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	<title>Tiago Dória Weblog &#187; google</title>
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	<description>Doses diárias de cultura digital, tecnologia e mídia</description>
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		<title>Google Telecom &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2012/02/06/google-telecom-parte-3/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 01:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[fibra ótica]]></category>
		<category><![CDATA[Google Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
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		<description><![CDATA[A Google deu mais um passo em seu objetivo de se transformar em uma empresa verticalizada de comunicação, que forneça não somente serviços, mas também infraestrutura. A empresa passará a fornecer rede de fibra ótica própria para os cidadãos de Kansas, nos EUA. O objetivo é que a velocidade de conexão da rede da Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2012/02/fibraotica02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-46975" title="Fibra ótica" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2012/02/fibraotica02.jpg" alt="" width="720" height="480" /></a></p>
<p>A Google deu mais um passo em seu objetivo de se transformar em uma empresa verticalizada de comunicação, que forneça não somente serviços, mas também infraestrutura.</p>
<p>A empresa passará a <a href="http://googlefiberblog.blogspot.com/2012/02/weve-measured-utility-poles-weve.html" target="_blank">fornecer rede de fibra ótica</a> própria para os cidadãos de Kansas, nos EUA. O objetivo é que a velocidade de conexão da rede da Google seja cem vezes mais veloz que uma conexão normal com a qual os americanos estão acostumados.</p>
<p>A instalação da rede começou nesta semana na cidade.</p>
<p>Desde que Larry Page foi nomeado como CEO da Google, era meio que esperada essa movimentação. Page é <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/17/confessionario-de-um-xoogler/" target="_blank">visto</a> como o principal &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sponsor_(commercial)" target="_blank">sponsorship</a>&#8221; do projeto de a Google ter uma rede própria de telecomunicação.</p>
<p>Para entender a importância desse movimento da Google, é necessário resgatar uma visão muito comum em alguns setores das áreas de TI e telecom &#8211; ver a internet como uma plataforma com duas camadas.</p>
<p>Numa camada estão as aplicações &#8211; Twitter, Facebook, Skype &#8211; e as barreiras de entrada são baixíssimas. É aberta, colaborativa, grátis etc. Dominada por diversas empresas. Normalmente, quando se fala em &#8220;internet&#8221;, é logo essa camada que vem à mente da maioria das pessoas e da imprensa.</p>
<p>A outra camada é a infraestrutura, onde as barreiras de entrada são bem altas e é dominada por poucas empresas &#8211; as de telecom.</p>
<p>O que a Google está fazendo é tentar ocupar essa camada da internet, onde as barreiras de entrada são altas.</p>
<p>Ter a sua própria infraestrutura pode dar vantagem competitiva à Google em relação a concorrentes, como Facebook, Twitter e Netflix,.</p>
<p>Apesar de terem milhões de usuários, Facebook, Twitter e Netflix não dominam essa última camada &#8211; dependem de terceiros, para que seus serviços cheguem aos usuários finais. No ano passado, o Netflix, por exemplo, foi prejudicado por uma <a href="http://gigaom.com/video/att-bandwidth-cap-netflix/" target="_blank">decisão da AT&amp;T</a>.</p>
<p>Não é uma movimentação fácil. A última empresa a tentar algo foi a Microsoft no final de 2011, que anunciou parcerias com diversas operadoras de telecom durante o lançamento do <a href="http://www.microsoft.com/presspass/press/2011/dec11/12-04Xbox360TV.mspx" target="_blank">novo dashboard do Xbox 360</a>, voltado para o consumo de TV no console de games.</p>
<p>O <a href="http://venturebeat.com/2011/10/24/google-fiber-europe/">projeto da Google é maior</a>, envolve o uso de rede própria e faz com que a empresa passe a concorrer com as operadoras de telecom.</p>
<p>Aos poucos e de forma experimental, a Google Telecom vai saindo do papel.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/17/confessionario-de-um-xoogler/" target="_blank">Confessionário de um Xoogler</a></p>
<p><em>Crédito das fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/38471709@N02/5353281594/" target="_blank">Mal-irl</a></em></p>
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		<item>
		<title>A caixa-preta personalizada da Google</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2012/01/11/a-caixa-preta-personalizada-da-google/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Google Plus]]></category>
		<category><![CDATA[semantica]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem bem começou o ano e a Google anunciou modificações importantes em um dos produtos mais utilizados na web. Por meio do recurso Search plus Your World, a empresa integrará dados e conteúdos do Google+ em seu sistema de busca, que ficará mais personalizado. Perfis e conteúdos, publicados e indicados por contatos que estão no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2012/01/flightrecorder.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-46287" title="Caixa-preta" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2012/01/flightrecorder.jpg" alt="" width="720" height="540" /></a></p>
<p>Nem bem começou o ano e a Google anunciou modificações importantes em um dos produtos mais utilizados na web. Por meio do recurso <a href="http://googlebrasilblog.blogspot.com/2012/01/pesquisa-mais-seu-mundo.html" target="_blank">Search plus Your World</a>, a empresa integrará dados e conteúdos do Google+ em seu sistema de busca, que ficará mais personalizado.</p>
<p>Perfis e conteúdos, publicados e indicados por contatos que estão no Google+, ganharão destaque especial nos resultados das buscas.</p>
<p>Na realidade, o <a href="http://googlebrasilblog.blogspot.com/2012/01/pesquisa-mais-seu-mundo.html" target="_blank">Search plus Your World</a> é uma extensão mais radical do recurso <a href="http://support.google.com/websearch/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=165228" target="_blank">Google Social Search</a>, porém, desta vez, os dados de origem vêm do Google+.</p>
<p>A notícia da alteração chegou a ofuscar as informações que estavam vindo lá da CES 2012, tradicional feira de eletrônicos que acontece em Las Vegas, nos EUA.</p>
<p>Dois motivos chamam a atenção nas modificações:</p>
<p>É a primeira vez que a Google, abertamente, favorece conteúdo de uma empresa nas buscas. No caso, conteúdo dela mesma, o que vai contra a premissa histórica da Google de não dar maior relevância ao conteúdo desta ou daquela empresa nos resultados de buscas.</p>
<p>O <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/05/30/por-uma-dieta-saudavel-de-informacoes/" target="_blank">Google continua sendo uma caixa-preta</a>. Mas, desta vez, está mais transparente. O <a href="http://googlebrasilblog.blogspot.com/2012/01/pesquisa-mais-seu-mundo.html" target="_blank">Search plus Your World</a> é opcional. Existe a possibilidade de desativar as buscas personalizadas. Ou seja, você tem mais controle sobre a forma como a busca é customizada.</p>
<p>De imediato quem mais sai prejudicado com o novo recurso é o Twitter, que tinha boa parte de seu conteúdo apresentado nos primeiros resultados das buscas. Desde que se <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/09/15/novo-twitter-deixa-evidente-diferencas-com-o-facebook/" target="_blank">assumiu como uma empresa de conteúdo</a> e, deste modo, viver exclusivamente de publicidade, o Twitter necessita de pageviews para rechear os seus relatórios de audiência. Com a má colocação nos resultados, os pageviews decaem. A chiadeira do Twitter é justificável; é uma questão de sobrevivência.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2012/01/googleplussearch.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-46286" title="Google+ busca" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2012/01/googleplussearch.jpg" alt="" width="720" height="468" /></a></p>
<p>O Facebook é um caso à parte. Até hoje me pergunto quantas pessoas realmente usam a funcionalidade de busca na plataforma de rede social. O grande potencial do Facebook está em ser um importante <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/06/com-skype-facebook-reafirma-ser-um-utilitario-de-comunicacao/" target="_blank">utilitário de comunicação</a> para o usuário final e uma exclusiva e segmentada base de dados para empresas e anunciantes. Busca é algo importante para o Facebook, mas talvez não na dimensão em que é supervalorizada em diversos artigos.</p>
<p>Além de ser uma etapa importante no projeto de incrementar os resultados das buscas e de fazer o Google+ uma camada social e um fator de integração entre todos os produtos da Google, o Search plus Your World parece ser mais uma <a href="https://plus.google.com/112063946124358686266/posts/3S5mWZqHEYn" target="_blank">tentativa de atrair mais produtores de conteúdo</a> para o Google+. Publique o seu conteúdo no Google+ e ele aparecerá em destaque nos resultados das buscas.</p>
<p>Aliás, desde as modificações anteriores em seu sistema de busca, a Google vem favorecendo quem produz conteúdo original na web, ao fornecer <a href="http://searchengineland.com/google-adds-authorship-rich-snippet-markup-80455" target="_blank">suporte para certas tags</a> e associações de perfil do Google+ (<a href="http://www.mestreseo.com.br/google/agent-rank-um-modelo-para-reconhecimento-de-autores" target="_blank">Google Agent Rank</a>)</p>
<p>A grande questão é se a mudança incentivará as pessoas a começarem a usar ou a utilizar com mais intensidade o Google+?</p>
<p>Até agora, o “<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/12/08/os-pesos-pesados-da-internet-andam-em-rede/" target="_blank">overwhelmed consumer factor</a>” parece jogar contra a Google e a favor de Twitter e Facebook. Talvez as duas empresas nem precisem <a href="http://daringfireball.net/linked/2012/01/10/antitrust-plus" target="_blank">recorrer a recursos jurídicos</a>, leis antitruste, para minimizar a movimentação da Google.</p>
<p>Cada vez mais, as pessoas estão ocupadas e entupidas de informações, não tendo tempo nem paciência para mudar da plataforma habitualmente utilizada e que lhes é eficiente.</p>
<p>Quando começam a surgir muitas opções, você fica confuso e acaba optando pela alternativa mais segura. Ou seja, deixar como está.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/10/14/o-futuro-do-google-esta-nas-redes-privadas/" target="_blank">O futuro do Google+ está nas “redes privadas”?</a></p>
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		<title>Busca em 6 minutos</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/11/28/busca-em-6-minutos/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Google divulgou um material interessante sobre a evolução da busca na web. Em um vídeo de 6 minutos, a empresa mostra um histórico de seu sistema de busca, hoje peça-chave no gerenciamento de bits na rede. Uma das poucas empresas no Vale do Silício que, nos anos 90, acreditou que busca poderia ser produto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/11/timelinebuscagd.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-45574" style="border: 0pt none;" title="Timeline busca" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/11/timelinebusca.jpg" alt="" width="720" height="405" /></a></p>
<p>A Google divulgou um material interessante sobre a <a href="http://googleblog.blogspot.com/2011/11/evolution-of-search-in-six-minutes.html" target="_blank">evolução da busca na web</a>.</p>
<p>Em um vídeo de 6 minutos, a empresa mostra um histórico de seu sistema de busca, hoje peça-chave no gerenciamento de bits na rede.</p>
<p>Uma das poucas empresas no Vale do Silício que, nos anos 90, acreditou que <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/11/21/%e2%80%9cthat%e2%80%99s-a-feature-not-a-product%e2%80%9d/" target="_blank">busca poderia ser produto</a> e não apenas funcionalidade, a Google faz, em média, 500 melhorias por ano em seu sistema de busca. Algumas são imperceptíveis para o usuário final. Outras nem tanto, como o <a href=" http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/09/09/google-instant-e-o-que-falta-ser-explorado-nas-buscas/" target="_blank">Google Instant</a> e o <a href="http://www.google.com/mobile/voice-search/" target="_blank">Google Voice Search</a>.</p>
<p>É um dos primeiros vídeos em que a empresa reconhece que, cada vez mais, as pessoas têm dificuldade de encontrar o conteúdo que querem na web.</p>
<p>O futuro da busca? Segundo a Google, passa por uma mistura de inteligência artificial, assistente pessoal e reconhecimento de voz, permitindo assim responder a perguntas mais complexas e, cada vez mais, rápido (tenho impressão que esse trecho do vídeo ajudará a aumentar as especulações de que o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Siri_%28software%29" target="_blank">Siri</a> da Apple representa uma ameaça para a Google).</p>
<p>Aliás, durante todo o vídeo, a empresa deixa evidente a sua <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/06/14/a-obsessao-da-google-por-velocidade/" target="_blank">obsessão pela velocidade</a>, o que pode ajudar a passar a impressão errônea de que para a Google o atual problema dos sistemas de busca é somente uma questão de velocidade e não de relevância e qualidade dos resultados das pesquisas.</p>
<p>Junto com o vídeo, a empresa publicou uma linha do tempo da busca <em>(imagem que abre o post).</em></p>
<p><object width="720" height="396" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mTBShTwCnD4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="720" height="396" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/mTBShTwCnD4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/06/historias-escondidas-nas-buscas/" target="_blank">Histórias escondidas nas buscas</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>De círculo em círculo no Google+</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/11/25/de-circulo-em-circulo-no-google/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/11/25/de-circulo-em-circulo-no-google/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 20:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Plus]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana, a Google estreou dois comerciais sobre o Google+. O primeiro fez a sua estreia na TV durante o feriado de Ação de Graças, nos EUA. O segundo apareceu no YouTube. Tem um apelo mais afetivo. Com os dizeres “Sharing …but like real life”, os dois comerciais destacam a funcionalidade &#8220;Circles&#8221; do Google+, que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, a Google estreou dois comerciais sobre o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/03/google-e-facebook-prometem-jogar-xadrez/" target="_blank">Google+</a>.</p>
<p>O <a href="http://youtu.be/GRmDGvdkg8E" target="_blank">primeiro</a> fez a sua estreia na TV durante o feriado de Ação de Graças, nos EUA.</p>
<p><object width="720" height="396" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GRmDGvdkg8E?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="720" height="396" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/GRmDGvdkg8E?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>O <a href="http://youtu.be/sVf3UaZePC8" target="_blank">segundo</a> apareceu no YouTube. Tem um apelo mais afetivo.</p>
<p><object width="720" height="396" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sVf3UaZePC8?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="720" height="396" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/sVf3UaZePC8?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Com os dizeres “Sharing …but like real life”, os dois comerciais destacam a funcionalidade &#8220;<a href="http://www.google.com/support/plus/bin/answer.py?hl=pt-BR&amp;answer=1047805&amp;topic=1257347" target="_blank">Circles</a>&#8221; do <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/03/google-e-facebook-prometem-jogar-xadrez/" target="_blank">Google+</a>, que, por incrível que pareça, é vista como uma faca de dois gumes do serviço.</p>
<p>Para alguns, o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/10/14/o-futuro-do-google-esta-nas-redes-privadas/" target="_blank">futuro do Google+ passa justamente pelas redes privadas</a> que podem ser construídas à medida que você separa e organiza os seus contatos em círculos.</p>
<p>Para outros, o &#8220;<a href="http://www.google.com/support/plus/bin/answer.py?hl=pt-BR&amp;answer=1047805&amp;topic=1257347" target="_blank">Circles</a>&#8221; é exatamente <a href="http://www.fastcompany.com/1767807/running-in-circles-on-google" target="_blank">a contradição do Google+</a>. Na vida real, nós não separamos os nossos amigos, familiares e colegas em círculos, de forma consciente e cartesiana, mas sim de modo subconsciente e caótico. A todo momento estamos mudando as pessoas de &#8220;círculo&#8221;. Em um dia, podemos colocar a mesma pessoa em diversos &#8220;círculos&#8221;.</p>
<p>Círculo por círculo, a grande questão é se os comerciais ajudarão a Google a aumentar a taxa de adesão ao serviço. A empresa ainda costuma utilizar pouco a TV para divulgar seus produtos.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/12/estao-confiando-no-taco-do-google/" target="_blank">Estão confiando no taco do Google+</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google Telecom &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/11/04/google-telecom-parte-2/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/11/04/google-telecom-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 11:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Google TV]]></category>
		<category><![CDATA[telecom]]></category>
		<category><![CDATA[triple play]]></category>

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		<description><![CDATA[A Google anunciou que planeja oferecer uma rede de fibra ótica na cidade de Kansas, nos EUA. Segundo o Wall Street Journal, a intenção é fornecer não somente infraestrutura, mas serviços &#8220;triple play&#8221; &#8211; TV a cabo, telefonia e acesso à banda larga. O serviço de TV seria disponibilizado por meio da Google TV, projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Google TV" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2010/05/watchtv.jpg" alt="" width="700" height="467" /></p>
<p>A Google anunciou que planeja oferecer uma rede de fibra ótica na cidade de Kansas, nos EUA.</p>
<p>Segundo o <a href="http://online.wsj.com/article_email/SB10001424052970204621904577016352676478994-lMyQjAxMTAxMDAwMzEwNDMyWj.html" target="_blank">Wall Street Journal</a>, a intenção é fornecer não somente infraestrutura, mas serviços &#8220;triple play&#8221; &#8211; TV a cabo, telefonia e acesso à banda larga.</p>
<p>O serviço de TV seria disponibilizado por meio da <a href="http://www.google.com/tv/" target="_blank">Google TV</a>, projeto que estaria passando por uma reformulação.</p>
<p>Há algum tempo, comentei sobre o quanto a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/24/google-telecom-mais-proxima-da-realidade/" target="_blank">Google Telecom começa a ganhar corpo</a>, principalmente depois que Larry Page assumiu a diretoria da empresa.</p>
<p>Desde agosto, a <a href="http://www.networkworld.com/news/2011/082311-google-fiber-250010.html" target="_blank">Google fornece uma rede de fibra ótica</a> para parte das pessoas residentes em Palo Alto, nos EUA.</p>
<p>Ao entrar no negócio de infraestrutura, a Google ganha uma vantagem sobre as demais empresas, que dependem de terceiros para fazer com que os seus serviços cheguem aos usuários finais. Por outro lado, com o posicionamento, a Google ganha novos competidores – as empresas de telecom.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/24/google-telecom-mais-proxima-da-realidade/" target="_blank">Google Telecom mais próxima da realidade</a></p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/d-reichardt/4348924495/" target="_blank">d-reichardt</a></em></p>
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		<title>Vetado pela Google, Paul Adams lança novo livro em novembro</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 01:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Adams]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>

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		<description><![CDATA[Paul Adams é, atualmente, um dos principais profissionais do segmento de plataformas de redes sociais. É também protagonista de uma das histórias mais mal contadas sobre demissões e admissões em empresas de tecnologia. Durante quatro anos, Adams foi pesquisador de UX da Google. Acabou se transformando no principal teórico por trás do Google+. Em colaboração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://twitter.com/#!/Padday" target="_blank">Paul Adams</a> é, atualmente, um dos principais profissionais do segmento de plataformas de redes sociais. É também protagonista de uma das histórias mais mal contadas sobre demissões e admissões em empresas de tecnologia.</p>
<p>Durante quatro anos, Adams foi pesquisador de UX da Google. Acabou se transformando no principal teórico por trás do Google+. Em colaboração com a empresa de busca, o pesquisador chegou a escrever um livro sobre o tema &#8211; &#8220;<a href="http://www.thinkoutsidein.com/blog/2010/05/book-update-cover-and-interior-design/" target="_blank">Social Circles</a>&#8220;, o qual não foi publicado.</p>
<p>Adams pediu demissão da Google em dezembro de 2010. Foi para o Facebook, onde virou gerente de produtos.</p>
<p>Sem Adams, o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/03/google-e-facebook-prometem-jogar-xadrez/" target="_blank">Google+</a> foi lançado em junho de 2011. E, segundo o americano, a Google vetou a publicação de &#8220;<a href="http://www.thinkoutsidein.com/blog/2010/05/book-update-cover-and-interior-design/" target="_blank">Social Circles</a>&#8220;, que chegou a entrar no catálogo da Amazon.</p>
<p>Depois do episódio, Adams chegou a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/14/numeros-oficiais-do-google/" target="_blank">lavar roupa suja em público</a>. Apesar de ter sido o principal pesquisador responsável pelo Google+, alegou que o seu trabalho &#8220;não tinha espaço na Google&#8221;.  A empresa de busca, por sua vez, nunca deu a sua versão dos fatos.</p>
<p>O funcionário do Facebook começou a produzir <a href="http://www.amazon.com/Grouped-groups-friends-influence-social/dp/0321804112" target="_blank">Grouped</a>, livro com conteúdo e análises semelhantes às do livro não lançado. Está previsto para chegar às livrarias em 26 de novembro.</p>
<p>É quase que uma versão adaptada de &#8220;<a href="http://www.thinkoutsidein.com/blog/2010/05/book-update-cover-and-interior-design/" target="_blank">Social Circles</a>&#8220;.</p>
<p>Contudo, com as adaptações feitas, o livro perdeu um pouco de vigor. Pela capa e sinopses que <a href="https://plus.google.com/u/0/101235095970404720691/posts/JVipzSdS8ZC?hl=en" target="_blank">Adams postou no próprio Google+</a>, parece ser mais um livro que analisa as plataformas de redes sociais do ponto de vista do marketing.</p>
<p>Mas como quem vê capa nem sempre vê conteúdo, para entender um pouco o que vem pela frente, vale a pena dar uma olhada na <a href="http://vimeo.com/29576241" target="_blank">apresentação de Adams</a> na última UX Week.</p>
<p>O americano bate naquela tecla. Cada vez mais, a internet é feita em torno de pessoas. E para compreendê-la, você deve entender muito mais de pessoas do que simplesmente de tecnologia ou de negócios.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/29576241?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="720" height="405"></iframe></p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/10/14/o-futuro-do-google-esta-nas-redes-privadas/" target="_blank">O futuro do Google+ está nas “redes privadas”?</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O futuro do Google+ está nas &#8220;redes privadas&#8221;?</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/10/14/o-futuro-do-google-esta-nas-redes-privadas/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 02:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Bradley Horowitz]]></category>
		<category><![CDATA[Google Plus]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarenta milhões de pessoas criaram um perfil no Google+, plataforma de rede social da Google com 4 meses de vida. O número foi divulgado por Larry Page, CEO da Google, durante a apresentação do balanço financeiro do terceiro trimestre da empresa. Nesta semana, junto com a divulgação dos números, engenheiros da Google deram para falar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/10/gpluslogo.jpg"><img class="size-full wp-image-44670 aligncenter" style="border: 0pt none;" title="Google Plus" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/10/gpluslogo.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a></p>
<p>Quarenta milhões de pessoas criaram um perfil no <a href="http://plus.google.com" target="_blank">Google+</a>, plataforma de rede social da Google com 4 meses de vida. O número foi divulgado por Larry Page, CEO da Google, durante a apresentação do <a href="http://investor.google.com/earnings/2011/Q3_google_earnings.html" target="_blank">balanço financeiro do terceiro trimestre</a> da empresa.</p>
<p>Nesta semana, junto com a divulgação dos números, engenheiros da Google deram para falar até os cotovelos em redes sociais e publicações.</p>
<p>Primeiro, <a href="https://plus.google.com/110981030061712822816/posts" target="_blank">Steve Yegge</a> que deixou vazar uma <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2011/10/13/navegante/1318498774.html" target="_blank">mensagem voltada aos colegas de empresa</a>, na qual fazia críticas à demora do Google+ em lançar APIs públicas. Yegge chamou de &#8220;patético&#8221; o projeto da própria empresa da qual faz parte.</p>
<p>Depois, <a href="https://plus.google.com/113116318008017777871/posts" target="_blank">Bradley Horowitz</a>, vice-presidente de produtos do Google+, que, em <a href="http://allthingsd.com/20111012/we-are-absolutely-in-a-feature-race-says-bradley-horowitz-of-google/" target="_blank">entrevista ao Wall Street Journal</a>, admitiu que a Google está numa corrida com o Facebook. Uma competição por funcionalidades.</p>
<p>Nesta corrida, a qual <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/03/google-e-facebook-prometem-jogar-xadrez/" target="_blank">chamei de jogo de xadrez</a>, a Google deu um passo importante. Adicionou ao Google+ um <a href="https://plus.google.com/107117483540235115863/posts/dXovwc1hSyY" target="_blank">sistema de busca em tempo real</a>. Funcionalidade na qual o Google se destaca há tempos, enquanto que o Facebook e o Twitter ainda são deficitários em termos de tecnologia. O DNA da Google está na busca.</p>
<p>É de se questionar quantos usuários realmente usam a busca interna nas plataformas de redes sociais, mas não dá para negar que a funcionalidade imprime mais relevância e uma noção de temporalidade a uma plataforma.</p>
<p>Uma <a href="http://www.orkut.com/AlbumsExport" target="_blank">integração com o Orkut</a>, para migrar fotos, e outra com o YouTube, para <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/you_can_now_connect_your_youtube_google_plus_accou.php" target="_blank">compartilhar conteúdo e conversar com outras pessoas</a> que estejam assistindo a um mesmo vídeo, também foram disponibilizadas ao público.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/10/googleplus_perfil.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-44693" title="Google Plus" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/10/googleplus_perfil.jpg" alt="" width="720" height="400" /></a></p>
<p>Contudo, a afirmação mais interessante de Horowitz é a que ratifica algo que era apontado por pesquisas. O <a href="http://plus.google.com" target="_blank">Google+</a> estaria pegando uma pequena fatia de mercado que não é muito bem atendida pelo <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a> e <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a> &#8211; a de pessoas que não querem fazer <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Broadcast" target="_blank">broadcast</a>, mas sim compartilhar e conversar de forma privada com as suas redes pessoais (o Facebook lançou recentes funcionalidades que permitem o compartilhamento privado, porém, o incentivo é outro).</p>
<p>Para gerar mais tráfego e tempo de uso, e assim rechear os seus relatórios de audiência, as atuais plataformas de redes sociais incentivam as pessoas, além de correr atrás de seguidores, a compartilhar tudo de forma pública, a fazer broadcast, quase que compulsivamente.</p>
<p>No entanto, existe uma parte do público que, por motivos de privacidade ou relevância, não se interessa por compartilhar tudo publicamente e menos ainda liga para o número de seguidores.</p>
<p>Já comentei que esse negócio de seguidores interessa mais para uma parte dos usuários de redes sociais, porém bastante barulhenta e que acaba falando pelo todo &#8211; celebridades, empresas e &#8220;candidatos a microcelebridades da internet&#8221;.</p>
<p>Ainda é muito cedo para bater o martelo, mas, se a intenção da Google era atender o público interessado em conversar de forma privada com as suas redes pessoais, parece que a estratégia está dando certo. Dois terços das mensagens no <a href="http://plus.google.com" target="_blank">Google+</a> são privadas. A tendência é subir, segundo Horowitz.</p>
<p>Pelo <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/17/confessionario-de-um-xoogler/" target="_blank">histórico da empresa</a>, é meio difícil imaginar que a Google tenha entrado no negócio de plataformas de redes sociais apenas para pegar uma pequena fatia do mercado. Historicamente, a Google entra num mercado para ganhar o bolo todo.</p>
<p>Apesar disso, Horowitz diz que, no estágio atual, o Google+ não tem a intenção de atingir um grande público. Na realidade, na medida em que os dados gerados no Google+ são usados em outros produtos da Google, quem usa o Google+ quer, na verdade, ter uma experiência melhor com o sistema de pesquisa da empresa.</p>
<p>Ou seja, na Google tudo termina em busca.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/12/estao-confiando-no-taco-do-google/" target="_blank">Estão confiando no taco do Google+</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google Telecom mais próxima da realidade</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/24/google-telecom-mais-proxima-da-realidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
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		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[Google Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Larry Page]]></category>
		<category><![CDATA[telecom]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra que eu comentei sobre a Google estar mais próxima de uma empresa de telecom e da visão de Larry Page a respeito da Google se transformar em uma empresa verticalizada de comunicação, que forneça não somente serviços, mas também infraestrutura? Nesta semana, a Google passou a oferecer uma rede própria de fibra ótica para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/fibraotica.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-42813" title="fibraotica" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/fibraotica.jpg" alt="" width="720" height="398" /></a></p>
<p>Lembra que eu comentei sobre a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/05/google-mais-proxima-de-uma-empresa-de-telecom/" target="_blank">Google estar mais próxima de uma empresa de telecom</a> e da visão de Larry Page a respeito da Google se transformar em uma <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/17/confessionario-de-um-xoogler/" target="_blank">empresa verticalizada de comunicação</a>, que forneça não somente serviços, mas também infraestrutura?</p>
<p>Nesta semana, a Google passou a oferecer uma <a href="http://www.networkworld.com/news/2011/082311-google-fiber-250010.html" target="_blank">rede própria de fibra ótica para pessoas residentes próximas à Universidade de Stanford</a>, em Palo Alto, nos EUA. A próxima cidade a receber a infraestrutura de internet da Google será a de Kansas.</p>
<p>A intenção é que a velocidade de conexão da rede da Google seja cem vezes mais veloz que uma conexão normal com a qual os americanos estão acostumados.</p>
<p>Ao verticalizar as suas operações e entrar no negócio de infraestrutura, por um lado, a Google ganha uma vantagem competitiva sobre as demais empresas &#8211; Apple, Facebook, Microsoft -  que dependem de terceiros para fazer com que os seus serviços cheguem aos usuários finais (recentemente, o <a href="http://gigaom.com/video/att-bandwidth-cap-netflix/" target="_blank">Netflix foi prejudicado por uma decisão da AT&amp;T</a>). Por outro lado, com o posicionamento, a Google ganha novos competidores &#8211; as empresas de telecom.</p>
<p>Ao que tudo indica, a Google percebeu que quem domina a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/02/06/licoes-do-egito/" target="_blank">infraestrutura de internet tem um grande poder em mãos</a>.</p>
<p>Com a nomeação de Larry Page como CEO da Google, era meio que esperado que a empresa retomasse de forma mais acelerada o seu projeto de ter uma rede própria de telecomunicação.</p>
<p>Segundo o livro <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/17/confessionario-de-um-xoogler/" target="_blank">Confessions of Google Employee 59</a>, Page sempre defendeu a visão (o que a empresa será daqui a alguns anos) de que a Google deveria se tornar uma empresa verticalizada de comunicação. Além disso, internamente, o executivo foi o principal responsável por incentivar o projeto do Android, sistema operacional da Google para dispositivos móveis.</p>
<p>Aos poucos, as peças vão se encaixando. A Google passa a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/05/google-mais-proxima-de-uma-empresa-de-telecom/" target="_blank">fornecer chamadas telefônicas via Gmail</a>, <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/15/guerra-de-patentes-e-outras-coisas-mais-em-google-motorola/" target="_blank">compra a Motorola</a>, retoma o projeto de oferecer infraestrutura de telecomunicação. Parece que a Google Telecom está bem mais próxima da realidade.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/06/com-skype-facebook-reafirma-ser-um-utilitario-de-comunicacao/" target="_blank">Com Skype, Facebook reafirma ser um “utilitário de comunicação”</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Guerra de patentes e outras coisas mais em &#8220;Google + Motorola&#8221;</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/15/guerra-de-patentes-e-outras-coisas-mais-em-google-motorola/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 13:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
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		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[Google TV]]></category>
		<category><![CDATA[guerra de patentes]]></category>
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		<description><![CDATA[O anúncio da compra foi meio que inesperado, mas faz sentido: A Google anunciou que vai comprar a Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões (a Motorola atualmente é dividida em duas unidades de negócios &#8211; Motorola Mobility, voltada para dispositivos móveis, e Motorola Solutions, ligada a serviços de comunicação para empresas). A Motorola é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/androidboneco.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-42417" title="Android" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/androidboneco.jpg" alt="" width="720" height="480" /></a></p>
<p>O anúncio da compra foi meio que inesperado, mas faz sentido:</p>
<p>A <a href="http://googleblog.blogspot.com/2011/08/supercharging-android-google-to-acquire.html" target="_blank">Google anunciou que vai comprar a Motorola Mobility</a> por US$ 12,5 bilhões (a Motorola atualmente é dividida em duas unidades de negócios &#8211; Motorola Mobility, voltada para dispositivos móveis, e Motorola Solutions, ligada a serviços de comunicação para empresas).</p>
<p>A Motorola é uma das principais fabricantes de celular que trabalha com o sistema operacional Android e a <a href="http://blogs.wsj.com/deals/2011/08/15/google-motorola-googles-biggest-deal-ever/" target="_blank">compra é considerada a de maior valor</a> até hoje feita pela Google.</p>
<p>Com a aquisição, a Google ganha mais poder de barganha na <a href="http://www.zdnet.com/blog/hardware/google-we-didnt-fall-for-microsofts-patent-trap/14075?tag=content;siu-container" target="_blank">guerra de patentes</a>, que vem se desenrolando há alguns meses entre Apple, Microsoft, Nortel, Motorola e a própria Google.</p>
<p>Pagar US$ 12,5 bilhões por patentes de &#8220;comunicação móvel&#8221; para depois licenciá-las não é para qualquer um. No entanto, existem mais coisas envolvidas na operação de compra.</p>
<p>A compra é consequência da histórica política da Google de cortar intermediários e verticalizar os negócios. A Google cortou um intermediário no setor mobile. Agora, a empresa controla não somente o software, mas também o hardware dos aparelhos com o Android.</p>
<p>Com isso, a Google tem um domínio melhor sobre a &#8220;experiência do usuário&#8221; com o Android. Aliás, com a compra, de certa forma, a Google dá um crédito à Apple que sempre defendeu a ideia de que &#8220;experiência&#8221; é hardware + software + serviços (os 3 devem estar integrados).</p>
<p>A aquisição pode ter diversas consequências mais imediatas: 1) acelerar a possível compra da Nokia (ou quem sabe RIM) por parte da Microsoft , 2) a Google pode estender a compra para outras áreas, como a de tablets, 3) a empresa de busca pode passar a ser vista como concorrente por seus antigos parceiros, como Samsung e HTC, que distribuíam o Android em seus dispositivos.</p>
<p>A operação de compra da Motorola deverá ser concluída até o final deste ano ou começo de 2012.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Atualização -</strong></span> O <a href="http://www.lostremote.com/2011/08/15/why-googles-motorola-acquisition-is-a-huge-tv-play/" target="_blank">Lost Remote acrescentou uma questão</a> que tem um possível efeito específico no mercado americano. A Motorola é a maior provedora de set-top boxes de TV nos EUA. Com a integração, a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/10/22/primeiras-criticas-a-google-tv/" target="_blank">Google TV</a> poderá ganhar mais distribuição, além de acesso a mais dados.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/06/14/a-obsessao-da-google-por-velocidade/" target="_blank">A obsessão da Google por velocidade</a></p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/khamtran/" target="_blank">Kham Tran</a></em></p>
<div class="share_icon_emailthis"><a href="/email/?id=42375" rel="nofollow" title="Enviar por e-mail">Enviar por e-mail</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Google: mais próxima de uma empresa de telecom</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/08/05/google-mais-proxima-de-uma-empresa-de-telecom/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 03:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
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		<category><![CDATA[VoIP]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana, a Google liberou para usuários fora dos EUA a possibilidade de fazer chamadas telefônicas via Gmail (o serviço está disponível no Brasil). Em ligações para telefones fixos e celulares, é cobrada uma determinada taxa por minuto. O serviço não é inovador. Na realidade, a internet sempre permitiu a ligação por voz. O problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/phone.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-41999" title="Telefone" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/phone.jpg" alt="" width="720" height="357" /></a></p>
<p>Nesta semana, a Google liberou para usuários fora dos EUA a possibilidade de fazer<a href="http://googlebrasilblog.blogspot.com/2011/08/chamadas-telefonicas-do-gmail-em-38.html" target="_blank"> chamadas telefônicas via Gmail</a> (o serviço está disponível no Brasil).</p>
<p>Em ligações para telefones fixos e celulares, é cobrada uma determinada taxa por minuto.</p>
<p>O serviço não é inovador. Na realidade, a internet sempre permitiu a ligação por voz. O problema é que antes existia uma restrição tecnológica, além do pouco volume de usuários, algo que vem sendo amenizado com o crescimento mundial da banda larga.</p>
<p>Não é à toa que de 3 anos para cá, serviços de ligação pela internet têm se tornado comuns. No mês passado, o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/06/com-skype-facebook-reafirma-ser-um-utilitario-de-comunicacao/" target="_blank">Facebook anunciou uma integração com o Skype</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/gmaillig.jpg"><img class="size-full wp-image-42004 aligncenter" title="Ligação pelo Gmail" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2011/08/gmaillig.jpg" alt="" width="409" height="279" /></a></p>
<p>As primeiras análises comparam o serviço do Gmail ao Skype. Os dois seriam competidores. No entanto, esse tipo de leitura não leva em conta um detalhe importante. Diferente do Skype, hoje nas mãos da Microsoft, a Google tem uma histórica política de cortar intermediários e ganhar autonomia.</p>
<p>Para funcionar, o <a href="http://www.skype.com" target="_blank">Skype</a> depende da infraestrutura de terceiros. É uma aplicação que roda sobre a plataforma de internet, cuja infra não está nas mãos do Skype. Atualmente a Google também depende de intermediários, mas ao contrário do Skype, vem comprando a sua própria infraestrutura.</p>
<p>Não é de hoje que a Google mostra interesse em <a href="http://money.cnn.com/2010/12/30/technology/google_wireless_carrier/index.htm" target="_blank">comprar infraestrutura de internet e participar de leilões</a> de espectros wireless. Dessa forma, a empresa <a href="http://www.fem.unicamp.br/~sergio1/graduacao/EM335/Temas/HORIZONTALIZA%C7%C3O%20E%20VERTICALIZA%C7%C3O.htm" target="_blank">verticaliza os seus negócios</a> e controla melhor a performance e o modo como os seus serviços chegam até os usuários finais.</p>
<p>Neste sentido, perante o Skype, a Google tem uma grande vantagem.</p>
<p>Além disso, ao fornecer um serviço de telefonia e mostrar interesse em comprar infraestrutura de internet, a Google mostra, uma vez mais, que não tem restrições em ser vista também como uma empresa de telecom.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/07/06/com-skype-facebook-reafirma-ser-um-utilitario-de-comunicacao/" target="_blank">Com Skype, Facebook reafirma ser um “utilitário de comunicação”</a></p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/cizake/4164756091/" target="_blank">Florian</a></em></p>
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