Wired lança newsgame sobre piratas

Newsgames WiredAgora que eu vi, a revista Wired resolveu publicar um newsgame próprio. Se não me engano, é o primeiro publicado por eles.

Cutthroat Capitalism é um jogo online sobre a ação de piratas na Somália e funciona como complemento da matéria An Economic Analysis of the Somali Pirate Business Model, também sobre o assunto.

No jogo, você é um pirata (ladrão/sequestrador de navios) que tem como missão conseguir uma certa quantidade de dinheiro e recrutar novos integrantes para a sua “equipe de piratas”.

O newsgame foi co-desenvolvido por Dennis Crothers, que já trabalha com interfaces na Wired.

Veja também:
Concurso de newsgames

Publicado por Tiago Dória, em 10 de agosto de 2009 (Segunda-feira).
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Veja lança “newsgame” sobre eleições

O site da Veja colocou no ar recentemente um newsgame sobre as eleições nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Você é convidado a responder a um quiz com diversas perguntas sobre saúde, segurança, finanças, educação, no município. No final, com base em suas respostas e nas dos candidatos, o jogo informa quais deles [candidatos a prefeito] mais se identificam com a sua visão sobre a cidade.

O newsgame é semelhante ao Candidate Match Game, do USA Today, e ao que foi lançado pelo portal brasileiro UAI em agosto deste ano, o 1º newsgame deste tipo no Brasil. A intenção é ajudar você a escolher o seu candidato à prefeitura, o que gera sempre um pouco de polêmica.

Saiba mais sobre newsgames no post que escrevi em março deste ano.

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Mashups e newsgames dão o tom das eleições nos EUA

Publicado por Tiago Dória, em 22 de setembro de 2008 (Segunda-feira).
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Newsgame nas eleições municipais do Brasil

O portal Uai, de Minas Gerais, colocou no ar um newsgame, jogo “baseado em notícias”, sobre as eleições municipais de Belo Horizonte.

O jogo é semelhante ao Candidate Match Game, do USA Today. Ou seja, é bem polêmico, tudo por que ele ajuda você a escolher o seu candidato à prefeitura. É o 1º deste tipo no Brasil.

Você é convidado a responder a um quiz com diversas perguntas sobre saúde, finanças, trânsito, educação, no município. No final, com base em suas respostas e nas dos candidatos à prefeitura de BH, o jogo informa quais deles [candidatos a prefeito] mais se identificam com a sua visão sobre a cidade.

Newsgame é um novo formato de mídia, são jogos baseados em notícias ou um evento em curso. NYTimes, CNN, MSNBC e G1 são alguns dos que estão experimentando o formato.  Nas eleições presidenciais nos EUA, esse tipo de jogo está sendo bastante utilizado.

Uma pesquisa recente apontou que a taxa de retenção de informação em um newsgame é de 70 a 80%. Se você se interessou pelo assunto, recomendo ler esse post que escrevi há algum tempo.

Obrigado pela informação, Frank Martins!

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Mashups e newsgames dão o tom das eleições nos EUA

Publicado por Tiago Dória, em 11 de agosto de 2008 (Segunda-feira).
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Microsoft e NBC lançam “laboratório de novas mídias”

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Seguindo a tendência de outras empresas, já comentada aqui, no blog, a MSNBC [Microsoft + emissora NBC] lançou nesta semana o NewsWare, uma espécie de labs de novos produtos.

No endereço, as últimas abordagens e aplicativos que estão sendo experimentados pela equipe de conteúdo e tecnologia do portal e que foram abertos para os usuários/leitores testarem.

Destaque para os experimentos em newsgames e no Spectra, uma forma de você navegar pelas notícias em um ambiente 3D.

Comparado com o labs da agência de notícias Reuters ainda existe pouca coisa, mas a interface é superior. E a presença da Microsoft promete algumas experimentações interessantes.

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Conceito de Labs nos jornais online

Publicado por Tiago Dória, em 5 de maio de 2008 (Segunda-feira).
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Newsgames têm retenção de informação de 70 a 80%

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Notícias sobre caos no aeroporto de Heathrow viraram jogo

Neste final de semana, aconteceu em Austin, nos EUA, o Simpósio Internacional de Jornalismo Online da Universidade do Texas. Foram discutidas diversas questões, desde fusão de redações até novos formatos de mídia. Para quem se interessa pelo assunto, em breve os vídeos estarão disponíveis no site do evento.

Uma das discussões que mais me interessou foi justamente sobre a experimentação de novos formatos.

Ian Bogost, fundador da Persuasive Games, falou sobre um dos produtos mais requisitados em sua empresa, os newsgames, também chamados de “editorial games” por ele. Bogost comentou os bastidores para a inserção do novo formato no NYTimes.

Segundo ele, houve muita resistência no começo e várias idéias foram abortadas, como a criação de um jogo sobre o culto à Apple e outro a respeito da violência causada pelo uso de armas. Idéias que pareciam interessantes.

Howard Finberg, um dos diretores do Poynter, um dos principais sites sobre jornalismo online, trouxe números interessantes. A taxa de retenção de informação em um newsgame é de 70 a 80%, enquanto num meio com texto e algum elemento multimídia – áudio ou vídeo – é de apenas 50%.

Já Paige West, diretor de interatividade da MSNBC, que já adota o formato de “jogos baseados em notícias” em seu site, comentou que a informação de um texto pode ser interessante, mas no momento em que o leitor pode mexer com diversas variáveis, a “leitura” fica mais engajada.

E os newsgames proporcionam essa “leitura mais engajada”, segundo ele.

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Casamento feliz entre Facebook e NYTimes

Publicado por Tiago Dória, em 7 de abril de 2008 (Segunda-feira).
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O que são newsgames?

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Você vai jogar ou ler jornal?

Pelo que percebi, existe muita gente chegando aqui, no blog, via Google, procurando por “newsgames“. O assunto tem ganho bastante destaque. É um novo formato que vem sendo utilizado em caráter experimental pelos maiores jornais do mundo. Eu mesmo fiz uma pergunta ao Steven Johnson, no Roda Viva, há 3 semanas, sobre esse novo formato de mídia.

Newsgames é um conceito que surgiu, mais ou menos, em 2003 e refere-se a jogos feitos com base em notícias ou um acontecimento em curso. Desde o ElPais até o The New York Times já fizeram alguns experimentos com o formato.

Aliás, o ElPais foi responsável por publicar um dos primeiros newsgames – o Play Madrid, sobre os ataques terroristas em Madri, na Espanha, em 2004. Poucos dias após a tragédia, o game já estava no ar.

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Editorial em formato de jogo

Depois veio o The New York Times, com o Food Import Folly, sobre a falta de fiscalização na importação de alimentos nos EUA. Na verdade, é um editorial do jornal transformado em jogo.

Somente para citar mais um exemplo – em 2007, a CNN saiu com o Presidential Pong, no qual você joga tênis com os pré-candidatos à presidência dos EUA. Cada um tem as suas habilidades desenvolvidas de acordo com o andamento da campanha eleitoral no mundo offline.

Uma das principais empresas que está por trás do desenvolvimento desses jogos é a Newsgaming, fundada em 2003, por Gonzalo Frasca, na época, jornalista da CNN espanhola e editor do Ludology.org, um site voltado para estudos acadêmicos de games. Outra é a Persuasive Games, já conhecida no meio por desenvolver jogos educativos.


Diversos newsgames estão sendo lançados

Newsgames ainda é um formato novo. Repleto de perguntas e novos desafios. Um dos principais é trabalhar com cronogramas. Como o jogo é baseado em um acontecimento em curso ou que acabou de terminar, o seu desenvolvimento precisa ser rápido.

É necessário um entrosamento quase perfeito entre equipe editorial e de tecnologia, dobradinha no jornalismo online tão importante quanto cinegrafista e repórter em telejornalismo.

Outra caraterística é que, em sua maioria, os jogos não tentam ser objetivos. Buscam mostrar uma linha editorial de um veículo, semelhante ao Food Import Folly e ao Play Madrid.


Jogos funcionam como um complemento ao noticiário

E aqui, no Brasil? Bom, por aqui, neste ano, o G1 fez alguns experimentos na área e lançou o AudioPops, um jogo no qual você tem que descobrir, por meio de discursos bem recentes, quem são as principais personalidades da política internacional.

Para mim, uma das coisas mais interessantes dos newsgames está aí. Trazem um caráter educacional e lúdico de volta ao jornalismo.

Não acredito que seja um formato que veio substituir outros anteriores. Pelo contrário, é mais uma forma de apresentar uma notícia. Mais uma opção menos burocrática aos leitores/usuários de um site de notícias.

No entanto, confesso a vocês, o negócio vai ficar interessante a partir do momento em que esses newsgames se tornarem mobile. Você vai poder jogar e se informar no caminho para o trabalho, na sala de espera…

Publicado por Tiago Dória, em 10 de março de 2008 (Segunda-feira).
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Newsgames no Brasil

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Lembra que eu comentei sobre o uso de newsgames nas eleições dos EUA? Aqui, no Brasil, o site de notícias G1 já começou a fazer alguns experimentos com o formato. Confira aqui.

Newsgames são jogos feitos com referência em alguma notícia ou acontecimento em curso. Normalmente são utilizados para complementar e contextualizar o noticiário.

Uma das empresas mais famosas na área é a Newsgaming, que já prestou serviços para os jornais ElPais e The Guardian.

Atualização - existe outro newsgame feito pelo G1. É o ÁudioPops. Você tem que descobrir quem está discursando. Outra característica do newsgame é isso. Misturar esse lado educacional com diversão, algo que o jornalismo estava perdendo.

Publicado por Tiago Dória, em 22 de janeiro de 2008 (Terça-feira).
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Mashups e newsgames dão o tom das eleições nos EUA

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Acertou na mosca: um personagem para o YouTube, a Obama Girl

As eleições para a presidência dos EUA apenas começaram, mas já dão um bom panorama das novas abordagens que estão sendo feitas por candidatos e empresas de mídia. A imprensa menos especializada dá destaque ao uso de redes sociais – Facebook e Flickr – e YouTube por parte dos candidatos.

O que não é nenhuma novidade. Apesar de algumas abordagens interessantes, como a da Obama Girl, no YouTube, não existe nada de grande impacto. O uso de ferramentas colaborativas para fazer propaganda política e mobilizar militantes e eleitores já ocorria em pleitos anteriores, seja aqui, no Brasil, ou lá fora. Em menor escala, mas já existia.

A meu ver, os destaques nestas eleições são os mashups e os newsgames, jogos baseados em notícias.

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Portais de notícias, por exemplo, investem neste último formato. O MSNBC lançou o Race to Whitehouse. Dois animais – um elefante [republicanos] e um burro [democratas] – tentam chegar à Casa Branca [presidência dos EUA]. No meio do caminho vão arrecadando dinheiro.

Por sua vez, desde junho do ano passado, a CNN está no ar com o Presidential Pong, no qual você joga tênis com os pré-candidatos à presidência dos EUA. Cada um tem as suas habilidades desenvolvidas de acordo com o andamento da campanha eleitoral, no mundo offline.

Já o USA Today foi mais ousado e lançou o Candidate Match Game, um jogo que ajuda os eleitores indecisos a escolher o seu pré-candidato às eleições nos EUA.

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Na área de mashups, o grande destaque é o Election 08 Political Dashboard, feito pela Yahoo!. Reúne e cruza dados da agência Associated Press, da empresa de monitoramento Intrade, do agregador de notícias sobre política RealClearPolitics e do próprio serviço de busca da Yahoo!.

O mashup fornece em uma única tela o quanto de dinheiro foi arrecadado e como investidores do mercado financeiro e os eleitores vêem cada candidato, além de um ranking do Buzz Yahoo!, que indica quais candidatos são mais procurados no sistema de busca do Yahoo!. Essas tendências são mostradas em porcentagens e atualizadas em ‘tempo real’.

Há ainda um mashup especial feito pela própria equipe do Google Maps, mas que, por algum motivo, não mostra os números da apuração das prévias eleitorais em tempo real.

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E tem mais. O US Election 2008 Web Monitor, mais voltado para jornalistas e analistas, que mostra o desempenho dos candidatos na mídia. Revela quantas vezes um candidato é citado em jornais dos EUA, Canadá, Inglaterra e Austrália e em 1.000 blogs selecionados. Todos os dados reunidos são apresentados em formato de gráfico.

Os mashups são uma ótima ferramenta para ter em pouco tempo um panorama do desempenho dos candidatos. De repente, o cruzamento de vários dados pode revelar informações que antes eram desconhecidas.

No entanto, deve existir uma preocupação em escolher fontes confiáveis e deixar claro ao eleitor/leitor quais são essas fontes. Em caso de cobertura eleitoral, transparência é um aspecto mais do que fundamental.

Resta saber qual será o efeito de tudo isso na cobertura das próximas eleições por aqui, no Brasil. Será que vamos ver portais brasileiros de notícias experimentando e fornecendo aos seus leitores novos formatos, como os mashups e os newsgames?

Atualização 17/04/08 - Surgiu um novo mashup que monitora a fonte de financiamento dos candidatos. É o MAPLight.

Publicado por Tiago Dória, em 6 de janeiro de 2008 (domingo).
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Só jogando para decidir em quem votar

Falando de eleições norte-americanas, o USAToday – outro jornal daquela lista de trendsetters – lançou mais um newsgaming, o Candidate Match Game.

O leitor é convidado a responder um quiz sobre diversos assuntos – guerra no Iraque, saúde pública, casamento entre pessoas do mesmo sexo e por aí vai. No final, o jogo informa quais pré-candidatos à presidência dos EUA mais se identificam com a sua linha ideológica.

Imagina isso na mão de um eleitor indeciso…

Publicado por Tiago Dória, em 18 de outubro de 2007 (Quinta-feira).
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