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	<title>Tiago Dória Weblog &#187; musica</title>
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	<description>Doses diárias de cultura digital, tecnologia e mídia</description>
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		<title>Radiohead mais conservador, porém com mais opções de formatos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 18:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição digital]]></category>
		<category><![CDATA[King of Limbs]]></category>
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		<category><![CDATA[radiohead]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez mais, o lançamento de um disco do grupo Radiohead causou burburinho nos principais blogs de mídia. Quase quatro anos depois de In Rainbows, em que as pessoas podiam pagar o quanto quisessem pelo álbum, a banda anunciou o lançamento de The King of Limbs. O álbum será lançado primeiro na versão digital (MP3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/02/radiohead_all01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-37267" title="Radiohead" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/02/radiohead_all01.jpg" alt="" width="720" height="576" /></a></p>
<p>Uma vez mais, o <a href="http://www.thekingoflimbs.com/DIUSD.htm" target="_blank">lançamento de um disco</a> do grupo Radiohead causou burburinho nos principais blogs de mídia.</p>
<p>Quase quatro anos depois de <a href="http://www.lastfm.com.br/music/Radiohead/In+Rainbows" target="_blank">In Rainbows</a>, em que as pessoas podiam pagar o quanto quisessem pelo álbum, a banda anunciou o lançamento de <a href="http://www.thekingoflimbs.com/" target="_blank">The King of Limbs</a>. O álbum será lançado primeiro na versão digital (MP3 e WAV) e depois na versão física (CD e vinil).</p>
<p>A banda resolveu privilegiar, uma vez mais, a distribuição digital.</p>
<p>A venda do disco funcionará no seguinte esquema &#8211; a partir de sábado, o álbum estará disponível para download em formato MP3 por US$ 9, ou em WAV (com melhor qualidade) por US$ 14.</p>
<p>Ou ainda o pacote chamado &#8220;newspaper album&#8221; (indireta aos jornais), com um CD, dois vinis, download em formato MP3 e material gráfico (artwork/embalagens) por US$ 48. Ou &#8211; dois vinis, um CD, download em formato WAV e material gráfico por US$ 53. Essas duas últimas opções estarão disponíveis somente a partir do dia 9 de maio.</p>
<p>Um ponto que achei interessante no lançamento é que o Radiohead leva em  conta que existe gente disposta a pagar a mais por uma gravação com  melhor qualidade (vide a versão de <a href="http://www.thekingoflimbs.com/" target="_blank">King of Limbs</a> em formato WAV, que é mais cara, porém com melhor qualidade).</p>
<p>Em relação ao <a href="http://www.lastfm.com.br/music/Radiohead/In+Rainbows" target="_blank">In Rainbows</a>, a priori, a postura da banda é mais conservadora (afinal de contas, o preço de <a href="http://www.thekingoflimbs.com/" target="_blank">King of Limbs</a> é fixo), porém há mais opções de formatos. Praticamente, você pode ouvir o álbum no formato que quiser &#8211; MP3, CD ou vinil (faltou somente o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/13/quem-esta-usando-e-abusando-dos-sites-de-streaming/" target="_blank">streaming</a>).</p>
<p>Ou seja, pode escolher o formato que for mais conveniente e não necessariamente somente o digital.</p>
<p>Talvez, o Radiohead tenha dado uma olhada no livro “<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/09/22/o-futuro-da-midia-segundo-um-hacker-do-nytimes/" target="_blank">I live in the future and here`s how it works</a>&#8220;, de Nick Bilton, no qual o &#8220;tecnólogo&#8221; do NYTimes afirma que o futuro será formado pela diversidade de formatos. Existirão produtos para cada demanda. Se você gosta de ler jornal em papel, ele existirá. No tablet? Ele existirá ao lado do formato para web. Diversidade de opções é o termo que melhor define o nosso futuro. Você deve fornecer opções e não apenas um formato ao seu público.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/11/16/beatles-no-itunes-importancia-e-simbolica/" target="_blank">Beatles no iTunes: importância é simbólica</a></p>
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		<title>MTV Music Meter</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/12/14/mtv-music-meter/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 22:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[billboard]]></category>
		<category><![CDATA[mais populares]]></category>
		<category><![CDATA[mtv]]></category>
		<category><![CDATA[MTV Music Meter]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>

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		<description><![CDATA[No finalzinho, a MTV americana lançou um de seus últimos projetos neste ano &#8211; o Music Meter. É um ranking que revela quais novos artistas estão crescendo em popularidade na web. A intenção é detectar novos talentos. Para mensurar a popularidade, a MTV utiliza citações em microblogs, blogs, sites de notícias, além de informações de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/12/musicmeter.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-36340" title="Music Meter" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/12/musicmeter.jpg" alt="" width="720" height="441" /></a></p>
<p>No finalzinho, a MTV americana lançou um de seus últimos projetos neste ano &#8211; o <a href="http://www.mtvmusicmeter.com/" target="_blank">Music Meter</a>.</p>
<p>É um ranking que revela quais novos artistas estão crescendo em popularidade na web.</p>
<p>A intenção é detectar novos talentos.</p>
<p>Para mensurar a popularidade, a MTV utiliza citações em microblogs, blogs, sites de notícias, além de informações de vendas online de música e views no YouTube.</p>
<p>A tecnologia é da empresa <a href="http://the.echonest.com/" target="_blank">Echonest</a>.</p>
<p>No começo do mês, a revista de música Billboard também lançou um ranking parecido &#8211; o <a href="http://www.billboard.com/search/?Nty=1&amp;Ntx=mode%2Bmatchallpartial&amp;Ntk=%20Keyword&amp;Ns=FULL_DATE|1&amp;Ne=125&amp;N=126&amp;No=15&amp;Ntt=Nicki+Minaj&amp;page=1#/charts/social-50" target="_blank">Social 50</a>. Porém, com artistas novos e mais antigos.</p>
<p><strong>Veja também</strong>: <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/10/06/6-melhores-aplicativos-de-musica-segundo-a-billboard/" target="_blank">6 melhores aplicativos de música, segundo a Billboard</a></p>
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		<item>
		<title>6 melhores aplicativos de música, segundo a Billboard</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 22:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Billboard divulgou os vencedores do 1º Music App Awards, concurso de aplicativos de música promovido pela publicação. São eles: MorphWiz &#8211; melhor aplicativo para criação de música (transforma o iPad em um instrumento musical) MOG Mobile &#8211; melhor aplicativo de streaming de música (relacionado ao site de compartilhamento de música MOG) Live Pish &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/10/headphonegirl.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-33703" title="Headphone" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/10/headphonegirl.jpg" alt="" width="700" height="563" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.billboard.com/" target="_blank">Billboard</a> divulgou os vencedores do 1º <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/09/02/melhores-aplicativos-de-musica-segundo-a-billboard/" target="_blank">Music App Awards</a>, concurso de aplicativos de música promovido pela publicação. São eles:</p>
<p><a href="http://www.morphwiz.com/" target="_blank">MorphWiz</a> &#8211; melhor aplicativo para criação de música<br />
(transforma o iPad em um instrumento musical)<br />
<a href="http://mog.com/promos/overview#mobile" target="_blank">MOG Mobile</a> &#8211; melhor aplicativo de streaming de música<br />
(relacionado ao site de compartilhamento de música <a href="http://mog.com/" target="_blank">MOG</a>)<br />
<a href="http://itunes.apple.com/us/app/live-phish/id374048661?mt=8" target="_blank">Live Pish</a> &#8211; melhor aplicativo de show<br />
(permite acompanhar apresentações direto do celular)<br />
<a href="http://iamtpain.smule.com/" target="_blank">I Am T-Pain</a> &#8211; melhor aplicativo de artista<br />
(você pode enviar mensagens de voz com o efeito auto-tune, utilizado pelo rapper T-Pain).<br />
<a href="http://itunes.apple.com/us/app/soundhound/id355554941?mt=8" target="_blank">SoundHound</a> &#8211; aplicativo mais &#8220;envolvente&#8221; de música<br />
(permite descobrir qual música está tocando num ambiente. Bem útil)<br />
<a href="http://www.learnandmaster.com/guitarapp/" target="_blank">Gibson Learn &amp; Master Guitar </a>- melhor aplicativo de marca musical<br />
(afinador, metrônomo, dicionário de cifras e lições de guitarra no celular)</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/07/21/npr-music-soube-unir-iphone-a-musica/" target="_blank">NPR Music soube unir iPhone à música</a></p>
<p><em>Crédito da foto: <em><a href="http://www.flickr.com/photos/deleatur/3313626030/" target="_blank">Madder Carmine </a></em></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Melhores aplicativos de música, segundo a Billboard</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/09/02/melhores-aplicativos-de-musica-segundo-a-billboard/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
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		<category><![CDATA[concurso]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista Billboard está organizando um concurso para eleger os melhores aplicativos de música, o Music App Awards. Faz sentido o concurso, os aplicativos de música são os mais baixados. Entre os finalistas, está o app para iPhone da banda Linkin Park, que, na realidade, é um jogo que tem como trilha sonora as músicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/09/iphonemusic.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-32459" title="iPhone Music" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/09/iphonemusic.jpg" alt="" width="700" height="467" /></a></p>
<p>A revista Billboard está organizando um concurso para eleger os melhores aplicativos de música, o <a href="http://www.billboard.biz/bbbiz/content_display/industry/e3i14021c49a0fca4d1d36f2769823f0916" target="_blank">Music App Awards</a>. Faz sentido o concurso, os aplicativos de música são os mais baixados.</p>
<p>Entre os finalistas, está o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/linkin-park-8-bit-rebellion/id362709717?mt=8" target="_blank">app</a> para iPhone da banda<a href="http://itunes.apple.com/us/app/linkin-park-8-bit-rebellion/id362709717?mt=8" target="_blank"> Linkin Park,</a> que, na realidade, é um jogo que tem como trilha sonora as músicas do grupo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="700" height="550" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DKSQryLmqlA?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="700" height="550" src="http://www.youtube.com/v/DKSQryLmqlA?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/01/26/spotify-esta-quase-la/" target="_blank">Spotify está quase lá…</a></p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/nettsu/2820392037/lightbox/" target="_blank">Nettsu</a></em></p>
<div class="share_icon_emailthis"><a href="/email/?id=32457" rel="nofollow" title="Enviar por e-mail">Enviar por e-mail</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NPR Music soube unir iPhone à música</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/07/21/npr-music-soube-unir-iphone-a-musica/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/07/21/npr-music-soube-unir-iphone-a-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 19:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
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		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[NPR Music]]></category>

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		<description><![CDATA[Concordo com Eric Schmidt, diretor geral da Google, quando ele fala que, atualmente, a área de desenvolvimento de aplicativos para celular é uma das mais movimentadas. Ultimamente tenho testado diversos aplicativos para celular. Um dos que tenho mais gostado é o da NPR Music para iPhone. Logo quando eles lançaram o aplicativo, eu resolvi baixá-lo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/07/NPRmusic02.jpg"></a><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/07/nprmusic03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-30636" title="NPR Music aplicativo" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/07/nprmusic03.jpg" alt="" width="700" height="517" /></a></p>
<p>Concordo com Eric Schmidt, diretor geral da Google, quando ele fala que, atualmente, a área de <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2010/jul/02/activate-eric-schmidt-google" target="_blank">desenvolvimento de aplicativos para celular é uma das mais movimentadas</a>.</p>
<p>Ultimamente tenho testado diversos aplicativos para celular. Um dos que tenho mais gostado é o da <a href="http://www.npr.org/music/mobile/iphone-music.html" target="_blank">NPR Music</a> para iPhone. Logo quando eles lançaram o aplicativo, eu resolvi baixá-lo.</p>
<p>A NPR tem um time de mobile bem bacana, que vem fazendo algumas coisas interessantes (o app foi feito em parceria com a startup <a href="http://www.bottlerocketapps.com/" target="_blank">Bottle Rocket</a>).</p>
<p>O lançamento do aplicativo faz parte da estratégia de reformulação da própria <a href="http://www.npr.org/music/" target="_blank">NPR Music</a>, que começou lá em 2007 com o lançamento da API pública do site. A intenção é criar um hub de música que seja interessante tanto para o público erudito quanto para o mais pop.</p>
<p>A navegação simples e intuitiva chama a atenção logo de cara. O aplicativo dá acesso a todas rádios da NPR e a um catálogo bem grande de artistas, onde você pode ouvir músicas, shows completos e saber as últimas notícias sobre cada um. Os conhecidos <a href="http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=92071316" target="_blank">Tiny Desk Concerts</a>, apresentações exclusivas gravadas na redação da NPR Music, também estão presentes.</p>
<p>O aplicativo conta com funcionalidades bem comuns, outras nem tanto. É possível montar playlists, seja de músicas ou notícias e ainda há a integração com o Facebook e o Twitter. Por meio dela, você pode avisar os seus amigos o que está ouvindo.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/07/nprmusic07.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-30655" title="NPR Music" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/07/nprmusic07.jpg" alt="" width="700" height="516" /></a></p>
<p>Mesmo que você feche o aplicativo (às vezes sem querer), quando você abre o mesmo outra vez, ele pergunta se deseja continuar ouvindo a última música ou show. O aplicativo da <a href="http://www.npr.org/music/" target="_blank">NPR Music</a> retorna do ponto exato que você parou de ouvir.</p>
<p>Uma das coisas mais interessantes é que ele permite ler ou ouvir as notícias. Essa última função é simples, mas bem importante. Sempre senti a sua ausência em &#8220;consagrados&#8221; aplicativos de notícias. Normalmente, você consome uma notícia no celular quando está longe do computador, está em movimento, no trânsito, na rua. E nada mais natural do que ter a possibilidade de ouvir as notícias enquanto estiver andando na rua ou no carro.</p>
<p>Outro detalhe é que o aplicativo já foi pensado para a última versão do sistema operacional do iPhone. Ou seja, já trabalha com a funcionalidade de multitarefa. Você pode ouvir as músicas e, ao mesmo tempo, fazer outras coisas no iPhone, como checar emails e navegar na web.</p>
<p>Para mim, uma das falhas é a necessidade de estar conectado para utilizar o aplicativo, ele não salva os shows para você poder ouvir offline.</p>
<p>Mesmo assim, acredito que o <a href="http://www.npr.org/music/mobile/iphone-music.html" target="_blank">NPR Music</a> é uma amostra de que pode estar vindo uma nova geração bem mais interessante de aplicativos para iPhone.</p>
<p><em>PS &#8211; O app não está disponível na App Store brasileira. É necessário ter uma conta no exterior.</em></p>
<p><strong>Veja também: </strong><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/06/30/celular-para-arrancar-declaracoes-dos-mais-timidos-e-arredios/" target="_blank">Celular para arrancar declarações dos mais tímidos e arredios</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Spotify está quase lá&#8230;</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/01/26/spotify-esta-quase-la/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/01/26/spotify-esta-quase-la/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 03:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Spotify está caminhando para ser um negócio sustentável de música online. Qualquer serviço de mídia com DNA 100% digital que esteja se tornando sólido chama a atenção. É algo raro. Ainda não disponível no Brasil, Spotify é um serviço de streaming de música lançado em meados de 2006. Além da facilidade de uso, o serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/01/spotify_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-23145" title="Spotify" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/01/spotify_01.jpg" alt="" width="700" height="467" /></a></p>
<p><a href="http://www.spotify.com/en/" target="_blank">Spotify</a> está caminhando para ser um negócio sustentável de música online. Qualquer serviço de mídia com DNA 100% digital que esteja se tornando sólido chama a atenção. É algo raro.</p>
<p>Ainda não disponível no Brasil, <a href="http://www.spotify.com/en/" target="_blank">Spotify</a> é um serviço de streaming de música lançado em meados de 2006. Além da facilidade de uso, o serviço se destaca por ter encontrado o meio termo, ao mesmo tempo agrada gravadoras e usuários, um dos resultados mais difíceis de se conseguir no mercado de música online (no último relatório da <a href="http://www.ifpi.org/content/section_resources/dmr2009.html" target="_blank">Federação Internacional da Indústria Fonográfica</a>, o <a href="http://www.spotify.com/en/" target="_blank">Spotify</a> foi citado como bom exemplo no mercado). Possui uma versão gratuita e outra paga. Dá acesso a mais de 6,5 milhões de músicas. Tudo legalizado.</p>
<p>Para se tornar um <a href="http://www.telegraph.co.uk/technology/news/7043818/Spotify-now-makes-record-labels-money.html" target="_blank">negócio sustentável</a>, o <a href="http://www.spotify.com/en/" target="_blank">Spotify</a> precisa que 10% de seus usuários assinem a versão paga (premium), que custa 9,99 euros por mês (mais ou menos R$ 25). Por enquanto, apenas 5% a assinam, mas o <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/8478599.stm" target="_blank">crescimento é rápido</a>. Em 2009, 250 mil usuários entraram para a versão paga, que dá direito a versão móvel do serviço, qualidade melhor de áudio, além da possibilidade de ouvir as músicas em modo offline, sem estar conectado à internet.</p>
<p>O modelo de  negócios do <a href="http://www.spotify.com/en/" target="_blank">Spotify</a> não tem nada de inovador, mas está sendo bem  executado.  É o mesmo utilizado pelo <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>, <a href="http://www.wordpress.com" target="_blank">WordPress</a>, <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> (Gmail e Google Apps) e outros serviços de grife na web. O gratuito servindo de isca para o pago. A versão paga sustenta a gratuita.</p>
<p>É quase certo que os usuários da versão premium não estão pagando pela música em si, mas por comodidade, experiência e economia de tempo (não ter que ficar procurando por uma música).</p>
<p>Quando a internet saiu do mundo acadêmico e &#8220;virou comercial&#8221; existia um mito de que ninguém toleraria, de forma alguma, publicidade na web. Hoje a gente vê que as coisas não são bem assim.</p>
<p><a href="http://www.spotify.com/en/" target="_blank">Spotify</a>, por sua vez, prova que a premissa existente de que ninguém paga por um serviço online de música também não é bem assim. Nem 8 nem 80.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/11/11/maior-hit-da-era-digital/" target="_blank"> “Maior hit da era digital”</a></p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/jooon/2132097306/" target="_blank">Jon Åslund</a></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sites de sugestão de música</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/01/22/sites-de-recomendacao-de-musica/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/01/22/sites-de-recomendacao-de-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 15:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[autorecomendaçao]]></category>
		<category><![CDATA[sixtyone]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um bom tempo o YouTube é utilizado como player de música, mas agora o negócio é mais oficial. Com o nome de &#8220;YouTube Music Discovery Project and Playlist Creation Tool&#8221;, o site de vídeos lançou nesta semana uma ferramenta de recomendação de músicas. Você digita o nome de um artista e ele recomenda outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sistyone_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22986" title="The Sixty One" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sistyone_01.jpg" alt="" width="700" height="349" /></a></p>
<p>Há um bom tempo o YouTube é utilizado como player de música, mas agora o negócio é mais oficial. Com o nome de &#8220;YouTube Music Discovery Project and Playlist Creation Tool&#8221;, o site de vídeos lançou nesta semana uma ferramenta de <a href="http://www.youtube.com/disco" target="_blank">recomendação de músicas</a>.</p>
<p>Você digita o nome de um artista e ele recomenda outros relacionados. Parecido ao Last.FM ou Pandora, é possível montar listas de músicas.</p>
<p>Outro site é o <a href="http://www.thesixtyone.com/" target="_blank">The Sixty One</a>, que é de 2008, mas ganhou novo layout. Tela cheia e interface mais minimalista (lembrou o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/12/01/minhas-primeiras-impressoes-sobre-o-flavors-me/" target="_blank">Flavors.me</a>). Você pode zapear por diversos artistas mais novos.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/13/quem-esta-usando-e-abusando-dos-sites-de-streaming/" target="_blank"> Quem está usando e abusando dos sites de streaming</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Site da Billboard Brasil está no ar</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/14/site-da-billboard-brasil-esta-no-ar/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/14/site-da-billboard-brasil-esta-no-ar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[Bilboard Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[billboard]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[tv cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O site estreou com os tradicionais rankings, de paradas de sucesso, algo que consagrou a revista de música lá fora. É uma das publicações sobre música mais antigas do mundo, tem 116 anos. A  versão online brasileira da revista tem parceria com o Gengibre, serviço de microblog de voz, que será utilizado para adiantar assuntos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/billboard_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-18290" title="Bill Board Brasil" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/billboard_01.jpg" alt="Bill Board Brasil" width="640" height="405" /></a></p>
<p>O <a href="http://billboard.br.com" target="_blank">site</a> estreou com os <a href="http://billboard.br.com/#" target="_blank">tradicionais rankings</a>, de paradas de sucesso, algo que consagrou a revista de música lá fora. É uma das publicações sobre música mais antigas do mundo, tem 116 anos.</p>
<p>A  versão online brasileira da revista tem parceria com o <a href="http://gengibre.com.br/" target="_blank">Gengibre</a>, serviço de microblog de voz, que será utilizado para adiantar assuntos que serão publicados na versão impressa.</p>
<p>No Brasil, a revista tem edição do jornalista Carlos Messias, que trabalhou no Notícias MTV. A primeira edição impressa chegou às bancas nesta quarta-feira, com matéria de capa sobre Roberto Carlos, feita pelo <a href="http://twitter.com/pdralex" target="_blank">Pedro Alexandre Sanches</a>.</p>
<p>Recentemente, o programa <a href="http://www2.tvcultura.com.br/vitrine/" target="_blank">Vitrine</a>, da TV Cultura, passou uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sLwwSackHBw" target="_blank">matéria</a> bem completa sobre o lançamento da <a href="http://billboard.br.com/" target="_blank">Billboard Brasil</a>. Segue abaixo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sLwwSackHBw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="400" src="http://www.youtube.com/v/sLwwSackHBw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/13/quem-esta-usando-e-abusando-dos-sites-de-streaming/" target="_blank"> Quem está usando e abusando dos sites de streaming</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>História social do MP3</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/04/historia-social-do-mp3/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/04/historia-social-do-mp3/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 15:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Harvey]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Pitchfork]]></category>

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		<description><![CDATA[Em complemento ao texto que escrevi sobre a Era do desmanche, Eric Harvey escreveu no Pitchfork um texto muito bom sobre a &#8220;história social do MP3&#8220;. No artigo, comenta que o MP3 ajudou a atomizar a música, dividi-la em vários pedaços, sendo que cada pedaço encontrou um &#8220;agente publicitário&#8221;. Ou seja, graças ao MP3 cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/madonna09pq2.jpg"><img class="size-full wp-image-16171 alignright" title="madonna09pq" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/madonna09pq2.jpg" alt="madonna09pq" width="240" height="159" /></a>Em complemento ao texto que escrevi sobre a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/16/como-o-radiohead-e-o-wsj-entraram-na-era-do-desmanche/" target="_blank">Era do desmanche</a>, Eric Harvey escreveu no Pitchfork um <a href="http://pitchfork.com/features/articles/7689-the-social-history-of-the-mp3/3/" target="_blank">texto</a> muito bom sobre a &#8220;<a href="http://pitchfork.com/features/articles/7689-the-social-history-of-the-mp3/3/" target="_blank">história social do MP3</a>&#8220;.</p>
<p>No artigo, comenta que o MP3 ajudou a atomizar a música, dividi-la em vários pedaços, sendo que cada pedaço encontrou um &#8220;agente publicitário&#8221;.</p>
<p>Ou seja, graças ao MP3 cada fã dobrou a sua capacidade de ser um promotor e um distribuidor espontâneo de sua banda ou músico favorito.</p>
<p>Enfim, é um aspecto que não havia comentado no texto.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/16/como-o-radiohead-e-o-wsj-entraram-na-era-do-desmanche/" target="_blank"> Como o Radiohead e o WSJ entraram na Era do desmanche</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como o Radiohead e o WSJ entraram na Era do desmanche</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/16/como-o-radiohead-e-o-wsj-entraram-na-era-do-desmanche/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 00:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogging]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[desmanche]]></category>
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		<category><![CDATA[impresso]]></category>
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		<category><![CDATA[radiohead]]></category>
		<category><![CDATA[wallstreetjournal]]></category>
		<category><![CDATA[wsj]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de conservadoras, no sentido de serem acostumadas com as margens de lucro que sempre tiveram garantidas por diversas décadas e de trabalharem maciçamente em cima da força do hábito de seus consumidores (comprar/ler jornal todo dia), o que une a já antiga indústria musical à indústria de jornais é que ambas foram afetadas pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Radiohead_011.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15114" title="Radiohead_01" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Radiohead_011.jpg" alt="Radiohead_01" width="640" height="513" /></a></p>
<p>Além de conservadoras, no sentido de serem acostumadas com as margens de lucro que sempre tiveram garantidas por diversas décadas e de trabalharem maciçamente em cima da força do hábito de seus consumidores (comprar/ler jornal todo dia), o que une a já antiga indústria musical à indústria de jornais é que ambas foram afetadas pela <a href="http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=9501E4DC1131F932A25751C1A9639C8B63" target="_blank">Era do desmanche de conteúdo</a>.</p>
<p>Dois fatos recentes são a prova disso.</p>
<p>Primeiro, a banda <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395670" target="_blank">Radiohead anunciou que não vai mais lançar  álbuns</a>, mas músicas separadas. Assim que ficarem prontas, serão disponibilizadas na web.  Ou seja, a banda não pensa mais em lançar pacotes de música (álbuns), mas músicas avulsas. Desmanchou-se o pacote de música. Desde meados de 2003, a loja online de música <a href="http://www.apple.com/itunes/whatson/" target="_blank">iTunes</a> é o lado mais comercial dessa mentalidade ao tornar simples comprar música a música ao invés de um álbum inteiro.</p>
<p>Isso de desmanche, desmantelamento de pacotes de conteúdo, não é exclusivo da indústria musical.</p>
<p>Segundo fato. Em seu <a href="http://www.ft.com/cms/s/0/afcc5024-3d97-11de-a85e-00144feabdc0.html?nclick_check=1" target="_blank">novo modelo pago</a>, o <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">Wall Street Journal</a> anunciou recentemente planos de vender acesso a matérias avulsas. Ou seja, você não vai  pagar pelo pacote, o jornal inteiro, o site inteiro, mas por matéria, apenas pela  parte que lhe interessa, aquilo que quer ler.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/headphonegirl_02.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-15123" title="headphonegirl_02" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/headphonegirl_02.jpg" alt="headphonegirl_02" width="300" height="241" /></a>O que é até bom. É uma dinâmica diferente da versão impressa, na qual você é obrigado a levar para casa cadernos e matérias que não interessam. Isso acontece por que você paga pelo pacote de notícias, o jornal, e não por matéria. No impresso, o todo, que vale mais que a soma de suas partes, é o que importa.</p>
<p>Aliás, acredito que um dos maiores desafios na gestão e no modelo de negócios da indústria de jornais,  proporcionado pela digitalização de conteúdos nos anos 80 e a posterior distribuição desse conteúdo com a internet nos anos 90, é pensar o jornal não como um pacote, mas em partes.</p>
<p>No ambiente digital, o jornal como um todo é o que menos interessa, as partes é que contam. No novo modelo do <a href="http://www.wsj.com" target="_blank">Wall Street Journal</a> cada matéria se torna um produto separado. Isso muda não somente a dinâmica com anunciantes, mas a gestão da redação, cada matéria tem que ser um hit. Igual ao que está acontecendo na área de música com a venda de músicas avulsas, o músico, a banda fica na obrigação de criar hits.</p>
<p>Quem trabalha com blogs há algum tempo (tem um trabalho consistente e quase diário) sabe que pensar desse jeito não é tão estranho. Pela minha experiência, percebo que autores de blogs, jornalistas ou não, pensam assim. Cada post deve ser um hit.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wsjnewgirl.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15117" title="wsjnewgirl" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wsjnewgirl.jpg" alt="wsjnewgirl" width="300" height="354" /></a>Deve-se  produzir um post como se ele fosse um &#8220;único produto&#8221;, muitas pessoas só vão visitar aquele post ou conhecer o blog por meio dele, como se não existisse nada antes nem depois (esse assunto é comentado no livro <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/14/em-livro-30-super-herois-dos-blogs/" target="_blank">Blogging Heroes</a>, que reúne entrevistas com os mais importantes autores de blogs em inglês).</p>
<p>Voltando para mais perto da questão do jornal, se a gente pudesse montar hoje em dia o jornal que realmente queremos, certamente seria um &#8220;frankenstein&#8221;, com um colunista de um, o blogueiro de outro, a parte de esportes de mais um e a parte de internacional de um jornal lá de não sei onde.</p>
<p>Na prática, no ambiente digital, já fazemos isso. Lemos sobre tecnologia em um blog, sobre esportes em um portal, sobre política no outro e damos uma olhada nas informações sobre trânsito em mais outro, que é concorrente dos dois primeiros. Enfim, já trabalhamos com o desmanche de conteúdo há muito tempo.</p>
<p>E quem trabalha com TV já deve ter percebido que isso não acontece somente na indústria musical e de jornais. Cada vez mais os programas de TV são divididos e conceituados em quadros pequenos. E o programa, quando publicado na web, não é disponibilizado apenas na íntegra, mas em quadros, fragmentado, como um disco que foi colocado música por música na web.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/tv02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15191" title="Televisão" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/tv02.jpg" alt="Televisão" width="640" height="426" /></a></p>
<p>Se isso da Era do desmanche de pacotes de conteúdo é bom? Como sempre, acredito que a verdade sobre esses novos fenômenos, que muitas vezes em essência não são tão novos (<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/13/jornalismo-cidadao-nao-existe/" target="_blank">jornalismo cidadão</a>, mídias sociais, blogs etc.), esteja no meio termo. Por um lado, o desmantelamento facilita a personalização de conteúdos e o funcionamento de filtros (sejam eles humanos ou robôs). Não precisamos gastar dinheiro nem tempo com o que não nos interessa, músicas chatas, matérias que não interessam e quadros que não gostamos em programas de TV.</p>
<p>Mas por outro lado podemos ficar  acostumados a ouvir somente o que gostamos (posso ouvir só a música que gostei), a ler somente o que ratifica a nossa visão de mundo (leio apenas matérias avulsas), e isso  faz fechar nossa visão de mundo. Lemos, ouvimos e assistimos apenas àquilo que reforça o que já acreditamos. Polariza um pouco as coisas.</p>
<p>E um lado bom dos pacotes inteiros de conteúdo é esse, junto com o conteúdo que interessa, ele traz muito ruído, mas também aquela visão de mundo discordante, aquele conteúdo que destoa  do que gostamos, e que é tão necessário para a nossa formação, o contraditório, a diversidade.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/14/muito-alem-dos-visionarios-da-eletricidade-e-da-internet/" target="_blank"> Muito além dos “visionários” da eletricidade e da internet</a></p>
<p><em>Crédito das fotos: divulgação (1 e 3), <a href="http://www.flickr.com/photos/deleatur/3313626030/" target="_blank">Madder Carmine </a>(2) e </em><em><a href="http://www.flickr.com/photos/ro_buk/2572918128/" target="_blank">Ro Buk</a> (4)<br />
</em></p>
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