Versão beta do Guardian

Semelhante ao NYTimes e ao seu beta620, o Guardian lançou uma página que reúne projetos experimentais e protótipos da publicação.

A intenção é parecida com a do jornal nova-iorquino – além de incentivar a pesquisa de novos projetos e tentar associar a sua marca à inovação, obter ainda na fase de “início” um feedback maior de seus produtos.

Entre os projetos em destaque, uma versão do Guardian otimizada para telas grandes e um sistema de busca de viagens.

Veja também: Dois laboratórios, dois diários

Publicado por Tiago Dória, em 26 de outubro de 2011 (Quarta-feira).
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Guardian open news: uma boa ideia, mas mal implementada

O Guardian lançou nesta semana um experimento chamado Newslist (#opennews). Uma lista das pautas que estão sendo trabalhadas pelo Guardian é publicada diariamente no site do jornal. A intenção é que os leitores acompanhem dia a dia as pautas e façam sugestões e comentários.

As pessoas podem fazer comentários por meio da hashtag #opennews.

Semelhante a diversos projetos ditos “open”  na internet, o Newslist é “open” até certo ponto. Matérias de fôlego e exclusivas não entram na lista pública.

Ser furão ainda é uma das qualidades mais valorizadas num jornalista. E um profissional que comete furos certamente não gostaria de ver aquela pauta exclusiva exposta para qualquer um.

Contudo, a principal questão do projeto nem é essa, mas sim a forma como foi implementado.

A lista de pautas é apresentada numa planilha inserida em um blog, formato que, cá entre nós, não é lá muito atraente para um leitor. Faria mais sentido uma interface mais dinâmica, na qual as pessoas pudessem comentar e votar nas pautas.

A implementação desse experimento do Guardian é um exemplo de algo que bato na tecla há tempos. Jornalistas que trabalham com web precisam ter noções de UX (user experience). Colocar uma planilha num blog não é a melhor forma de engajar uma audiência.

Veja também: Guardian: mais um jornal com base em HTML5

Publicado por Tiago Dória, em 11 de outubro de 2011 (Terça-feira).
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Guardian: mais um jornal com base em HTML5

Depois do jornal Financial Times, o Guardian ganhou uma versão para tablets que emula a utilização de um aplicativo.

A versão roda no próprio navegador, dispensando a passagem por qualquer loja de aplicativos.

Diferente da versão do Financial Times, a do Guardian é não-oficial.

Na realidade, foi criada pelo desenvolvedor Paul Haine a partir da API pública do jornal inglês. Haine fez parte da equipe de desenvolvimento do Guardian.

A versão está em g.joeblade.com (ainda em caráter experimental).

O lançamento mostra não somente o potencial dos “aplicativos web”, mas também o de um jornal ter uma API pública.

Veja também: Compra do Summize pelo Twitter mostra a importância da API pública

Publicado por Tiago Dória, em 20 de junho de 2011 (Segunda-feira).
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Guardian: guia de blogs e participação em comentários

O Guardian publicou nesta terça-feira um guia interno de blogs e participação em comentários. São 8 recomendações e não regras.

Para algumas publicações nativas da internet, diversas das recomendações são usuais – fazer links externos para fontes e documentos citados em um post, participar das discussões nos comentários, incentivar a participação dos leitores.

Na semana passada, a BBC atualizou e republicou o seu manual de redação, com destaque para o uso das plataformas de redes sociais.

Veja também: Governo brasileiro lança cartilha de redação web

Publicado por Tiago Dória, em 19 de outubro de 2010 (Terça-feira).
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Como funciona o jornal que não quer ser mais jornal

Vídeo produzido pelo próprio Guardian explica um pouco a estratégia de transformar o jornal em uma plataforma aberta de conteúdo.

Veja também: Guerra de APIs de jornais

Publicado por Tiago Dória, em 9 de setembro de 2010 (Quinta-feira).
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Guardian começa a utilizar o Paper.li

É quase padrão. A editoria de tecnologia sempre é a primeira a experimentar novas ferramentas e abordagens. Os livebloggings, por exemplo, tão comuns na área de política durante as eleições já são feitos há um bom tempo por jornalistas de tecnologia em lançamentos de produtos.

Com o Guardian não é diferente. A editoria de tecnologia é a primeira a utilizar o Paper.li, site que comentei há algum tempo por aqui.

Com base em um perfil, o Paper.li produz um resumo diário do Twitter em formato de jornal online. É bem útil para pessoas que não têm tempo nem paciência para ficar o dia inteiro pendurado no Twitter, mas querem saber o que de mais relevante foi publicado no site nas últimas 24 horas.

O perfil do Guardian está em http://paper.li/guardiantech.

E quem quiser conferir o meu, ele está em http://www.paper.li/tdoria.

Veja também: Plugin do Guardian para WordPress

Publicado por Tiago Dória, em 25 de agosto de 2010 (Quarta-feira).
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Os 100 mais influentes da mídia

O Guardian publicou a sua lista anual dos 100 influentes da área de mídia.

O detalhe é, uma vez mais, a quantidade crescente de pessoas da área de tecnologia e de mídias digitais que entra na seleção.

Steve Jobs, por exemplo, cocriador da Apple, lidera o ranking, seguido de Sergey Brin e Larry Page, fundadores da Google, que, no ano passado, estavam em primeiro lugar na lista.

Jobs é lembrado como uma pessoa que mudou a forma como consumimos mídia; Brin e Page, por terem criado uma empresa que busca organizar a informação no mundo.

Além disso, neste ano, estrearam na lista Sam e Dan Houser, criadores da produtora de games Rockstar Games, responsável pelo sucesso da série de jogos GTA. Os dois são descritos como “as primeiras estrelas mundiais dos games”.

Sinal dos novos tempos?

10 anos quem liderava o ranking era Rupert Murdoch, seguido de Bill Gates.

Veja também: Contadores de histórias são os mais inovadores

Publicado por Tiago Dória, em 20 de julho de 2010 (Terça-feira).
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Plugin do Guardian para WordPress

O Guardian lançou um plugin para WordPress que permite publicar o conteúdo do jornal diretamente em um blog. Sem necessidade de copiar e colar textos.

O plugin tem a intenção de facilitar a vida de autores de blogs que gostam de republicar uma matéria do jornal, acompanhada ou não de um comentário pessoal.

O funcionamento do plugin é bem simples:

Depois de instalado, na seção Posts (artigos) do WordPress, aparece o link Guardian News Feed. Ao clicar nele, você tem acesso a uma lista das principais notícias do Guardian, prontas para serem publicadas, com texto, títulos, fotos e até palavras-chaves (imagem acima).

Você pode editar o texto da notícia acrescentando um comentário pessoal acima da matéria. Fora isso, você não pode alterar mais nada no texto  – modificações em links e imagens, por exemplo, não são permitidas (imagem abaixo).

Para utilizar o plugin, que é gratuito, é necessário inserir um código, liberado via registro no site do Guardian Open Platform – procedimento normal sempre quando você utiliza a API de um serviço de internet (o conteúdo do plugin é inserido via API do Guardian).

O plugin tem dois detalhes que podem desagradar algumas pessoas – com a matéria vem a publicidade do Guardian (você é obrigado a publicá-la junto com a notícia), além disso não existe muito critério na formação da lista de matérias que podem ser publicadas via plugin.

No meu blog, a lista era formada, em sua maioria, por notícias de esportes. O ideal seria ter um filtro “inteligente” que indicasse conteúdos do Guardian alinhados com o do meu blog.

O lançamento do plugin faz parte da “filosofia” de transformar o Guardian em uma plataforma aberta de conteúdo, assunto que você tem lido aqui, no blog.

Veja também: Guerra de APIs de jornais

Publicado por Tiago Dória, em 4 de julho de 2010 (domingo).
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“Twitter visualization” do Guardian

A interface do Guardian tem uma diferença. Permite rever como foi a movimentação no Twitter em partidas anteriores.

Percebe-se, claro, que, na hora dos gols, dos cartões amarelos e do início da partida, a quantidade de tweets aumenta.

Mais uma amostra de que como a “visualização de dados” anda na moda, principalmente na cobertura desta Copa do Mundo.

Veja também: Twitter Buzz da CNN (twitter visualization)

Publicado por Tiago Dória, em 15 de junho de 2010 (Terça-feira).
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