Guia britânico de conduta no Twitter
O governo britânico foi um dos primeiros a utilizar o Twitter como ferramenta oficial de comunicação e também é um dos pioneiros a publicar um documento modelo sobre o uso da ferramenta. As regras e dicas pretendem ser válidas para todas as contas do governo inglês no Twitter.
Existem várias questões, como a de que não se deve usar robôs nem utilizar o Twitter como um canal de RSS. As mensagens devem ser escritas por “humanos” e todas devem manter o mesmo tom.
No mínimo, devem ser publicadas 2 mensagens por dia e, no máximo, 10, sendo que deve existir um intervalo de pelo menos 30 minutos entre cada uma, evitando encher a página de atualizações de uma pessoa que segue os perfis do governo no Twitter.
E outra. Seguir qualquer pessoa, sem ser convidado, no Twitter, deve ser evitado, pois pode passar a sensação de “Big Brother”, de vigilância, o governo está seguindo (vigiando) as atualizações de tal pessoa no Twitter.
Ainda não foi colocado em prática, mas o documento está disponível para consulta no site Scribd.
Veja também:
Político no YouTube é coisa para inglês ver
Crédito da foto: 13bobby
Postado em Segunda-feira, 27 julho, 2009 por Tiago Doria
Arquivado em: twitter
Faço questão de deixar registrado o quanto me identifiquei com seu weblog.
Do formato ao conceito, ele não só nos atualiza… como tbm nos direciona!
Acabo de seguí-lo no twitter.
Caso queira me seguir tbm: twitter.com/fabioribeiror
Parabéns Tiago Doria!
@Fabio Ribeiro
Obrigado, Fabio!
Ótimo saber que você gostou do blog.
abs
Concordo que deve haver certas regras de conduta em qualquer ambiente; no entanto, em um meio como o twitter, a intervenção estatal deveria apenas girar em recomendações.
Essa de só seguir alguém que este lhe convidar… Todos que utilizam sabem em que estão se metendo. E também temos a possibilidade de bloquear nossas atualizações à qualquer indivíduo.
Não entendi a “vigilância” citada do Governo Britânico.
Ah! parabéns pelo post, Tiago!
Lex Aleksandre
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Controlador maníaco depressivo = Governo Inglês
“No mínimo duas, no máximo dez.” Sábia afirmação que vale tanto para o twitter quanto para assuntos mais, digamos, off-line. rs
Twitter é o exemplo virtual mais forte da estupidez humana. Muito blablabla e pouca informação ou reflexão. No Brasil, artistas globais oferecem prêmios para quem segui-los no Twitter. O nosso país, como sempre, antecipa as piores tendências. Regulamentação pode ser uma coisa boa, sobretudo em um país no qual vergonha na cara não é algo muito comum.
veja esse vídeo no youtube.
http://www.youtube.com/watch?v=0K2LdGUca9w
Ola Tiago tudo bom?
Estava lendo a zero hora de domingo e vi a materia sobre as pessoas que conseguem sucesso atravez do seus blogs.
Gostaria de saber por você como conseguiu que o seu blog se tornasse conhecido e conseguisse ganhar com ele, porque o meu desejo é ganhar dinheiro com o que eu gosto que é no caso cinema e faço sempre materias relacionadas a setima arte no meu blog.
Se puder me escreva, abraços
Você sabe como se “portar” no Twitter? Os ingleses chatinhos já criaram um manual – http://tinyurl.com/mjyexd
Na Inglaterra o governo criou o Guia britânico de conduta no Twitter. Vai que essa moda pega? http://tinyurl.com/mjyexd
Xará,
Ô loko, mas o Parlamento inglês não deixa passar uma hein…
brincadeira….
Acho que é apenas uma forma de manter a polidez e o uso (in)devidamente correto de uma ferramenta que não condiz com o protocolo do governo inglês.
O Twitter é um importante divulgador e tentar cercear as ‘twittadas’ no intuito de impor um autocontrole das autoridades é viagem demais. Seria melhor o governo britânico desenvolver uma ferramenta de comunicação governamental, onde todos pudessem ter acesso, para os usuários acessarem os conteúdos disponibilizados pelos governantes. Aí sim, poderiam impor as regras ‘polidas’.
[...] eu li ontem no Blog do Tiago Dória e encaminho por aqui: o governo do Reino Unido (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do [...]
[...] http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/27/guia-britanico-de-conduta-no-twitter/ [...]
[...] Guia britânico de conduta no Twitter por Tiago Doria [...]