sábado, 6 outubro, 2007
BrightCove, o queridinho dos peixes grandes

O YouTube é muito bom para ganhar uma distribuição e visibilidade com pouco custo, mas na hora de escolher um sistema de publicação de vídeos, grandes players de mídia estão optando pelo site BrightCove TV.
Nesta semana, o britânico The Guardian fechou uma parceria com o site de vídeos, fundado em 2004 por Jeremy Allaire, que, anteriormente, foi um dos funcionários da Macromedia que trabalhou no desenvolvimento da tecnologia flash. Hoje, usada em players de vídeos de 9 em cada 10 sites.

O The Guardian não é o único na parceria. The New York Times, Reuters, a revista NewsWeek, entre outros, já usam a estrutura do BrightCove para gerenciar o serviço de vídeos de seus sites. Um dos motivos por que o escolheram?
Desde 2006, ano em que o YouTube foi comprado pela Google, o BrightCove disponibiliza a sua API - o que permite a parceiros uma personalização bem maior de seus serviços.

Aliás, ao contrário do YouTube que se vende muito mais como uma “biblioteca de vídeos”, o BrightCove se foca mais na venda de sua tecnologia e estrutura de vídeos para terceiros - como uma plataforma mesmo. Existe hoje até uma divisão entre BrightCove [a plataforma] BrightCove.TV [site de vídeos].
Tá vendo, pessoal, existe vida além YouTube ![]()
4 Comentários
janeiro 10th, 2008 at 16:00
[...] ) Terceirização na produção multimídia. Serviços de vídeos como o BrightCove têm sido requisitados. Sites como Wall Street Journal, Guardian e The New York Times não vão [...]
fevereiro 10th, 2008 at 21:19
[...] a idéia é transformar o site em uma plataforma de vídeos para terceiros, semelhante ao que faz o BrightCove, no entanto, voltado para as necessidades do mercado [...]
março 12th, 2008 at 10:25
[...] também uma resposta clara ao crescimento do BrightCove, plataforma de vídeos utilizada por uma grande parte da grande mídia - NYT, Telegraphy, The [...]
março 12th, 2008 at 13:23
Ahhn. Eu tinha lido em outros sites e entendido que as melhorias iriam valer para todos usuários, e não só para empresas parceiras.
Vamos ver o que vem por aí…
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