
Na última edição da revista The Economist, que está nas bancas, há uma matéria sobre biometria.
Um dos destaques são as pesquisas para utilizar o joelho como identificação.
Sim, ao invés da retina ou das impressões digitais, o joelho seria usado em sistemas de biometria para confirmar a identidade antes de entrar em certos lugares.
A vantagem seria a possibilidade de fraudes ser menor, com a retina, por exemplo, você pode colocar lentes de contato e assim enganar/confundir o sistema de identificação.
Televisão com cheiro, joelho como RG… o negócio vai ficando cada vez mais com cara de filmes futuristas dos anos 60 e 70.
Crédito da foto: Coba
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E o burburinho que começou na quinta-feira à noite e segue nesta sexta-feira nos sites de tecnologia é que a Google entrou em negociações para comprar o Twitter.
A fonte de todos os sites é única: o blog Techcrunch, que, por sua vez, conversou com 3 pessoas próximas às negociações.
O Techcrunch foi aquele blog que deu em primeira mão a notícia de que a Google compraria o YouTube. Isso em 2006. Na época, o jornal Wall Street Journal (WSJ) utilizou o Techcrunch como fonte.
O principal interesse da Google seria na busca do Twitter, já que o serviço de microblogging não é rentável. O Twitter teria algo que o Google não tem muito bem definido, busca em “real time”. Ou seja, mostra o que está acontecendo neste exato momento (porém existe uma extensão do navegador Firefox que permite mesclar os resultados da busca do Twitter com os da Google).
É, mais ou menos, a mesma especulação de 2005, quando diziam que a Google compraria o buscador em blogs Technorati por que ele traz resultados mais imediatos, mostra o mais recente e não o mais importante na internet (hoje definido pelo PageRank).
Seria também a 2ª vez que Evan Williams, criador do Blogger, venderia um aplicativo para a Google (no livro Startup, Williams admite que não tem o costume de se focar muito, começa um site, espera crescer e depois passa para frente).
Vale lembrar que a Google já tem uma plataforma de microblogging, o Jaiku, que foi comprado pela empresa de busca em 2007 e, diferente do Twitter, é em código aberto desde o mês passado. O Jaiku é visto pelo mercado como uma forma da Google frear o crescimento do Twitter.
Além disso, ontem em entrevista ao programa de Stephen Colbert, BizStone, cofundador da ferramente de microblogging, disse que o Twitter caminha para ser “uma empresa independente rentável”.
O que levantou a suspeita de que a possível aquisição seria, na verdade, uma simples negociação para uma parceria com a Google na área de busca, o que foi ratificado por Kara Swisher, no WSJ.
O certo é que já começou aquela especulação da qual vive o “mercado de internet” e que deve durar todo o final de semana. O ReadWriteWeb, por exemplo, um dos blogs mais importantes na área, se adiantou e até abriu uma enquete – Google comprou o Twitter. É bom ou ruim?
(Atualização) – Biz Stone assina uma nota oficial no blog do Twitter.
Segundo ele, não é nenhuma surpresa que o Twitter esteja conversando regularmente com diversas empresas a respeito de vários assuntos. E repetiu o que disse no programa de Stephen Colbert, o Twitter pretende ser uma empresa independente e rentável.
Crédito da imagem: JustPete
Se tivesse essa seção fixa no blog, o vídeo da semana mereceria ir para o Face Gestures.
O navegador Opera teria ganho um novo recurso que, apenas com expressões no rosto e gestos, permitiria navegar pela internet.
Tudo não passou, claro, de mais uma travessura de 1º de abril, na quarta-feira.
Dica do NiemanLab
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A pesquisa foi feita com jovens americanos, mas vale ver o resultado. Segundo um estudo do NPD Group, em 2008, 52% dos jovens pesquisados, entre 13 e 17 anos, preferiram ouvir músicas em radios online, em sites de streaming gratuito, como Imeem, Pandora e MySpace (sites em que você não precisa baixar mp3, escuta tudo online).
No ano anterior, apenas 34% dos jovens utilizavam esses sites.
Enquanto isso, no mesmo período, o ato de baixar músicas na internet caiu 6% e o tempo gasto em sites de downloads de músicas desceu 13%.
Para mim, ainda é meio cedo para falar, mas parece que a teoria do futurista Gerd Leonhard, que já comentei no blog diversas vezes, vai se concretizando. Está entrando no mercado de consumo uma “geração que quer clicar no botão de play e não de download“.
Se a gente levar em conta esse comportamento dos mais jovens apontado pela pesquisa, será que o debate de que “baixar músicas da internet é crime ou não” pode ficar, no futuro, tão caduco quanto o da numeração de CD?
Crédito da foto: C-Reel
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Somente para registro, o ClueTrain Manifesto completou 10 anos.

Sideline é um aplicativo do Yahoo! que permite acompanhar/filtrar as mensagens sobre um determinado tema no Twitter. Ideal para fazer “rádio-escuta” do Twitter.
Porém, testei e gostei mais do Twitterfall. Além de não precisar instalar nada no computador, você pode controlar a velocidade com que as novas mensagens aparecem na tela.
O Twitterfall é utilizado pelo jornal Telegraphy, que colocou o aplicativo ligado em um telão na redação, para que os jornalistas pudessem acompanhar as mensagens que estavam sendo publicadas no Twitter sobre um determinado assunto.
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