
Fiz alguns testes com a Ubiquity, nova extensão para o navegador Firefox que está sendo bem comentada e facilita a inserção de informações em um email, a tradução de páginas e a criação de mashups.
Acredito que a funcionalidade da extensão que tem um apelo mais prático para dia-a-dia das pessoas é a primeira. Funciona assim:
Você está escrevendo um email para uma pessoa e quer combinar um lugar para se encontrar. No entanto, você quer fornecer uma informação mais completa na mensagem, um mapa sobre como chegar ao local, por exemplo.
A Ubiquity faz isso para você. No próprio email, basta selecionar o endereço combinado [por exemplo, "Avenida Paulista, 500" ou "Cinema Reserva Cultural" ], apertar alt + space e digitar “map”, que a Ubiquity plota no mapa essa informação.
Depois, você pode inserir no texto da mensagem esse mapa [imagem abaixo]. É como trazer um pouco da tecnologia de geoinformação, associar simples informações a dados geográficos, para o dia-a-dia das pessoas.

Mapa foi inserido na mensagem de email. Fiz os testes utilizando o Gmail
Outra questão é que a Ubiquity sugere conteúdo para linkar. Quando você seleciona uma palavra e depois digita “link”, ela indica diversos sites para linkar.
Neste sentido, lembra muito a tecnologia do Apture, utilizada pela BBC e o site do Washington Post.
Depois que a tecnologia do Apture [plugin] é instalada, toda vez que você seleciona uma palavra para colocar um link em um texto, aparece uma janela com várias sugestões de conteúdos externos para linkar a essa palavra [imagem abaixo].
A idéia é que você não precise ficar procurando por qual conteúdo linkar na rede. Para quem produz muitos textos por dia, um site de jornal ou um blog, por exemplo, é uma mão na roda.

Na recomendação de conteúdos, Apture funciona parecido
No entanto, a Ubiquity vai além, realiza diversas tarefas e o mais interessante: funciona por simples comandos, numa linguagem quase natural. É como se eu conversasse com o navegador.
Digito “map”, ela plota no mapa as informações; “translate”, traduz o trecho da página selecionado; “link”, indica conteúdos para linkar.
Se a Mozilla, que desenvolve o navegador Firefox, souber vender bem esse produto, mostrar o lado prático do negócio, poderá ser um grande apelo para mais pessoas migrarem do navegador Internet Explorer.
A Ubiquity é uma extensão que traz bastante praticidade ao dia-a-dia, deveria ser nativa nas próximas versões do Firefox.
Mesmo em versão de testes, já a utilizo.
Quem está por trás do projeto é Aza Raskin, filho de Jef Raskin, lendário designer da Apple.
Para entender melhor, o vídeo abaixo mostra como funciona a Ubiquity.
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A revista Technology Review, do MIT, passou um dia na Recellular, uma das maiores empresas mundiais de reciclagem de aparelhos celulares.
Mais ou menos, 426 mil celulares são descartados por dia nos EUA. Mas, segundo a reportagem, os norte-americanos estão reciclando mais.
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Mais de 450 mil celulares por dia no lixo

Via Download Squad, conheci uma extensão para o navegador Firefox chamada YouTube Comment Snob.
O que ela faz? Simplesmente filtra os comentários impróprios do YouTube – com palavrões, spam, palavras incompletas e erros de ortografia.
É um risco usar uma extensão deste tipo, ela agiliza a leitura, mas pode filtrar muito comentário bom que tenha algum simples erro de digitação.
Porém, seria ótimo que alguns blogs por aí fornecessem uma extensão deste tipo. Ou uma opção do leitor filtrar certos tipos de comentários. Ninguém é obrigado a ler comentários com xingamentos desnecessários.
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Candidatura de Obama será oficializada no evento
A convenção nacional do Partido Democrata nos EUA, que começou nesta segunda-feira, é uma amostra para onde caminham as coberturas de grandes eventos.
Empresas de mídia aproveitam para testar novas ferramentas e dinâmicas de cobertura. O destaque são as transmissões ao vivo de vídeo pelo celular.
- A KLAS-TV, de Las Vegas, afiliada da CBS, enviou estudantes de jornalismo para cobrir o evento com um celular N95, parceria com a Nokia, e o apoio do site Kyte, que permite fazer transmissões ao vivo de vídeo pelo celular. O resultado começa a aparecer aqui.
- Da mesma forma, o canal C-SPAN está utilizando o Qik para fazer transmissões ao vivo e flagrou um protesto do lado de fora da convenção, que não foi mostrado pelas TVs.
- O portal The Huffington Post segue pelo mesmo caminho, com repórteres espalhados pela convenção equipados com celulares.

Estudantes da Klas-TV
- O chamativo é a quantidade de blogueiros políticos credenciados para cobrir a convenção.
Em entrevista ao NYT no domingo, o diretor de comunicação do Partido Democrata afirmou que credenciando blogueiros, você abre a convenção para um novo tipo de audiência, mais focada e jovem. Os posts produzidos estão sendo agregados aqui.
- Semelhante à CNN durante a visita do papa aos EUA, o YouTube montou diversos quiosques, onde as pessoas podem fazer o upload de vídeos e fotos sobre a convenção.
De certa forma, é uma maneira de trazer mais imediatismo ao conteúdo no YouTube, forçando o usuário a não subir o conteúdo bem depois, quando chegar em casa.
- A Microsoft aproveitou para utilizar e fazer propaganda da Silverlight, tecnologia utilizada na transmissão de vídeos ao vivo via web.
A Silverlight foi usada pela NBC para fazer transmissão dos Jogos Olímpicos de Pequim.

Nova audiência: espaço reservado aos blogueiros
Dois aspectos são perceptíveis. Primeiro, a quantidade de conteúdo produzido com o celular, tanto por profissionais como amadores. Serviços de transmissão ao vivo de vídeo pelo celular estão em destaque.
E segundo – o quanto foram criadas diversas novas camadas de informação – os blogueiros com o lance a lance dos discursos, as transmissões em vídeo ao vivo pelo celular, o conteúdo mais imediatista no YouTube – que complementam a cobertura tradicional feitas pelas emissoras de TV e os jornais impressos.
Acredito que muitos outros eventos grandes – shows, convenções, finais de campeonatos de futebol – caminham para esse modelo de cobertura. De certa forma, a Campus Party, aqui, no Brasil, foi assim.
As fotos são de npimultimedia e juls10
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É o que diz a revista People, via Geek Sugar. Além de ser o mais popular da rede social Facebook…
1) Phelps foi quem ensinou a sua mãe a enviar mensagens de textos pelo celular. Aliás, em certos momentos, a comunicação do atleta com a mãe durante as Olimpíadas foi feita via sms.
2) Ele não larga seu iPod. Uma das questões durante os jogos era o que tinha em seu iPod. A resposta é – músicas do rapper Lil`Wayne
3) Para relaxar, sua diversão preferida é jogar vídeo-game com os amigos.
Phelps é mais uma deixa para o mote de que os geeks estão em todo lugar e dominando o mundo. Será?
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Tem mais aqui, em mais um concurso de montagens do Worth1000.

Neste final de semana, conheci o Ideas. É um blog onde alguns jornalistas do NYT compartilham o que estão lendo na rede. Com comentários e espaço para os leitores também fazerem as suas sugestões de leituras. Funciona parecido ao Power Readers in Politics.
O interessante é que um projeto desse tipo pega no pulo a redação. Se você tem uma redação que não lê nada, nem faz sentido ter um blog deste tipo.
No Ideas, eles linkam até para matérias da concorrência [Wall Street Journal, Financial Times etc]. Ou seja, é o que eles realmente estão lendo. Promete ser um ótimo hub de informação.
Aliás, o que eu mais gosto nos blogs do NYT é isso. Eles têm uma política de linkar para o conteúdo mais relevante e interessante na rede, mesmo que ele esteja na concorrência.
No final, você confia nos links que eles indicam, reconhece que são apontados para o melhor conteúdo possível na rede sobre um assunto.
Pelo visto, já entenderam a importância da “economia do link“.
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Não gostou da narração? Faça a sua
A rede social/portal Ole Ole, voltada para futebol, lançou uma funcionalidade que permite aos torcedores/usuários do site fazerem o seu próprio “tempo real” de uma partida.
Tempo real é aquela espécie de narração ao vivo em texto que os portais fazem em jogos de futebol. A diferença é que você pode ser o narrador e ainda postar fotos e fazer uma enquete durante o andamento da partida.
É bacana por que a pessoa pode acompanhar o jogo pela TV, os comentários e a narração em texto na web. Narração esta que pode ser feita por você mesmo e junto a amigos ou outros torcedores.
Para ficar mais completo, seria interessante se você pudesse fazer o tempo real de qualquer partida, até mesmo daquele jogo do campeonato da escola.
A foto é do flickr de brit
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O jornal começa a história e os leitores a terminam
“Muitas empresas estão atrás de propostas maravilhosas sem que tenham atacado o problema básico. Fala-se muito em tecnologia, quando o foco é apresentar o bom jornalismo de maneira cada vez mais interessante”.
Javier Errea, presidente da Society for News Design, no 7º Congresso Brasileiro de Jornais, promovido pela ANJ [Associação Nacional de Jornais], que aconteceu nesta semana em São Paulo.
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