Frase da semana

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“A Telefônica informa que, nos últimos dias, parte da sua infraestrutura que dá suporte ao acesso à internet tem sido alvo de ações deliberadas e de origem externa”

Em comunicado enviado à imprensa, a Telefônica revelou que diversos ataques de “hackers” teriam causado problemas de conexão que já duram quase uma semana no serviço Speedy.

Também nesta semana, a Anatel aprovou o uso da tecnologia de internet pela rede elétrica. A decisão permitirá que tomadas elétricas sejam usadas como pontos de acesso à internet.

Com isso, espera-se que novas empresas entrem no mercado e aumente a competição entre as que exploram o acesso a rede.

Crédito da foto: RadioFree

Publicado por Tiago Dória, em 11 de abril de 2009 (sábado).
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Participarei do evento da Revista Imprensa

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A Revista Imprensa promoverá o II Fórum Liberdade de Imprensa e Democracia. Participarei como debatedor do painel “Ainda que tardia: as ferramentas digitais de colaboração e a liberdade de expressão”. O evento acontece no dia 04 de maio, a partir das 9h, em São Paulo.

Além de mim, estão confirmados no evento: o jornalista Paulo Markun e a blogueira cubana Yoani Sánchez, que tive a oportunidade de entrevistar no ano passado, entre outros profissionais.

As inscrições são gratuitas, estão abertas e podem ser feitas aqui.

Publicado por Tiago Dória, em 9 de abril de 2009 (Quinta-feira).
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Grandes redirecionadores de tráfego

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O assunto está rendendo e é bem emblemático para quem é acostumado a consumir notícias por meio da web. Além da apresentação do diretor geral da Google, o principal assunto dessa semana nos sites de mídia é o ataque aos buscadores e agregadores de notícias.

Depois do ataque, vem a defesa. Erick Schonfeld, um dos colaboradores do blog Techcrunch, sai do lado dos buscadores e compara a agência Associated Press, pivô de toda a polêmica, à indústria fonográfica, à RIAA, associação que defende os interesses das gravadoras e que vem processando diversas pessoas que baixam músicas na internet.

Comparação que também foi feita por Vinicius Zimmer, nos comentários deste blog.

Para afinar mais ainda o discurso dos que defendem os agregadores e buscadores de notícias, saiu uma pesquisa da Hitwise que indica que buscadores, blogs e portais que atuam como agregadores de notícias são responsáveis por quase 40% do tráfego por meio de links dos principais sites de notícias nos EUA.

Os agregadores são, portanto, importantes redirecionadores de tráfego, segundo a Hitwise.

E o que chamou mais a atenção. Quase empatada com os sistemas de busca, outra principal fonte de tráfego vem dos próprios sites de notícias, quando um linka para o outro. Algo que o NYTimes, Washington Post e Wall Street Journal vêm fazendo há algum tempo.

Alguns mais, outros menos. Todos os 3 sites fazem links para o conteúdo do outro, acabam compartilhando tráfego (vide a seção de tecnologia do NYTimes e o Political Browser do Post).

É um exemplo de como o tabu da concorrência não funciona muito bem, vem “baleiando”, no ambiente de internet, principalmente quando o critério jornalístico e não o corporativo fala mais alto.

Crédito da foto: Mike Bailey

Veja também:
Mahalo e estudantes se destacam na cobertura dos ataques terroristas

Publicado por Tiago Dória, em .
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SparTag.us e o método Click2tag

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Por meio de um artigo na Technology Review sobre atenção e leitura, conheci melhor o SparTag.us, projeto do Palo Alto Research Center, laboratório onde surgiram muitas invenções ligadas a tecnologia da informação e que usamos hoje em dia.

O SparTag.us é uma extensão para quem usa o navegador Firefox. Permite que você salve trechos de textos, destaque frases, faça anotações. É bem útil para quem está fazendo alguma pesquisa ou é da área acadêmica e quer guardar trechos de textos para depois utilizar como referência.

A diferença está na forma como você coloca as tags (etiqueta os trechos que quer salvar). Ao invés de digitar em uma caixa de texto as tags correspondentes antes de salvar o texto, você apenas seleciona as tags clicando nas palavras que acha importante no texto, sem precisar digitar nada. Método que é conhecido como “Click2tag“, diferente do tradicional “Type2tag”.

Segundo os pesquisadores, é um método mais intuitivo para etiquetar conteúdo, no caso, texto, e diferente do adotado pelo Flickr, delicious, entre outros sites.

Publicado por Tiago Dória, em 8 de abril de 2009 (Quarta-feira).
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O futuro dos jornais passa pelo Google e pela publicidade

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Essa foi uma das principais idéias que Eric Schmidt, diretor geral da Google, passou durante a sua apresentação no Encontro da Associação Americana de Jornais. Sua participação era bem aguardada devido aos últimos acontecimentos envolvendo a agência de notícias Associated Press e a visão negativa que os jornais impressos, em geral, sempre tiveram do Google.

Acompanhei a sua apresentação e as posteriores perguntas da platéia, formada por executivos da indústria de jornal, pelo liveblogging e a transmissão ao vivo de áudio que foi disponibilizada pela Associação em seu site nesta terça-feira à tarde.

Em uma comparação com o mercado televisivo (onde existe a TV a cabo, pay-per-view e TV aberta), o diretor da Google disse que existe espaço na internet para vários modelos – conteúdo pago, sistema de assinaturas e micropagamentos, mas que, para atingir o grande público, o modelo predominante nos sites de notícias será o de conteúdo gratuito sustentado por publicidade.

Ele acredita que a receita dos jornais com publicidade online vai aumentar (segundo ele os anúncios ficarão “mais interativos”).

Schmidt disse ainda que os jornais podem construir um novo modelo de produção junto ao Google, algo que vai além de apenas republicar matérias da edição impressa no online. Devem criar produtos que entreguem informação personalizada, que proporcionem uma “melhor experiência do usuário” e ajudem os leitores a irem além das simples manchetes, informação mais analisada, contextualizada e multimídia.

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E ainda. Deixou claro que foi-se o tempo em que as pessoas consumiam informação uma vez ao dia (de manhã acordo e leio o jornal, somente vou me informar à noite nos telejornais). Hoje com a internet esse consumo acontece num fluxo contínuo ao longo do dia (acesso o mesmo site de notícias várias vezes ao dia. Tenho contato com conteúdo jornalístico várias vezes ao dia pelo celular, emails, nas redes sociais).

Somente faço um adendo. Isso acaba com a noção de tempo, que por muito tempo guiou a produção jornalística (fechamento de edição, por exemplo). Além disso, esse comportamento de consumir e produzir informação, as notícias, de forma contínua, não veio com a internet.

Os canais 24 horas de notícias (CNN, GloboNews, Band News), por exemplo, de certa forma, já trabalhavam e ainda trabalham em cima desse conceito de fluxo contínuo de informação, que depois foi ratificado com a chegada dos portais de internet.

Em resumo, pelo que percebi Schmidt (foto acima) não apresentou nenhuma solução concreta para a crise nos jornais. Sua apresentação não trouxe novidades, mas, nas entrelinhas, deixou a sua visão e como consequência também da Google sobre o futuro da indústria de jornais, que é a seguinte:

O jornalismo em si não está morrendo, mas o uso do jornal-papel como principal meio para entregar informação e o método de produção jornalística como se as pessoas consumissem informação uma vez ao dia é que estão chegando ao fim.

Esse primeiro não pode morrer, é necessário para a democracia e a liberdade de expressão, e terá uma longa e nova vida na internet, sustentado por publicidade (e, claro, com a ajuda da Google).

Publicado por Tiago Dória, em 7 de abril de 2009 (Terça-feira).
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Fotos do nosso lixo eletrônico de cada dia

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A revista Wired publicou uma série de fotos sobre uma empresa de reciclagem de produtos eletrônicos. As imagens lembram as do fotógrafo Chris Jordan, que tem um trabalho dedicado a alertar sobre a quantidade enorme de lixo que produzimos por dia.

No último ranking do Greenpeace, a fabricante de games Nintendo apareceu como a empresa que mais agride o meio ambiente. Já a Nokia é considerada uma das que tem mais preocupação com a questão ambiental, com o seu programa mundial de reciclagem de celulares.

Publicado por Tiago Dória, em .
Categoria: fotos

Buscadores e agregadores de notícias sob ataque (atualizado)

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A ameaça foi lançada. A agência de notícias Associated Press anunciou que planeja mover junto com alguns jornais impressos uma “ação agressiva” contra sites que usam o seu conteúdo de forma inapropriada, utilizam trechos, manchetes e citações sem autorização.

Entre os que serão afetados entenda-se sites que atuam como agregadores de informações (The Huffington Post, Mahalo, ShortFormBlog) e buscadores de notícias (Google News). A Google tem uma parceria com a AP, mas que vai se encerrar no final deste ano. Segundo um executivo da AP, apesar do acordo, a Google vem usando o conteúdo da agência de “forma inadequada”.

A priori, a idéia da AP é a mesma do Financial Times, utilizar uma tecnologia que rastreie a web e descubra quem está republicando sem autorização as suas matérias e artigos.

A decisão parece ser um verdadeiro tiro no pé, pois a sua concorrente mais próxima, a agência de notícias Reuters, oferece quase o mesmo conteúdo de graça na web e ainda com acesso a API, o que permite que as pessoas mesclem o material da agência com outros conteúdos.

Aliás, ao contrário da AP, a Reuters há muito tempo já percebeu que para uma empresa de mídia não basta entregar/distribuir informação. Vem atuando em várias frentes como softwares que trabalham com semântica nas notícias e análise de grandes quantidades de informação financeira.

Porém, não dá para negar que a internet está sendo uma verdadeira faca de dois gumes para o modelo de negócio das agências de notícias: se você fecha o conteúdo, ganha receita com assinaturas, mas perde audiência e relevância. Se você abre o conteúdo, ganha audiência e relevância na rede, mas perde a receita com assinaturas e de fornecedor passa a ser visto como concorrente por seus clientes (sites de notícias que assinam os serviços da agência).

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Nessa história toda, a AP ignora que esses agregadores e buscadores de notícias surgiram devido a uma demanda natural.

No meio da avalanche atual de conteúdo, onde muitas vezes essa quantidade enorme de informação vira um amontoado de ruído, o trabalho desses agregadores, curadores de conteúdo, é essencial.

São como filtros. Eles ajudam o leitor a encontrar a informação necessária de forma mais rápida e precisa. Junto com os buscadores de notícias fazem parte do processo natural da web.

Se essa suposta “ação agressiva” atrapalhar o funcionamento do Google News, do ShortFormBlog ou do The Huffington Post, vão surgir outros agregadores e buscadores de notícias feitos por leitores, pessoas comuns, por que são algo que é necessário e vital no atual ecossistema de informação.

A importância é tanta desses sites com caráter de curadores de conteúdo que o Washington Post correu atrás para ter um, o Political Browser, a Fox tem outro, o The Fox Nation, e o NYTimes segue pelo mesmo caminho com a sua política de linkar para outros sites de jornais.

No final das contas, é mais fácil a Associated Press chegar ao fim do que os agregadores e buscadores de notícias.

(Atualização) - Saiu uma resposta oficial da Google sobre o caso. Segundo a empresa, o Google News é parte da solução para os jornais. O sistema de busca de notícias, na verdade, ajudaria a enviar tráfego para os sites de jornais, sejam eles grandes ou pequenos.

Nesta terça-feira, acontece a esperada apresentação de Eric Schmidt, CEO da Google, no Encontro da Associação Americana de Jornais.

Crédito da foto: MJB

Publicado por Tiago Dória, em .
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Histórias escondidas nas buscas

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Logo após o 11 de setembro, houve um aumento das buscas pelo termo “alianças de noivado”. Após os ataques, os EUA entraram em uma fase de instrospecção e as pessoas passaram a querer estar mais próximas àquelas que mais amavam.

No mês de janeiro, os termos mais buscados são “como parar de fumar”, “como emagrecer” e é justamente no primeiro mês do ano que, tradicionalmente, firmamos promessas pessoais para o ano inteiro. As visitas a sites de pornografia e buscas por termos relacionados têm uma queda no domingo, provavelmente por que as casas estão lotadas de parentes ou toda a família está presente em casa.

Esses exemplos são utilizados por Bill Tancer, autor do livro Click (309 páginas), recém-lançado pela Editora Globo, para mostrar o quanto os termos que pesquisamos nos sistemas de buscas dizem muito sobre nós, a respeito do nosso comportamento e personalidade.

Em 2005, o jornalista John Battelle, em seu livro A Busca, já dizia que o registro de buscas era um “grande banco de dados de intenções da humanidade”.

O que Tancer, colunista da revista TIME e diretor-geral da empresa de pesquisa Hitwise, faz no livro Click é explorar ao máximo esse conceito – de que as buscas que fazemos na internet refletem muito de nós. Aliás são na maioria das vezes o melhor jeito de verificar os gostos e as preferências das pessoas em uma determinada época, ou seja, explorando os dados, os rastros que deixamos na rede.

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Segundo Tancer, quando estamos na frente do computador e com a sensação de um suposto anonimato, acabamos nos soltando mais do que na frente de um representante de um instituto de pesquisa. Isso faz com que a análise dos dados de nossas buscas seja mais eficiente para tomadas de decisão e revele tendências que antes não eram tão visíveis.

Por métodos tradicionais de pesquisa, por telefone ou pessoalmente, dificilmente pesquisadores saberiam que as maiores dúvidas que as pessoas têm é “como dar o nó na gravata” ou “como fazer sexo”. Ou que os maiores medos pessoais são o de “ficar sozinho a vida inteira” ou o de “firmar um compromisso muito forte”. Todas as quatro estão entre as expressões mais buscadas na rede.

Tancer também mostra o quanto as outras mídias, a TV principalmente, pautam o que a gente busca na rede. Por exemplo, logo após o anúncio num capítulo da série Gene Simmons: family jewels, do canal de TV A&E, de que o vídeo da cirurgia facial de Simmons, músico do Kiss, estaria na internet, choveram pessoas buscando pela gravação no site da emissora. Reflexo da chamada na TV (produtos e pessoas citadas na TV normalmente são as mais buscadas na rede).

Durante a leitura do livro, fiquei pensando se esses dados sobre o que buscamos na rede também pudessem ser utilizados no jornalismo, no dia-a-dia para pautar a edição. Ao invés da “concorrência fez isso”, “o assessor de imprensa me mandou tal release” ou o “editor viu um negócio interessante não sei onde”, uma reunião de pauta também poderia ser guiada por esses dados. Uma crescente busca por um termo pode indicar o interesse do público por um determinado assunto, que vale a pena investir na cobertura.

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O que eu senti falta foi de uma postura mais crítica de Tancer em relação a precisão e até o quanto esses dados de buscas na internet refletem realmente o nosso comportamento. Além disso, há a questão da privacidade, algo que vem preocupando muitas agências reguladoras, principalmente na Europa. As pessoas sabem que, ao usar um sistema de busca, o seu comportamento será analisado e utilizado, mesmo que de forma anônima, por empresas?

Essas questões ficam de lado. O que o escritor faz, de certa forma, é vender seu peixe (Tancer é diretor-geral da Hitwise). Mostrar o quanto esses dados são importantes para a tomada de decisões e o quanto eles podem revelar nuances de comportamento que não são detectadas em métodos tradicionais de pesquisas.

Somente em um momento Tancer questiona – se o fato de usarmos cada vez mais as ferramentas de busca como um divã, ao invés de perguntarmos a um amigo, não estaria a internet, na verdade, nos isolando.

Mesmo com essas questões em aberto o livro não perde a sua importância.

Talvez, no futuro, quando alguém quiser saber como foi um período da humanidade, depois do surgimento dos sistemas online de busca, a melhor forma não será tanto visitar arquivos de museus ou bibliotecas, mas sim analisar os dados de registro (log) de diversas buscas feitas na internet.

Junto com o A Busca, de John Battelle, acredito que Click seja atualmente um dos melhores livros para quem quiser entender por que aquele novo ditado de que “nós somos aquilo em que clicamos, nós somos o que pesquisamos no Google” faz tanto sentido.

Crédito das fotos: Transcam, DullHunk e reprodução de capa

Veja também:
Em 2009, “O culto do amador” não fede nem cheira

Publicado por Tiago Dória, em 6 de abril de 2009 (Segunda-feira).
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Frase da semana

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“As pessoas estão se acostumando a ter tudo na internet sem pagar nada. Isso vai ter que mudar. Nós temos que deixar o Google roubar nossos direitos autorais?”

Em uma declaração vista desde contraditória a desesperada, Rupert Murdoch, diretor geral da NewsCorp, que, entre outros, administra o jornal Wall Street Journal e a MySpace, esquentou, nesta semana, o clima para o Encontro da Associação Americana de Jornais.

Na terça-feira que vem, Eric Schmidt, diretor executivo da Google, participará pela primeira vez do evento. Sua apresentação é bem aguardada, já que, em geral, os jornais sempre trataram o Google como um inimigo, bicho-papão de seu conteúdo e tráfego.

Crédito da foto: Wichary

Publicado por Tiago Dória, em 4 de abril de 2009 (sábado).
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