Nesta quarta-feira, no Digital Age 2.0, que acontece em São Paulo, foi divulgada uma pesquisa sobre o consumo de vídeo online no Brasil.
Os dados do estudo são inéditos e, o mais importante, voltados totalmente ao mercado brasileiro.
Para mim, foi o ponto mais interessante do evento neste 1º dia.
Alguns detalhes do estudo, que foi elaborado pela Globosat, Havas Digital e Qualibest.
1) 96% dos usuários brasileiros de internet têm o hábito de assistir a vídeos pela web
2) Em sua maioria, esses vídeos são consumidos das 20h às 1h
3) Possibilidade de assistir a qualquer hora (não ficar preso a grade de horário) é o principal atrativo do vídeo online
4) Em geral, homens preferem vídeos com conteúdo esportivo. Mulheres, sobre culinária.
5) A maioria assiste a um vídeo após a indicação de um amigo ou citação em um artigo.
6) Usuários não têm rejeição a propagandas, mas sim à repetição do mesmo comercial em diversos vídeos.
Por coincidência, num debate logo após a divulgação da pesquisa, Regina Chamma, gerente de projetos especiais do Google Brasil, afirmou que o YouTube está testando uma funcionalidade que permitirá ao usuário escolher quando e qual comercial quer assistir.
Recurso que, diga-se de passagem, já existe no Hulu, site que lidera a exibição de publicidade em vídeos nos EUA.
Veja também: Pré-seleção de comercial é solução para vídeo online
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Uma coisa que achei interessante é o tipo de conteúdo acessado por genêro. A internet não mudou os hábitos das pessoas né? Apenas parece que elas migraram da TV pro computador.
Sim, os hábitos são bem parecidos.
Sem contar que, em grande parte, o consumo de vídeos online no Brasil acontece no mesmo horário nobre da TV.
Olá Tiago! Gostaria de saber seu e-mail para fazer contato sobre curso de especilização em novas mídias. Se puder me informar, agradeço.
Oi
Meu email é tiago@tiagodoria.com.br
Muito bom ter estas informações oficializadas.
Isto concretiza um sentimento de quem trabalha com produção de vídeo empresarial: as empresas estão aos poucos esquecendo do enfadonho vídeo institucional tradicional – que trás pouco retorno para a marca – para investir em uma comunicação focada, tendo como base seu público alvo e a exibição de conteúdo na web.
Erick Monstavicius
DIRETOR / PRODUTOR AUDIOVISUAL http://cinematika.com.br
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