, não é mera coincidência.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/paris_hilton_011.jpg"><img class="size-full wp-image-19242 alignleft" title="Paris Hilton" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/paris_hilton_011.jpg" alt="paris_hilton_01" width="260" height="372" /></a>Sobre o futuro do YouTube? Segundo os pesquisadores, a sustentabilidade será um dos principais desafios do site de vídeos nos próximos anos. Da mesma forma que o Twitter,  a entrada de celebridades afetou a sustentabilidade do YouTube.</p>
<p>A aparição de <a href="http://www.youtube.com/user/OPRAH" target="_blank">Oprah</a> e de <a href="http://www.youtube.com/user/ParisHilton" target="_blank">Paris Hilton</a>, que passaram a ter canais exclusivos no site de vídeos, mudou o relacionamento da comunidade de usuários com a YouTube Inc.</p>
<p>Afinal, a <a href="http://www.youtube.com/t/about" target="_blank">YouTube Inc</a> trabalha para o conteúdo amador, o Broadcast Yourself, lema do site, ou para atender às exigências das &#8220;grandes emissoras de TV e dos estúdios&#8221;? Ela conseguirá manter no YouTube ao mesmo tempo as abordagens &#8220;bottom-up&#8221; e &#8220;up-bottom&#8221;?</p>
<p><a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/youtube-e-a-revoluc-o-digital.html?SID=3985b6af4495f6cbc57bb5343c5fd454" target="_blank">YouTube e a Revolução Digital</a> foi escrito em um tom de texto mais acadêmico, o que pode tornar a leitura não muito fluída para quem não está acostumado ou não gosta deste tipo de texto. E na edição brasileira, o link fornecido para conferir o &#8220;<a href="http://www.culturadaconvergencia.com.br/youtubeearevolucao" target="_blank">material exclusivo</a>&#8221; em relação ao livro não funciona.</p>
<p>Porém, para mim, o mais interessante da leitura do livro de Burgess e Green é vê-la em um contexto maior. Neste sentido, não é um livro sobre o YouTube, a &#8220;cultura participativa&#8221; e os seus usuários, mas sobre como o nosso modo de consumir conteúdo mudou.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/youtuberev_capa012.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-19244" title="Youtube e a revolução digital - capa" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/youtuberev_capa012.jpg" alt="youtuberev_capa01" width="260" height="373" /></a>Somos consumidores de mídia mais ativos. Não no sentido político ou ativista. Mas de não aceitar somente a narrativa baseada no &#8220;dito e feito&#8221;. Nisso, Burgess e Green lembram que participar do YouTube não é apenas criar conteúdo original, fazer upload de material novo, mas a atitude de colocar um vídeo nos favoritos ou assinar um determinado canal do YouTube é também um ato de participação. São formas de expressão.</p>
<p>Para exemplificar, é citado o caso do discurso do primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, com um <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u371825.shtml" target="_blank">pedido histórico de desculpas</a> aos povos nativos da Austrália, feito em fevereiro de 2008.</p>
<p>No YouTube, ao lado do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=SzodDAaPdJw&amp;feature=related" target="_blank">vídeo com o discurso de Rudd</a>, há vários outros, que destacam apenas os trechos mais importantes, algumas paródias, outros que relacionam o pedido a músicas. E mais alguns em que usuários discursam em frente a webcam afirmando se são a favor ou contra o pedido.</p>
<p>Em suma, ao lado do vídeo do pedido de desculpas, vários &#8220;remixes&#8221; em torno do conteúdo original. No caso, assistir à transmissão do pedido foi apenas o início da experiência com o conteúdo, com a notícia. O consumo deixou de ser apenas o ponto de chegada. É o início da experiência.</p>
<p>Ou seja, a questão não é somente sobre contestar as antigas regras de direitos autorais, pois, a longo prazo, o que o Youtube está ajudando mesmo a matar é a narrativa baseada no &#8220;dito e feito&#8221;.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/08/22/linha-do-tempo-mostra-historico-dos-videos-no-youtube/" target="_blank"> Linha do tempo mostra histórico dos vídeos no YouTube</a></p>
<p><em>Crédito das fotos:(1) <a href="http://www.flickr.com/photos/wizetux/3131651307/sizes/o/" target="_blank">WizeTux</a>, (2) <a href="http://www.flickr.com/photos/markroquet/3047628132/" target="_blank">Mark Roquet</a>, (3) reprodução, (4 e 5) divulgação<a href="http://www.flickr.com/photos/markroquet/3047628132/" target="_blank"><br />
</a></em></p>
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		<item>
		<title>Conteúdos diferentes exigem formatos publicitários diferentes</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/27/conteudos-diferentes-exigem-formatos-publicitarios-diferentes/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/27/conteudos-diferentes-exigem-formatos-publicitarios-diferentes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 00:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[digitalage2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos em que sites de conteúdo entram em uma espiral de  busca por uma fórmula mágica contra a constante queda ou falta de receita, durante a sua participação no Digital Age 2.0, Chad Hurley, co-fundador do YouTube, afirmou que &#8220;conteúdos diferentes exigem formatos publicitários diferentes&#8221;.
Apesar de meio jogada em sua fala, achei essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/chad_01.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-15775" title="chad_01" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/chad_01.jpg" alt="chad_01" width="300" height="450" /></a>Em tempos em que sites de conteúdo entram em uma espiral de  busca por uma fórmula mágica contra a constante queda ou falta de receita, durante a sua participação no <a href="http://www.digitalage20.com.br/2009/" target="_blank">Digital Age 2.0</a>, Chad Hurley, co-fundador do <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a>, afirmou que &#8220;conteúdos diferentes exigem formatos publicitários diferentes&#8221;.</p>
<p>Apesar de meio jogada em sua fala, achei essa frase bem importante. Na visão do executivo, que esteve pela primeira vez no Brasil, o grande lance é diversificar as formas de rentabilizar o seu conteúdo. Não se prender a um único formato.</p>
<p>Quando Hurley falou isso lembrei imediatamente da <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/15/como-cobrar-por-conteudo-na-web/" target="_blank">estratégia digital</a> do <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">Wall Street Journal</a>, que começou a cogitar de trabalhar num processo parecido, em que a receita não virá apenas de publicidade, ou de micropagamentos ou ainda de cobrança de assinaturas, mas de vários desses modelos trabalhando todos ao mesmo tempo. Não trabalhará com um, mas com diversos modelos de receita.</p>
<p>Da mesma forma, Hurley disse que o YouTube está pesquisando diversos formatos para rentabilizar o seu negócio e levando em conta a diferença de cada conteúdo. Não será nenhuma surpresa se, no futuro, o YouTube trabalhar apoiado em micropagamentos, assinaturas e diversos formatos publicitários. Tudo ao mesmo tempo.</p>
<p>Outro ponto que chamou a minha atenção em sua apresentação foi quando Hurley deu a entender que o YouTube não tem mais interesse em fazer experimentos com transmissões ao vivo de vídeos. Segundo ele, é algo que funciona muito bem, mas para eventos com grande público. Sinal de que o primeiro <a href="http://www.youtube.com/user/Live" target="_blank">YouTube Live</a> não foi lá essas coisas. A história do YouTube não é feita somente de hits.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/chad02_pq.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15815" title="chad02_pq" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/chad02_pq.jpg" alt="chad02_pq" width="200" height="299" /></a>Para mim, o ponto alto do <a href="http://www.digitalage20.com.br/2009/index.html">Digital Age 2.0</a> foi a palestra/entrevista de Hurley. Mas uma frase dita no segundo dia também chamou a minha atenção. No meio de sua <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/27/esqueam-os-cliques-recomenda-o-presidente-da-comscore/" target="_blank">apresentação</a>, Fábia Juliaz, do Ibope Nielsen Online, disse que esse papo de que tal mídia matou a outra está defasado.</p>
<p>É evidente  que meios conviverão lado a lado e terão uso conjunto em diferentes horários do dia. A intensidade de uso de cada mídia é que varia e vai depender de cada pessoa, por qual fase da vida ela está passando. Ou seja, as rotuladas &#8220;velhas&#8221; e &#8220;novas&#8221; mídias conviverão só que com intensidades de uso diferentes.</p>
<p>No tempo livre, eu mesmo estou numa fase  de passar mais tempo lendo livros do que online ou na frente da TV, no entanto não deixo de acessar a internet e assistir TV. Apenas a intensidade é que mudou.</p>
<p>Enfim, quando falamos de mídia, <strong>coexistência</strong> é uma palavra realista e que faz sentido hoje em dia.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/15/como-cobrar-por-conteudo-na-web/" target="_blank"> Como cobrar por conteúdo na web</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>YouTube ficou local</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/03/youtube-ficou-local/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 12:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[news]]></category>
		<category><![CDATA[newsnerayou]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[
O site de vídeos lançou mais um canal agregador, o News Near You. Com mais de 200 parceiros, o canal agrega vídeos de noticiário local. A maioria é relacionada a cidades americanas (nos EUA), mas existe alguma produção do Brasil.
O YouTube usa a identificação por IP para saber onde o usuario está localizado e assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/youtubelocal.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14287" title="youtubelocal" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/youtubelocal.jpg" alt="youtubelocal" width="640" height="392" /></a></p>
<p>O site de vídeos lançou mais um canal agregador, o <a href="http://www.youtube.com/browse?c=25" target="_blank">News Near You</a>. Com mais de 200 parceiros, o canal agrega vídeos de noticiário local. A maioria é relacionada a cidades americanas (nos EUA), mas existe alguma produção do Brasil.</p>
<p>O YouTube usa a identificação por IP para saber onde o usuario está localizado e assim exibe vídeos de notícias de acordo com a sua localização.</p>
<p>Dessa forma, depois do lançamento de um canal agregador de <a href="http://www.youtube.com/news" target="_blank">vídeos com caráter noticioso</a> e de outro com &#8220;<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/29/youtube-da-aulas-de-jornalismo/" target="_blank">vídeo-aulas de jornalismo</a>&#8220;, o YouTube, ao lado de sua estratégia de <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/17/youtube-faz-as-pazes-com-hollywood/" target="_blank">investir em conteúdo profissional</a> para atrair anunciantes, vem se tornando, oficialmente, um <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/03/business/media/03youtube.html?partner=rss&amp;emc=rss" target="_blank">ambiente de notícias.</a></p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/29/youtube-da-aulas-de-jornalismo/" target="_blank"> YouTube dá aulas de jornalismo</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>YouTube dá aulas de jornalismo</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/29/youtube-da-aulas-de-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 19:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[
Simplesmente fornecer espaço para a audiência enviar conteúdo e participar da produção de conteúdo de nada adianta muito. É necessário melhorar a qualidade dessa participação.
Neste sentido, o YouTube lançou um canal (YouTube Reporters&#8217; Center), que agrega vídeos nos quais jornalistas de renome dão dicas de como aproveitar melhor as mídias digitais e apurar informações. 
Katie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-12954" title="youtubecenter01" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/youtubecenter011.jpg" alt="youtubecenter01" width="640" height="385" /></p>
<p>Simplesmente fornecer espaço para a audiência enviar conteúdo e participar da produção de conteúdo de nada adianta muito. É necessário melhorar a qualidade dessa participação.</p>
<p>Neste sentido, o YouTube lançou um canal (<a href="http://www.youtube.com/reporterscenter" target="_blank">YouTube Reporters&#8217; Center</a>), que agrega vídeos nos quais jornalistas de renome dão dicas de como aproveitar melhor as mídias digitais e apurar informações. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4eOynrI2eTM" target="_blank"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4eOynrI2eTM" target="_blank">Katie Couric</a>, da rede de TV <a href="http://www.cbs.com" target="_blank">CBS</a>, dá dicas de como conduzir uma boa entrevista; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=SVVdH8n5470" target="_blank">Nicholas Kristof</a>, colunista do NYTimes, fala como se portar em coberturas de conflitos e a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=udJ0SVkuK44" target="_blank">Arianna Huffington</a>, fundadora do agregador de notícias e opinião <a href="http://www.huffingtonpost.com/" target="_blank">The Huffington Post</a>, comenta sobre jornalismo.</p>
<p>As dicas servem para qualquer pessoa, profissional ou não, que trabalha com a produção de conteúdo.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/15/como-cobrar-por-conteudo-na-web/" target="_blank"> Como cobrar por conteúdo na web</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E a revista Slate se destaca no tributo</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/26/e-a-revista-slate-se-destaca-no-tributo/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/26/e-a-revista-slate-se-destaca-no-tributo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 21:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[legado]]></category>
		<category><![CDATA[michaeljackson]]></category>
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		<category><![CDATA[slate]]></category>

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		<description><![CDATA[Diversos sites, blogs, portais, revistas estão fazendo tributos ao Michael Jackson, mas acredito que um dos melhores é o que a Slate fez.
Uma idéia simples, compilou todos aqueles vídeos do YouTube em que pessoas tentam imitar o famoso passo de dança &#8220;Moonwalk&#8221;, inventado pelo artista e que virou ícone dos anos 80.
A revista publicou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos sites, blogs, portais, revistas estão fazendo tributos ao Michael Jackson, mas acredito que um dos melhores é o que a <a href="http://slate.com" target="_blank">Slate</a> fez.</p>
<p>Uma idéia simples, compilou todos aqueles vídeos do YouTube em que pessoas tentam imitar o famoso passo de dança &#8220;Moonwalk&#8221;, inventado pelo artista e que virou ícone dos anos 80.</p>
<p>A revista publicou o vídeo em seu <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gRsM_rU_80g" target="_blank">próprio perfil no YouTube</a>. Segundo a publicação, é o legado que o cantor deixa no site de vídeos. Segue abaixo. <em>(Dica da <a href="http://twitter.com/anacarmen/status/2349889581" target="_blank">@anacarmen</a>)</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gRsM_rU_80g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="400" src="http://www.youtube.com/v/gRsM_rU_80g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/26/tmz-se-destaca-mais-uma-vez-na-cobertura/" target="_blank"> TMZ se destaca mais uma vez na cobertura</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Político no YouTube é coisa para inglês ver</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/05/11/politico-no-youtube-e-coisa-para-ingles-ver/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/05/11/politico-no-youtube-e-coisa-para-ingles-ver/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 05:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<category><![CDATA[gordonbrown]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[petição]]></category>
		<category><![CDATA[primeiroministro]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um exemplo de algo que já comentei por aqui &#8211; como um governante ter blog ou montar perfil no Twitter ou no YouTube pode servir mais para impressionar leigo do que qualquer outra coisa. Principalmente quando não vem acompanhado de mudanças na forma de fazer política ou de se relacionar com cidadãos.
Gordon Brown, primeiro ministro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10851" title="Gordon Brown" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/05/brown.jpg" alt="Gordon Brown" width="640" height="462" /></p>
<p>Um exemplo de algo que já comentei por <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/30/dados-publicos-e-nova-briga-para-o-google/" target="_blank">aqui</a> &#8211; como um governante ter blog ou montar perfil no Twitter ou no YouTube pode servir mais para impressionar leigo do que qualquer outra coisa. Principalmente quando não vem acompanhado de mudanças na forma de fazer política ou de se relacionar com cidadãos.</p>
<p><a href="http://www.number10.gov.uk/meet-the-pm/biography" target="_blank">Gordon Brown</a>, primeiro ministro britânico, resolveu <a href="http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6182161.ece" target="_blank">desabilitar os comentários</a> de seu <a href="http://www.youtube.com/user/DowningSt" target="_blank">perfil no YouTube</a>. A desculpa oficial é a impossibilidade de poder moderar os comentários.</p>
<p>O motivo não-oficial é que ele vem recebendo muitas críticas via <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a>.  A <a href="http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gzFN8yj94PvirPbUV3w7Lc8dY8lA" target="_blank">popularidade do governo britânico</a> é a menor desde 1943. Ou seja, ele quer ser ouvido por intermédio das novas mídias, mas não ouvir por meio das mesmas.</p>
<p>Semelhante a alguns políticos e celebridades que entram no Twitter, querem falar, serem as mais seguidas, ver a sua &#8220;popularidade&#8221; subir, mas não ouvir.</p>
<p>A queda da &#8220;popularidade online&#8221; de Brown se reflete no <a href="http://petitions.number10.gov.uk/" target="_blank">E-petitions</a>, site criado pelo próprio gabinete do político para que os cidadãos possam fazer petições ao governo. Tudo online e de graça.</p>
<p>Uma das <a href="http://petitions.number10.gov.uk/list/open?sort=signers" target="_blank">mais populares</a> petições pede a renúncia de Brown. Paul Staines, do blog político <a href="http://www.order-order.com/" target="_blank">Guido Fawkes</a>, resumiu bem a situação em entrevista ao Times. &#8220;Toda essa interação é mais uma forma das pessoas falarem que detestam você&#8221;.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/25/o-que-mais-aproxima-cidadaos-de-governantes-na-web/" target="_blank"> O que mais aproxima cidadãos de governantes na web?</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>YouTube faz as pazes com Hollywood</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/17/youtube-faz-as-pazes-com-hollywood/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/17/youtube-faz-as-pazes-com-hollywood/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 04:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<category><![CDATA[bbc]]></category>
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		<category><![CDATA[hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[MGM]]></category>
		<category><![CDATA[sony]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para complementar o post Por que o Hulu já é o 2º site de vídeos mais acessado?, ontem mesmo, na quinta-feira, a Google se apressou e anunciou que vai exibir filmes, seriados e programas de TV completos no YouTube. Acordos estão sendo fechados com Sony, CBS, MGM, Lionsgate, Starz e BBC.
Semelhante ao Hulu, os vídeos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9982" title="YouTube" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/youtubefilmes.jpg" alt="YouTube" width="640" height="415" /></p>
<p>Para complementar o post <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/16/hulu-ja-e-o-2%c2%ba-mais-acessado-e-segue-na-busca-pelo-meio-termo/" target="_blank">Por que o Hulu já é o 2º site de vídeos mais acessado?</a>, ontem mesmo, na quinta-feira, a Google se apressou e <a href="http://arstechnica.com/media/news/2009/04/youtube-to-gain-premium-movie-tv-section.ars" target="_blank">anunciou</a> que vai exibir filmes, seriados e programas de TV completos no YouTube. Acordos estão sendo fechados com Sony, CBS, MGM, Lionsgate, Starz e BBC.</p>
<p>Semelhante ao <a href="http://www.hulu.com" target="_blank">Hulu</a>, os vídeos estarão disponíveis apenas para usuários residentes nos EUA. E diferente do <a href="http://www.hulu.com" target="_blank">Hulu</a>, a Google cogitou de adotar o sistema de pay-per-view ou de assinaturas para ter acesso aos &#8220;vídeos premium&#8221;. Por enquanto, a certeza é a exibição de publicidade.</p>
<p>A previsão é que com esse tipo de conteúdo, a Google tenha mais receita com publicidade e assim consiga tirar o site de vídeos do vermelho, torná-lo um negócio sustentável. Essa decisão mostra também o quanto o crescimento rápido do <a href="http://www.hulu.com" target="_blank">Hulu</a> influenciou essa estratégia do YouTube.</p>
<p>Chama a atenção o <a href="http://blog.wired.com/business/2009/04/youtube-redesig.html" target="_blank">protesto</a> de algumas pessoas, acham que o &#8220;YouTube chegou ao fim&#8221;, se &#8220;vendeu para as corporações&#8221; e outras coisas do tipo.</p>
<p>Alguns programas e filmes completos já estão disponíveis em <a href="http://www.youtube.com/shows" target="_blank">youtube.com/shows</a>.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/26/uma-internet-cada-vez-mais-pro/" target="_blank"> Uma internet cada vez mais pro</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/17/youtube-faz-as-pazes-com-hollywood/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Depois do Twitter, Obama abandona o YouTube</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/02/depois-do-twitter-obama-abandona-youtube/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/02/depois-do-twitter-obama-abandona-youtube/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 01:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<category><![CDATA[casabranca]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[obama]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[
Bastante utilizado durante a campanha eleitoral, o presidente dos EUA Barack Obama abandonou há algum tempo o seu perfil no Twitter. No entanto, o YouTube é novidade.
Não é bem um abandono total do site de vídeos da Google, mas é uma mudança que chama a atenção, já que Obama bateu tanto na tecla da chamada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7639 alignnone" title="obamatube" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/obamatube.jpg" alt="obamatube" width="640" height="358" /></p>
<p>Bastante utilizado durante a campanha eleitoral, o presidente dos EUA Barack Obama abandonou há algum tempo o seu <a href="http://twitter.com/barackobama" target="_blank">perfil no Twitter</a>. No entanto, o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a> é novidade.</p>
<p>Não é bem um abandono total do site de vídeos da Google, mas é uma mudança que chama a atenção, já que Obama bateu tanto na tecla da chamada Web 2.0 (aviso: termo em <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/02/16/ze-fini-para-o-termo-web-20/" target="_blank">sério risco de extinção</a>), que tem como um dos ícones o YouTube.</p>
<p>A <a href="http://www.whitehouse.gov/" target="_blank">Casa Branca</a> deixou de utilizar o YouTube como site padrão para publicação dos pronunciamentos semanais de Obama. Em seu <a href="http://www.whitehouse.gov/blog/09/02/28/Keeping-Promises/" target="_blank">último pronunciamento</a> foi utilizado um player próprio e o vídeo ficou hospedado nos servidores da Casa Branca.</p>
<p>O motivo da mudança? Segundo Chris Soghoian, do<a href="http://news.cnet.com/8301-13739_3-10184578-46.html" target="_blank"> site Cnet</a>, preocupação com privacidade, já que o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a> instala <a href="http://br.mozdev.org/firefox/cookies" target="_blank">cookies</a> nos computadores de quem assiste aos vídeos embutidos (na prática, o governo estaria autorizando uma empresa particular a instalar cookies).</p>
<p>Mas rumores indicam que seria devido ao fato da <a href="http://www.whitehouse.gov/" target="_blank">Casa Branca</a> não querer mostrar mais as estatísticas dos vídeos (o youtube mostra a quantidade de views).</p>
<p>Ou simplesmente por que o governo estaria evitando utilizar um serviço com caráter comercial (mesmo <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/02/11/twitter-ou-identica-quem-e-melhor/" target="_blank">problema da BBC com o Twitter,</a> que recebeu protestos de pessoas que acreditam que uma organização com caráter público não deve usar serviços/tecnologias pagas ou com caráter comercial).</p>
<p>A mudança acarretou uma perda que percebi logo de cara. No novo player não dá para assistir aos vídeos no celular. Antes, no YouTube, era possível. Por enquanto, o site de vídeos da Google ainda será utilizado, porém não mais como padrão.</p>
<p>Engraçado que essa mudança de postura da <a href="http://www.whitehouse.gov/" target="_blank">Casa Branca</a> vem no mesmo momento em que ocorre uma <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022009/28022009-4.shl" target="_blank">discussão sobre de quem é o direito de uso</a> dos conteúdos postados em redes sociais &#8211; dos usuários ou da própria empresa que gerencia a plataforma de rede social?</p>
<p><strong>(Atualização)</strong> &#8211; Saiu a <a href="http://bits.blogs.nytimes.com/2009/03/02/white-house-denies-it-is-shunning-youtube/" target="_blank">resposta oficial</a> da Casa Branca (vista como <a href="http://www.eff.org/deeplinks/2009/03/white-house-responds-privacy-complaints" target="_blank">meio vaga</a>). Tudo não passa de um experimento, de testar soluções próprias.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>
