Google e Microsoft como tradutores universais

O sonho de um sistema universal de comunicação ou um tradutor universal de idiomas ainda está distante. Ainda parece algo de ficção científica.

Para se ter uma ideia, há mais de 60 anos tecnologias de tradução são estudadas. Esse tipo de tecnologia ganhou um impulso durante a II Guerra Mundial e voltou a ganhar mais destaque com o crescimento da internet, campo para a prática de vários idiomas, mas também revelador do quanto o idioma pode ser uma barreira para comunicação e consumo de conteúdo.

Hoje, tecnologias de tradução são uma indústria que movimenta US$ 8 bilhões por ano.

Para alguns, tecnologias como Google Translate e Babelfish nunca serão perfeitas. Serão mais uma ferramenta de produtividade do que um substituto à tradução feita por humanos. Para outras, a precisão dessas ferramentas é somente questão de tempo.

Nesta semana, durante a feira Silicon Valley Tech, a Microsoft apresentou com mais detalhes o Telephone, aplicativo VoIP de tradução em tempo real, que combina 3 tecnologias da empresa – reconhecimento de voz, tradução e transcrição de voz em texto. Uma pessoa fala e o sistema traduz automaticamente em texto e  voz.  Para resolver o problema da falta de precisão, uma frase é “retraduzida” automaticamente várias vezes.

Depois, o mais interessante, a Google anunciou que o Google Googles, aplicativo exclusivo para Android, será capaz de traduzir textos a partir de imagens tiradas com a câmera do celular. Imagine a situação, você está em um outro país, com um cardápio em chinês em mãos, sem ter nenhuma noção do que está escrito nele. Para resolver isso, basta tirar uma foto do cardápio que o aplicativo transforma a imagem em texto e o traduz automaticamente.

Veja também: Faça o seu blog falar diversos idiomas

Credito da foto: Maynard

Publicado por Tiago Dória, em 7 de maio de 2010 (sexta-feira).
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Nova campanha do Yahoo!

Da mesma forma que os comerciais sobre search overload do Bing, sistema de busca da Microsoft, a nova fase da campanha de US$ 100 milhões do Yahoo! busca bater no líder do mercado de buscas -  o Google. No caso, criticando a simplicidade de sua home.

O vídeo abaixo (de pontapé da campanha) enaltece o Yahoo! como portal (homepage).

Somente pela curiosidade, um comercial do Yahoo! nos anos 90, totalmente focado na busca.

Veja também: Você sofre de “Search Overload”?

Publicado por Tiago Dória, em .
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Do mouse para a tela sensível ao toque de mão

Em um post, comentei sobre o quanto a tecnologia de telas está forçando modificações em diversas áreas; nesta semana, a Technology Review, do MIT, publicou uma matéria a respeito das mudanças que a tecnologia de tela sensível ao toque de mão está forçando nas publicações.

Segundo Ben Bederson, professor da Universidade de Maryland, uma das principais questões que os sites tem que trabalhar é com a ausência do mouse. Gadgets com multitouch dispensam o quase onipresente dispositivo. Com isso, é necessário transformar movimentos do mouse em gestos de toque na tela. Sites precisam ser simplificados e “pontos de interação”, como botão e barras de rolagem, ganham mais destaque em sites adaptados para telas sensíveis ao toque.

Blogs como Gizmodo e a suíte online Zoho já estão realizando modificações em suas interfaces.

O detalhe histórico nesta questão é que a mesma empresa (Apple) que ajudou a popularizar o mouse nos anos 80 está (30 anos depois) auxiliando a questionar o seu uso (com o lançamento do iPad).

Veja também: Bastidores da criação de um aplicativo para o iPad

Crédito da foto: Superamit

Publicado por Tiago Dória, em 6 de maio de 2010 (Quinta-feira).
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O que mais gostei no novo Google: a “barra inteligente”

Lembra do novo design do Google que eu comentei há algum tempo? Agora ele é oficial (aos poucos todos usuários terão acesso à nova versão).

A última grande modificação na interface do Google aconteceu em 2007, quando foi feita a integração de resultados da busca por imagens e vídeos.

Em relação ao layout que mostrei há duas semanas, a única mudança é a retirada do link que permitia indicar a sua localização e, desse modo, exibir resultados personalizados nas pesquisas. Segundo a Business Week, nos testes, o recurso de localização não mostrou bom desempenho.

Por trás dessas mudanças cosméticas, existe uma modificação sutil, mas interessante na experiência de utilizar o Google.

Em março, o Bing, sistema de busca da Microsoft, lançou uma interface que se adapta ao que você está pesquisando.

Por exemplo, se você está procurando comprar um tênis, o Bing se transforma praticamente num “guia de compra”, permitindo visualizar os sapatos por preço, marca, estilo, mais vendidos. Se você está procurando por passagens aéreas, o buscador se transforma num “guia de viagens”.

Ou seja, para cada tipo de termo pesquisado, existe um tipo de experiência diferente com o buscador. Ele se adapta ao que você está buscando.

Nesta reformulação do Google, passa a acontecer o mesmo. A barra à esquerda se adapta ao que você está buscando. Por exemplo, se você pesquisar pela banda Arctic Monkeys, o primeiro ícone que fica em destaque na barra à esquerda depois de “Tudo” passa a ser “Vídeos” e “Imagens”.

Essa mudança é mais perceptível quando você faz uma busca por um produto (não funcionou no Google Brasil). No caso, o primeiro ícone que passa a aparecer na barra à esquerda é “Shopping” (compras), que leva a uma página onde o Google lista o produto que você quer comprar em diversos sites. Permite que você pesquise por preço, marca, loja etc.

Enfim, é uma mudança sutil, mas mostra que o Google está nesse caminho de criar um tipo de experiência diferente para cada tipo de coisa que você busca.

Veja também: Google Buzz é o “Facebook Beacon” da Google

Publicado por Tiago Dória, em .
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Tweets em HTML? Um brasileiro fez antes

O Twitter lançou nesta terça-feira o Blackbird Pie, serviço que transforma uma mensagem do Twitter (um tweet) em código HTML, facilitando assim a sua citação em páginas e posts.

Geralmente, quem quer citar um tweet em um texto é obrigado a utilizar o recurso de copiar ou colar ou “fazer um printscreen da tela”. O Blackbird Pie simplifica isso ao gerar um código que pode ser inserido nos textos, semelhante ao código embed do YouTube.

Enfim, o Blackbird Pie já se mostra um serviço bem útil para jornalistas e autores de blogs que gostam de citar mensagens do Twitter em seus textos.

O detalhe é que o desenvolvedor brasileiro Fabricio Zuardi, que criou o Public Videos (lembra?), tinha desenvolvido um serviço parecido, que também transforma mensagens do Twitter em código HTML, o QuoteURL.

É um pouco diferente do Blackbird Pie, mas é também uma tentativa de facilitar a citação de tweets. O Blackbird Pie gera um código para cada tweet. O QuoteUrl, ao contrário, permite juntar vários tweets em um único código, facilitando assim citar uma conversa do Twitter.

Exemplo abaixo. Transcrição de um papo rápido que tive com o @msoares.

  1. Tiago Doria
    tdoria Arte de criar e transmitir boatos http://bit.ly/aLYrRP
  2. Marcelo Soares
    msoares @tdoria parece razoavel esse livro. Leu o do Cass Sunstein sobre o mesmo assunto?
  3. Tiago Doria
    tdoria @msoares Eu não li. Pretendo ler. Achei o livro do DiFonzo superficial, mas é um bom pontapé no assunto
  4. Marcelo Soares
    msoares @tdoria Acho que o do Sunstein é mais ele “pensando alto” a respeito do tema. Não é muito aprofundado, mas vale pela inquietação.

this quote was brought to you by quoteurl

Diferente de outros desenvolvedores que fizeram um movimento contra as mudanças recentes no “ecossistema do Twitter”, Zuardi não se mostra preocupado, se sente até lisonjeado pelo Twitter ter optado por uma solução própria, conforme comenta em um post em seu blog.

Ele deseja até que o QuoteURL se torne obsoleto, porém faz algumas recomendações para que o serviço do Twitter melhore. Entre elas, a do Blackbird Pie minimizar a brecha que permite a uma pessoa alterar o texto de um tweet, o que não é nada bom já que uma das propostas do Blackbird Pie é fazer uma transcrição exata de uma mensagem do Twitter.

O ideal seria mesclar funcionalidades do Blackbird Pie com as do QuoteURL. Ficaria perfeito. Os dois serviços são bem úteis para quem, volta e meia, cita tweets em textos.

Atualização em 07/05 - O QuoteURL passou a gerar também um código para cada tweet, semelhante ao BlackBird Pie.

Veja também: Uma nova sintaxe para o Twitter

Publicado por Tiago Dória, em 5 de maio de 2010 (Quarta-feira).
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Mobilidade e humor são os grandes vencedores do Webby Awards 2010

Somente o site de humor College Humor levou 5 prêmios no Webby Awards 2010 (considerado o Oscar da internet), entre eles – melhor animação com o Pixar Intro Parody (no final do post).

O NYTimes também levou 5 categorias, entre elas, melhor site de notícias (NYTimes.com) e serviço móvel de notícias (NYTimes Mobile).

O Mashable ficou classificado como melhor blog de negócios e cultural.

E a série Auto Tune The News, do site de humor político Barely Political, ganhou destaque em “melhor mashup de vídeo”.

Na parte de aplicativos, o Tumblr foi considerado o “melhor serviço web” e o Foursquare, “rede social móvel”. O Farmville, por sua vez, melhor jogo online na votação popular.

O Twitter foi premiado duas vezes, como “melhores práticas” e “rede social”. No ano passado, o serviço de microblogging tinha sido premiado como “melhor acontecimento de 2008″.

Entre as personalidades, Vinton Cerf, coinventor da internet e atual evangelista do Google, ganhou o prêmio especial de “melhores conquistas durante a vida”, e Roger Ebert, autor de um famoso blog de crítica de cinema, foi considerado a “personalidade do ano”.

Ebert ficou mais conhecido ainda recentemente. Após um câncer, o crítico perdeu a voz e foi obrigado a utilizar uma tecnologia que produz uma voz genérica.

A festa de premiação acontece no dia 14 de junho, em Nova York. Bem provável que com os seus tradicionais discursos de 5 palavras.

Pelo que tenho percebido, cada vez mais produtos ligados à mobilidade ou que tenham uma presença mobile ganham destaque na premiação.

Veja também: O mais inovador na área de mídia

Publicado por Tiago Dória, em 4 de maio de 2010 (Terça-feira).
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Novas telas interativas

A tecnologia de telas é uma das que tem sido aprimoradas a uma velocidade desconcertante nos últimos tempos. É o tipo de desenvolvimento que pode ter um impacto profundo sobre outras indústrias, principalmente a de entretenimento.

Telas são um componente importante em nosso dia-a-dia. É o que permite às pessoas interagir com conteúdos em diversos dispositivos. Um exemplo são as telas LCD e as cada vez mais onipresentes telas sensíveis ao toque de mão, responsáveis por promover mudanças em interfaces de sistemas operacionais, publicações e concepções de games.

Duas empresas de destaque fizeram movimentações na área de telas e interfaces.

1) Primeiro, a Sony anunciou o início (em junho) da fabricação e comercialização da atracTable, tela horizontal, em alta definição e sensível ao toque de mão. Será possível interagir com objetos, semelhante à Microsoft Surface. O vídeo abaixo dá uma boa amostra.

2) Depois a Google anunciou a compra da BumpTop, startup que desenvolve um aplicativo capaz de tornar tridimensional a interface de computadores. A tecnologia é também capaz de aceitar comandos de telas sensíveis ao toque de mão e pode ser utilizada em tablets e celulares.

O interessante desses anúncios nem é tanto os produtos que podem surgir a partir deles, mas que, cada vez mais, eles servem de combustível para questionarmos a forma tradicional de interagirmos com gadgets e conteúdos.

Se juntarmos isso à ideia de “plataformas inteligentes“, vemos que muita coisa pode vir por aí.

Veja também: Parede mágica da CNN roubou a cena

Publicado por Tiago Dória, em .
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Washington Post Live

A proposta parece ser bem melhor que a do TimesCast, o tedioso videocast diário sobre a reunião de pauta do NYTimes.

Jornalistas do Washington Post terão acesso a uma plataforma (Washignton Post Live) por meio da qual poderão fazer videochats diários, ao vivo, com os seus leitores, direto da redação.

A ideia é repertir em vídeo a dinâmica das “sessões de perguntas e respostas” em que os leitores podem enviar perguntas aos jornalistas do Washington Post.

O interessante é que os jornalistas poderão fazer as transmissões direto de suas mesas, sem a necessidade de muitas firulas.

Uma agenda com horários dos videochats foi publicada no site do jornal.

Como plataforma de comunicação, a internet aceita vários tipos de mídias – texto, imagens, voz, vídeo. Tanto o TimesCast quanto o Washington Post Live são sinais de que as publicações estão migrando para outras formas de comunicação (além do texto), como voz e vídeos ao vivo.

Veja também: A intenção é boa, mas o TimesCast é chato

Publicado por Tiago Dória, em 3 de maio de 2010 (Segunda-feira).
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Para Facebook, o que mais importa numa mensagem é quem a envia

Em meados de 2009, quando Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook, disse isso durante uma entrevista poucas pessoas deram atenção.

Segundo Zuckerberg, o que menos importa, numa mensagem, é o conteúdo e, sim, quem a envia. Se a mensagem vier de uma pessoa que você confia, você a escutará. No entanto, se vier de uma pessoa que você não confia ou não a conhece, dará pouca atenção, pouco importando o conteúdo. Isso se aplica a qualquer coisa, notícias, músicas, vídeos que são compartilhados na web.

Na ocasião, muitos não entenderam bem o sentido prático do recado de Zuckerberg. Contudo, ele ficou mais claro com as recentes mudanças anunciadas no Facebook.

A mais comentada foi lançamento do botão “curtir”, que pode ser inserido em qualquer site ao lado de qualquer conteúdo – vídeos, fotos e textos. Em um site que tem esse dispositivo, após uma pessoa clicar no botão, automaticamente aparece uma mensagem em seu perfil no Facebook, avisando que ela gostou de tal conteúdo.

É uma forma do leitor de um site endossar o conteúdo do mesmo e enviar aos seus contatos no Facebook um sinal de que gostou de um vídeo, texto ou foto.

No lançamento do botão “curtir”, os sites de notícias foram o principal foco. A ideia é que, com o uso do botão, esses sites enviarão tráfego e informações ao Facebook. Em contrapartida, receberão mais tráfego vindo da rede social e, além do mais, ganharão uma roupagem mais “social” (seja lá o que isso quer dizer hoje em dia, com a banalização do termo).

Os sites de notícias também poderão exibir em um box quais as matérias que os usuários mais “cutiram”. Ou seja, algo que o Times People, a rede social de leitores do NYTimes, faz há algum tempo, mas sem alcançar um grande número de adesões.

Se a gente olhar atentamente, essa dinâmica do botao “curtir” não é nenhuma novidade. Há algum tempo o Mento faz o mesmo e um pouco mais. E o botão “curtir” não difere muito daquelas fileiras de ícones existentes no final de matérias, feitos para compartilhar conteúdo em diversos sites – Twitter, Digg, delicious. Ícones que, diga-se de passagem, pouquíssimos usuários clicam e utilizam.

Então, de onde vem o burburinho em torno do botão? Vem do fato de o Facebook ser popular (400 milhões de usuários) e de os seus usuários serem bem ativos (25 bilhões de links são compartilhados por mês), assim como do que pode surgir a partir do uso do botão.

Numa suposta primeira fase, o Facebook conectou pessoas. Na nova fase, que começou recentemente, a rede social pretende associar pessoas a produtos, organizações e sites, relacionando-se, assim, ao conceito de web semântica.

A partir desse conjunto de dados, o Facebook poderia fornecer um mecanismo de busca mais eficiente em que a relevância dos resultados seria baseada nas nossas conexões sociais e preferências, e não num algoritmo semelhante ao que acontece atualmente no Google.

Você quer saber qual o melhor restaurante de comida árabe? Recorra aos seus amigos no Facebook que entendem bem melhor você e não ao Google.

Outra intenção é monetizar o grafo social, diagrama que ilustra todas as interconexões entre grupos, organizações e pessoas, um dos principais ativos do Facebook, segundo o próprio Zuckerberg. Com os dados do uso do botão “curtir”, esse diagrama ficaria mais rico e poderia ser utilizado para exibir anúncios personalizados, mais alinhados com as nossas preferências.

Contudo, o Facebook poderá encontrar algumas barreiras para um futuro tão brilhante.

A primeira delas, a questão da privacidade. Não é todo mundo que deseja que os seus dados de conexões sociais sejam utilizados por terceiros.

Depois o conceitual, a própria noção do que seja relevante para os meus contatos do Facebook pode nem sempre ser relevante para mim.

E a terceira questão, mais profunda, é o próprio modelo de negócios. Um modelo de receita via publicidade não é o caminho mais fácil para o Facebook. Em geral, redes sociais estão mais para ferramenta de comunicação do que plataforma de mídia. Ou seja, o Facebook é uma ferramenta de comunicação, um utilitário, tão quanto o telefone. As pessoas estão lá pelo motivo de poderem se conectar a outras pessoas e não por causa do conteúdo.

Historicamente ferramentas de comunicação geram melhor receita por meio de serviços e funcionalidades a mais, e não por meio de publicidade, pelo simples motivo de que os anúncios soam intrusivos neste tipo de produto/tecnologia. Imagine a situação, você está conversando com uma pessoa ao telefone e de repente a conversa é interrompida para entrar um anúncio. Ou uma ligação de telefone se encerra ou começa com uma propaganda.

Para alguns, todo esse futuro de “web semântica” do Facebook (competição com o Google, monetizar grafo social) não passa, ao menos por ora, de especulação. Isso, porém, não parece ser um problema para Zuckerberg, o Facebook está naquela fase em que o valor de uma empresa é fixado bem mais no que ela pode vir a ser do que em receitas e lucros reais.

Veja também: Dá para fuçar o DNA da Google?

Crédito das fotos: escapedtowisconsin e Dan Taylor

Publicado por Tiago Dória, em .
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