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	<title>Tiago Dória Weblog &#187; google</title>
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	<description>Doses diárias de cultura web, tecnologia e mídia</description>
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		<title>Murdoch + Bing versus Google</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Rupert Murdoch, diretor geral da NewsCorp (Fox, MySpace, WSJ entre outros), está longe de ser um &#8220;dinossauro que não entende nada de internet&#8221;.
Conforme comentei no post sobre a sua biografia,  as declarações públicas de Murdoch são muito bem pensadas, existe toda uma questão de se posicionar no mercado.
Há duas semanas, o empresário disse que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bing_home01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20537" title="Bing - buscador da Microsoft" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bing_home01.jpg" alt="Bing - buscador da Microsoft" width="640" height="338" /></a></p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/12/murdoch-para-leigos/" target="_blank">Rupert Murdoch</a>, diretor geral da <a href="http://www.newscorp.com/" target="_blank">NewsCorp</a> (Fox, MySpace, WSJ entre outros), está longe de ser um &#8220;dinossauro que não entende nada de internet&#8221;.</p>
<p>Conforme comentei no post sobre a sua <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/12/murdoch-para-leigos/" target="_blank">biografia</a>,  as declarações públicas de Murdoch são muito bem pensadas, existe toda uma questão de se posicionar no mercado.</p>
<p>Há duas semanas, o empresário disse que <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPUhDn3N2KyeAxdT0AyUhg5SVuyg" target="_blank">impediria o Google de indexar o conteúdo</a> de seus jornais. Segundo ele, o Google &#8220;rouba&#8221; conteúdo dos jornais. Uma declaração meio contraditória se a gente levar em conta que Murdoch sabe da importância do tráfego vindo de buscas orgânicas, que depois pode ser revertido em receita. Nesta segunda-feira, veio o motivo de sua declaração.</p>
<p>Segundo o <a href="http://edition.cnn.com/2009/BUSINESS/11/22/microsoft.news.google.ft/" target="_blank">Financial Times</a>, em informações não-oficiais, a <a href="http://www.newscorp.com/" target="_blank">News Corp</a> estaria em negociação com a Microsoft. Murdoch tiraria o conteúdo de seus jornais do Google, que passaria a ser indexado somente pelo <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, buscador lançado neste ano pela Microsoft.</p>
<p>O <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, no caso, teria exclusividade de conteúdo e pagaria pelo conteúdo dos jornais em seu index. Ou seja, mais uma fonte de receita para os jornais.</p>
<p>É o tipo de estratégia que faz sentido se for feita em conjunto. Se todos os grandes jornais passasem a ser indexados somente pelo <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, certamente o buscador da Microsoft ganharia outra relevância. Apenas um grupo de mídia exclusivo no <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a> não teria tanto efeito.</p>
<p>Antes, <a href="http://www.google.com.br/corporate/execs.html#eric" target="_blank">Eric Schmidt</a>, diretor geral da Google, afirmou que o conteúdo de jornais é muito importante para o Google. A busca do <a href="http://www.iwantmedia.com/people/people83.html" target="_blank">Google depende de boa informação</a>, teria afirmado o executivo.</p>
<p>Para Murdoch, por sua vez, enfrentar o Google não seria absurdo. O barão da mídia enfrentou o lobby dos sindicatos na área de jornalismo nos anos 70. Um gigante que todo mundo achava que era imbátivel. Na cabeça de Murdoch, certamente, é apenas mais uma batalha.</p>
<p>No entanto, caso essa estratégia vá adiante, acredito que o grande teste não será para Murdoch ou a Google. Mas sobre a importância do conteúdo dos sites de jornais para os usuários de internet. Será que por causa desse conteúdo as pessoas mudariam de buscador?</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/04/voce-sofre-de-search-overload/" target="_blank"> Você sofre de “Search Overload”?</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem fez o vídeo do Google Chrome OS?</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/19/quem-fez-o-video-do-google-chrome-os/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/19/quem-fez-o-video-do-google-chrome-os/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Google Chrome OS, sistema operacional da Google voltado para netbooks, foi anunciando hoje.
No anúncio de lançamento, quem está chamando a atenção não é somente o sistema, mas quem criou o vídeo de apresentação do Google Chrome OS.
É simples, bem feito e didático e está sendo &#8220;retuitado&#8221; sem parar.
O responsável é o estúdio Epipheo (de epifania [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRSPE5AI0OF20091119" target="_blank">Google Chrome OS</a>, sistema operacional da Google voltado para netbooks, foi anunciando hoje.</p>
<p>No anúncio de lançamento, quem está chamando a atenção não é somente o sistema, mas quem criou o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=0QRO3gKj3qw" target="_blank">vídeo de apresentação</a> do Google Chrome OS.</p>
<p>É simples, bem feito e didático e está sendo &#8220;retuitado&#8221; sem parar.</p>
<p>O responsável é o estúdio <a href="http://www.epipheostudios.com/" target="_blank">Epipheo</a> (de epifania + vídeo), fundado por um cinegrafista e um publicitário, de Washington, nos EUA, em maio deste ano.</p>
<p>A empresa produziu antes para a Google o vídeo explicativo sobre o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rDu2A3WzQpo&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Google Wave</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="400" src="http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O trabalho é bem parecido ao do pessoal do <a href="http://www.commoncraft.com/" target="_blank">Common Craft</a> e não deixa de ser um bom exemplo de como usar vídeos e gráficos para falar de um assunto técnico de forma atraente.</p>
<p>Será que algum site de notícias já pensou em fazer algo parecido para explicar assuntos complexos?</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/05/desligue-o-computador-e-va-sair-com-os-amigos/" target="_blank"> Desligue o computador e vá sair com os amigos</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como clonar o Vale do Silício</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/06/como-clonar-o-vale-do-silicio/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/06/como-clonar-o-vale-do-silicio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Você precisa de um monte de coisas. Você precisa de uma indústria de capital de risco, você precisa de uma cultura que seja tolerante com o fracasso, além de leis que permitiam que você falhe e não possa ser criminalizado. Você tem que, obviamente, ter uma perspectiva global.
(&#8230;) Essas coisas são todas reprodutíveis, mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Você precisa de um monte de coisas. Você precisa de uma indústria de capital de risco, você precisa de uma cultura que seja tolerante com o fracasso, além de leis que permitiam que você falhe e não possa ser criminalizado. Você tem que, obviamente, ter uma perspectiva global.</p>
<p>(&#8230;) Essas coisas são todas reprodutíveis, mas não tão facilmente&#8221;.</p></blockquote>
<p>Sem citar o incentivo à &#8220;<a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/09/01/mdia-deve-investir-em-pesquisa-tecnolgica-afirma-professor/" target="_blank">pesquisa aplicada</a>&#8220;, que visa resolver problemas e demandas reais do mercado, nas universidades próximas, <a href="http://www.google.com.br/corporate/execs.html#eric" target="_blank">Eric Schmidt</a>, diretor geral da Google, explica por que o <a href="http://online.wsj.com/article/SB125737184163029037.html" target="_blank">Vale Silício não é replicável</a> em qualquer lugar.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/23/como-eles-tiraram-leite-de-pedra/" target="_blank"> Como eles tiraram leite de pedra</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lista de todas as revistas disponíveis no Google Books</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/05/lista-de-todas-as-revistas-disponiveis-no-google-books/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Google compilou nesta quinta-feira uma lista de todas as revistas que estão no Google Books.
As revistas são disponibilizadas na íntegra, com a mesma paginação e anúncios.
Para o usuário final, o principal atrativo do buscador da Google é a facilidade de navegação.
No Brasil, somente as revistas Trip e TPM disponibilizam as suas edições antigas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/listatripetpm.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19490" style="border: 0pt none;" title="Trip e TPM no Google Books" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/listatripetpm.jpg" alt="Trip e TPM no Google Books" width="640" height="317" /></a></p>
<p>A Google compilou nesta quinta-feira uma <a href="http://books.google.com/books?as_pt=MAGAZINES&amp;rview=1" target="_blank">lista de todas as revistas</a> que estão no Google Books.</p>
<p>As revistas são disponibilizadas na íntegra, com a mesma paginação e anúncios.</p>
<p>Para o usuário final, o principal atrativo do buscador da Google é a facilidade de navegação.</p>
<p>No Brasil, somente as revistas <a href="http://books.google.com/books?lr=&amp;rview=1&amp;as_pt=MAGAZINES&amp;q=Trip++TPM&amp;btnG=Search+Books" target="_blank">Trip e TPM</a> disponibilizam as suas edições antigas no Google Books.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/11/19/fotos-secretas-da-revista-life-estao-no-google/" target="_blank"> Fotos secretas da revista Life estão no Google</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Google e Obama (um caso de amor)</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/27/google-e-obama-um-caso-de-amor/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 22:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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Na mesma semana em que o Facebook contrata um jornalista para melhorar a sua comunicação em Washington, o site da revista Fortune publicou um artigo sobre algo que já havia comentado por aqui, sobre a linha tênue entre a Google e o governo americano.
A matéria assinada pelas jornalistas Jia Lynn Yang e Nina Easton mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googleobama01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19049" title="Google Obama" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googleobama01.jpg" alt="Google Obama" width="640" height="373" /></a></p>
<p>Na mesma semana em que o <a href="http://www.techcrunch.com/2009/10/26/facebook-hires-journalist-andrew-noyes-to-increase-leverage-in-washington/" target="_blank">Facebook contrata um jornalista</a> para melhorar a sua comunicação em Washington, o site da revista Fortune publicou um <a href="http://money.cnn.com/2009/10/21/technology/obama_google.fortune/" target="_blank">artigo</a> sobre algo que já havia comentado por <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/06/da-para-fucar-o-dna-da-google/" target="_blank">aqui</a>, sobre a linha tênue entre a Google e o governo americano.</p>
<p>A matéria assinada pelas jornalistas Jia Lynn Yang e Nina Easton mostra que a lua de mel entre Obama e a Google é antiga. Começou em 2004, quando o político visitou o QG da Google, na Califórnia, fato que está registrado em seu próprio livro &#8220;<a href="http://www.amazon.com/Audacity-Hope-Thoughts-Reclaiming-American/dp/0307455874/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1256678323&amp;sr=8-1" target="_blank">The Audacity of Hope</a>&#8220;.</p>
<p>A partir daí, foram vários capítulos. Executivos e funcionários da Google tornaram-se doadores da campanha de Obama. Doaram aproximadamente US$ 803 mil, sendo que Eric Schmidt, atual diretor geral da Google, atuou na equipe de transição do presidente americano. O capítulo mais recente foi o fato de executivos da Google serem indicados para cargos no governo Obama.</p>
<p>Recentemente, Andrew McLaughlin, chefe global de políticas públicas da Google, deixou a empresa para assumir o cargo de diretor do gabinete de tecnologia de Obama.</p>
<p>Google e Obama tem afinidades do ponto de vista de &#8220;cultura corporativa&#8221;. Mas essas afinidades podem ajudar a Google em muitos casos. Atualmente, em Washington, a empresa se prende a 4 questões &#8211; <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/22/internet-aberta-e-imparcial-debate-polarizado/" target="_blank">neutralidade da internet</a>, acusações de monopólio (caso <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5hvotX-x8EdXMEXEPeqZmdYNZ-S2A" target="_blank">Google Books</a>), violação de privacidade, além de conflitos de interesses (executivos da Google estão ligados à diretoria da Apple).</p>
<p>Do ponto de vista jurídico, a empresa estaria cada vez mais entrincheirada nestas questões.</p>
<p>Parece que a Google aprendeu por osmose com a Microsoft, que demorou anos para perceber a importância de ter pessoas que defendam os seus interesses em Washington. Segundo o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/28/bill-gates-e-um-homem-3-em-1/" target="_blank">livro de DearLove</a>, a Microsoft somente percebeu isso após sofrer o <a href="http://www.justice.gov/atr/cases/ms_index.htm" target="_blank">processo por monopólio</a> no caso do IE.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/06/da-para-fucar-o-dna-da-google/" target="_blank"> Dá para fuçar o DNA da Google?</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>No final, tudo acabou em parceria</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/21/no-final-tudo-acabou-em-parceria/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 00:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O que chama a atenção no acordo que o Twitter fechou simultâneamente com a Google e a Microsoft nesta quarta-feira é que as três empresas acabaram optando pelo caminho da parceria e não da aquisição (os fundadores do Twitter sempre demonstraram o desejo de parcerias e não de compra).
Parcerias são bem comuns entre empresas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/twitter_desenho01.jpg"><img class="size-full wp-image-18710 aligncenter" style="border: 0pt none;" title="Twitter" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/twitter_desenho01.jpg" alt="Twitter" width="400" height="251" /></a></p>
<p>O que chama a atenção no <a href="http://aeinvestimentos.limao.com.br/economia/eco36331.shtm" target="_blank">acordo</a> que o Twitter fechou simultâneamente com a Google e a Microsoft nesta quarta-feira é que as três empresas acabaram optando pelo caminho da parceria e não da aquisição (os fundadores do Twitter sempre demonstraram o desejo de parcerias e não de compra).</p>
<p>Parcerias são bem comuns entre empresas de tecnologia, mas não deixa de ser um enfoque um pouco diferente do típico dos anos 80, foi-se o tempo do CEO e da empresa que faziam tudo sozinhos.</p>
<p>Em outros tempos, quem sabe, a Microsoft teria comprado o Twitter.</p>
<p>No final, tudo acabou em parceria.  Com o acordo, mensagens do Twitter aparecerão em tempo real (assim que forem publicadas) nos resultados das buscas feitas no <a href="http://www.bing.com" target="_blank">Bing</a>, da Microsoft, e no <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a>.</p>
<p>Nesta quarta-feira, a empresa de busca não apresentou nenhum produto ou modificação resultante da parceria. A Microsoft, por sua vez, colocou no ar a integração entre o <a href="http://www.bing.com/twitter" target="_blank">Bing e o Twitter</a>.</p>
<p>Os resultados não aparecem na busca padrão, mas em uma url separada (<a href="http://www.bing.com/twitter" target="_blank">www.bing.com/twitter</a>). Por enquanto, está disponível apenas para usuários localizados nos EUA, mas é possível testá-la mudando a localização para EUA no menu, no topo à direita no <a href="http://www.bing.com/twitter" target="_blank">Bing</a>.</p>
<p><strong>Atualização &#8211; </strong>A Google anunciou que vai lançar o <a href="http://www.techcrunch.com/2009/10/21/web-2-0-summit-marrisa-mayer-shows-off-social-search-results-from-your-social-netowrk/" target="_blank">SocialSearch</a>. O produto não foi muito bem explicado, mas agregaria conteúdo de diversas redes sociais em um único lugar. Seria permitido fazer buscas nesse conteúdo. Bem parecido ao <a href="http://www.friendfeed.com" target="_blank">Friendfeed</a>. Ou seja,<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/03/14/no-futuro-seguiremos-pessoas-e-nao-blogs/" target="_blank"> lifestream</a>.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/04/voce-sofre-de-search-overload/" target="_blank"> Você sofre de “Search Overload”?</a></p>
<p><em>Crédito da imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/scarlet-ortiz/2908128232/" target="_blank">Scarlet Ortiz</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Minhas primeiras impressões sobre o Google Wave</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/20/minhas-primeiras-impressoes-sobre-o-google-wave/</link>
		<comments>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/20/minhas-primeiras-impressoes-sobre-o-google-wave/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 04:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Há uma semana, mais ou menos, eu estou testando, com mais calma, o Google Wave. O último hype deste tipo que eu vi em torno de uma ferramenta da Google foi no lançamento do Gmail em 2004, que, por sinal, também era restrito a convidados em seu início.
As minhas impressões são bem iniciais, eu não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googlewave02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-18531" title="Interface Google Wave" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googlewave02.jpg" alt="googlewave02" width="640" height="295" /></a></p>
<p>Há uma semana, mais ou menos, eu estou testando, com mais calma, o <a href="https://wave.google.com/wave/" target="_blank">Google Wave</a>. O último hype deste tipo que eu vi em torno de uma ferramenta da Google foi no lançamento do Gmail em 2004, que, por sinal, também era restrito a convidados em seu início.</p>
<p>As minhas impressões são bem iniciais, eu não ia publicá-las, mas como há muita gente me perguntando sobre o Wave, resolvi seguir em frente.</p>
<p>Basicamente, na teoria, o <a href="https://wave.google.com/wave/" target="_blank">Google Wave</a> é uma aplicação que reúne várias ferramentas simultaneamente &#8211; email, chat, wiki.</p>
<p>Na prática, você começa criando um &#8220;wave&#8221;, que pode ser uma simples mensagem para uma pessoa que está em sua lista de contatos do <a href="https://wave.google.com/wave/" target="_blank">Google Wave</a> ou ser um thread de uma discussão. Você propõe um tema e adiciona as pessoas que podem fazer parte desse <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thread_%28discuss%C3%A3o%29" target="_blank">thread</a>.</p>
<p>Essas pessoas podem ir adicionando mensagens, vídeos, links, textos, mapas, jogos, imagens, outras pessoas a esse <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thread_%28discuss%C3%A3o%29" target="_blank">thread</a>, igual a uma ferramenta turbinada de lista de discussão, sendo que essas trocas de mensagens podem acontecer &#8220;em tempo real&#8221;, você vê a outra pessoa digitando.</p>
<p>Neste sentido, existe um bom recurso chamado &#8220;playback&#8221;. Seria como se você rebobinasse um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thread_%28discuss%C3%A3o%29" target="_blank">thread</a> e pudesse acompanhar a discussão desde o começo.</p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googlewave03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-18549" title="Google Wave" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googlewave03.jpg" alt="Google Wave" width="640" height="235" /></a></p>
<p>Num primeiro momento, passa a impressão de que podem <a href="http://lifehacker.com/5381219/google-waves-best-use-cases" target="_blank">existir diversos usos</a> para o <a href="https://www.google.com/wave" target="_blank">Google Wave</a>. Por exemplo, você pode editar um texto ao mesmo tempo com diversas pessoas e simultaneamente trocar mensagens instantâneas com elas (como se o Google Talk e o Google Docs estivessem na mesma tela, no mesmo ambiente).</p>
<p>Dessa forma, o <a href="https://wave.google.com/wave/" target="_blank">Google Wave</a> torna-se um ambiente de &#8220;edição colaborativa&#8221;, que, quem sabe, mais para frente, poderá servir também para editar vídeos e fotos a diversas mãos.  Aliás, o Wave trabalha muito com essa questão da instantaneidade da comunicação, da &#8220;publicação em tempo real&#8221;.</p>
<p>Se a gente for levar em conta esse lado da &#8220;edição colaborativa&#8221;, acredito que  o <a href="https://wave.google.com/wave/" target="_blank">Google Wave</a> não seja nenhuma novidade para usuários corporativos. Há ferramentas voltadas para empresas que já <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,e-se-o-e-mail-fosse-criado-hoje-eis-o-ponto-de-partida-do-wave,3069,0.shtm" target="_blank">cumprem essa função</a>. Por sua vez, para o usuário final não-corporativo, talvez seja algo novo mexer nesse tipo de ambiente colaborativo e instantâneo.</p>
<p>Não tenho certeza se o <a href="https://wave.google.com/wave/" target="_blank">Google Wave</a> resolve algum problema. Por enquanto, parece ser mais um exemplo de oferta que gera demanda. Para mim, neste momento inicial, por exemplo, ele está se saindo mais como uma ferramenta turbinada de lista de discussão.</p>
<p>Continuarei testando&#8230;</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/15/a-resposta-mais-direta-da-google-aos-jornais/" target="_blank"> A resposta mais direta da Google aos jornais</a></p>
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		</item>
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		<title>Google Biotech</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/01/google-biotech/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
É melhor rever os conceitos quem acha que é apenas nepotismo o investimento da Google em biotecnologia, mais especificamente na 23andMe, empresa de mapeamento genético, de Anne Wojcicki, esposa de Sergey Brin, cofundador da Google.
Nesta quinta-feira, tornou-se público outro investimento da Google em uma empresa de biotecnologia, a Adimab, especializada na produção de medicamentos à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googleapplebig.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-17583" title="Google Apple" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/googleapplebig.jpg" alt="Google Apple" width="640" height="426" /></a></p>
<p>É melhor rever os conceitos quem acha que é apenas nepotismo o investimento da Google em biotecnologia, mais especificamente na <a href="https://www.23andme.com/" target="_blank">23andMe</a>, empresa de mapeamento genético, de<a href="http://www.crunchbase.com/person/anne-wojcicki" target="_blank"> Anne Wojcicki</a>, esposa de Sergey Brin, cofundador da Google.</p>
<p>Nesta quinta-feira, <a href="http://bits.blogs.nytimes.com/2009/10/01/googles-venture-arm-invests-in-biotech-start-up/?src=tptw" target="_blank">tornou-se público</a> outro investimento da Google em uma empresa de biotecnologia, a <a href="http://www.adimab.com/" target="_blank">Adimab</a>, especializada na produção de medicamentos à base de proteínas e que é parceira dos laboratórios farmacêuticos Roche e Merck.</p>
<p>Não é a primeira vez que a Google investe em áreas que, aparentemente, não têm qualquer relação com o ramo principal da empresa. A Google tem mesma característica de diversas outras empresas do Vale do Silício, que é a de não apenas &#8220;reinventar a roda&#8221; &#8211; desenvolver um email com capacidade maior aos existentes -, mas investir em outras empresas que estejam iniciando e desenvolvam &#8220;tecnologias disruptivas&#8221;, capazes de derrubar uma já existente no mercado.</p>
<p>A Google investe por meio do <a href="http://www.google.com/ventures/" target="_blank">Google Ventures</a>, fundo de investimentos criado no começo deste ano.</p>
<p>Existe um investimento constante em pesquisa para o desenvolvimento de energia elétrica mais barata, o que faz sentido já que os servidores da Google consomem muita energia.</p>
<p>Ademais, Larry Page, também fundador da Google, e Brin,  desde 2007, injetam dinheiro na <a href="http://www.teslamotors.com/" target="_blank">Tesla Motors</a>, que desenvolve carros esportivos movidos a eletricidade, não-poluentes.</p>
<p>Brin, quando estudante, tinha interesse por biotecnologia. E ainda na época da universidade, Page investiu tempo e neurônios no projeto de um carro movido a energia solar, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/1993_%22Maize_&amp;_Blue%22_University_of_Michigan_Solar_Car" target="_blank">Maize &amp; Blue</a>.</p>
<p>O interesse dos fundadores da Google por biotecnologia e energias não-poluentes é antigo. Enfim, se a Google está investindo nessas áreas é também devido ao próprio histórico de seus fundadores.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/05/18/faco-campanha-contra-o-google/" target="_blank"> Faço campanha contra o Google e acredito nas “webs nacionais”</a></p>
<p><em>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/missha/2209205063/" target="_blank">Missha</a></em></p>
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		<title>Comentários até na casa do chapéu</title>
		<link>http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/23/comentarios-ate-na-casa-do-chapeu/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 16:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[anotações]]></category>
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		<category><![CDATA[comentarios]]></category>
		<category><![CDATA[googlesidewiki]]></category>
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		<description><![CDATA[
A Google anunciou nesta quarta-feira o lançamento de um recurso na barra de ferramentas GoogleToolbar que permite que você faça anotações e comentários em qualquer site, mesmo que ele não tenha espaço para os mesmos.
Os comentários, que aparecem em uma barra lateral no navegador, também podem ser visualizados por outros usuários (imagem acima), desde que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/googlesidewiki.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-17239" title="googlesidewiki" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/googlesidewiki.jpg" alt="googlesidewiki" width="640" height="340" /></a></p>
<p>A Google anunciou nesta quarta-feira o lançamento de um recurso na <a href="http://www.google.com/sidewiki/intl/pt_BR/index.html" target="_blank">barra de ferramentas GoogleToolbar</a> que permite que você faça anotações e comentários em qualquer site, mesmo que ele não tenha espaço para os mesmos.</p>
<p>Os comentários, que aparecem em uma barra lateral no navegador, também podem ser visualizados por outros usuários (imagem acima), desde que tenham a barra instalada. Enfim, tanto para comentar como para poder visualizá-los, precisa ter a <a href="http://www.google.com/sidewiki/intl/pt_BR/index.html" target="_blank">barra instalada</a> (e clicar em &#8220;ativar recursos avançados&#8221;)</p>
<p>Do ponto de vista do leitor, é bem útil em sites que não permitem comentários. Por exemplo, agora é possível deixar comentários no <a href="http://blog.planalto.gov.br/" target="_blank">Blog do Planalto</a> (versão oficial).</p>
<p>Segundo o <a href="http://paidcontent.org/article/419-googles-latest-ambition-a-universal-commenting-system-for-the-web/" target="_blank">PaidContent</a>, alguns sites de notícias já estão preocupados com o recurso, chamado <a href="http://www.google.com/sidewiki/intl/pt_BR/index.html" target="_blank">GoogleSideWiki</a> e que é superior ao utilizado nas caixas de comentários da maioria dos sites. É possível denunciar comentários falsos e fazer um ranking dos melhores.</p>
<p>A meu ver, além do risco de spam, o problema do <a href="http://www.google.com/sidewiki/intl/pt_BR/index.html" target="_blank">Google Sidewiki</a> é que não existe uma integração entre o recurso e o editor do site que recebe os comentários. Eu, por exemplo, não tenho como saber quando alguém fez algum comentário. De repente, é alguma dúvida e que merece uma resposta.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/02/pessoas-estao-fugindo-da-caixa-de-comentarios/" target="_blank"> Pessoas estão fugindo da caixa de comentários (atualizado)</a></p>
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		<title>Google oferece micropagamentos a jornais</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 04:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[micropagamento]]></category>
		<category><![CDATA[niemanlab]]></category>

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		<description><![CDATA[Em julho, a Google deu uma das respostas mais diretas aos jornais que tanto reclamam que o sistema de busca &#8220;rouba&#8221; conteúdo. A empresa publicou, em um dos blogs oficiais, instruções de como proceder para que o Google não indexe o seu conteúdo.
Na época, foi quase um &#8220;faça o que vocês quiserem da vida&#8221; da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taximeter01pq.jpg"><img class="size-full wp-image-16439 alignleft" title="taximeter01pq" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taximeter01pq.jpg" alt="taximeter01pq" width="300" height="204" /></a>Em julho, a Google deu <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/15/a-resposta-mais-direta-da-google-aos-jornais/" target="_blank">uma das respostas mais diretas aos jornais</a> que tanto reclamam que o sistema de busca &#8220;rouba&#8221; conteúdo. A empresa publicou, em um dos blogs oficiais, instruções de como proceder para que o Google não indexe o seu conteúdo.</p>
<p>Na época, foi quase um &#8220;faça o que vocês quiserem da vida&#8221; da Google aos jornais.</p>
<p>Porém, nesta quarta-feira, <a href="http://www.niemanlab.org/2009/09/google-developing-a-micropayment-platform-and-pitching-newspapers-open-need-not-mean-free/" target="_blank">Zachary M. Seward</a>, do blog de mídia do <a href="http://www.niemanlab.org/2009/09/google-developing-a-micropayment-platform-and-pitching-newspapers-open-need-not-mean-free/" target="_blank">NiemanLab</a>, ligado à Universidade de Harvard, revelou que a empresa de busca está desenvolvendo uma <a href="http://www.scribd.com/doc/19587187/Googles-proposal-to-the-Newspaper-Association-of-America" target="_blank">plataforma de micropagamentos</a> voltada para sites de jornais.</p>
<p>Em <a href="http://www.scribd.com/doc/19587187/Googles-proposal-to-the-Newspaper-Association-of-America" target="_blank">documento</a> enviado à Associação Americana de Jornais, a pedido da própria organização, a Google revela detalhes da plataforma, que teria dinâmica parecida à da loja online <a href="http://www.apple.com/itunes/whats-on/" target="_blank">iTunes</a> (que vende músicas avulsas). Ou seja, haveria divisão de receita entre a Google e os jornais (30% &#8211; 70%)</p>
<p>Ainda no documento, a empresa de busca afirma que &#8220;open&#8221; (aberto) não significa necessariamente de graça e complementa, afirmando que os micropagamentos são uma opção interessante de receita, mas que não serão populares, o padrão para consumir conteúdo.</p>
<p>A plataforma será uma oportunidade para a Google testar o seu sistema de micropagamentos. Contudo, acredito que representará uma oportunidade maior de avaliação para os jornais.</p>
<p>A cobrança por acesso avulso a conteúdo (micropagamentos) será um teste para os jornais. Não somente para avaliarem os seus conteúdos, mas o julgamento que os leitores fazem do jornal em sua versão digital (vale a pena pagar pelo conteúdo?)</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/02/20/conheca-o-jornalista-do-futuro/" target="_blank">Você conhece o jornalista do futuro?</a></p>
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