Freemium no Times

Interface TIMES+

E o esperado aconteceu. O Times, de Londres, de Rupert Murdoch, começou a adotar o modelo Freemium. Pelo pagamento de uma certa quantia, o leitor tem acesso a algo a mais além de todo conteúdo da versão digital, que é oferecido de graça (TIMES +).

O termo Freemium foi articulado em 2006 pelo investidor Fred Wilson, criador da Union Square Ventures, que já investiu no Twitter. É o modelo adotado pelo Skype, Flickr, Vimeo entre outros. Para funcionar, deve existir uma percepção do público por que ele deve ter que pagar a mais.

“Dê seu serviço de graça, possivelmente apoiado em receitas de propaganda, e depois ofereça serviços adicionais com preços de valor de prêmio, ou uma versão avançada de seu serviço à base de consumidores”

Por 50 libras por ano (mais ou menos R$ 87), além de contato mais fácil com os jornalistas do TIMES, você tem acesso a pré-estréias de filmes, debates exclusivos e shows.

É uma espécie de “clube de leitores”. O conteúdo continua todo aberto. O TIMES + é um complemento.  Até aí nenhuma novidade. A empresa está cobrando pelo que é escasso. Acesso a eventos exclusivos que acontecem uma única vez. Experiências que são difíceis de se reproduzir.

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Publicado por Tiago Dória, em 7 de outubro de 2009 (Quarta-feira).
Categoria: jornalismo. Tags: , , , , , , , ,

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