A API do Google Maps está completando 5 anos, quase junto com o serviço de mapas em si que surgiu em fevereiro de 2005.
Segundo o Programmable Web, que monitora a criação de mashups na web, a API do Google Maps é a mais popular entre os desenvolvedores.
Hoje existem registrados quase 2 mil mashups feitos com base no serviço de mapas da Google. Ou seja, o Google Maps é o serviço da empresa de busca mais utilizado para fazer mashups.
A API do Google Maps deu espaço para o surgimento de diversos serviços, como o premiado Chicago Crime, que mesclava o Google Maps com dados sobre crimes da região de Chicago e que depois transformou-se no projeto Everyblock, de Adrian Holovaty.
Em comemoração aos 5 anos, segundo o blog ReadWriteWeb, foi lançado um mapa que reúne todos os mashups que atualmente estão no ar.
O meu preferido continua sendo o History Pin, que, com a ajuda do Google Street View, plota fotos históricas em um mapa, no exato local onde elas foram tiradas – detalhes no vídeo abaixo.
Veja também: Primeiro mashup de mapas completa 4 anos
Interessante a movimentação que o Hulu está fazendo.
O site de vídeos, criado por um conjunto de grupos de mídia (Disney, NewsCorp, NBC Universal), lançou uma versão paga, o Hulu Plus.
Por US$ 9,99 por mês (mais ou menos 18 reais), será possível acessar o conteúdo do site de vídeos em praticamente qualquer dispositivo – computadores, smartphones, tablets, vídeo-games, TVs – incluindo iPad, iPhone, PS3, Xbox 360, TVs Samsung e players Blu-ray da Sony.
Na prática, o conteúdo do Hulu, que é formado por séries e programas de TV, além de filmes completos, estará disponível em qualquer dispositivo. Ou seja, o Hulu será “device agnostic“, não será ligado a somente um dispositivo.
O fato de ser “device agnostic“, poder ser acessada de qualquer dispositivo, é o que difere a internet de outras plataformas – impresso, rádio e TV. E nada mais natural do que uma empresa/um produto que nasceu digital trabalhar a sua estratégia em cima dessa característica.
Quem acompanha o blog sabe que eu observo o projeto do Hulu desde o seu começo, em 2007. Numa primeira fase, mostrou que, para combater a pirataria online, os grandes estúdios e produtoras poderiam deixar os processos judiciais de lado e lutar com as mesmas armas, fornecer um serviço melhor que os “sites piratas”, uma melhor “experiência para o usuário”. Isso de olho na premissa de que, acima de tudo, os usuários estão atrás de facilidade.
Nesta segunda fase, o Hulu poderá tornar evidente que o futuro (ou o presente?) é “device agnostic“.
Veja também: Por que o Hulu já é o 2º site de vídeos mais acessado?
Existe gente que deixa de atualizar o blog por falta de tempo, cansaço e… falta de ideias. Você vai escrever um texto e, de repente, dá aquele branco.
Por meio da Automattic, o WordPress comprou o Plinky, site que tenta resolver esse problema (já comentei sobre ele por aqui, no blog).
Todo dia o Plinky sugere um assunto por meio de uma pergunta, do tipo “O que você faria com US$ 1.000?”, “Qual foi a coisa mais estranha que você viu em um país estrangeiro?”. Em parte, as perguntas têm como referência as informações que você insere em seu perfil no site.
A funcionalidade já foi integrada ao WordPress.com.
Se a gente for ver, no final das contas, o Plinky serve não somente para autores de blogs, mas para qualquer pessoa que trabalha com a produção diária de textos. Foi desenvolvido por ex-funcionários da Google, o mesmo pessoal responsável pelo aplicativo para Twitter Brizzly.
Recente pesquisa interna da IBM mostrou que, em sua maioria, seus funcionários deixavam de atualizar os seus blogs por falta de ideias e não por falta de tempo, como se costuma acreditar. Para resolver esse problema, a IBM lançou o BlogMuse, que todo dia também sugere assuntos.
Veja também: Twitter é grande redirecionador de tráfego para os blogs
Brasileiros utilizam com mais frequência sites de compras que também tenham uma versão física. Na América Latina, os usuários brasileiros são os mais ativos – 84% pretendem fazer uma compra online nos próximos 6 meses, segundo estudo sobre compras online feito pela Nielsen.
Nesta respectiva ordem, livros, roupas/sapatos e passagens aéreas estão entre os ítens que, globalmente, as pessoas mais pretendem adquirir online.
Segundo a pesquisa, poder ler resenhas e críticas feitas por outras pessoas é um dos principais benefícios de comprar online – 57% dos pesquisados acreditam que as críticas têm importância numa compra online – 40% não adquirem um produto eletrônico sem antes ler resenhas, postura que se repete quando é feita a compra de carros (38%) e softwares (28%).
O estudo completo pode ser baixado (em formato pdf).
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Crédito da foto: alles-schlumpf
Além de ser exemplo do casamento de uma empresa de tecnologia com outra de mídia (Microsoft + emissora de TV NBC), o portal MSNBC sempre foi inovador em suas interfaces.
Antes de muitos portais de notícias, contava com uma home que poderia ser adaptada a diversas ocasiões – textos, manchetes e fotos poderiam ser abertas em diversos tamanhos e posicionamentos na tela. Enfim, um layout maleável.
Para quem trabalha com interface de notícias, é uma publicação que vale a pena ficar de olho.
Falo isso porque, nesta segunda-feira, um novo layout para as matérias foi lançado.
Fotos e títulos com tamanhos maiores, player com transcrição do conteúdo dos vídeos, uso de linhas do tempo, textos centralizados na tela.
É o que, no release de lançamento, eles chamam de “multimedia storytelling”. Em vez de os elementos multimídia (vídeos, fotos) serem alinhados ao lado ou no meio do texto (como tradicionalmente é feito), eles são posicionados de forma sequencial, um abaixo do outro.
Outro detalhe é a barra de ferramentas na parte inferior. Parecida com a do site da Reuters, possibilita compartilhar links por email, Twitter e Facebook, além de ter um sistema de notificação que permite saber quando alguém respondeu a um comentário feito por você no portal.
O novo layout já foi pensado para a visualização em tablets.
Para testá-lo, é só clicar em qualquer notícia da home do portal.
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/via infosthetics
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Bastaram dois erros da arbitragem nos jogos da Copa do Mundo deste domingo para começar uma boa discussão sobre o uso de tecnologias para reduzir esse tipo de problema.
Uma vez mais, uma suposta tecnofobia da FIFA foi lembrada.
Nos meus arquivos, resgatei uma matéria da TIME de 2006. Na época, a reportagem cogitava, durante a Copa do Mundo, o uso da tecnologia Smartball, desenvolvida pela Adidas em parceria com uma empresa alemã. Basicamente, era uma bola com chip RFID, que detectaria com mais precisão se ela passou ou não a linha do gol. Tecnologia que, diga-se de passagem, logo depois foi descartada pela Federação Internacional de Futebol.
No final, o máximo de inovação da FIFA na última Copa foi a utilização de dispositivos sem fio para que a arbitragem pudesse se comunicar durante o jogo.
A reportagem da TIME já sentenciava – o futebol é um dos esportes mais conservadores em adotar novas tecnologias. Desde 1999, a Liga de Futebol Americano e o tênis já adotam uma série de tecnologias de replay instantâneo e até 3D para minimizar erros de árbitros.
Quatro anos depois, mais uma Copa do Mundo, situações parecidas, erros grosseiros de arbitragem, as palavras ecoam no blog Coluna Dois, de Gustavo Poli.
“Existem teimosias ancestrais, teimosias galáticas e teimosias galáticas ancestrais. A decisão de ignorar os recursos tecnológicos em futebol pertence a esse último grupo (…) O erro agride o princípio básico da FIFA – o fair play – porque, ao ser prejudicado de modo acintoso, não há equilíbrio emocional que se mantenha”.
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“Parece que todos esses caras estão ansiosos para experimentar plataformas emergentes”
Dessa forma, meio descontraída, David Karp, 24 anos, criador da plataforma de publicação Tumblr, reagiu aos números que chegaram às suas mãos. Em menos de 15 dias, 20 tumblrs foram criados por importantes publicações nos EUA.
NYTimes promete lançar um em breve. As revistas Newsweek, Vice, LIFE, New Yorker, Elle e o portal Huffington Post já estão com os seus tumblrs no ar.
De que existe uma recente onda de uso do Tumblr no jornalismo lá fora não há dúvidas. Mas, sinceramente, com exceção da Newsweek (comentei aqui sobre o uso), ainda não vi nenhuma utilização muito diferenciada da ferramenta por parte dessas publicações.
Por enquanto, parece que tudo ainda está numa fase bem experimental.
Em 2008, utilizei o Tumblr pela 1ª vez durante a cobertura da primeira Campus Party Brasil. É um sistema de publicação parecido com uma mistura de WordPress e Twitter, mas com diversas particularidades que essas publicações precisam estar atentas.
Entre elas, a interação/diálogo com a audiência é um pouco diferente – se dá principalmente pela atividade de “reblogar” um post, equivalente a “retuitar” uma mensagem no Twitter.
Meu tumblr está em tiagodoria.tumblr.com, mas atualmente utilizo para fazer lifestreaming.
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“Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”
Dizeres no cartaz do filme The Social Network, sobre a criação do Facebook.
Além do primeiro pôster, nesta semana foi divulgado o teaser trailer do filme.