A premissa é verdadeira no caso do dicionário Chambers, publicado desde 1901 na Inglaterra.
Dos novos termos adicionados à nova edição do dicionário, quase 1/4 é proveniente da chamada “cultura da internet”. Entre os termos, estão – cloud, paywall e tweet; além das siglas bastante utilizadas em emails e plataformas de redes sociais – OMG (Oh My God) e BFF (Best friend forever).
Na semana passada, a editora Merriam-Webster anunciou a adição no Collegiate Dictionary das palavras tweet, social media e crowdsourcing.
Não é de hoje que termos vindos da web tornam-se oficiais em dicionários. Em 2005, podcast foi eleita a palavra do ano pelo Dicionário Oxford.
Antes, quando você queria encontrar palavras incomuns, tinha que recorrer a livros antigos, repletos de termos fora de uso. Hoje, cada vez mais, é importante também estar de olho no burburinho da web.
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Crédito da foto: Horia Varlan

Assunto interessante, uma vez que, as midias se voltam para as mudanças, no caso a Internet, posteriormente
deve-se adequar isso para o ensino nas escolas em todos os níveis
É Oh My God, não Oh My Good, gente!
opa, corrigido.
Vantagens e desvantagens. É com certa frequência que pego textos escritos á moda internet e este vício deve ser controlado, porque em provas e concursos não serão aceitos.
Então aií vai a minha dica. Não se deixem levar 100% Curtam o momento mas não se tornem zumbis.
Tiago Dória, é possível sim aqui no Brasil devido ao processo de ESTRANGEIRISMO que é uma forma de recepção do termo alienígena ora a) Aportuguesando a grafia como em “abajur” do francês “abat-jour”, ora b) Com o seu nome original como “mouse”. Ademais a língua portuguesa tem várias origens. Tudo é claro fica sob a responsabilidade da Academia Brasileira de Letras e uma vez aprovadas pode-se usar.