O Flickr já selecionou as fotos que farão parte do livro 24hours of Flickr. Os autores das imagens já receberam um email da equipe do site.
Dá para ter um preview das possíveis fotos no tópico da comunidade do concurso. O site de fotos promoverá, no mês que vem, uma tour de lançamento do livro por várias cidades européias.

Quem apostava em um encontro tenso, com dois marmanjos trocando indiretas, pode esquecer. A reunião de Bill Gates e Steve Jobs foi mais uma forma de atrair mídia para a D: All Things Digital que qualquer outra coisa.
Uma semana antes do encontro não se falava em outro assunto, quando o nome da conferência patrocinada pelo The Wall Street Journal era mencionado.
Bill Gates já começou soltando a piada “Eu não sou o falso Steve Jobs”, em alusão ao “blog fake do Steve Jobs. E o presidente da Apple já soltou outra. “Há 10 anos, temos mantido nosso casamento em segredo”. Risadas na platéia, claro, confirma o blog Engadget, que fez um liveblogging do encontro.
Em diversos momentos os dois “rasgaram seda”. Gates elogiou Jobs por acreditar que os computadores se tornariam um produto de mercado de massa. E Jobs, por sua vez, disse que Gates teve a coragem de fundar a primeira empresa do mundo de softwares.

Segundo o Ars Technica, o encontro foi movido pela nostalgia, em relembrar os velhos tempos do Vale do Silício.
“Lá atrás, em 1977, o Apple II, a idéia de que seria uma máquina para mercado de massa e um fenômeno incrivelmente poderoso. E o Macintosh, isso foi tão arriscado. A Apple realmente apostou a companhia” [...] “De certa forma nós criamos os produtos que nós mesmos queremos usar“, disse Gates.
No final, Jobs deu duas dicas sobre produtos da Apple, segundo a Reuters.
Ele disse que “.mac”, o pacote de serviços online da empresa que inclui email e espaço de armazenamento de dados na Web para usuários de máquinas Macintosh, está perto de passar por uma grande reformulação.

E sobre o programa de mapas, que fará parte do iPhone.
“O aplicativo que conseguimos desenvolver supera em muito qualquer cliente de mapas do Google“, disse Jobs, referindo-se à gigante das buscas na Web que forneceu parte da tecnologia para o software de mapas.
Para mim, uma das melhores “aspas” do encontro foi essa:
“A meta de Bill não é ser o homem mais rico do cemitério. (…) Vejo-nos como dois dos caras mais sortudos do planeta. (…) Encontramos o que amamos no lugar certo e no tempo certo, família e etc. Que mais podemos pedir?”, disse Jobs.
Os vídeos completos do encontro estão aqui.
Fotos: Engadget e news.com

Semelhante a aqueles caras que ficam fuçando o Google Earth em busca de coisas inusitadas, o Mashable resolveu fazer algo na mesma linha com o Street View.

Este post é para os bravos leitores do blog que não têm medo e estão testando o Twitter junto comigo :-)
O serviço lançou o Twitter Timer, que permite receber alertas via SMS. É só adicionar o Timer em sua lista de amigos. E depois enviar alguma mensagem do tipo – “d timer 50 almoçar”. Em 50 minutos, ele envia um SMS com o lembrete para você. Ainda não testei.
E ainda – em entrevista à VentureBeat, Evan Williams, fundador do Blogger e agora CEO da Obvious, empresa que desenvolve o Twitter, diz que o serviço recebeu um investimento de capitalistas de risco. Melhorias no Twitter em breve. É bom, pois aquilo está parecendo o Orkut há algum tempo – cai toda hora.

Em quase todo site que entro, tem alguém pedindo para votar na Webware 100, concurso que busca eleger as melhores ferramentas web. É uma oportunidade de conhecer coisas novas.
Os lançamentos não param nesta semana. Tudo por conta da D: All Things Digital, conferência promovida pela The Wall Street Journal e que acontece entre os dias 29 e 31 de maio [ou seja, termina hoje], nos EUA.

* O primeiro é o lançamento do GoogleGear. De forma bem simples, é um plugin que permitirá rodar as ferramentas da Google sem estar conectado à internet. Por enquanto, funciona somente no Google Reader. Após instalar o plugin e fazer o login no leitor de RSS, é só clicar em um botão verde, que faz com que o Google Reader baixe todos os feeds para depois poder trabalhar offline.
Nunca achei que o Google Docs tivesse capacidade real de bater de frente com o Office, da Microsoft. Mas agora com a possibilidade de trabalhar offline, a história é outra.

* Outro muito interessante e importante é o sistema de busca Mahalo. Ao contrário do Google, quem define a importância de uma página nos resultados não é um algoritmo robótico. Mas especialistas que passam o dia inteiro filtrando spam e separando o que há de melhor.
Nós também podemos “alimentar” o sistema de busca, indicando sites que achamos importantes e relevantes. A interface é pouco diferente. Tem um certo grau de aprendizado. A Sequóia Capital – a mesma que investiu no YouTube, Google, Skype – também já entrou com grana no negócio.
O site teve 100 mil acessos na 1º hora, informa Jason Calacanis, via Twitter.

* Já imaginou um webmail de código aberto, gratuito, sem comerciais [links patrocinados] e com tags e uma interface simples? É a proposta do Litepost. Com lançamento previsto nos próximos meses.
Ah e ainda tem o link da Apple TV, que permitirá assistir a vídeos do YouTube na TV.
Ufa! Quanta coisa!
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O “Surface de Han” existe há bastante tempo
… ou mais um caso de roubo de patentes por parte da Microsoft?
Beto Traballi, leitor deste blog, mandou dois links ótimos. Todos mostram uma tela multi-touch [tela de multi-toque] ou um computador “sem mouse e teclado” feito pelo cientista norte-americano Jeff Han, do Courant Institute of Mathematical Sciences.
O projeto é muito parecido com o Surface, anunciado hoje, com tanto barulho e como algo inovador pela Microsoft. Já no ano passado, Han havia fundado a Perceptive Pixel, uma empresa que justamente desenvolve um dispositivo multi-touch voltado para empresas. Uma demonstração foi feita no ano passado durante a TED Conference.
Pelos vídeos, o projeto de Han é mais completo que o Surface, pois envolve a manipulação de sons e a tela fica na vertical, como no filme Minority Report.
Da próxima vez, a Microsoft deveria fazer menos barulho em algo que não é nada inovador, e saber que existem leitores de blogs atentos.
Ah, e um detalhe importante nesta história toda – desde a época do início do desenvolvimento do iPhone, a Apple está tentanto contratar Han.
Confira uma demonstração do projeto do cientista.
Feita por George Lucas, com computação gráfica. Estréia prevista para 2008. Qualidade de som ótima. Assista aqui e leia mais sobre a The Clone Wars aqui.

Sem luz no escritório – pessoal do LastFm trabalhando em um café
Não falei que a CBS é a empresa de mídia que, até agora neste ano, deu a maior guinada em relação à web? Não foi Google nem Yahoo!. Quem levou o site foi uma das maiores redes de TV e rádio dos EUA.
Foi adquirido por US$ 280 mi. É a maior “aquisição da Web 2.0″ na Inglaterra [o Last.fm é britânico e conta atualmente com 15 milhões de usuários].
Com a compra, a CBS ganha um novo canal de distribuição de seu conteúdo e associa a sua marca a pessoas jovens. Adquiriu antes de tudo uma comunidade de pessoas criada em torno da atividade de ouvir música e rádio.
Depois do anúncio da sua nova estratégia de distribuição de seu conteúdo na rede, a CBS vem preparando uma novidade a cada semana. O que será na próxima? Deixar parte do conteúdo sob a licença da Creative Commons? Investir em data-mining que nem a Reuters?
Quem ainda aposta que a Web 2.0, os blogs e o jornalismo cidadão vão matar a feia e boba “grande mídia” pode tirar o cavalinho da chuva. A tendência é o velho e o novo se juntarem. Mídias híbridas. Até por que o novo é tão novo, que não tem como, nem muitas vezes modelo para se sustentar sozinho.