A Corning, responsável pelo vidro utilizado em telas de smartphones e tablets, publicou um vídeo conceitual sobre como a empresa vê o futuro das telas.
O vídeo é continuação ao A Day Made of Glass, que ficou muito conhecido em 2011.
O Miso é um aplicativo que permite fazer checkins em programas de TV.
Nesta semana, eles anunciaram o lançamento de um recurso chamado “SideShow“. Por meio dele, “qualquer pessoa” pode criar e publicar conteúdo para segunda tela.
Segundo o LostRemote, é quase como um “WordPress para segunda tela” – você baixa o aplicativo do Miso, clica na função SideShow e começa a publicar o conteúdo que as pessoas poderiam consumir simultaneamente enquanto assistem à TV. A ideia é que os usuários não fiquem restritos à experiência dos aplicativos de segunda tela oficiais das emissoras de TV.
Com a possibilidade de qualquer pessoa publicar conteúdo, o Miso vai fragmentar ainda mais o “mercado de segunda tela”, cenário já meio que esperado por pesquisadores do conceito.
A Mitsubishi apresentou o que seria o painel de controle de um carro no futuro – dashboard com tela sensível ao toque de mão, UX personalizada, sensores capazes de detectar a sua temperatura e batidas do coração e indicar se você está apto para dirigir.
Celular ou tablet? Segundo a Samsung, os dois sofrerão uma simbiose e ganharão uma tela transparente e flexível (AMOLED). Realidade aumentada, UX personalizada, videoconferência e tradução em tempo real também fazem parte do pacote.
Criar contraste é uma das táticas de marketing mais utilizadas para chamar a atenção e mostrar atributos de um produto.
A tática não é nova, mas quando ela é usada na área de tecnologias para o consumidor final sempre causa burburinho.
Recentemente, a Amazon usou o contraste num comercial do Kindle. O leitor de ebooks é exibido rapidamente ao lado do iPad, da Apple, com sua tela com brilho, que atrapalha a leitura quando se está debaixo da luz do Sol.
A Microsoft fez o mesmo para promover o Bing no ano passado.
A série de anúncios Get a Mac, da Apple, foi bem emblemática.
Nesses comerciais, quase sempre o líder de mercado, seja qualitativo ou quantitativo, é utilizado como referência, como no comercial do celular Samsung Galaxy S II, que está circulando na web.
No caso, diferente dos usuários da Samsung, os do iPhone são mostrados como hipsters obcecados em ficar em uma fila para esperar a “próxima grande novidade”.
Em uma época em que se tenta rotular as pessoas pelo dispositivo que utilizam, esse tipo de comercial sempre causa um burburinho inicial em blogs e plataformas de redes sociais.
Segundo a empresa de tecnologia, no futuro, teremos realidade aumentada, óculos que, em tempo real, traduzirão tudo o que está a nossa volta, ubiquidade da computação, telas sensíveis ao toque de mão, automação residencial, interfaces que se adaptam ao que estamos fazendo.
Olhar para o futuro sempre deve ser um ato de otimismo, mas não dá para negar que esses vídeos mostram mais como gostaríamos que fosse o presente do que realmente como será o futuro.
Crowdfunding é um termo que ganhou bastante destaque nos últimos dois anos.
A ideia é que várias pessoas contribuam com pequenas quantias para a viabilidade financeira de um negócio ou projeto. Ou seja, nada mais é do que a “vaquinha” que a gente fazia antigamente entre os amigos, mas agora potencializada pela internet.
Aliás, duas das startups que se destacaram no último ano trabalham com o conceito – a novaiorquina Kickstarter e a brasileira Catarse.
Nesta segunda-feira, recebi um email da Luísa Alves, da agência de conteúdo Recheio Digital, avisando que eles produziram um mini-documentário sobre o tema.
O interessante é que o documentário aborda o assunto do ponto de vista brasileiro. Reúne entrevistas com diversos representantes nacionais do crowdfunding.
No Brasil, a dinâmica é utilizada para viabilizar projetos de música, jornalismo e hackativismo.