Site permite “dar zoom” em qualquer imagem na web

O Live Labs da Microsoft lançou, em fase de testes, uma ferramenta chamada Zoom.it, que permite “dar zoom” em qualquer imagem em alta resolução publicada na web.

É interessante para quem quer, por exemplo, encontrar algum detalhe em uma foto.

A ferramenta não permite uploads, você tem que inserir a url da imagem na home do serviço. Para dar zoom, basta clicar em cima da imagem ou usar o scroll do mouse (exemplo abaixo).

O Zoom.it gera um código de embed para quem quiser embuti-la em um post.

A ferramenta foi desenvolvida pela mesma equipe que fez o Photosynth.

Veja também: Site cria infográficos a partir de dados pessoais

Publicado por Tiago Dória, em 6 de agosto de 2010 (sexta-feira).
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Um dia sem tecnologia

Good Magazine, a revista que faz brainstorms no Twitter, realizou um concurso entre os leitores para eleger o melhor desenho com a temática “um dia sem tecnologia”. O conceito é bem amplo, mas a publicação partiu do pressuposto de que tecnologia é somente eletrônicos.

Veja também: Quem enviou uma mensagem e depois se arrependeu?

Publicado por Tiago Dória, em 5 de agosto de 2010 (Quinta-feira).
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Estamos matando os telefonemas

Quantas vezes você deixou de fazer uma ligação de telefone e acabou, no final das contas, enviando um scrap, email ou tweet?

Na última edição da Wired, o articulista Clive Thompson bateu o martelo. Os telefonemas estão morrendo. As pessoas fazem cada vez menos ligações telefônicas em troca de utilizar serviços de SMS e mensagens em plataformas de redes sociais.

O colunista toma como base pesquisa da Nielsen indicativa de que não somente a quantidade, mas o tempo das ligações tem diminuído a cada ano, depois de atingir um pico em 2007.

Thompson faz uma análise interessante sobre a mudança de comportamento. Mas vale ir além.

Além de uma mudança de comportamento, acredito que esse movimento mostra algo mais – em qual barco estão as plataformas de redes sociais.

Ligações telefônicas e redes sociais têm o mesmo DNA – são tecnologias/ferramentas de comunicação. Elas estão no mesmo negócio – conectar pessoas.

Comentei isso uma vez aqui, no blog, redes sociais estão mais para ferramentas de comunicação do que propriamente plataformas de mídia.

Você não utiliza um telefone por causa do conteúdo, mas pelo motivo de existir uma pessoa do outro lado. Pela simples razão de que ele conecta você a outra pessoa.

Da mesma forma, primeiramente, as pessoas estão nas redes sociais pelo motivo de poderem se conectar a outras e não por causa do conteúdo. De nada adianta publicar um vídeo no Facebook se não há ninguém para assistir e comentar. Sem as pessoas conectadas o “conteúdo do telefone” ou o do Facebook não tem valor.

Parece um detalhe conceitual, mas ter noção disso pesa bastante na hora de formular uma estratégia ou estudar as redes sociais. Percebe-se que, atualmente, ainda existe a mentalidade de ver as redes sociais como plataformas de mídia, como veículo, como se o tipo de conteúdo compartilhado e não a ligação entre as pessoas fosse o mais importante.

Historicamente, ferramentas de comunicação geram melhor receita por meio de serviços e funcionalidades a mais, e não por meio de publicidade, pelo simples motivo de que os anúncios soam intrusivos neste tipo de produto/tecnologia. Imagine a situação, você está conversando com uma pessoa ao telefone e de repente a conversa é suspensa para entrar um anúncio. Ou uma ligação de telefone se encerra ou começa sempre com uma propaganda.

Não é sem motivos que tentativas de inserir propagandas nas redes sociais, como se fossem intervalos comerciais, nunca funcionaram muito bem (o que faz todo sentido, o Facebook é bem mais um telefone do que uma CNN. A expectativa é outra).

Se as redes sociais estão substituindo as ligações telefônicas, bem ou mal, é por que, de forma tão ou mais eficiente, conectam as pessoas e permitem uma comunicação sem intrusão, assim como a tecnologia de telefonema tem feito há tanto tempo.

Atualização às 17h50  – Por coincidência, a Telefônica, operadora de telefonia, anunciou nesta quarta-feira a compra da rede social Tuenti, bastante utilizada na Espanha.

Veja também: Eles estão cada vez mais desconectados

Crédito das fotos: stephangeyer e cizake

Publicado por Tiago Dória, em 4 de agosto de 2010 (Quarta-feira).
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Interfaces de Hollywood

A forma como interagimos com dispositivos é questionada o tempo todo. Contudo, ela tem sido mais contestada nos últimos anos, com o aumento do volume de telas sensíveis ao toque de mão e das tecnologias de realidade aumentada e de sensores capazes de detectar movimentos.

Computador sem mouse, TV sem controle remoto, celular controlado apenas com os movimentos dos olhos são algumas das ideias que começam a ganhar corpo. Junto com isso, ainda existe a questão da visualização de dados, como lidar com montanhas de dados.

Há um bom tempo, o cinema vem, de certo modo, absorvendo e servindo de combustível para esses questionamentos e desafios.

Neste sentido, o Infosthetics, especializado em visualização de dados, publicou um vídeo bem bacana que mostra todas as interfaces futuristas exibidas em Homem de Ferro 2.

Quando assisti ao filme, foi uma das coisas que mais chamou a minha atenção.

No site da Prologue, responsável pelos efeitos, há detalhes de como as interfaces foram feitas.

Veja também: Glo: Site para mulheres e com uma interface diferente

Publicado por Tiago Dória, em 3 de agosto de 2010 (Terça-feira).
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Nova fase dos leitores de RSS?

Não é algo lá muito novo, mas é interessante notar como a ideia de transformar seus feeds preferidos em formato de revista começa a ganhar espaço.

Na semana retrasada, o lançamento do Flipboard, que, apesar de problemas iniciais, fez bastante sucesso entre usuários do iPad.

Agora, o Pulse foi reformulado, o que destacou ainda mais a possibilidade de leitura de feeds preferidos em um formato próximo de uma revista.

Tanto o Pulse quanto o Flipboard tem a mesma função. Reempacotar o conteúdo para apresentá-lo de forma mais atraente. Parece ser uma nova fase nos leitores de RSS.

Veja também: Pearltrees ajuda a ‘organizar’ visualmente a web

Publicado por Tiago Dória, em .
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Internet como ferramenta militar e governamental

Uma das matérias que mais tem repercutido nos meus feeds é a da Wired sobre a Google e a CIA estarem em conjunto investindo em uma startup de monitoramento da web.

A Recorded Future tem a proposta de monitorar blogs, plataformas de redes sociais e microblogs para encontrar, identificar e analisar relações entre pessoas, empresas, governos e incidentes. A intenção é que esses dados sejam utilizados para prever ações e comportamentos.

Ao que tudo indica, a startup fornece uma eficiente tecnologia para inteligência militar e governamental. Recentemente, conseguiu prever uma possível ação do grupo radical Hezbollah.

Segundo a Wired, o relacionamento entre a Google e o governo dos EUA não é de hoje, assim como o investimento da empresa de busca em agências americanas de segurança e espionagem. A Google já realizou consultoria e vendeu tecnologias para algumas delas.

Além do relacionamento tênue entre a Google e o governo de Obama, esse caso CIA + Google + Recorded Future demonstra duas coisas:

1) O interesse cada vez mais crescente das agências de segurança pelas informações publicadas em blogs, microblogs e redes sociais.

2) O fato de estarmos tão acostumados com o discurso de que a internet liberta as pessoas e derruba governos, que estranhamos vê-la ser utilizada como ferramenta militar e governamental.

Vale lembrar que a internet surgiu justamente para ser uma ferramenta militar/governamental. Uma plataforma de entrega/troca de informações que fosse mais eficiente que as outras (impresso, TV e rádio) e que se mantivesse intacta em caso de grandes tragédias ou ataques.

Depois é que veio esse viés ideológico e mais acadêmico de “contracultura”, de que “a internet liberta mentes e corações”, e, um pouco mais depois, a visão mais comercial e comum hoje em dia (internet é a melhor plataforma para unir marcas e consumidores).

De certa forma, esse investimento da Google e da CIA resgata um pouco esse lado da internet – como ferramenta militar e governamental.

Veja também: Internet vai passar os jornais em receita. E daí?

Publicado por Tiago Dória, em 2 de agosto de 2010 (Segunda-feira).
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CNN lança versão internacional do app (inclusive para o Brasil)

Eu já havia comentado quando a versão do aplicativo restrita aos EUA foi lançada.

A versão internacional do aplicativo da CNN para iPhone mantém praticamente as mesmas características. Possibilidades de -  com apenas dois cliques, enviar fotos e vídeos direto do celular para o iReport, site de jornalismo cidadão da CNN; igual ao Twitter, seguir e receber alertas de somente certos tópicos do noticiário (por exemplo: “apple” “iPhone”); e ainda, poder salvar as matérias para ler depois, mesmo com o celular offline.

Além das notícias serem voltadas para o público global, as únicas diferenças são o fato do aplicativo ser gratuito e não transmitir ao vivo a CNN.

Veja também: NPR Music soube unir iPhone à música

Publicado por Tiago Dória, em .
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