sábado, 6 setembro, 2008

Frase da semana

“Desde que começamos a crescer tão rapidamente, temos que sentar e relaxar a cada seis meses e redesenhar nossos processos para que eles não se tornem fora do controle.”

Craig Neville-Manning, diretor de engenharia da Google, fala sobre o crescimento acelerado da empresa de busca durante os seus 10 anos, que foram comemorados nesta semana na imprensa.

sexta-feira, 5 setembro, 2008

Google/Picasa lança jogo que brinca com tecnologia de geotagging

Uma nova página do Picasa, site de álbuns de fotos do Google, permite ver as últimas imagens publicadas no serviço e as tags mais utilizadas pelos usuários. Ou seja, dá um caráter mais “social” à ferramenta.

O mais interessante é o lançamento do joguinho “Em que local do mundo?”, onde você tem que adivinhar em qual lugar do mundo uma foto foi tirada.

É uma brincadeira que envolve o uso de geotagging - associar uma imagem a dados geográficos - e os últimos uploads feitos pelos usuários do Picasa.

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sexta-feira, 5 setembro, 2008

Desligue o computador e vá sair com os amigos

A Meetup iniciou uma campanha online chamada Unplug Your Friends, que incentiva as pessoas a terem uma vida mais longe do computador.

Tiro no pé? A iniciativa tem tudo a ver com o conceito por trás da rede social, que é o de ser uma ferramenta para ajudar a organizar encontros e eventos no mundo offline.

Mesmo conceito que guia a Facebook - entender o online como potencializador do offline. O objetivo não é criar novas conexões, mas ajudar as pessoas a manterem os relacionamentos que já possuem no mundo offline.

A campanha conta com uma mensagem de email personalizada sobre a campanha que você pode enviar aos seus amigos, além de um vídeo de 2 minutos [abaixo] bem bacana, que faz alusão ao vício nos serviços de microblogging, tipo Twitter.

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sexta-feira, 5 setembro, 2008

WSJ.com de cara nova e com mais conteúdo aberto


T Magazine do NYTimes: concorrência pela frente

Trendsetter no mercado de informação, o The Wall Street Journal promete, no dia 16, colocar no ar o seu novo site. Reformulado, com mais conteúdo aberto e focado em áreas como esportes, moda e viagens.

A reformulação está dentro da estratégia de transformar o WSJ em uma publicação mais generalista possível, menos sisuda e preparada para bater de frente com o The New York Times, nos EUA.

Vou ficar de olho nessa renovação do site. Promete ser uma das maiores guinadas do WSJ para concorrer com o NYTimes, que já começa neste sábado com o lançamento de uma “revista sobre estilo de vida”, voltada ao público feminino, e que será encartada gratuitamente na edição do jornal.

A priori, a intenção é evidente. Bater de frente com a T Magazine, a revista do NYTimes.

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sexta-feira, 5 setembro, 2008

Buscador de comentários e comentaristas de blogs

Se existe o Dia do Comentarista de Blog, por que não um buscador todo dedicado a eles?  A proposta do Blacktype é essa - ser um sistema de busca de comentários e comentaristas de blogs.

Testei aqui e achei bem simples. A interface inicial lembra a do Twitter. Aliás, depois de cadastrar-se, você pode seguir certos comentaristas de blogs. É como um Twitter de comentaristas de blogs.

Por enquanto, vejo somente blogs em inglês utilizando o serviço.

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Quinta-feira, 4 setembro, 2008

“GNT das redes sociais” em casamento

A plataforma de rede social LinkedIn está ‘em casamento” com mais um conglomerado de mídia. Fechou uma parceria com a CNBC, canal da NBC dedicado a notícias de negócios.

- Usuários da rede social terão acesso livre as notícias da emissora.

- Jornalistas da CNBC participarão de debates e criarão enquetes dentro da Linkedin, que depois repercutirão na TV.

- Como contrapartida, usuários da rede social que entrarem no site da emissora têm a opção de visualizar um box com notícias personalizadas de acordo com a sua profissão [ainda não está no ar].

Ou seja, o acordo é bem parecido ao que o NYTimes fechou com a LinkedIn, em julho

Aqui, no Brasil, a MySpace fechou uma parceria com a Rede Record.

Chama a atenção como a LinkedIn tem conseguido fechar acordos interessantes com grandes grupos de mídia.

Faz sentido. Para anunciantes e parceiros interessa. Em sua maiora, as informações publicadas lá são verídicas. Quando a pessoa escreve que tem 30 anos, ela tem mesmo, pois, na prática, a LinkedIn funciona como um currículo online.

É como uma “GNT das redes sociais”. Não é das mais numerosas, mas possui um usuário muito qualificado e focado.

A foto é do Flickr de Tvchay

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Quinta-feira, 4 setembro, 2008

Chrome no Android. Agora faz sentido

“Fundador do Google diz que equipes do Chrome e do Android trabalhavam separadas, mas agora vão integrar projetos [...]

Brin prevê que a primeira versão comercial do Android ainda não conte com o browser do Google, mas que numa atualização futura o sistema funcione plenamente integrado ao Chrome”.

Agora faz sentido a estratégia da Google ter lançado um navegador.

Ele será integrado ao Android, sistema da Google para aparelhos móveis. O foco e o impacto não serão tanto no desktop, como a maioria das análises até agora aponta [mais um navegador para desktop?], mas no mobile.

Além de ter a intenção de que aplicativos funcionem no mobile e no desktop, a dobradinha em código aberto Chrome e Android será um contraponto ao iPhone, que, no final das contas, tem uma plataforma fechada.

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Quinta-feira, 4 setembro, 2008

Muxtape + Tumblr = Tumbltape

Esse negócio do fechamento do Muxtape pela Riaa está me lembrando bem o caso Napster. Fecha um serviço e, logo em seguida, surgem outros que tentam retomar as operações.

O Tumbltape, por exemplo, funciona igual ao Muxtape. Ou seja, permite que você crie “fitas cassetes virtuais” com as suas músicas preferidas. A diferença é que você tem que fazer o upload das músicas pelo Tumblr.

Depois de feitos os uploads, é só ir ao Tumbltape, digitar o seu nome de usuário do Tumblr, que ele monta uma playlist com todas as músicas que você subiu em seu tumblr. Dá também para ouvir as playlists de outros usuários.

Pelo visto, embalada pela Riaa, mais uma vez parte das gravadoras vai perder o bonde, ao impedir que as pessoas criem as suas próprias “fitas cassetes virtuais”.

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Quinta-feira, 4 setembro, 2008

Concurso premiará as melhores “tuitadas”

The 2008 Twitties

Se aqui, no Brasil, nós temos o 140 Letras, que vai eleger os melhores microcontos publicados no Twitter, lá fora o negócio é o The Twitties, que buscará escolher as melhores mensagens do Twitter.

As categorias são diversas - mais engraçada, informativa, inteligente e, claro, o melhor avatar. A votação vai até o dia 12 de setembro.

Obrigado pela dica, Roberta!

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Quarta-feira, 3 setembro, 2008

Projeto de “tecnologia verde” ganha 3º Prêmio Desafio GV/Intel

Ontem, acompanhei a final do 3º Prêmio GV - Intel, que busca eleger os melhores projetos/planos de negócios de jovens empreendedores brasileiros na área de tecnologia.

Foram mais de 260 inscrições na premiação, que é resultado de uma parceria da Fundação Getúlio Vargas com a fabricante de processadores Intel.

Na final, estiverem presentes representantes da companhia e de diversas empresas internacionais de Venture Capital. Os vídeos do evento estão aqui.

O prêmio é um bom termômetro de como anda o “mercado de idéias”. Pelo que percebi, em sua maioria, os projetos finalistas envolveram produção ecológica, uso de produtos sustentáveis e das chamadas “tecnologias verdes“.

O projeto vencedor, o Cedro, trabalha justamente com essas questões. Foi elaborado por Eduardo Medeiros e Bruno Araujo, do Senac SP, que, em novembro, embarcam para os EUA, mais especificamente na Universidade de Berkeley, para representar o Brasil em âmbito mundial.

Nesta terça-feira, eles receberam um prêmio no valor de R$ 40.000.

O Cedro é um projeto focado na produção de instrumentos musicais - guitarras, baixos, violões - ecologicamentes responsáveis. As cordas dos instrumentos, por exemplo, usam uma nova tecnologia, são revestidas de plástico PET.

No vídeo abaixo, logo após receber a premiação, conversei com o Bruno, que rapidamente falou sobre empreendedorismo e a cultura do “faça você mesmo”, que está mais latente hoje em dia.

Quarta-feira, 3 setembro, 2008

É o produto, pô!

Jeremiah Owyang, da Forrester, escreveu um ótimo post sobre como uma marca ou um produto podem ser notados na rede. Aliás, o post abre com a pergunta: “Como ser visto?”

Às vezes, chama a atenção como esses gurus da “aldeia global”, da “web 2.0″, das “mídias sociais”, ou qualquer que seja o jargão da época, deixam de lado um dos aspectos mais importantes - o produto.

De nada adianta você se armar de tantas ferramentas - blogs, comunidades, vídeos engraçados no YouTube - se o seu produto é ruim. Produto bom gera boca-a-boca e mídia espontânea naturalmente e isso não é recente, por causa da web. É uma regra que já existe há muito tempo.

No caso mais específico do jornalismo, escuto de empresas. Por que as pessoas não contribuem para o meu site de “jornalismo participativo”? Na maioria das vezes, é possível responder - simplesmente porque o seu site é um produto ruim.

Não existe feedback constante, não investe em capacitação da comunidade, a tecnologia é ruim - as pessoas não podem enviar conteúdo direto do celular.

Seu site, no final das contas, é apenas um atravessador de informação. Pega o que o leitor envia, vê se serve para a sua linha editorial e publica.

E ainda. Você se dirige ao usuário somente quando acontece uma tragédia e pede a esmo fotos, vídeos e relatos. É como aquele colega que somente entra em contato para pedir favor.

A resposta pode ser algo nessa linha. E a equação desses projetos deveria ser: 70% relacionamento e o resto tecnologia e conteúdo. Sites de “jornalismo participativo” são, antes de qualquer coisa, projetos de relacionamento e não de conteúdo.

Não é um espaço para o qual o usuário envia conteúdo. É um espaço onde o usuário se relaciona com uma empresa de mídia e outros usuários.

Na prática, um site de “jornalismo participativo” é um canal onde uma empresa de mídia se relaciona de forma mais direta com aqueles que estão entre os seus principais clientes, ou seja, os leitores/usuários/telespectadores/ouvintes.

Mas, voltando à questão da importância do produto ser notado na rede. Esse aspecto é muito evidente na indústria de celulares. Diversos modelos e aparelhos são lançados por ano. Mas os mais notados são o Nokia 1100, o iPhone, o Blackberry e o N95, pois, antes de tudo, são bons produtos.

O iPhone é ótimo para quem gosta de navegar mobile e talvez seja um dos celulares que mais gerou buzz na rede. O N95 é um ótimo gadget para quem gosta de produzir conteúdo e é outro produto que ganha citações em blogs sem precisar fazer “post patrocinado”.

Na área de mídia, quem segue por essa linha é o The New York Times. Quem acompanha esse blog sabe do que estou falando. Eles estão se focando em fazer poucos, mas bons produtos, que são lançados de forma pingada. Numa tática parecida a da Google há dois anos. O boca-a-boca vem naturalmente.

Enfim, se fosse lançar um novo produto, focaria bem mais nele. Investiria bem mais tempo, energia e recursos em pesquisas e feedback sobre o mercado para lançar um produto bom ou muito bom.

Depois investiria em campanhas de marketing viral, que muitas vezes existem apenas para ratificar o buzz que foi gerado naturalmente com o lançamento do produto.

Quanto aos sites de “jornalismo participativo”, devem ser vistos mais como projetos de relacionamento do que de conteúdo se quiserem ser “produtos bons”.

As fotos são do LaughsquidSquad, DanH e Basajaun

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Terça-feira, 2 setembro, 2008

Geotagging em uma das maiores emissoras de TV do mundo

Há algum tempo, a CNN vem utilizando a tecnologia de geotagging [ou geoinformação] para apresentar algumas notícias com apoio daquela tela sensível ao toque de mão, utilizada também pela TV Globo, no Brasil.

De vez em quando, na própria tela, é feito um zoom em um mapa, que mostra o local exato onde foi feita uma matéria ou está um correspondente que vai entrar ao vivo em instantes.

Aliás, tenho reparado que, muitas vezes, a “parede  mágica” é utilizada para fazer ao vivo uma “ponte” entre o conteúdo tradicional da TV e o mais colaborativo, produzido no iReport.

Muitas vezes, o apresentador “puxa” e mostra ao vivo algumas fotos e vídeos que estão no canal de colaboração da CNN.

E é justamente no iReport que a CNN faz o uso mais interessante da tecnologia de associar informações a dados geográficos. Durante a recente passagem do furacão Gustav, fotos, textos e vídeos enviados por pessoas que estavam no meio de todo o caos eram plotados em um mapa.

Isso para quem está acompanhando a cobertura dá uma outra dinâmica. Além de fornecer uma noção melhor de onde foram feitas as fotos e os vídeos, você passa a procurar as notícias pelo local exato onde elas aconteceram.

O resultado final ficou muito bom e está aqui.

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Geotagging e mashups puxam inovação no jornalismo online

Terça-feira, 2 setembro, 2008

Efeitos especiais de filmes e TV inseridos no dia-a-dia

The Wrong Door é uma série de humor da BBC que busca inserir em situações do cotidiano os efeitos especiais utilizados em filmes e na TV .

Pelos vídeos que estão no YouTube, parece ser bem bacana.

A série está no ar desde o começo de agosto no BBCThree.

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Segunda-feira, 1 setembro, 2008

Abrace um programador!

Repercutiu no Microsiervos.

É um vídeo que mostra a dura vida dos programadores.

“Passo a maior parte da minha vida em reuniões sobre como trabalhar de forma mais produtiva (em vez de estar trabalhando]” - é uma das frases que aparece no vídeo de 2 minutos. Foi produzido pelo pessoal do Devshop.

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Segunda-feira, 1 setembro, 2008

Em destaque na B2B Magazine

Diversas pessoas vieram comentar comigo, não sabia que eu tinha tantos leitores na revista. Vale comentar aqui.

Este blog foi citado pelo Wagner Fontoura na Revista B2B Magazine como um dos melhores blogs do Brasil sobre tendências.

Na semana passada, eu dei uma entrevista para o Urblog, o blog móvel sobre a cidade de São Paulo, da Revista Época SP.

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Making of da entrevista ao caderno Link, do Estadão

Segunda-feira, 1 setembro, 2008

Os obituários estão mortos, os wikis estão vivos


“Morto. Vivo. Morto. Vivo. Vivo. Morto… vivo. Morto, morto. Vivo”

Um dos melhores comentários sobre o fato da Bloomberg ter publicado sem querer o obituário de Steve Jobs, na semana passada, veio de Steve Yelvington, do Poynter Institute, que afirma: a forma tradicional de produzir os obituários está morta.

Segundo ele, pelo fato de todas as informações, antigas e novas, sobre uma pessoa estarem disponíveis na rede, não faz muito sentido montar um texto para ficar na gaveta à espera de publicação.

Ele sugere usar wikis para apresentar aos leitores e produzir o histórico de uma personalidade, num sistema de produção “work in progress“.

Realmente, o wiki é uma ferramenta ótima para trabalhos em conjunto, internos e que sempre estão em processo de produção. E os obituários, no final das contas, são isso - textos em constante processo.

Soube que, por exemplo, o jornal Telegraphy usa internamente o Google Docs para produzir alguns textos a quatro mãos. Mas acredito que, neste caso dos obituários, o wiki funciona melhor. Você tem um controle mais detalhado do histórico de alterações em um documento.

Em seu comentário, Yelvington erra somente num ponto - apresentar aos leitores o obituário num wiki, como se fosse um verbete da Wikipedia. Acredito que pode existir uma perda. Nem todo obituário é em texto formatado para enciclopédia.

Quem já leu alguns dos obituários do NYTimes sabe do que eu estou falando. São verdadeiras biografias condensadas de uma pessoa, um tipo de texto que está muito longe do “estilo enciclopédia”. Textos que até se tornaram livro, lançado neste ano no Brasil.

Montar wikis internos sobre certos temas é muito bom para a redação, potencialmente aumenta a produtividade. Mas sempre apresentar o conteúdo em formato de “verbete da Wikipedia” talvez seja meio entediante para quem lê.

Na maioria das vezes, vai parecer que estou lendo um livro escolar.

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Segunda-feira, 1 setembro, 2008

Wi-Fi, SMS e Rádio FM em casos de emergência

O Unicef está trabalhando no desenvolvimento do Bee, um sistema móvel que permite comunicação via Wi-Fi, redes de celular e rádio, mesmo em condições de emergência.

A idéia é que, após terremotos, tsunamis e furacões, a Divisão de Comunicação do Unicef chegue nas regiões afetadas e com o Bee retome as comunicações locais. O sistema é de fácil transporte, como pequenos totens.

O vídeo acima mostra os detalhes.

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sábado, 30 agosto, 2008

A internet em 1995
(vale a pena ver de novo)

A Veja colocou no ar um especial sobre internet e abriu o acesso a diversas reportagens antigas sobre a rede.

Vale a pena dar uma olhada em uma matéria de capa de 1995 a respeito da “Rede que abraça todo o planeta“.

É impressionante como o termo “aldeia global” estava em voga na época.

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A Baaanda Laaarga

sábado, 30 agosto, 2008

Frase da semana

“O Brasil já passou países como Alemanha para se tornar o 5º maior mercado de computadores no mundo. É também um centro de tecnologia de internet banking e softwares de código aberto”

Nesta semana, o portal CNET, um dos mais importantes sobre tecnologia, começou a publicar uma série de reportagens sobre o mercado brasileiro.

Na primeira, questões como software livre, exclusão digital e capital de risco são abordadas.

sexta-feira, 29 agosto, 2008

YouTube já existia em 1985

Dica do Laughing Squid

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