Frase da semana

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“Estou de saco cheio do Chris Anderson. O que ele está descobrindo? O mecenato? O mecenato tem um trilhão de anos. Nada é novo nessa visão de internet. O que a gente descobriu agora?

Que as pessoas gostam de ganhar coisas de graça, que os artistas gostam de dinheiro e que existe o mecenato. O que viabilizou o Bach? Foi a igreja [...] Sempre tem alguém que paga a conta”.

Em entrevista ao Estadão, Marcello Bôscoli, presidente da gravadora Trama, comenta sobre o Free!, novo livro de Chris Anderson, autor do já clássico “A Cauda Longa”.

Publicado por Tiago Dória, em 8 de março de 2008 (sábado).
Categoria: frasedasemana

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5 Comentários

  •  cláudia 09.03.08

    o que vale é que as pessoas passaram a prestar atenção nisso… o cara tá é com inveja


  •  rascunho » Blog Archive » links for 2008-03-09 09.03.08

    [...] Tiago Dória Weblog » Blog Archive » Frase da semana “Estou de saco cheio do Chris Anderson. O que ele está descobrindo? O mecenato? O mecenato tem um trilhão de anos. Nada é novo nessa visão de internet. O que a gente descobriu agora? (tags: http://www.tiagodoria.ig.com.br 2008 mes2 dia9 at_home Wired mecenato blog_post) [...]


  •  Luis Henrique 09.03.08

    e qual o modelo de sustentabilidade do free?
    afinal, não existe almoço grátis, existe?


  •  Gustavo Mini 10.03.08

    1. O Chris Anderson não descobriu a roda, mas achou um jeito pop de divulgá-la. 2. O mecenato não é novo, mas mecenato descentralizado, pulverizado e controlado pelo artista como foi no caso do Radiohead, de certa forma é.


  •  OESQUEMA/Conector » Arquivo » Free por Chris Anderson por Marcelo Bôscoli e por Seth Godin por Conector 05.08.08

    [...] Vi a frase do Marcelo Bôscoli, presidente da Trama, no Tiago Dória. Comentei lá no blog do Dória e replico aqui: entendo quem se entedia com os rótulos do Anderson, mas eu acho que o que a visão de Anderson coloca (formatada de um jeito interessante, ainda que seu pensamento não seja original) é o fato de que estamos vivendo uma era na qual o mecenato é possível de ser pulverizado entre milhares de pessoas conectadas em computadores. Se a Igreja viabilizou Bach, são os membros de uma comunidade digital que acabam viabilizando-se mutuamente, mesmo que não diretamente ou financeiramente, como eu coloquei no caso do Conector. [...]


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