Como clonar o Vale do Silício
“Você precisa de um monte de coisas. Você precisa de uma indústria de capital de risco, você precisa de uma cultura que seja tolerante com o fracasso, além de leis que permitiam que você falhe e não possa ser criminalizado. Você tem que, obviamente, ter uma perspectiva global.
(…) Essas coisas são todas reprodutíveis, mas não tão facilmente”.
Sem citar o incentivo à “pesquisa aplicada“, que visa resolver problemas e demandas reais do mercado, nas universidades próximas, Eric Schmidt, diretor geral da Google, explica por que o Vale Silício não é replicável em qualquer lugar.
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Postado em sexta-feira, 6 novembro, 2009 por Tiago Doria
Arquivado em: google
Tiago:
Acho que um bom começo é o exemplo do Chile, incentivando a entrada de capital de risco para startups no país. Claro que a partir daí é preciso criar todo um ecossistema de empresas, universidades e governo para fazer a coisa funcionar.
[]s
Jack
@Jack DelaVega
Temos um pouco desse ecossistema também em Recife com o C.E.SA.R..
Acho bem importante essa questão da pesquisa aplicada.
abs