Vimeo agora é pago

Meio que esperado pela comunidade de usuários, o site de vídeos Vimeo lançou sua versão paga. A versão gratuita/básica continua a existir.
Por US$ 59,95 por ano, mais ou menos 130 reais, é possível usar 2GB por semana, retirar publicidade, ter uma qualidade padrão de vídeo mais alta – melhor que a atual, “embedar” vídeos em HD e o melhor de tudo – prioridade nos uploads.
O Vimeo segue assim caminho contrário ao do YouTube, que, cada vez mais, busca ter receita por meio de publicidade. Segundo o blog NewTeeVee, por não ter uma audiência tão alta quanto a do site de vídeos da Google, mas uma comunidade de usuários bem fiel, para o Vimeo o caminho do serviço pago/assinatura foi o mais inteligente.
Com a recente crise econômica e aquela poeira inicial da Web 2.0 baixando cada vez mais, já existe uma certa preferência de alguns investidores de injetar dinheiro somente em empresas que sigam esse modelo do Vimeo e do Flickr, trabalhar com versões gratuita/básica e paga/assinatura de seus serviços.
Robert Scoble, colunista da revista Fast Company, já deu a entender em seu blog que o modelo do Vimeo será cada vez mais comum. Sempre haverá um plus, que será pago.
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Postado em sexta-feira, 17 outubro, 2008 por Tiago Doria
Arquivado em: ferramentas
Sempre haverá um plus, que será pago.
É a mesma lógica que a usada pelos Radiohead ou por Trent Reznor dos Nine Inch Nails no campo da música. O problema é oferecer algo suficientemente atractivo a convencer as pessoas a não mudarem para outro serviço grátis. Ás vezes, algumas empresas se esquecem disso. Parece-me que foi o que aconteceu com a SoundCloud que abriu logo com um modelo básico grátis demasiado restritivo: 5 uploads por mês no máximo…
Sim, Miguel.
Existe essa questão de ser atrativo, por isso que é um modelo que não funciona para tudo.
Acredito que o Soundcloud cometeu o principal erro na aplicação desse modelo – ser muito restritivo na versão básica desde o começo.
Sorte que o Vimeo não foi por esse lado, estou pensando em pagar pelo plus.
Para mim, parece bastante inteligente lançar um serviço em versão básica – porém decente – sem custos e em versão com um “plus a mais” (sic!), que custa alguma coisa.