
A Microsoft anunciou hoje o lançamento do Surface, um computador sem mouse e teclado, com uma tela de 30 polegadas, que funciona ao toque de mão [touchscreen], tecnologia já existente há anos. Tem o formato de uma mesa. O seu custo é alto – US$ 10 mil . E, por enquanto, é voltado para restaurantes, hotéis e lojas, mesmo assim disponível somente no final do ano.
Pra variar, a blogosfera de gadgets está histérica com o lançamento. Foi assim com o iPhone, o iPod, o Zune; agora não seria diferente. As melhores coberturas e opiniões vêm de blogueiros que acompanharam o lançamento de perto.
* Ducan Riley, no Techcrucnh, comenta que os usos são infinitos. E as tecnologias usadas no Surface, que não são novas, podem aproximar mais as pessoas dos computadores, comentam alguns leitores do blog.
* Larry Dignan, do Zdnet, baixa a poeira e diz que o Surface não difere muito de alguns quiosques de fotos existentes nos EUA. E lembra – toque de tela, Wi-fi? O iPhone tem tudo isso e mais. E um detalhe – é móvel. Uma das melhores opiniões sobre o lançamento, por enquanto.

* O Guardian lembra que Bill Gates já fez várias demonstrações da tecnologia de toque de tela em suas palestras. Quem estivesse mais atento perceberia que a Microsoft estava desenvolvendo algo na área. E estava – o Surface era conhecido como projeto Milan e durou 5 anos para ser desenvolvido.
* Mary Jo Foley, do All About Microsoft, e que acompanha o projeto Surface há bastante tempo, diz que o gadget ainda é um produto a procura de mercado, como o próprio Origami, da Microsoft. [com este preço e o design 'uma mesa de sala', com certeza - o Surface ainda é voltado para um nicho bem restrito - certos tipos de empresas]
A Harrah’s Entertainment, a rede Starwood de hotéis e a T-Mobile USA serão as primeiras empresas a implantar a tecnologia. O Popular Mechanics tem um vídeo bem completo sobre o gadget.
Fotos: LostRemote


O T-Post foi lançado com a proposta de deixar as pessoas bem vestidas e informadas.
Funciona igual a uma assinatura de uma publicação, só que ao invés de uma revista, você recebe, durante 6 semanas, uma camiseta com uma estampa baseada em uma notícia que aconteceu durante a semana.
É torcer para o noticiário policial não ser movimentado durante a semana. Alguns modelos de camisetas pode ser vistos aqui.
Google daqui a 20 anos. Ai, se o pessoal do Google MasterPlan vê isso

Primeiro, a União Internacional de Telecomunicações (UIT), da ONU, condecora a Mozilla, responsável pelo Firefox, por seu trabalho na promoção e desenvolvimento da sociedade da informação.
Em seguida, Alex Faaborg, desenvolvedor do Firefox, rouba a cena durante a Expo 2.0, ao falar que a próxima versão do navegador terá suporte para microformatos. Depois, pesquisa do W3Counter mostra que 1 em cada 4 usuários pesquisados usa o navegador.
E agora o lançamento da Spot The Fox, uma comunidade voltada aos usuários do Firefox. Sem miséria essa Mozilla.

Agora sim dá para testar o “Street View“, do Google Maps [de manhã, o novo recurso estava disponível apenas para os usuários dos EUA].
Clicando em Street View e depois no ícone de uma máquina fotográfica, você tem uma visão panorâmica das ruas. Por enquanto, cobre somente algumas regiões dos EUA.
Melhor que o Street Side, da Microsoft, que quis usar a metáfora de um carro para mostrar as ruas.
É mais rápido e a interface bem mais simples.
Atualização – o Every Scape faz algo parecido em um mashup com o Google Maps.
Depois do Tapedeck, uma coleção de capas de fitas cassete.
Enquanto o Joost corre atrás de parcerias, quase na mesma semana, 3 sites que fornecem acesso a animações, clips , filmes e séries de TV de graça na web, ganham destaque em blogs e listas de discussão. Em ambos, você não pode baixar nada. Usam a tecnologia de streaming.
São eles – o Joox [nome sugestivo] que é sueco [terra do PirateBay], o TV Links e o Filmzzz. Nem preciso dizer que é só questão de tempo para saírem do ar.
Henk van Ess, do blog SearchBistro, colocou no ar a versão beta de seu Google News Tracker, um site que analisa, em diversos países, as fontes mais consultadas no serviço de busca de notícias da Google.
Dá para ter uma noção de quanto as “fontes tradicionais” predominam. Nos EUA, The News York Times, Washington Post e Houston Chronicle estão entre os primeiros lugares. O Brasil, por enquanto, está de fora do mapeamento.

O Justin, do Justin.TV, aquele americano que colocou uma webcam em seu boné para mostrar o dia-a-dia, expandiu o seu negócio.
O seu site agora é uma rede que abriga outros programas e fornece a tecnologia de streaming para quem quiser transmitir o seu próprio show ao vivo na web.
Nesta semana, ganhará a presença da Justine Ezarik. Ela vai fazer o mesmo que Justin – ligar a webcam e mostrar o seu cotidiano na web. Não sei bem o motivo, mas acredito que vai conseguir uma audiência maior.
Prepare-se para altas doses de Mac e produtos da Apple.
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