Site cria infográficos a partir de dados pessoais

O Daytum lembra a ideia do Many Eyes, site criado pela brasileira Fernanda Viégas em 2007. Ou seja, permite que as pessoas criem suas próprias visualizações de dados.

Você pode inserir qualquer informação pessoal – o que comeu no jantar durante cada dia da semana, por exemplo – e, a partir disso, o Daytum cria infográficos.

A intenção é facilitar a visualização de informações pessoais. O que faz todo sentido, pois, por meio de infográficos, é mais fácil perceber nuances em um montante de informação.

De repente, a partir do gráfico feito com base nas informações de seu hábito alimentar que você inseriu durante a semana, vai perceber que tem comido muita pizza no jantar e precisa mudar a alimentação.

Achei o Daytum bem completo para o que ele se propõe. Você pode fazer backup dos dados, categorizá-los, torná-los privado ou público e ainda inserir/coletar informação por meio do celular. Direto da rua, por exemplo, pode enviar a informação do que comeu no almoço.

Falo sobre alimentação, mas o site pode ser usado para vários tipos de informação pessoal – filmes que assistiu, o que comprou no supermercado, quais shows foi. O que importa é que ele gera infográficos a partir das informações que você inseriu durante um certo período.

O conceito do Daytum também me lembrou um pouco a ideia do livro Total Recall – O futuro da memória, sobre coletarmos dados a respeito de cada momento de nossas vidas para, a partir disso, criar uma “memória digital” que facilite a recuperação e visualização de detalhes pessoais.

/via @nickbilton

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Site permite fazer entrevistas em vídeo à distância

Publicado por Tiago Dória, em 10 de fevereiro de 2010 (Quarta-feira).
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Site faz transcrições de vídeos

SpeakerText é uma startup criada por um jornalista, Matt Mireles.

O site faz transcrições de vídeos. A partir de vídeos no YouTube, é possível digitar as transcrições, assim como assistir a vídeos transcritos (ao clicar em um trecho do texto, o usuário é enviado direto para  a parte correspondente no vídeo).

Em seu perfil, Mireles conta que fez o site justamente pensando em editores de blogs e jornalistas, que muitas vezes têm dificuldade para encontrar um determinado trecho, uma citação, em uma entrevista em vídeo.

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Minhas primeiras impressões sobre o Google Wave

Publicado por Tiago Dória, em 13 de janeiro de 2010 (Quarta-feira).
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Minhas primeiras impressões sobre o Flavors.me

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Flavors.me era um site que eu estava bem curioso para testar. Os convites para testá-lo começaram a ser liberados nesta terça-feira.

Basicamente, o Flavors.me permite que você construa uma página na web. Pode ser uma splashpage, um portfolio, um cartão de visitas virtual ou simplesmente uma espécie de hub, home de sua presença digital, onde você pode reunir tudo o que produz e vê na web.

O que chama a atenção é o fato dele ser na mesma linha do Tumblr e do Posterous. Simples, elegante e minimalista. Em questão de minutos, você consegue montar e personalizar a sua página.

O site foi criado por dois irmãos, Jonathan e David Marcus, e o diretor de design do Vimeo, Jack Zerby, outro site que tem uma preocupação grande com design e simplicidade. Todos de Nova York.

O funcionamento é bem simples. A intenção é facilitar a presença digital das pessoas. Você faz o login e, se quiser, cadastra os serviços que você deseja que apareçam em sua página (blog, flickr, twitter, facebook). Depois é possível personalizar quase tudo – cores, tamanhos, fontes do texto.

O interessante é que você pode utilizar como fundo uma imagem em fullscreen (o site faz alguns ajustes automáticos para que ela não fique muito distorcida). Exemplos aqui.

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Notei alguns aspectos que poderiam ser melhorados.

Na tela de personalização do layout, por exemplo, na hora de escolher as posições dos elementos na tela, você tem que clicar em botões. Um sistema de clicar e arrastar seria bem mais fácil (estilo home do Netvibes). Outra coisa, deveria existir uma biblioteca com imagens ou uma espécie de integração com o Flickr para quem quisesse utilizar as suas fotos de fundo.

Mas, fora isso, as minhas primeiras impressões sobre o Flavors.me são positivas. Sou meio suspeito para falar, gosto de sites que têm uma interface minimalista.

Na verdade, tudo o que ele faz, você consegue desenvolver caso tenha um bom conhecimento de CSS e design. No entanto, o Flavors.me é voltado para o usuário sem muito conhecimento técnico ou que não tem paciência de mexer com CSS e HTML. Quer algo casual e sem complicação.

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Pelo que percebi, a intenção é transformar o Flavors.me em uma espécie de “cartão de visitas virtual”. Mais para frente, existirá a opção de utilizar um domínio próprio, em vez de http://flavors.me/usuario.

Por essas e outras que o coloco na mesma série de sites minimalistas que vêm sendo produzidos de um tempo para cá. Que fazem pouco, mas bem feito. São eles, Tumblr, Deadline, Posterous, Rososo, NowDothis, Bloglovin.

A minha página no Flavors.me está aqui (ainda estou testando, vou mudar as cores, colocar foto etc).

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Minhas primeiras impressões sobre o Google Wave

Publicado por Tiago Dória, em 1 de dezembro de 2009 (Terça-feira).
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Twitter com tradução automática e botão de mute

Um dos burburinhos nesta semana entre os principais blogs de tecnologia é o lançamento do Brizzly, client para o Twitter.  Antes, o serviço estava fechado somente para convidados.

O Brizzly é chamado de “social media reader” em alusão aos leitores de feeds (Google Reader). Você pode acessar e gerenciar ao mesmo tempo seus perfis no Twitter e no Facebook.

Duas funções chamam a atenção -  botão de mute para silenciar uma pessoa em sua lista de contatos. Seria como se você deixasse de seguir uma pessoa no Twitter temporariamente. E ainda – a tradução automática de mensagens do Twitter. Tradução à la Google Translate.

Brizzly, que não é um serviço oficial do Twitter, é desenvolvido pelo ThingLabs, fundado em junho deste ano por ex-funcionários da Google. Abaixo, vídeo com detalhes da ferramenta.

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Site permite editar áudios no próprio navegador

Publicado por Tiago Dória, em 24 de novembro de 2009 (Terça-feira).
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Site agrega conteúdo de revistas

Maggwire

Ao mesmo tempo que dispersa, a web tem ferramentas que centralizam conteúdo. Neste sentido, Jian Chai, estudante da Universidade de Michigan, criou o Maggwire, um hub de revistas, que agrega em um único ambiente o conteúdo de diversas delas.

O conteúdo de mais de 650 revistas (por enquanto, somente em inglês) é agregado e separado por temas. É mais ou menos como um Google News das revistas.

Em breve, em parceria com editoras, o site deve lançar um serviço freemium, com base em customização de conteúdo.

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Buscadores e agregadores de notícias sob ataque (atualizado)

Publicado por Tiago Dória, em 28 de outubro de 2009 (Quarta-feira).
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Minhas primeiras impressões sobre o Google Wave

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Há uma semana, mais ou menos, eu estou testando, com mais calma, o Google Wave. O último hype deste tipo que eu vi em torno de uma ferramenta da Google foi no lançamento do Gmail em 2004, que, por sinal, também era restrito a convidados em seu início.

As minhas impressões são bem iniciais, eu não ia publicá-las, mas como há muita gente me perguntando sobre o Wave, resolvi seguir em frente.

Basicamente, na teoria, o Google Wave é uma aplicação que reúne várias ferramentas simultaneamente – email, chat, wiki.

Na prática, você começa criando um “wave”, que pode ser uma simples mensagem para uma pessoa que está em sua lista de contatos do Google Wave ou ser um thread de uma discussão. Você propõe um tema e adiciona as pessoas que podem fazer parte desse thread.

Essas pessoas podem ir adicionando mensagens, vídeos, links, textos, mapas, jogos, imagens, outras pessoas a esse thread, igual a uma ferramenta turbinada de lista de discussão, sendo que essas trocas de mensagens podem acontecer “em tempo real”, você vê a outra pessoa digitando.

Neste sentido, existe um bom recurso chamado “playback”. Seria como se você rebobinasse um thread e pudesse acompanhar a discussão desde o começo.

Google Wave

Num primeiro momento, passa a impressão de que podem existir diversos usos para o Google Wave. Por exemplo, você pode editar um texto ao mesmo tempo com diversas pessoas e simultaneamente trocar mensagens instantâneas com elas (como se o Google Talk e o Google Docs estivessem na mesma tela, no mesmo ambiente).

Dessa forma, o Google Wave torna-se um ambiente de “edição colaborativa”, que, quem sabe, mais para frente, poderá servir também para editar vídeos e fotos a diversas mãos. Aliás, o Wave trabalha muito com essa questão da instantaneidade da comunicação, da “publicação em tempo real”.

Se a gente for levar em conta esse lado da “edição colaborativa”, acredito que o Google Wave não seja nenhuma novidade para usuários corporativos. Há ferramentas voltadas para empresas que já cumprem essa função. Por sua vez, para o usuário final não-corporativo, talvez seja algo novo mexer nesse tipo de ambiente colaborativo e instantâneo.

Não tenho certeza se o Google Wave resolve algum problema. Por enquanto, parece ser mais um exemplo de oferta que gera demanda. Para mim, neste momento inicial, por exemplo, ele está se saindo mais como uma ferramenta turbinada de lista de discussão.

Continuarei testando…

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A resposta mais direta da Google aos jornais

Publicado por Tiago Dória, em 20 de outubro de 2009 (Terça-feira).
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Pandora dos filmes

jinni

Há um bom tempo o Pandora, rádio online personalizada que recomenda músicas de acordo com as suas preferências, está bloqueada para os usuários do Brasil. Uma pena, pois o Pandora não é apenas “mais um site para ouvir música”, mas resultado de uma importante pesquisa acadêmica que busca descobrir “genomas musicais” e trabalha com conceitos de taxonomia musical.

Nesta semana, entrou aberto para todos os usuários o Jinni, espécie de “pandora dos filmes”. O esquema é parecido. Você digita o nome de um filme na caixa de busca do site e o Jinni retorna com recomendações de filmes parecidos.

Se você estiver logado, o site vai aprendendo os seus gostos, afinando as recomendações, à medida que o utiliza. É possível pesquisar filmes por datas, estilo, prêmios que recebeu e ainda locação (você pode encontrar filmes que foram gravados no mesmo local).

O Jinni foi criado em Israel por ex-funcionários da Oracle. O único porém do site  para os brasileiros é ser todo em inglês. Você precisa pesquisar os nomes dos filmes em seu título original. O site entra para competir, em parte, no mercado do Flixster, que oferece recursos parecidos.

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Para saber quem está “remixando” o seu conteúdo

Publicado por Tiago Dória, em 8 de outubro de 2009 (Quinta-feira).
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Para imprimir qualquer página

Printliminator

Quase sempre é um problema imprimir trechos de uma página na web. Alguns sites não foram desenvolvidos da forma correta e, muitas vezes, quando você quer fazer a impressão de apenas um texto, acaba tendo que imprimir banners, fotos, botões, menus e outras coisas desnecessárias.

Por meio da Smashing Magazine, conheci o Printliminator. É um “bookmark” que busca contornar isso ao permitir que você elimine de uma página tudo o que você não deseja imprimir.

Para isso, tem que ir ao site do Printliminator e arrastar o botão preto “printliminator” para a barra de ferramentas do navegador. Depois é só entrar no site que você quer imprimir e clicar no botão. Todos os objetos da página ganharão um contorno vermelho. É só clicar nos que você não quer imprimir.

Existe uma extensão para o navegador Firefox que faz isso num caminho inverso, a Nuke Anything Enhanced. No caso, você tem que selecionar o texto que deseja imprimir e depois, com o botão direito do mouse, clicar em “Remove everything else”, opção que remove tudo da página, deixando apenas o texto que você quer imprimir.  Abaixo um vídeo explicativo do Printliminator.

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Site permite editar vídeos no próprio navegador

Publicado por Tiago Dória, em 7 de outubro de 2009 (Quarta-feira).
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Comentários até na casa do chapéu

googlesidewiki

A Google anunciou nesta quarta-feira o lançamento de um recurso na barra de ferramentas GoogleToolbar que permite que você faça anotações e comentários em qualquer site, mesmo que ele não tenha espaço para os mesmos.

Os comentários, que aparecem em uma barra lateral no navegador, também podem ser visualizados por outros usuários (imagem acima), desde que tenham a barra instalada. Enfim, tanto para comentar como para poder visualizá-los, precisa ter a barra instalada (e clicar em “ativar recursos avançados”)

Do ponto de vista do leitor, é bem útil em sites que não permitem comentários. Por exemplo, agora é possível deixar comentários no Blog do Planalto (versão oficial).

Segundo o PaidContent, alguns sites de notícias já estão preocupados com o recurso, chamado GoogleSideWiki e que é superior ao utilizado nas caixas de comentários da maioria dos sites. É possível denunciar comentários falsos e fazer um ranking dos melhores.

A meu ver, além do risco de spam, o problema do Google Sidewiki é que não existe uma integração entre o recurso e o editor do site que recebe os comentários. Eu, por exemplo, não tenho como saber quando alguém fez algum comentário. De repente, é alguma dúvida e que merece uma resposta.

Veja também:
Pessoas estão fugindo da caixa de comentários (atualizado)

Publicado por Tiago Dória, em 23 de setembro de 2009 (Quarta-feira).
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