
Bacana essa lista de princípios da BBC para os seus projetos web. Não conhecia. Alguns tópicos são bem manjados. Outros bem interessantes. Gostei dos 3º, 6º e 8º. Mas o melhor é o 2º.
1) Desenvolva produtos que respondam às necessidades do público. Anteveja as necessidades não satisfeitas dos usuários com novos produtos que estabeleçam novos padrões.
2) Os melhores sites fazem apenas uma coisa, mas verdadeiramente bem – faça menos, mas com perfeição.
3) Não tente fazer tudo sozinho – aponte links para outros sites de qualidade. Seus usuários o agradecerão. Utilize o conteúdo e as ferramentas de outras pessoas para melhorar o seu próprio site e vice-versa.
4) Faça pequenas apostas, volte a êxitos do passado, mate os erros e rápido.
5) Trate toda a web como um “campo de criatividade” – não limite a sua criatividade ao seu próprio site.
6) A internet é uma “conversação”. Adote um tom relaxado, de conversa. Admita seus erros.
7) Todo o site é tão bom quanto a sua pior página – tenha certeza da adoção e a manutenção das melhores práticas editoriais em todo o site.
8 ) Tenha certeza de que todo o seu conteúdo possa ser linkado, para sempre.
9) Lembre-se que sua avó nunca utilizará o Second Life – ela terá uma vida online em breve, mas com necessidades diferentes dos “early adopters” [consumidores ávidos por novidades].
10) Aumente os caminhos de acesso ao seu conteúdo. Otimize seu site para ter um rank alto no Google.
11) Um design e uma navegação consistentes não significam necessariamente um único layout para todos. Os usuários devem saber sempre que estão em uma das suas páginas, mesmo quando elas são distintas.
12) Acessibilidade não é uma opção extra. Sites desenvolvidos desde o começo pensando na acessibilidade funcionam melhor para todos os usuários.
13) Deixe que os usuários colem o seu conteúdo na “parede de suas casas virtuais” – Incentive seus usuários a pegar pedaços de seu conteúdo por meio de links ao seu site.
14) Aponte links para discussões na web, mas não seja hospedeira delas. Seja palco somente de discussões que tenham uma base lógica.
15) A personalização deve ser discreta, elegante e transparente. Afinal de contas, são dados dos usuários. Trate de respeitá-los.

Marcelo Nonato mandou, nos comentários, a dica de um post do Código Aberto sobre uma pesquisa da Online News Association, que revela como trabalham os jornalistas na web. Bem interessante, algumas coisas que a gente já comentou aqui no blog. Destaco trechos:
- Na sua pesquisa, divulgada no final do ano passado, Magee dividiu os entrevistados em dois grupos: os profissionais responsáveis por versões online de grandes empresas e jornalistas e independentes que produzem páginas noticiosas online.
No grupo atitudes, os editores de jornais online valorizaram mais as habilidades de dar atenção aos detalhes e trabalhar sob pressão, enquanto os independentes deram mais importância à capacidade de desenvolver múltiplas tarefas.
[...] os independentes acham que habilidades como relacionamento com usuário, trabalho em grupo e desenvolvimento de comunidades são essenciais para os que desejam criar o seu próprio espaço informativo na Web.
[...] Não basta escrever bem, investigar detalhadamente e editar com perfeição, se a interatividade não funcionar. A ferramenta comentários num blog não é um adereço tecnológico.

Lembre-se desse nome – iJigg. É uma espécie de YouTube/Digg da música – você sobe uma música e os usuários comentam e votam nas que devem ficar em destaque na página inicial.
Em menos de um mês de existência, o site já foi sondado por diversas gravadoras e lojas de música online, foi citado em diversos blogs e revistas e é considerado, ao lado de LastFM, Pandora e iLike, uma das ferramentas da junção ‘internet/música/rede social’ mais inovadoras e bacanas de todos os tempos.
E o mais legal de tudo isso – um brasileiro é um dos criadores e desenvolvedores. Conversei com o cearense Rodolfo Sikora, 26 anos, Chief Technology Officer do iJigg.
Rodolfo falou sobre Web 2.0, o desenvolvimento da ferramenta, contrato de direitos autorais DMCA, entre outras coisas. Bem significativo ver um brasileiro talentoso desenvolvendo algo assim. É o Brasil que funciona.
1) Gostaria que você falasse um pouco sobre você – sua formação acadêmica, locais e projetos onde trabalhou…
Cara, eu fiz 3 anos de Engenharia Elétrica na UFC (federal do Ceará) quando recebi uma proposta para trabalhar na Inova Tecnologias em São Paulo. Daí abandonei a faculdade que era muito sem futuro por sinal e fui para lá. Como estava na área tentei fazer Ciências da Computação na UNIB, mas a faculdade era extremamente fraca e, depois de um semestre, eu também desisti.
Como passei achar que o problema era comigo e não com as faculdades, voltei para Fortaleza e estou fazendo, pasme, Direito na UNIFOR. Estou no segundo semestre e estou admirado com a qualidade do curso, bem como com a teoria legal que estou aprendendo (duvido que a prática seja bonita… mas por enquanto a teoria está indo muito bem).

“Não importa se é web 2.0 ou web 3.0, a tecnologia deve ser um meio e não um fim”
Sobre projetos onde eu trabalhei, vamos lá:
Com 13 anos, fiz meu primeiro software comercial – era um “troço” feito em clipper e dbase que eu fiz para uns advogados, para ajudá-los com os cálculos dos aposentados do INSS.
Lembro de ter ganho R$ 1.000, e fui correndo comprar meu Kit Multimídia Sound Blaster 16 e uma impressora HP500C. Depois criei um BBS, AccessNet BBS, na época em que internet no Brasil existia só nas faculdades e escolas técnicas. Durou 7 meses, quase deixo meus pais loucos com telefone tocando a madrugada inteira em casa.
Dei aula de Física para turmas de 3º ano, mas não deu certo – eu era muito novo e meus alunos eram meus amigos. Daí você imagina a comédia. Fui dar aula de robótica para crianças de 10-12 anos… eu me divertia e eles também.
Em 2000, comecei a trabalhar no Jornal O POVO, fazia parte da equipe de operação, trabalhava de madrugada, fazia backup e essas coisas chatas, quando tive meu primeiro contato com PERL/CGI.
Em 6 meses, fui chamado para trabalhar no email.com.br, onde minha vida mudou. Aprendi em 6 meses, coisas que levaria 6 anos para aprender em outros lugares. Em 2001, criei minha primeira empresa, a Oktiva, onde, devido a conflitos societários resolvi sair quando recebi a proposta de trabalho em São Paulo.
Era responsável por todo o serviço de e-mail do Click21 (Embratel), Veloxmail (Telemar), e ainda hoje administro, de certa forma, alguns destes serviços dentre outros clientes como o email da GOL linhas áereas.
Em abril de 2006, voltei para Fortaleza trabalhando de casa para algumas empresas no Brasil, e, no final do mesmo ano, o Zaid (indiano) veio com a idéia de montar o iJigg. Deu no que deu.. ou melhor no que está dando.

Zaid, Rodolfo, Dolon e Farooqui: equipe do iJigg
2) Como surgiu a idéia do iJigg e o seu envolvimento com o projeto? Você trabalha online aqui, direto do Brasil?
Eu trabalho daqui de casa no Brasil, Fortaleza-CE, quando meu provedor deixa (tenho um link de rádio, que funciona 50% do tempo). Eu conheci o Zaid em 2002, quando comecei a fazer programas para o Rent a Coder (alugue um programador). Era como eu conseguia grana para pagar minhas contas… era muito complexo trazer os dólares para o Brasil… mas sabe como é.. damos um jeito para tudo.
Em 2005/2006, eu perdi o contato com o Zaid, que conheci no Rent a Coder. Na época, fiz uns 3 projetos para ele. Pensei até que ele tinha morrido (ele tem uns problemas de saúde), mas, no final do ano, ele me procurou com a idéia do iJigg, que era algo em que eu pensava.
Mas como não sou bom de desenhar as minhas idéias, ele foi fator decisivo para botar no papel o que eu tinha na cabeça e que, por coincidência, era o que ele tinha.
Resumindo – além das idéias iniciais do projeto, eu fui o responsável por toda a programação do site. Dei vida ao design feito pelo Zaid.
3) Você é o único brasileiro envolvido no desenvolvimento do iJigg. É comum encontrar outros brasileiros desenvolvendo esse tipo de ferramenta em conjunto com pessoas de fora do país?
Sim, sou o único brasileiro. Existem muitos brasileiros envolvidos em projetos internacionais. Você pega o Marcelo Tosatti, que é responsável pelo kernel 2.4 do Linux… o cara tem uma responsabilidade imensa nas mãos. O lance é que o kernel é algo que roda no Sistema Operacional “escondido” do usuário, portanto, a divulgação não é tão grande. Fora o pessoal da Perl Foundation, os Debian Developers só para citar alguns projetos. Brasileiro está em todo canto e consegue trabalhar em grupo muito bem.

4) Quais são as principais dificuldades que vocês encontraram ou estão encontrando no desenvolvimento e manutenção do iJigg e como estão fazendo para contorná-las?
Cara, a maior dificuldade é manter a inovação… fazer o site prender o usuário e ser útil para ele. Tem muita sugestão vindo e pouco tempo e pessoal para desenrolar. Outra coisa complicada são os usuários que postam material indevido [com direitos autorais protegidos]. Outra coisa é que criamos uma expectativa muito grande. Estamos na correria para manter o alto nível funcional do site.
Queremos que as pessoas voltem, queremos que os artistas consigam ter um retorno dos usuários, queremos que gravadoras vejam e contratem estes artistas. Queremos que as pessoas descubram músicas novas e de qualidade.
Outro ponto complexo é a manutenção do algoritmo de popularidade, todo dia aparece gente tentando quebrar o algoritmo, e estamos sempre atualizando e modificando para evitar este tipo de coisa.
5) Vocês vão assinar uma espécie de contrato DMCA – Digital Milennium Copyright Act. Como isso funciona?
É uma espécie de código legal que prevê, entre outras coisas, a responsabilidade dos ISPs (provedores de serviços de internet, o iJigg por exemplo) bem como os procedimentos que devem ser adotados.
De forma resumida, significa que quem presta o serviço deixa de ter responsabilidade sobre o conteúdo que está sendo postado por seus usuários, desde que forneça meios eficientes de combate à pirataria e que acate as decisões e comunicados da RIAA (Recording Industry Association of America).

6) O iJigg já chamou a atenção de vários blogs e empresas – revista Rolling Stone, Amazon, entre outros. Vocês já receberam algum convite para trabalhar em parceria? Já fecharam alguma coisa concreta? Passa pela cabeça de vocês em um dia vender o iJigg?
Existem muitas propostas rolando. Muitas idéias, muita gente querendo fazer parceria. Desde o carinha que tem um site local e quer fazer uma pequena integração com o iJigg, até essas empresas citadas e outras que não podemos citar os nomes (gravadoras e empresas de telecomunicação).
Todas elas têm uma proposta diferente, desde parcerias até a compra do iJigg. Mas o que eu posso lhe falar é que até o momento só tem muito blá blá blá e pouca coisa concreta. Para você ter idéia, ainda tenho que manter meu antigo trabalho paralelamente para pagar minhas contas.
A venda do iJigg ou parte dele como deve acontecer é algo que eu encaro com naturalidade…. para o site crescer e atingirmos nossos objetivos temos que ter uma fonte de investimento pesada. Quais nossos objetivos:
* Aumentar a equipe de desenvolvimento
* Ter milhões de dólares para gastar com festivais independentes
* Ter milhões de dólares para abrir uma fundação e apoiar as pessoas que gostam de música. Quero dar a oportunidade que não tive para outros. Em outras palavras, não quero que uma pessoa desista do seu sonho de ser um músico, apenas porque com música ele não ganha o suficiente para pagar as contas.
* Poder continuar trabalhando no iJigg, que é algo em que acreditamos, mas eu ainda vivo no mundo real. E tenho que pagar a conta de luz. Minha filha vai nascer em maio, logo preciso ter uma fonte de renda e espero que seja do iJigg.
Ou seja, a venda é algo que deve acontecer, mas nestes processos de venda normalmente não se vende 100% da empresa, apenas parte dela.

7) O iJigg é considerado um serviço da Web 2.0. Qual a sua opinião sobre esse negócio todo de Web 2.0? É uma revolução ou evolução da web? Ou apenas uma ‘buzzword’?
Cara, você tocou num ponto chave. Se você ler meu blog, vai ver que eu sou um cara meio estressado com esse negócio de tecnologia. Web 2.0 para mim é um rótulo para identificar a revolução atual da web, que basicamente surgiu com o advento do AJAX e da possibilidade de integração simplificada entre tecnologias. Agora quer realmente saber minha opinião? Nada disto interessa se não servir para facilitar a vida das pessoas.
Muitos projetos não dão em nada por que eles estão sendo feito em nome da tecnologia e não em nome das pessoas, que vão usar a tecnologia.
A internet não deve funcionar para internet, deve ter uma razão. Seja para evitar que você pegue uma fila no banco, seja para o entretenimento, como é o caso do Youtube e do iJigg. Então esse lance de Web 2.0 só tem sentido e força porque revoluciona a forma das pessoas usarem a internet.
As coisas ficam mais claras, mais fáceis e mais simpáticas. Agora veja, os bancos ainda não aderiram ao movimento, e nem tem por que aderir.
Eles estão lá funcionando bem e não existe necessidade de um aprimoramento. Agora veja o Orkut por exemplo, um detalhe Web 2.0 aparece quando você responde um scrap. Antes você tinha que ir no scrapbook do teu amigo e responder. Agora você responde sem precisar de muito esforço.
Então, cara, eu sou fã de coisas que funcionam e facilitam a vida das pessoas, não importa se é Web 2.0 se é Web 3.0 ou se nem é web… a tecnologia deve ser um meio e não um fim.

“Não quero que uma pessoa desista do seu sonho de ser um músico”
8 ) Você está em uma posição significativa – desenvolveu uma ferramenta que está ganhando elogios e repercussão em toda a web. Qual a dica que você dá para quem está começando ou pensando em desenvolver um serviço Web 2.0?
1. Fazer algo que você acredita, algo que você usaria porque tem necessidade e por que é legal
2. Não perderia tempo com detalhes, “just do it”. Depois você perde tempo com frescura.
3. Procure criar coisas de baixo custo por que você, antes de tudo, precisa manter seu serviço no ar.
4. Não se preocupe em usar Ruby on rails, Php ou Java só porque estão na moda. Use aquilo que você tem conhecimento/domínio
5. Não tenha medo de pegar boas idéias e utilizá-las. Nada é 100% original. O Google não existiria se os caras não tivessem “copiado” a idéia do AltaVista ou do Yahoo. Se você gostou de algo e acha que serve no seu projeto, tente pegar a idéia e melhorar se possível. (O criador do Youtube falou que o Youtube é uma copia aprimorada de vários outros serviços)
6. Assista à palestra do cara do Youtube
7. Lembre-se que você não é melhor ou pior do que ninguém e que as pessoas podem te ajudar e você pode ajudá-las. Não tenha medo de pedir ajuda e opiniões
8. O dinheiro não deve ser a causa. Se tua idéia for boa e bem executada, o dinheiro será a conseqüência (espero que seja mesmo)
9. Esteja preparado para poucas horas de sono.


A meta agora é chegar a 10.000 bundas
Desde setembro do ano passado, um grupo de ativistas online – do Kiss My Ass, George – está tentando reunir fotos de 1.000 bundas para serem enviadas, todas reunidas, ao presidente Bush. Lembra que eu comentei por aqui?
Pois é, os caras conseguiram. É bunda que não acaba mais. De tudo que é país. Até do Brasil. Todas enviadas por usuários de internet.
Conforme o combinado, os caras fizeram um pôster com moldura e tudo dos 1.000 traseiros. E enviaram ao presidente, em Washington. Ainda não se sabe o que aconteceu. De qualquer forma, dá para imprimir de graça o pôster em formato pdf. Para você mesmo enviar ao Bush, colar por aí, mandar para alguém de presente ou dobrar e fazer um chapéu… sei lá, você é que sabe.

Steve Jobs, da Apple, escreveu uma carta aberta [Thoughts on Music] no site da empresa que está dando o que falar. Fala sobre o fim do DRM, ‘sistema anti-pirataria’ que impede cópias de músicas, e o futuro do mercado de música.
* De certa forma, pede desculpas e explica por que a iTunes, loja online de músicas da Apple, é obrigada a vender músicas com DRM, que, no final, só podem rodar no iPod. Pressão das gravadoras…
* Para ele, existem 3 cenários para o futuro da música. O mais atrativo é o fim do DRM por completo, o que permitiria a qualquer player de música rodar canções compradas em qualquer loja de música. Hoje, por exemplo, se você compra uma música na iTunes, só pode rodá-la no iPod, player de MP3 da Apple.
* Para alguns, a carta é uma resposta às pressões que a Apple vêm recebendo de grupos de consumidores europeus para que a iTunes não use mais o seu ‘sistema de DRM’ chamado FairPlay. E que as músicas compradas na loja online rodem em qualquer player.
* Segundo o blogueiro Don Dodge, a Apple quis lavar as mãos e jogar toda a culpa e responsabilidade pelo fim do DRM em cima das gravadoras. O que pela leitura da carta, de certa forma, é verdade.
* Para o blog ReadWriteWeb, a empresa poderia fazer muito mais pelo fim dos mecanismos contra cópias de músicas. Afinal de contas, a Apple predomina no mercado de música online e poderia ela mesma abolir o DRM na iTunes. Tem culhões para fazer isso, segundo o blog.
* No final das contas, acredito que a carta terá um efeito no mercado. Atualmente, a Apple tem uma grande influência sobre o mercado de música, principalmente, o online. Talvez seja o empurrãozinho que faltava para acabar com o DRM. Até Bill Gates já falou que o seu fim está próximo.
* Ah, o MacPress tem a carta completa e traduzida.

Saiu no Utube, o blog não-oficial do YouTube, uma entrevista com a cantora californiana Terra Naomi, uma dessas artistas que ficaram famosas com o site de vídeos. Não é das piores. Pelo contrário, até que o seu som é legal. Já fechou contrato com gravadora e tudo.
Naomi ficou famosa, no ano passado, ao postar no YouTube diversos vídeos interpretando suas próprias músicas. O vídeo mais famoso, da canção Say It’s Possible, gravado em seu apartamento, foi visto mais de 1 milhão de vezes. Um hit no YouTube.
Pois bem, na entrevista Naomi fala sobre várias coisas – cinema, música e… haha, como o seu vídeo foi parar na capa do YouTube, pontapé para que fizesse sucesso na web.
- Aparentemente, Chad [um dos fundadores do YouTube] achou por acaso meu vídeo logo após eu tê-lo postado. Depois, o enviou para várias pessoas em sua empresa [ou seja, o YouTube], incluindo a mulher que era responsável por escolher os vídeos de destaque. Segundo essa própria mulher, ela assistiu ao vídeo 5 vezes e então o colocou na capa [home] do YouTube.
Vejam só. Antigamente, era aquele papo – então fiz uma fita, aí um colega que conhece um cara da gravad… ;-)