
Entrou no ar nesta quarta-feira a nova home do Tumblr. A principal e única mudança é que agora os tumblr’s mais populares são destacados na home.
Dessa forma, resolveram um problema antigo – encontrar outras pessoas que utilizam a ferramenta. No rodapé da página, dá ainda para procurar tumblr’s por assunto.
Acredito que, nesta nova home, você ganha uma noção melhor do universo de pessoas que estão no Tumblr. Os números oficiais indicam que a ferramenta conta com 210 mil usuários registrados.
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Algumas pessoas pediram. O áudio completo da keynote do fundador do WordPress Matt Mullenweg, durante a Northern Voice 2008, está aqui.
Foi considerada uma de suas melhores apresentações.
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O francês LeMonde produziu um gráfico sobre as ferramentas de redes sociais mais populares em cada continente. Na América do Sul Latina, devido ao Brasil, o Orkut lidera, seguido de Hi5, Metroflog [uma espécie de fotolog] e MySpace.
Na América do Norte, a mais popular é a MySpace e não a Facebook. Na Europa, é a Bebo, voltada para adolescentes. África, a Facebook; e Ásia, a Friendster.
Para ver os detalhes, dê uma olhada no gráfico em tamanho maior aqui.
Um vídeo bacana sobre a diversão de desenhar letras do alfabeto. Dica do minimalista ManyStuff.

Saiu mais uma ferramenta feita com base na API do Twitter. É o Twittermeter. Bem semelhante ao Google Trends, ela mostra por meio de gráficos a popularidade de um termo.
Você também pode fazer comparações entre palavras ou marcas para saber qual é a mais citada no Twitter.
E ainda. Para surpresa de alguns, a última pessoa famosa a entrar no serviço de microblogging é o rapper Snoop Dogg. Será que ele vai fazer algumas rimas em 140 caracteres? O Papai Noel fez alguma coisa nessa linha durante o Natal :-)
Resolvi o problema no badge. A seção de vídeos do blog fica agora na barra lateral.

A HBO é considerada a última grande emissora a ter um canal exclusivo no YouTube. BBC, CBS, Fox, ABC, CNN e aqui, no Brasil, Rede Globo, TV Bandeirantes e de, certa forma, a TV Cultura, esta por meio de reportagens do perfil do RadarCultura, já estão lá.
Olhando de 2006, quando as primeiras emissoras entraram no Youtube, até hoje, em geral, a presença dessas empresas se resume a publicar resumos e previews de alguns programas, além de reportagens de maior repercussão de seus telejornais. Ainda existe muito pouco conteúdo produzido com exclusividade e voltado para a internet.
O uso com mais repercussão tem sido o de apresentar “trailers” de programas e seriados que ainda vão estrear na “velha TV”.

Chris Anderson, autor do já clássico A Cauda Longa, disponibilizou no site da Wired, revista da qual é editor, um preview de Free, seu próximo livro, mas já batizado pela imprensa de “Freeconomics”, em alusão a Freakonomics, outra obra que busca analisar e registrar o mercado atual.
Em breve, o livro de Anderson estará disponível de forma gratuita, mas, por enquanto, somente para pessoas residentes nos EUA que se cadastrarem no site da Wired.
Basicamente, o livro mostra o quanto a internet e a digitalização dos conteúdos ajudou a potencializar a “economia do gratuito” – tendência de se oferecer serviços de graça. Ok, uma idéia nada nova. Aqui mesmo, no blog, já comentei que, por muito tempo ainda, nem tudo será gratuito na rede.
Na verdade, em “Freeconomics”, Anderson promete explorar melhor algumas idéias que estavam em A Cauda Longa, livro em que aborda a cultura e o mercado de nichos.
De qualquer forma, a obra promete ser uma leitura essencial, um registro de nossa época. Para conhecer melhor as idéias de seu novo livro, recomendo a leitura da revista AdAge e do Estadão, que trazem ótimas entrevistas com Anderson.
“Apenas por que os produtos são gratuitos não quer dizer que ninguém, em nenhum lugar, não esteja fazendo dinheiro com eles. A Google é o exemplo mais primário disso [...].
Para seguir o dinheiro, você deve mudar de uma visão de ver o mercado como duas partes – compradores e vendedores – para uma perspectiva maior, de um ecossistema com muitas partes [...]“.
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Algo que já comentei em alguns eventos – a maioria das pessoas que trabalha com internet, mais especificamente com mídias sociais – blogs, comunidades online, wikis – é levada a ser um pouco evangelizadora, professora, educadora.
É um pouco o preço pelo pioneirismo em uma área. Você acaba obrigado a ser um pouco professor, um pouco evangelista em sua empresa, círculo de amigos e até em sua família.
Neste sentido, de papel de evangelizador, as metáforas são um ótimo instrumento para tentar explicar algo de forma simples, principalmente em palestras. Por exemplo, como apoio para explicar o conceito de portabilidade de dados, gosto de usar a figura de um rapaz com uma mala em uma estrada.
No entanto, acredito que uma das pessoas que melhor consegue fazer isso é Matt Mullenweg, criador do sistema de blogs WordPress.
Em suas apresentações, Matt consegue usar interessantes metáforas para explicar conceitos simples, como o do software livre.
“Eu gosto de comparar software com música. Quando você compõe uma música se baseia em séculos de desenvolvimento, inovação e conhecimento de músicos anteriores. E tudo isso é algo aberto e você pode usar livremente”.

Recentemente, em uma palestra sobre o funcionamento das comunidades, ele as comparou a festas. Veja se não faz sentido. Segundo ele, é só trocar o termo festa por comunidade, convidado por membro e host por administrador da comunidade.
“Em geral, boas festas sempre têm bons hosts. É o trabalho deles – escolher o local ideal para o número apropriado de convidados, planejar a festa, motivar e envolver as pessoas, e deixar que tudo corra bem. O host da festa precisa organizar muitas coisas [...].
Um ou dois convidados podem acabar com uma festa e torná-la ruim para todo mundo. Um lugar maior ou menor para o número de convidados pode tornar uma festa desagradável. Uma festa com um péssimo host será uma péssima festa. Às vezes, festas podem ser muito boas ou muito ruins por nenhuma razão aparente”.
As fotos do post são do flickr da Last.fm