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	<title>Tiago Dória Weblog &#187; wsj</title>
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	<description>Doses diárias de cultura web, tecnologia e mídia</description>
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		<title>&#8220;WSJ 2.0&#8243; quer reinventar a roda. De novo!</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/16/wsj-20-quer-reinventar-a-roda-de-novo/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 05:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Em meio a uma das maiores crises dos EUA, o The Wall Street Journal, um dos jornais mais influentes no mercado de informação e opinião, resolveu colocar no ar o seu novo site.
Em essência, não existem muitas mudanças &#8211; menos anúncios, mais conteúdo aberto e a retirada de alguns elementos de navegação.
O diferencial é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2709 aligncenter" title="wsjnew01" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/wsjnew01.jpg" alt="" width="381" height="450" /></p>
<p>Em meio a uma das maiores crises dos EUA, o <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a>, um dos jornais mais influentes no mercado de informação e opinião, resolveu colocar no ar o seu novo site.</p>
<p>Em essência, não existem muitas mudanças &#8211; menos anúncios, mais conteúdo aberto e a retirada de alguns elementos de navegação.</p>
<p>O diferencial é que os usuários cadastrados no jornal poderão comentar em todas as matérias, montar os seus próprios perfis com foto, dados pessoais, criar comunidades e adicionar amigos. Enfim, poderão utilizar uma plataforma de rede social, um orkut criado pelo jornal. Mais um.</p>
<p>Segundo o anúncio oficial, a intenção é criar uma comunidade de leitores que reúna comentários e discussões em torno do conteúdo do jornal.</p>
<p>Com essa afirmação, o WSJ mostra que veio para reinventar a roda. Ele não precisa criar uma &#8220;comunidade de leitores&#8221; em torno do jornal.</p>
<p>Ela já existe. Está na <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, no <a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a>, no <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a>, nas várias listas de discussões sobre o jornal, nos milhares de blogs que linkam para o site do WSJ.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2710 aligncenter" title="wsjnew02" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/wsjnew02.jpg" alt="" width="413" height="310" /></p>
<p>O Journal não tem necessidade de <strong>criar</strong> &#8220;discussões e comunidade&#8221;, mas <strong>agregar</strong> &#8220;discussões e comunidade&#8221;. O caminho mais natural seria trazer para o site do jornal essas discussões em torno de seu conteúdo que já acontecem na rede, mas estão longe de seu chapéu.</p>
<p>Como fazer isso? Por meio de integração com redes sociais &#8211; a maioria desses sites já está com <a href="http://informatica.hsw.uol.com.br/conferencia-api1.htm" target="_blank">API</a> com acesso público.</p>
<p>Para que começar uma comunidade do zero e tirar os seus leitores do ambiente ao qual já estão acostumados?</p>
<p>Por que não permitir que eu possa comentar nas matérias do WSJ com o login da <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a> ou do <a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a>? Ler e discutir matérias do jornal na <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a> e essas discussões serem integradas às páginas online do WSJ? Ou ainda indicar para mim quais blogs estão discutindo os artigos do WSJ?</p>
<p>O NYTimes e a NBC já <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/04/gnt-das-redes-sociais-em-casamento/" target="_blank">estão fazendo isso</a> em algumas seções de seus sites.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2712" title="wsjnew03" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/wsjnew03.jpg" alt="" width="500" height="319" /></p>
<p>Ainda no anúncio oficial <a href="http://news.yahoo.com/s/ap/20080915/ap_on_hi_te/apfn_wall_street_journal_web_redesign" target="_blank">Alan Murray</a>, editor no WSJ, completa:</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós acreditamos que, no futuro, as redes sociais serão um importante meio de distribuição de conteúdo e de propagação de notícias. E nós queremos fazer parte dessas redes&#8221;</p></blockquote>
<p>Concordo com Murray. Mas, a meu ver, fazer parte dessas redes não significa necessariamente construir mais uma plataforma de rede social.</p>
<p>Nessas horas, chama a atenção como todo site de notícias quer ser Orkut, Facebook e LinkedIn. Às vezes, passa a impressão que eles têm complexo de serem eles mesmos.</p>
<p>Site de jornal é site de jornal. Rede social é rede social. O que deve haver é integração entre esses dois tipos de sites e negócios. As <a href="http://informatica.hsw.uol.com.br/conferencia-api1.htm" target="_blank">APIs</a> estão aí para facilitar o trabalho.</p>
<p>Quando um inventa de fazer o que outro faz melhor, sempre dá em coisa errada. Vide o <a href="http://usatoday.com/" target="_blank">USAToday</a> com a sua fracassada &#8220;MyUSAToday&#8221; e a <a href="http://www.myspace.com" target="_blank">MySpace</a> com o seu MySpaceNews.</p>
<p>É a mesma coisa o novo site da <a href="http://www.fastcompany.com/" target="_blank">FastCompany</a>. Sou leitor da revista há bastante tempo, gostei do novo site.</p>
<p>Porém, montar mais um perfil, fazer o upload de uma foto, procurar os contatos, entrar em discussões que já existem em outros ambientes, criar mais um login e tentar se lembrar de mais uma senha&#8230; sinceramente, não tenho tempo nem mais paciência para isso.</p>
<p>Por que não agregar em vez de reinventar a roda?</p>
<p><strong>Post relacionado:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/04/gnt-das-redes-sociais-em-casamento/" target="_blank"> “GNT das redes sociais” em casamento</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>WSJ.com de cara nova e com mais conteúdo aberto</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/05/wsjcom-de-cara-nova-e-com-mais-conteudo-aberto/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/05/wsjcom-de-cara-nova-e-com-mais-conteudo-aberto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 05:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[novo]]></category>
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		<description><![CDATA[
T Magazine do NYTimes: concorrência pela frente
Trendsetter no mercado de informação, o The Wall Street Journal promete, no dia 16, colocar no ar o seu novo site. Reformulado, com mais conteúdo aberto e focado em áreas como esportes, moda e viagens.
A reformulação está dentro da estratégia de transformar o WSJ em uma publicação mais generalista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2660" title="tmagazine" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/tmagazine.jpg" alt="" width="500" height="293" /><br />
<em>T Magazine do NYTimes: concorrência pela frente</em></p>
<p>Trendsetter no mercado de informação, o <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a> promete, no dia 16, colocar no ar o seu novo site. Reformulado, com mais conteúdo aberto e focado em áreas como esportes, moda e viagens.</p>
<p>A <a href="http://www.iht.com/articles/ap/2008/09/03/america/Wall-Street-Journal-Magazine.php" target="_blank">reformulação</a> está dentro da estratégia de transformar o <a href="http://www.wsj.com/">WSJ</a> em uma publicação mais generalista possível, menos sisuda e preparada para bater de frente com o The New York Times, nos EUA.</p>
<p>Vou ficar de olho nessa renovação do site. Promete ser uma das maiores guinadas do WSJ para concorrer com o NYTimes, que já começa neste sábado com o lançamento de uma &#8220;revista sobre estilo de vida&#8221;, voltada ao público feminino, e que será encartada gratuitamente na edição do jornal.</p>
<p>A priori, a intenção é evidente. Bater de frente com a <a href="http://www.nytimes.com/indexes/2008/09/07/style/t/index.html" target="_blank">T Magazine</a>, a revista do NYTimes.</p>
<p><strong>Post relacionado:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/15/unir-midia-velha-com-nova-e-social-da-dinheiro/" target="_blank"> Unir mídia “velha” com nova e social dá dinheiro</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Biografia de Rupert Murdoch sai em fevereiro de 2009</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/08/08/biografia-sobre-rupert-murdoch-sai-em-fevereiro-de-2009/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/08/08/biografia-sobre-rupert-murdoch-sai-em-fevereiro-de-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 16:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>
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		<description><![CDATA[
Um dos homens mais ricos do mundo
The Man Who Owns the News é o nome da biografia que Michael Wolff, colunista da revista Vanity Fair, produziu sobre Rupert Murdoch, 77 anos, um dos mais influentes empresários de mídia do mundo.
A rede de TV Fox, a rede social MySpace, o The Wall Street Journal, o tablóide [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2498 aligncenter" title="murdoch01" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/08/murdoch01.jpg" alt="" width="300" height="450" /><br />
<em>Um dos homens mais ricos do mundo</em></p>
<p><a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780385526128" target="_blank">The Man Who Owns the News</a> é o nome da biografia que Michael Wolff, colunista da revista <a href="http://www.vanityfair.com/" target="_blank">Vanity Fair</a>, produziu sobre Rupert Murdoch, 77 anos, um dos mais influentes empresários de mídia do mundo.</p>
<p>A rede de TV <a href="http://www.fox.com" target="_blank">Fox</a>, a rede social <a href="http://www.myspace.com" target="_blank">MySpace</a>, o <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a>, o tablóide <a href="http://www.thesun.co.uk" target="_blank">The Sun</a> e o <a href="http://www.timesonline.co.uk" target="_blank">Times</a>, um dos jornais mais antigos do mundo, são alguns dos produtos que estão debaixo do chapéu da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/NewsCorp" target="_blank">NewsCorp</a>, conglomerado de mídia do qual é diretor-presidente e fundador.</p>
<p>Considerado um dos empresários mais conectados com as últimas tendências em consumo de informação, o australiano Murdoch também é lembrado por imprimir uma linha editorial conservadora em seus produtos, o que o ajuda a fazer um contraponto natural ao <a href="http://www.nyt.com" target="_blank">The New York Times</a> e à <a href="http://www.cnn.com" target="_blank">CNN</a>, de tendências mais liberais e concorrentes aos seus negócios.</p>
<p>O lançamento do livro está previsto para fevereiro de 2009 e promete revelar bastidores de &#8220;brigas internas de sua família e detalhes da compra da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dow_Jones" target="_blank">Dow Jones</a> em 2007 que nunca foram revelados&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2499 aligncenter" title="livrmurdoch01" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/08/livrmurdoch01.jpg" alt="" width="296" height="450" /><br />
<em>Detalhes da vida familiar terão destaque</em></p>
<p>Pelo visto, o livro terá leitura certa. Murdoch tem papel-chave na história da mídia mundial. De certa forma, seu nome sempre esteve ligado a inovações tecnológicas em jornais.</p>
<p>Nos anos 70, por exemplo, foi o único empresário de mídia que teve pique para enfrentar e posteriormente acabar com o lobby dos &#8220;sindicatos de jornais&#8221;. Lobby esse que, por pura alergia a novas tecnologias, impedia a modernização e digitalização das redações de muitos jornais ingleses.</p>
<p>Por ironia do destino, ajudou a construir e acabar com a imagem e o glamour da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fleet_Street" target="_blank">Fleet Street</a>, em Londres, lugar onde ficava a sede de 9 entre cada 10 jornais ingleses. Mas, por outro lado, preside um dos primeiros grupo de mídia que resolveu investir efetivamente em redes sociais.</p>
<p>Em 2005, a Fox Interactive, da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/NewsCorp" target="_blank">NewsCorp</a>, comprou a MySpace por US$ 580 mi, quase 1 bilhão de reais.</p>
<p><strong>Post relacionado:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/07/27/trailer-do-filme-sobre-george-bush/" target="_blank"> Trailer do filme sobre George Bush</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As mais influentes idéias e pensadores, segundo WSJ</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/05/14/as-melhores-ideias-e-pensadores/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 14:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[wsj]]></category>
		<category><![CDATA[negocios]]></category>
		<category><![CDATA[pensadores]]></category>

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Quase passou desapercebido aqui, no blog. O The Wall Street Journal montou o seu &#8220;The Guru Scene 2008&#8220;, uma lista dos pensadores mais influentes no mundo dos negócios. O ranking toma como referência citações no Google, na imprensa e em artigos acadêmicos.
Dá para considerar como um bom termômetro de uma época. Os 5 primeiros colocados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/guruwsj.gif" alt="guruwsj.gif" /></p>
<p>Quase passou desapercebido aqui, no blog. O <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a> montou o seu &#8220;<a href="http://online.wsj.com/public/article/SB120994594229666315.html?mod=blog" target="_blank">The Guru Scene 2008</a>&#8220;, uma lista dos pensadores mais influentes no mundo dos negócios. O ranking toma como referência citações no Google, na imprensa e em artigos acadêmicos.</p>
<p>Dá para considerar como um bom termômetro de uma época. Os 5 primeiros colocados são os seguintes:</p>
<p>1 &#8211; Gary Hamel &#8211; consultor e autor de <a href="http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&amp;SqlPage=Content_Opiniao&amp;CpContentId=306335" target="_blank">The Future of Management</a><br />
2 &#8211; Thomas L. Friedman &#8211; colunista do NYTimes e autor de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1961147&amp;ST=SE&amp;franq=146698" target="_blank">O Mundo é Plano: uma Breve História  do Século XXI </a><br />
3 &#8211; Bill Gates &#8211; fundador da Microsoft<br />
4 &#8211; Malcom Gladwell &#8211; autor de &#8220;The Tipping Point&#8221;. Aqui, no Brasil, <a href="http://epoca.globo.com/edic/216/cultensaioa.htm" target="_blank">O Ponto de Desequilíbrio</a><br />
5 &#8211; Howard Gardner &#8211; professor de Harvard conhecido por sua &#8220;<a href="http://veja.abril.com.br/250707/entrevista.shtml" target="_blank">teoria das múltiplas inteligências</a>&#8221;</p>
<p>Nem preciso dizer, vale a pena clicar nos links acima e conhecer os livros e/ou pensamentos de cada um.</p>
<p>A versão traduzida e completa da lista está <a href="http://portalexame.abril.com.br/gestaoepessoas/m0158896.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Guerra entre jornais e uma rede social no meio</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/28/guerra-entre-jornais-e-uma-rede-social-no-meio/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 04:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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Lembra daquelas mudanças de foco no The Wall Street Journal após a entrada de Rupert Murdoch e que comentei aqui, no blog?
Elas estão em números em uma análise do Project for Excellence in Journalism, da Universidade da Columbia.
Nos primeiros meses da era Murdoch, o jornal diminuiu a cobertura do &#8220;mundo dos negócios&#8221; e se voltou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/murdoch05.jpg" alt="murdoch05.jpg" /></p>
<p>Lembra daquelas <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/18/wall-street-journal-nao-sera-mais-o-mesmo/" target="_blank">mudanças</a> de foco no <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a> após a entrada de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rupert_Murdoch" target="_blank">Rupert Murdoch</a> e que comentei aqui, no blog?</p>
<p>Elas estão em números em uma <a href="http://www.journalism.org/node/10769" target="_blank">análise do Project for Excellence in Journalism</a>, da Universidade da Columbia.</p>
<p>Nos primeiros meses da era Murdoch, o jornal diminuiu a cobertura do &#8220;mundo dos negócios&#8221; e se voltou para assuntos que  o The New York Times domina, como política internacional e nacional. Ou seja, o WSJ, cada vez mais, busca competir com o NYT.</p>
<p>Falando nisso, a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/01/30/facebook-e-wsj-da-casamento/" target="_blank">integração com a Facebook</a> já está em pleno funcionamento no site do WSJ. Até nisso, o jornal de Murdoch quer bater de frente com o NYTimes.</p>
<p>Recentemente, o NYTimes anunciou os <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/04/casamento-feliz-entre-facebook-e-nytimes/" target="_blank">resultados positivos</a> que vem obtendo em utilizar a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/06/26/facebook-abre-caminho-para-a-2%c2%aa-geracao-de-redes-sociais/" target="_blank">Facebook</a>.</p>
<p><strong>Post relacionado: </strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/04/casamento-feliz-entre-facebook-e-nytimes/" target="_blank">Casamento feliz entre Facebook e NYTimes</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Wall Street Journal não será mais o mesmo</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/18/wall-street-journal-nao-sera-mais-o-mesmo/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 20:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A competição é com o NYT  e não com o Financial Times 
Nesta semana que termina, o The Wall Street Journal realizou mais algumas mudanças no layout de seu site. Seções como Media &#38; Marketing, Law e Health sofreram uma reformulação &#8211; mais branco, títulos maiores, cores mais fortes. Junto com essas mudanças, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/wsjnovo01.jpg" alt="wsjnovo01.jpg" /></p>
<p><em>A competição é com o NYT  e não com o Financial Times </em></p>
<p>Nesta semana que termina, o <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a> realizou mais algumas mudanças no layout de seu site. Seções como <a href="http://online.wsj.com/page/2_1567.html?mod=2_1567" title="Media &amp; Marketing">Media &amp; Marketing</a>, <a href="http://online.wsj.com/page/2_1563.html?mod=2_1563" title="Law">Law</a> e <a href="http://online.wsj.com/page/2_1566.html?mod=2_1566" title="Health">Health</a> sofreram uma reformulação &#8211; mais branco, títulos maiores, cores mais fortes. Junto com essas mudanças, que já ocorrem há quase um ano, veio mais conteúdo &#8211; esportes, estilo de vida e beleza.</p>
<p>Dessa forma, Rupert Murdoch, que,  no ano passado, comprou a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dow_Jones" target="_blank">Dow Jones</a>, editora do Journal, vai realizando o seu desejo de transformar o <a href="http://www.wsj.com">WSJ</a> em uma publicação mais generalista possível, menos sisuda e preparada para bater de frente com o The New York Times, nos EUA.</p>
<p>Foi assim quando o executivo comprou o <a href="http://www.timesonline.co.uk" target="_blank">Times</a>, de Londres,  e não está sendo diferente com o <a href="http://www.wsj.com">WSJ</a>. Portanto, mais para frente, não será nenhuma novidade se aparecerem algumas notícias sobre celebridades na home do site do jornal.</p>
<p>Nesta semana, o <a href="http://www.wsj.com">WSJ</a> passou a ser vendido em algumas bancas na Europa.</p>
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		<title>Ser bem visto pelo Google não é tão fácil</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 06:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ter um sitemap organizado é essencial, segundo diretor do Google News
O bloqueio do Google News na China demostra um pouco a importância que o serviço de busca de notícias, criado pelo cientista Krishna Bharat, vem adquirindo.
Na sexta-feira, o Beet.tv publicou uma entrevista com Josh Cohen, gerente de produtos do Google News, que falou sobre uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/03/googlenews_03.jpg" alt="googlenews_03.jpg" /><br />
<em>Ter um <a href="https://www.google.com/webmasters/tools/docs/pt_BR/protocol.html" target="_blank">sitemap</a> organizado é essencial, segundo diretor do Google News</em></p>
<p>O <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/03/17/videos-censurados-pelo-governo-chines/" target="_blank">bloqueio do Google News na China</a> demostra um pouco a importância que o serviço de busca de notícias, criado pelo cientista <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0855/tecnologia/m0078582.html" target="_blank">Krishna Bharat</a>, vem adquirindo.</p>
<p>Na sexta-feira, o Beet.tv publicou uma <a href="http://www.beet.tv/2008/03/google-news-has.html" target="_blank">entrevista com Josh Cohen</a>, gerente de produtos do <a href="http://news.google.com" target="_blank">Google News</a>, que falou sobre uma das últimas do serviço. Indexar o conteúdo que, desde o ano passado, vem sendo liberado por vários jornais que estão derrubando seus &#8220;<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/09/17/caiu-um-dos-ultimos-icones-do-conteudo-pago-na-web/" target="_blank">paredões de conteúdo pago</a>&#8220;.  <strong> </strong></p>
<p>Durante a conferência <a href="http://www.searchenginestrategies.com/" target="_blank">The Search Engine Strategies</a>, Gordon McLeod, diretor da área digital do <a href="http://online.wsj.com/public/us" target="_blank">Wall Street Journal</a>, disse que uma das maiores discussões internas nos jornais é até onde o Google News deve chegar no conteúdo do jornal.</p>
<p>Ou seja, até quanto e quando abrir o conteúdo. Uma estratégia cada vez mais certa para a maioria dos jornais. Mas, até pouco tempo atrás, não a mais correta para o <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a>, que possui um público acostumado a pagar por conteúdo.</p>
<p>No entanto, com o desejo declarado de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rupert_Murdoch" target="_blank">Rupert Murdoch</a>, o mais novo dono do <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">WSJ</a>, de transformar o Journal em uma publicação cada vez mais generalista para bater de frente com o NYT  [a competição do WSJ não é com o <a href="http://www.ft.com" target="_blank">Financial Times</a>], a estratégia de abrir o conteúdo mostra ser a mais correta.</p>
<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/03/googlenews_02.jpg" alt="googlenews_02.jpg" /><br />
<em><a href="http://news.google.com/archivesearch" target="_blank">Arquivo do arquivo</a>: Google News permite criar uma <a href="http://news.google.com/archivesearch" target="_blank">timeline</a> de um assunto</em></p>
<p>Talvez seja por isso que o primeiro conteúdo a ter acesso liberado pelo <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">WSJ</a> foi o mais generalista &#8211; esportes, política e estilo de vida. O resto, em sua maioria, continua fechado.</p>
<p>Mas voltando ao McLeod, o que achei interessante em sua fala foi o seguinte. Hoje o grande desafio não é ficar no dilema de liberar ou não o conteúdo, mas como torná-lo mais fácil de ser indexado pelos mecanismos de buscas.</p>
<p>Segundo ele, muito do material produzido pelos jornais foi feito antes da &#8220;era Google&#8221; e não é nem um pouco atraente para os mecanismos de buscas &#8211; textos sem tags, links e com títulos fracos para os &#8220;googles da vida&#8221;. Marcar presença nos mecanismos de busca ainda não está sendo fácil para os jornais.</p>
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		<title>Facebook e WSJ dá casamento</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/01/30/facebook-e-wsj-da-casamento/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 17:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualização - Uma correção. A parceria não foi feita diretamente com a Facebook, mas com a empresa Loomia Inc, que desenvolveu essas novas funcionalidades para o site do WSJ. De qualquer forma, a integração com a Facebook foi formada.

&#8220;Rá, maneira essa molecada jovem da Facebook&#8221;
No ano passado, perguntei se jornalismo e Facebook dava casamento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Atualização -</strong> Uma correção. A parceria não foi feita diretamente com a Facebook, mas com a empresa Loomia Inc, que desenvolveu essas novas funcionalidades para o site do WSJ. De qualquer forma, a integração com a Facebook foi formada</em>.</p>
<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/01/murdorch01.jpg" alt="murdorch01.jpg" border="2" /><br />
<em>&#8220;Rá, maneira essa molecada jovem da Facebook&#8221;</em></p>
<p>No ano passado, perguntei se <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/08/21/facebook-e-jornalismo-da-casamento/" target="_blank">jornalismo e Facebook</a> dava casamento e parece que  novos experimentos vão surgindo na área. Hoje, o <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a>, aquele jornal que até pouco tempo era chamado de carrancudo, fechou uma parceria com a empresa <a href="http://www.loomia.com/" target="_blank">Loomia Inc</a>, que, de certa forma, integrará a rede social Facebook ao jornal.</p>
<p>O site da publicação contará com uma funcionalidade que permitirá saber quais matérias foram mais lidas por seus contatos na <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>.</p>
<p>E ainda &#8211; existirá no rodapé de cada matéria um sistema de artigos relacionados que funcionará automaticamente, no mesmo estilo dos produtos recomendados da <a href="http://www.amazon.com" target="_blank">Amazon</a> &#8211; &#8220;quem leu tal notícias, também leu essas&#8221;. Fora isso, um widget do jornal que poderá ser usado na Facebook.</p>
<p>Por aí a gente vê o pragmatismo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rupert_Murdoch" target="_blank">Rupert Murdoch</a>, dono do WSJ e da NewsCorp, que administra a rede social <a href="http://www.myspace.com" target="_blank">MySpace</a>. Se fosse um empresário tacanho, fingiria que a suposta concorrente Facebook nem existe e dificilmente aceitaria uma integração deste tipo com o jornal.</p>
<p>E, para quem acha que somente gente jovem, bonita e antenada entende de novas mídias [internet], Murdoch tem 76 anos e já trabalhou muito com mídias mais tradicionais.</p>
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		<title>&#8220;O PC altera texto em home de jornal&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2008 20:41:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Apple inseriu mais um daqueles seus anúncios online que brincam com outros elementos da página. Desta vez, está na home dos sites do The New York Times e do The Wall Street Journal. Um detalhe é que, para ficar menos intrusivo, o comercial tem como padrão rodar sem som.
Dica do Tuaw, blog não oficial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/01/pcnyt01.jpg" alt="pcnyt01.jpg" /></p>
<p>A Apple inseriu mais um daqueles seus anúncios online que brincam com outros elementos da página. Desta vez, está na home dos sites do <a href="http://www.nyt.com" target="_blank">The New York Times</a> e do <a href="http://online.wsj.com/public/us" target="_blank">The Wall Street Journal</a>. Um detalhe é que, para ficar menos intrusivo, o comercial tem como padrão rodar sem som.</p>
<p>Dica do <a href="http://www.tuaw.com/2008/01/17/ny-times-debuts-new-in-media-apple-ad/" target="_blank">Tuaw</a>, blog não oficial da Apple.</p>
<p><em>Obrigado pelo link, Gustavo! </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>E começa a cair o paredão de conteúdo pago do WSJ</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 03:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[tendencias]]></category>
		<category><![CDATA[wsj]]></category>

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		<description><![CDATA[O esperado aconteceu. Por meio do The Editorial Page of The Wall Street Journal, você pode acessar todos os editoriais, vídeos e colunistas do jornal. Sem precisar pagar nada ou fazer login. Agora, somente as notícias continuam com acesso restrito.
O The Wall Street Journal é um dos últimos grandes jornais a adotar o modelo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O esperado aconteceu. Por meio do <a href="http://online.wsj.com/public/page/opinion.html" target="_blank">The Editorial Page of The Wall Street Journal</a>, você pode acessar todos os editoriais, vídeos e colunistas do jornal. Sem precisar pagar nada ou fazer login. Agora, somente as notícias continuam com acesso restrito.</p>
<p>O <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">The Wall Street Journal</a> é um dos últimos grandes jornais a adotar o modelo de assinaturas em seu site.  O primeiro a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/09/17/caiu-um-dos-ultimos-icones-do-conteudo-pago-na-web/" target="_blank">deixar esse modelo</a> foi o The New York Times, em setembro do ano passado.</p>
]]></content:encoded>
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