Em sua última edição, a revista FastCompany citou o termo, criado pelo tecnólogo Jim Groom em meados de 2008.
E agora a revista TIME deu a dica do Academic Earth, site agregador de vídeos educacionais, voltado exclusivamente para “edupunks” – autodidatas e professores que tentam explorar novas formas de ensino por meio do uso de diversas ferramentas digitais.
O agregador Academic Earth reúne vídeos de várias universidades que disponibilizam o conteúdo de suas aulas e palestras na rede – MIT, Harvard, Stanford, entre outras.
Vi essa dica na lista dos 50 melhores sites de 2009 da revista TIME. É aquela típica lista que você não sabe muito bem qual foi o critério, mas que vale a pena conferir para conhecer coisas novas.
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Portal sobre educação e novas tecnologias. Google e Facebook no meio.
Pesquisa do Ibope mostra que o acesso à internet de brasileiros com mais de 65 anos de idade foi o que mais cresceu no mês de julho. O crescimento foi 32% em relação ao mês anterior. Emails, messenger e redes sociais estão entre os sites mais acessados.
Lá fora, nos chamados países desenvolvidos, as pessoas acima de 70 anos já são o principal grupo responsável pelo crescimento do uso da web.
Para ajudar a entender um pouco esse crescimento, em maio, a Digital Unite, organização dedicada à inclusão digital da terceira idade, publicou um artigo sobre Por que a internet é importante para as pessoas idosas?. Possibilidade de se comunicar com parentes distantes, economia e acesso 24 horas a informações sobre saúde, são alguns dos motivos.
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Uso multimídia do celular cresce no Brasil
A sexta-feira começou fria, chuvosa, triste, e depois piorou. Hoje durante o bate-papo sobre blogs na Feira do Estudante não tive como não lembrar da Marisa (ematoma).
Para mim, uma das principais funções dos blogs é servir como ponte para conhecer pessoas interessantes e talentosas. E a Marisa era uma delas.
Foi muito bom tê-la conhecido. Agora chegou a hora de descansar.
Anil Dash, da Six Apart, empresa que desenvolve publicadores de conteúdo, escreveu um dos textos que mais repercutiu em blogs de tecnologia nesta semana. Segundo ele, a startup de tecnologia mais promissora de 2009 é… o governo dos EUA.
Dash refere-se ao fato dos sites do governo têm o que de melhor as melhores empresas de tecnologia do Vale Silício já possuem – atenção ao design, elementos bem posicionados e, o mais importante, API e dados abertos para que outras pessoas possam criar mashups e aplicativos em torno de dados públicos – como gastos do governo, dados sobre crimes numa região ou informações demográficas. Em suma, transparência.
Devido a essa política de transparência surgiu o Apps for America, um concurso para eleger os melhores aplicativos criados em torno desses dados públicos. Por essas e outras, Dash acredita que o governo americano será a organização que mais se destacará na área de tecnologia.
Aqui, no Brasil, iniciativa parecida de divulgação de gastos terminou com a acusação de que os dados eram vendidos em camelôs nas ruas de São Paulo.
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“Integração entre mídias” é a grande vencedora das eleições nos EUA
Crédito da foto: White House
A CBS, emissora líder de audiência na TV aberta nos EUA, se uniu à Pepsi para veicular um anúncio com vídeo na versão impressa da revista Entertainment Weekly. O vídeo será embutido na revista. Uma espécie de “upgrade” em relação aos tradicionais anúncios gráficos.
Segundo a BBC, a tecnologia será parecida com a usada em cartões sonoros de Natal, aniversário, casamento etc. O vídeo será ativado assim que o leitor virar a página anterior ao anúncio. Em julho do ano passado, a revista Esquire já havia feito algo parecido em sua capa.
Chris Walters, do Consumerist, blog ligado à defesa do consumidor, lembra que, desta vez, para os leitores não haverá TiVo, aparelho que permite pular comerciais na TV.
O experimento é válido, mas espero que não tratem isso como a “salvação da mídia impressa” (mais uma) e nem que a experiência lembre a de visitar aqueles sites que, logo quando você acessa, uma música de fundo começa a ser tocada.
Os vídeos começam a circular na edição de 18 de setembro da revista, mas somente para alguns assinantes nas cidades de Nova York e Los Angeles.
Abaixo, vídeo da Wired com um preview da edição.
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Semana da busca do Santo Graal
Em continuidade aos posts sobre as “mudanças tecnológicas” no NYTimes, o jornal lançou nesta semana o Insight Lab onde os leitores podem debater e dar sugestões sobre o futuro do jornal. Uma espécie de brainstorming sobre quais devem ser os próximos passos do NYTimes.
Mas não é só isso. Serve também como espaço para críticas, dúvidas e sugestões sobre os serviços do NYTimes. Desde o aplicativo para iPhone até problemas na entrega da versão impressa. Enfim, é um fórum semelhante aos que a Google e a Amazon têm relacionados aos seus produtos.
O que achei meio entediante é a necessidade de responder a um questionário enorme no início sobre os seus hábitos de leitura do jornal. Após isso, eles ainda enviam por email uma outra pesquisa. Enfim, o NYTimes aproveita o Lab também para fazer uma pesquisa de campo mais direta.
Uma das discussões mais quentes é sobre a idéia de cobrar pelo acesso ao site do jornal. E ainda outra sobre o caráter global do NYTimes. Aliás, um dos debates iniciais foi esse. Se os leitores de fora dos EUA não poderiam participar das discussões do Insight Lab.
A restrição foi deixada de lado já que não faria sentido, com a mudança para o digital, o NYTimes deixou as restrições geográficas da distribuição da versão impressa para justamente alcançar efetivamente uma audiência global.
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Você pagaria 10 reais por mês para acessar um site?
“Posterous surgiu por causa da minha frustação com os produtos e serviços que estava usando. Por diversos anos, eu tive um blog no Blogger, mas caí na amardilha de não atualizá-lo com a frequência necessária. Então, eu queria postar mais fotos, mas tinha que usar um site como o Flickr. Era uma bagunça”.
O indiano Sachin Agarwal explica como surgiu o Posterous, publicador de blogs do qual é cofundador. Segundo ele, o Posterous tem a proposta de ser a “Apple dos blogs”, no sentido de ter a mesma simplicidade e facilidade de uso nos produtos.
Agarwal trabalhou por 6 anos na Apple, na equipe do Final Cut Pro, programa de edição de vídeos.
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Quase metade dos blogueiros já passou do 1º blog, diz estudo
Por simples curiosidade ou para organizar melhor como você gasta o seu tempo navegando, a extensão about:me mostra, por meio de gráficos e estatísticas, em quais sites você gasta mais tempo e qual tipo de arquivo você mais baixa.
A extensão é para quem usa o navegador Firefox e depois de instalada, basta digitar “about:me” na barra de endereços para saber melhor sobre os seus hábitos online.
Dica do Makeuseof
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Sem publicidade, a internet fica mais rápida
Quem acompanha o blog já deve ter percebido que o juízo de valores sobre o uso dos comentários em sites vem mudando. Em sua nova política de moderação, a rede de blogs Gawker Media deixou de lado a quantidade em nome da qualidade. Prefere ter poucos e bons comentários a muitos ruins e sem relevância.
O recurso Echo tem o objetivo de modificar um pouco a dinâmica das caixas de comentários ao permitir que todas reações e comentários a um conteúdo, que estão cada vez mais dispersos em diversos ambientes na web, fiquem reunidos em um único lugar.
E agora o Hulu, um dos sites de vídeos com maior crescimento no mundo, resolveu dar fim aos comentários anônimos. Nos fóruns e nas seções onde o usuário pode escrever uma crítica sobre um filme ou seriado, locais onde as discussões são muito polarizadas e pouco civilizadas (segundo o Hulu), será obrigatório a utilização do nome real. Nem username será permitido.
É bem provável que o número de comentários diminua, mas o Hulu vê isso como uma forma de melhorar a qualidade das discussões, evitar críticas “falsas” (feitas por alguém ligado à produção dos filmes e seriados) e afugentar, uma vez mais, os trolls.
Dessa forma, é mais um site que levanta essa questão da qualidade nos comentários e de não utilizar os comentários apenas como uma forma de inflar, sem muito esforço, os números da audiência. Traz à tona essa discussão de forma polêmica, com o fim dos comentários anônimos
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Pessoas estão fugindo da caixa de comentários (atualizado)