
Sei que o WordPress já possui um plugin para isso. Mas a HP, por meio da Tabblo, empresa comprada no ano passado, lançou o HP Blog Printing, plugin para o WP e Movable Type, que permite aos leitores imprimir posts de um blog. São várias opções, imprimir post com anúncios, sem comentários, o leitor escolhe.
Com os blogs tornando-se fontes de informações importantes, é necessário isso. Conheço vários professores que usam posts de blogs em aulas. Dica do Alt1040.

A ABC colocou no ar talvez o player online de vídeo com a melhor qualidade de imagem. Tem resolução de 1300×770 e exige no mínimo uma conexão de 2 Mbps. E é inteligente – a qualidade de imagem é definida de acordo com a velocidade de sua conexão à internet. O serviço é gratuito, somente para usuários dos EUA.
Mas por este link dá para conferir o player aqui [às vezes, funciona]. São fornecidos episódios completos de Lost, Desperate Housewives, entre outras séries.
Post relacionado:
Break.com lança o player de vídeo mais completo
Blogueiro nos EUA não teve do que reclamar neste final de semana. No sábado, aconteceu a Festa do blog Techcrunch, na sede da August Capital, empresa de capital de risco, e que reuniu 800 pessoas.
Michael Arrington e Heather Harder, editor do blog e CEO do blog, respectivamente, mostraram como se faz uma festa de blog.

Mulheres bonitas…

Bebida à vontade…

Presença de pessoas importantes…

Imprensa paparazzi para causar aquele frisson…

Teve como resultado dono da festa orgulhoso…

E a garantia da presença de um blogueiro que não aproveita nada para ficar fazendo liveblogging da festa :-)
Fotos Laughing Squid e Wired

Para vocês verem, jogam tantos confetes em cima dos blogueiros, que quando surge alguém criticando os blogs logo é chamado de anticristo da blogosfera. Enquanto, a pessoa está fazendo um ótimo serviço a mesma, de auto-crítica.
Andrew Keen é o anticristo [o malvado, o retrógado, o bobo], autor do “The Cult of the Amateur: How Today’s Internet Is Killing Our Culture“. A parte mais importante de sua entrevista ontem à Folha é essa:
[...] há novos oligopólios anônimos na rede, nos jogos on-line, nos pequenos grupos de ativistas que editam a Wikipedia, nos poucos blogueiros que dominam a maior parte dos acessos entre os 70 milhões de blogs.
O que não deixa de ser verdade. Lá fora mesmo já criou-se um grupo de blogueiros de tecnologia – entre eles, Rocbert Scoble, Techcrunch, Mashable – que, se você não passar por eles, praticamente a sua empresa web não existe.
Outro dia, li o Scoble falar que um serviço não virou hype simplesmente por que ele não publicou nada a respeito. Engraçado, eu ouvia isso antigamente de um editor de impresso bem carrancudo.

Neste caso, é só mudança de poder. Antes na mão de imprensa e de revistas de tecnologia, agora, entre três a 7 blogueiros. Isso começa acontecer em algumas áreas da blogosfera lá fora. É fato. E Andrew acerta neste ponto. O problema é que ele generaliza.
Eu ainda não li o livro. O que eu sei é via reportagens e amigos que assistiram a palestras de Andrew no exterior. Mas já estou gostando dele pelo fato de fazer esse importante contraponto na análise de qualquer área.
De quebra, ele critica essa visão de que blogs vão democratizar a mídia ou derrubar a feia-boba-e-peluda grande mídia. Isso surge toda vez que aparece um mídia nova – rádio, televisão [falavam que a TV iria alfabetizar o país]. Com os blogs, não seria diferente.
O que os blogs criam muito bem são alternativas ou complementos à grande mídia, o que não deixa ser um papel importantíssimo na comunicação.
Dá para ler alguns trechos do livro aqui [em inglês].
O The Guardian e uma seleção 10 de empresas web britânicas que merecem uma olhada.

Além desses usos todos, o Twitter está sendo utilizado para transmitir alertas sobre incêndios pelo Corpo de Bombeiros de Los Angeles, que tem um perfil no Twitter. Quem assina o perfil dos bombeiros, recebe no celular os alertas.
O uso é quase perfeito, pois para utilizar o Twitter, você não precisa estar conectado a internet – pode mandar atualizações pelo celular.
A foto é do Corpo de Bombeiros de Los Angeles, que também possui um perfil no Flickr. Bombeiros geeks ;-)

Conexão fora do Cazaquistão? Very nice!
Li no Ars Technica. Segundo um estudo da Organização para Segurança e Cooperação da Europa, no Cazaquistão uma conexão DSL [1.5Mbps] custa US$3.355 [mais ou menos, 6 mil reais] por mês, sem o modem ADSL incluso. Uma conexão discada com uso ilimitado sai por US$ 111/mensal [212 reais].
Pelo visto, para ter uma conexão com mais velocidade, só sendo milionário ou pedindo um empréstimo ao banco. Toda a operação de internet lá, claro, está centralizada na mão de uma estatal, a Kazakhtelecom. E nem preciso dizer que o governo lá é linha dura com a internet.

A Virgin Mobile lançou um campanha bem interessante, mas que está gerando um pouco de comentários negativos. No site da campanha “Are you with us or what?” para promover o serviço de SMS da empresa, são utilizadas várias imagens do Flickr, que estão sob a licença de “reuso” comercial da Creative Commons.
Embaixo de cada imagem, um link para o autor da foto, o que garante uma exposição bacana. Apesar disso, têm muita gente que não gostou. Cai naquela tradicional discussão sobre direitos de imagens.
Mas também os usuários não têm muito do que reclamar – colocaram as fotos sob uma licença que permite o “reuso” comercial. O negócio é ficar mais atento na hora de escolher que tipo de licença da Creative Commons vai usar. O site da campanha é bem interessante.
PS – Falando nisso, agora o Flickr permite ver os resultados das buscas de imagens em slideshow. Faça uma busca e depois clique em slideshow.

Que o YouTube vem testando várias formas de inserir publicidade nos vídeos não é nenhuma novidade. Aliás quem não está. RocketBoom, Diggnation, Vimeo – todos estão tentando fugir do tradicional “comercialzinho de 30 segundos” no começo de um vídeo, adotado pela CNN na web, entre outros.
O uTube, blog não-oficial do YouTube, conseguiu algumas imagens de mais um teste. Durante a exibição de vídeo vai aparecer uma espécie popup interno na parte de baixo. Clicando em cima, você é levado para um vídeo promocional. No caso acima, para o trailer de um filme.