Em 9 de novembro de 2004, há exatos 5 anos, foi lançada a versão 1.0 do navegador Firefox.
Apenas um mês após o lançamento, em dezembro de 2004, foi publicado o histórico anúncio de duas páginas no New York Times, com nomes de quase 10.000 usuários iniciantes do navegador.
Porém, é no boca a boca na internet que o Firefox conquista novos usuários.
Em entrevista para a seção de negócios do USAToday, no dia do lançamento da versão 1.0, Blake Ross (codesenvolvedor do Firefox), na época com 19 anos, já demonstrava acreditar na capacidade de cada usuário se tornar naturalmente um “agente publicitário” do navegador.
Hoje o Firefox está em sua versão 3.5.5 e, após o Internet Explorer, é o navegador mais popular.
O vídeo comemorativo completo dos 5 anos do Firefox está aqui.
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Sem publicidade, a internet fica mais rápida
Com base no premiado Big Picture, tema deste blog por diversas vezes e idealizado por Alan Taylor, desenvolvedor do site do Boston Globe, o Estadão lançou o Olhar sobre o mundo, blog que publica somente fotos em tamanho grande, em 950px.
Entre os primeiros posts, uma seleção de fotos sobre a recente guerra nos morros do Rio de Janeiro, além de outra sobre a cidade de São Paulo antes do projeto “Cidade Limpa”, que retirou a publicidade de vários pontos públicos da cidade.
Outra novidade é o Rodrigo Martins, ex-repórter do caderno Link, que assumiu o cargo de “editor de mídias sociais” do Estadão.
No início do ano, NYTimes e Guardian criaram cargos semelhantes.
Entre as novidades mais recentes, foi criada uma lista com os jornalistas do Estadão que utilizam o Twitter. O HootSuite, client bem completo para o serviço de microblogging, usado pelo TMZ e o portal Huffington Post, também passou a ser utilizado pelo site do jornal.
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A queda do poder da home
“O destino do jornalismo não está nas mãos das instituições. Está nas mãos dos empreendedores”.
Jeff Jarvis, jornalista e autor do livro O que a Google faria?, contra a ideia de governos subsidiarem empresas de jornalismo em crise. Segundo Jarvis, o futuro estará nas mãos de pessoas que enxergarem oportunidades e não crise no momento atual.
Nesta semana, a edição brasileira da Revista Época passou a utilizar o Google Wave para aceitar sugestões e discutir pautas.
E a Good Magazine começou a dar um bom exemplo de como utilizar o Twitter além de uma plataforma de mídia (apenas para redirecionar tráfego ou dar visibilidade a conteúdos). Indiretamente trabalha em cima do conceito de “inteligência coletiva“.
Foi criada uma hashtag comum #cityideas. E a revista pediu aos leitores que enviassem mensagens com ideias para mudar as cidades. É uma espécie de brainstorm no Twitter. Algumas ideias começam a aparecer. Vamos ver no que vai dar. O tema interessa a muita gente.
#cityideas Eu sou a favor de uma “virtualização” maior das empresas para reduzir o trânsito nas cidades. Geralmente, não há necessidade de ir ao escritório todo dia. Muita coisa pode ser feita à distância, reduzindo assim o tráfego de carros nas cidades.
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O que o YouTube está matando
“Você precisa de um monte de coisas. Você precisa de uma indústria de capital de risco, você precisa de uma cultura que seja tolerante com o fracasso, além de leis que permitiam que você falhe e não possa ser criminalizado. Você tem que, obviamente, ter uma perspectiva global.
(…) Essas coisas são todas reprodutíveis, mas não tão facilmente”.
Sem citar o incentivo à “pesquisa aplicada“, que visa resolver problemas e demandas reais do mercado, nas universidades próximas, Eric Schmidt, diretor geral da Google, explica por que o Vale Silício não é replicável em qualquer lugar.
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Como eles tiraram leite de pedra
No momento em que surgem, aqui e ali, concursos para eleger as melhores startups e Steve Jobs (cocriador da Apple) e Mark Zuckerberg (Facebook) são indicados como os mais admirados entre o público mais jovem, é de se pensar se não estamos na época do “culto ao empreendedor“.
Não que isso seja negativo, mas a web e o barateamento das tecnologias de armazenamento e processamento de informações, claro, têm uma ponta de culpa nisso.
Nesta quinta-feira, a revista Fortune elegeu Steve Jobs como o CEO da década.
Jobs é lembrado por sua volta histórica à Apple, após ser demitido em 1985 da própria empresa que ajudou a fundar. A partir de sua volta em 1997, Jobs criou dois produtos – o iPhone e o iPod – que marcaram presença em seus mercados e fizeram o valor da Apple subir.
Em 7 anos, o valor de mercado da Apple foi de US$ 5 bilhões para US$ 170 bilhões. Até o recente burburinho sobre o transplante de fígado de Jobs fez as ações da Apple subirem.
O empresário também tem um papel importante na área de animação, com a Pixar.
É líder da lista da Fortune onde estão outros “CEOs da década” – Bill Gates, da Microsoft, Larry Page e Sergey Brin, da Google, e Alan Greenspan (economista). A lista não é bem feita, óbvio. Page, Brin e Greenspan não são CEOs. Mas a matéria da Fortune vale pela edição do material.
Foi produzida uma linha do tempo, além de uma galeria de fotos históricas da carreira de Jobs.
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O pensamento vivo da Apple
A Google compilou nesta quinta-feira uma lista de todas as revistas que estão no Google Books.
As revistas são disponibilizadas na íntegra, com a mesma paginação e anúncios.
Para o usuário final, o principal atrativo do buscador da Google é a facilidade de navegação.
No Brasil, somente as revistas Trip e TPM disponibilizam as suas edições antigas no Google Books.
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Fotos secretas da revista Life estão no Google
Finalmente, o NYTimes lançou uma página oficial que agrega todos os jornalistas do jornal que utilizam o Twitter. O que vai ao encontro da estratégia da versão digital, de pensar de modo distribuído e em rede. São “vários nós do NYTimes na web”.
A Rádio Bandeirantes também agrega em uma página os perfis dos twitters da equipe da rádio.
Por sua vez, o Huffington Post começou a utilizar o recurso de listas em seu site. São montadas listas sobre um assunto específico que está acontecendo neste momento. Por exemplo, uma que agregue jornalistas e torcedores que estão falando sobre um jogo.
Na parte de TV, Peter Cashmore, editor do blog de tecnologia Mashable, em sua estréia como colunista do site da CNN, disse que está crescendo a “economia da curadoria”, em alusão ao conceito de “economia da atenção“.
Segundo ele, o Twitter possibilita que você use amigos (pessoas) como um filtro, o que também vai ao encontro da ideia de que, antes de tudo, seguimos pessoas, a web é uma rede de pessoas.
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No futuro, seguiremos pessoas e não apenas blogs
A priori, revistas não são tão voláteis quanto blogs. Mas algumas vão e outras ficam.
A revista de gastronomia Gourmet chegou ao fim, alegando queda na receita com publicidade. A marca continuará, mas a publicação termina.
Kevin Demaria, editor de arte da revista, registrou em fotos os últimos dias da publicação, que existia desde 1941. Segue abaixo.
via @dudex
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Tecnologias para curar a escassez de atenção na mídia impressa